Japonês (33) – Estudando Kanjis – Parte 4

Nossa série agora se trata de falar de um KANJI que é muito conhecido por sua filosofia. Recentemente, foi encontrado no Egito a primeira estátua registrada na história de Buda no Egito. A estátua tem parte faltando, lado direito ou esquerdo, mas bem conservado. E quem visita o Japão gostaria de visitar templos Budistas. Como é o KANJI de BUDA?

Ele é muito parecido na caligrafia do EU (私) só que vamos considerar a primeira parte da escrita KANJI, aquela ‘árvore’ na frente do que parece um 4. Vamos tira-la e colocar uma formação similar ao que achamos nos KANJI de KARE (ELE) e KANOJO (ELA, Namorada). Que é:

  • 彼 (parece um T com a parte superior inclinada)
  • 彼女 (Olha ali. Viram?)

Vamos ver de PERTO?

私 彼

Pegou o ‘4’ do WATASHI e o ‘T’ inclinado do KARE? Pega o T inclinado e coloca na frente do 4. Teremos HOTOKE que forma o kanji 仏. Essa pronúncia e esse KANJI se referem a BUDA como substantivo. Mas ele tem variações em sua forma de falar usando o mesmo KANJI como já deve ter notado em outras situações.

Quando se fala assim – “É um Templo budista”, Falariamos HOTOKE-NO TERA? Na verdade não. Porque Templo é um lugar. Portanto a pronúncia é diferente, mas o KANJI é o mesmo. Vamos ver a escrita.

  • この仏の寺です。 (Como você lê? KONO FUTSU-NO TERA DESU)

Mudou de HOTOKE para FUTSU. Este é um Templo budista ou Este é um templo de Buda. Ou É um templo budista\É um tempo de Buda. Não é neste caso um substantivo, não se refere a personalidade de Buda como sendo um indivíduo. Mas que é um lugar que cultua a filosofia budista.

Há outro que se refere a filosofia budista. Que é considerado uma abreviação. que é o mesmo KANJI com a pronúncia de BUTSU. Se trata da filosofia. Você está falando da filosofia. E não de um lugar que representa a filosofia.

  • Exemplo: Você adquire um artefato que é budista, mas você não é budista. O artefato é apenas um adereço para você. Logo ele é representado por ser de origem budista, mas não tem valor filosófico (nem mesmo teria) é uma representação. A filosofia transcende a imagem. Logo o artefato seria FUTSU, falar sobre o que o artefato representa seria dizer a filosofia, logo BUTSU.

Filosofia e o que agrega por imagem são coisas diferentes.

Vamos ver alguns exemplos:

  • 私たちは仏の寺へ行きます。 (Nós vamos ao Templo Budista) – WATASHITACHI-WA FUTSU-NO TERA-E IKIMASU.
  • この女は仏です。 (Esta mulher é budista) KONO ON’NA-WA HOTOKE DESU.
  • かれは仏の全て話す。(Ele contou tudo sobre budismo) KARE-WA BUTSU-NO SUBETE HANASU.

As três situações listadas acima podem exemplificar o uso do mesmo KANJI para diferentes situações.

Neste artigo vimos os KANJI:

私 寺 全て 話す 行 彼 女 仏 

Os ROMAJI referentes (respectivos) da esquerda para a direita são com a / representa respectivamente pronúncia japonesa e chinesa:

  • WATASHI (Eu)
  • TERA (Templo)
  • SUBETE (Tudo\Todos)
  • HANASU (Falar\Contar)
  • IKU (Ir\Viajar)
  • KARE (Ele)
  • On’na (Mulher, feminino)
  • HOTOKE \ FUTSU \ BUTSU (Buda[sbs]\Budismo[l.]\Budismo[fil])

Vale à pena ver Dr. Estranho 2 – Multiverso da Loucura? (2022)

UMA BREVE HISTÓRIA.

Multiverso da Loucura de Dr. Estranho 2 foi dirigido por Sam Raimi (A Morte do Demônio: A ascensão, Ash vs Evil Dead) seguido de um elenco formado por Benedict Cumberbatch (Dr. Estranho 1, Star Trek: Além da Escuridão) , Elizabeth Olsen (Wandavision, Amor e Morte) , Chiwetel Ejiofor (O homem que caiu na terra, The Old Guard) , Benedict Wong (Aniquilação, A elefanta do Mágico) , Xochitl Gomez (The Lone Drone, Roped) , Patrick Stewart (Star Trek: Picard, Coda), e Anson Mount (Star Trek: Strange new world, Star Trek: Discovery). Com acontecimentos que seguem o Dr. Estranho (2016), o Guerra Infinita: Ultimato, Wandavision e Homem Aranha: Sem Volta para a casa. Vamos lá!

Dr. Estranho combate um monstro em plena Nova York e se depara com uma viajante interdimensional chamada América Chávez. Que consegue abrir portais entre o multiverso. A criatura que lembra um Shuma Gorat, revela que há alguém por trás do ataque e do surgimento de Chavez naquela dimensão. Ao encontro de Wanda Maximoff, o mago descobre que agora a ex-vingadora se tornou Feiticeira Escarlate, sedenta por vingança e loucura a procura dos filhos que nunca teve.

Wandavision e Homem Aranha: Sem Volta para a casa são sequências imediatamente anteriores ao Dr. Estranho 2 – Multiverso da loucura. E que revela alguns inimigos do mago além de Dormammu e Mordo. Também visita universos onde há o grupo dos Iluminatti que fazem parte dos novos Vingadores, e revela uma ligação com o demônio poderoso Cthon, Darkhold e Wanda.

PRÓS E CONTRAS.

O filme apesar de ser uma sequência digna do mago supremo, e diria até que seria muito bem aceitável, se ela fosse focada no mago e não na feiticeira escarlate. Há uma confusão de meio campo enorme. Muitas histórias para serem contadas e nenhuma de fato foi contada. Temos que admitir, o filme infelizmente se perdeu com a falta de foco no protagonista. Dr. Estranho era mais protagonista em Homem Aranha do que no próprio filme, apesar de termos cenas incríveis e passagens interessantes do conceito do Multiverso.

PRÓS:

  • Apresentação do Multiverso;
  • Citação da primeira vez do livro de Vishanti nos filmes;
  • A volta de Darkhold;
  • Os Iluminattis são revelados;
  • A magia no filme é bem aproveitada pelas batalhas que o Dr. Estranho trava;
  • A trilha sonora é excelente.

CONTRAS:

  • Roteiro confuso;
  • Dr. Estranho não é protagonista do filme e sim Feiticeira Escarlate;
  • Há furos: Prof Xavier nunca perderia em uma batalha telepática, Black Bolt não cometeria o erro de abrir a boca e morrer, e não seria possível uma vez que o poder dele não funciona daquela forma;
  • Darkholda não pode ser suplantado, nem mesmo por Feitceira Escarlate. Ela teria destruído os multiverso sem chances de lutar, mas de repente ela tinha forças para resistir.

COMENTÁRIOS SOBRE OS PRÓS E CONTRAS.

O filme foi uma receita que não deu certo. Apesar dele ter elementos fortes para as cenas de ação, com as características excelentes de duelo de magia, como a batalha de Kama-tar, e os saltos entre os multiversos. Não conseguiu formatar uma história, porque em parte se deu muito papel para a vilã, Wanda. E pouco foco no Dr. Estranho. Outro furo é o fato dela ter se tornado vilã no final de Wandavision, depois de tudo que ela passou.

Outro furo maior é que em Homem Aranha: Sem volta para a casa, Dr. Estranho foi o causador da ruptura das dimensão. Mas no Dr. Estranho 2, quem fez a ruptura foi a Feiticeira Escarlate. E a própria personagem América Chavez nem fez muito sentido no filme, tornando o protagonista menos evidente mais ainda. O roteiro é bastante confuso.

Os PRÓS são bons, mas apenas como pontos isolados. Como continuidade o filme infelizmente estragou a oportunidade de ser uma sequência de Dr. Estranho de 2016 e também não permitiu explorar o personagem de Wanda em um filme solo dela (que até hoje não teve). Foi considerado um fiasco pela crítica geral. A razão não é pelos PRÓS citados, mas a ofuscação do personagem e da mudança de fatos.

CONCLUSÃO.

Vale a pena ver? Como sequência de Dr. Estranho de 2016 não. Considere como um filme à parte. Suas conexões com títulos anteriores se foram na mudança de como multiverso se partiu. É um excelente título para ser visto como uma parte totalmente independente das fases do MCU. E neste caso não acrescenta ou progride com a história do Mago, nem mesmo da própria Feiticeira Escarlate.

Veja o filme pensando em ser isolado da própria Marvel. Como sendo até parte de um ‘universo’ diferente. De histórias isoladas e final experimental. A nota que Mundo Pauta dá é 5.5.

Vale à pena ver Dr. Estranho (2016)?

UM POUCO DE HISTÓRIA.

Em 2016 com uma continuidade a saga da Guerra Infinita, um filme do mago supremo era realizado e dirigido por Scott Derrickson (Expresso do Amanhã, Telefone Preto) e com um elenco formado por Benedict Cumberbatch (Sherlock Holmes, O mauritano) , Chiwetel Ejiofor (O Rei Leão, Malévola 2: Dona do mal) , Rachel McAdams (True Detective, What If) , Mads Mikkelsen (Rogue One: Uma história de Star Wars, Animais Fantásticos: Os segredos de Dumbledore) , Tilda Swinton (Pinóquio, Constantine) e Benedict Wong (Mulher Hulk: A defensora dos Heróis, Shang-Chi e a Lenda dos Dez anéis)

Mas não foi o primeiro filme do feiticeiro de artes místicas realizado, aqui no Mundo Pauta temos uma análise da adaptação realizada na década de 70, clique aqui. Criado em 1963 por Stan Lee e Steve Ditko, o herói ganhou vida nas páginas da revista Strange Tales número 110 que nesta edição apenas eram 8 página. Com a repercussão do herói e sua fama entre os leitores, hoje figura em edições de 130-150 páginas. Entre crossovers e solos, ele se tornou o mago da Marvel mais famoso.

Com adaptações em desenhos, ele fez parte de um circuito quase independente da saga principal iniciada em 2008 pelo fenômeno do MCU, que agora entra em sua quinta fase nos formatos de séries combinados com filmes. A adaptação realizada em 2016 tem algumas diferenças dos quadrinhos, mas é mais fiel do que adaptação de 1978 que tiveram mudança substanciais, tanto na origem, como na profissão e ou mesmo na atuação como mago.

Stephen Stranger é um cirurgião famoso e dedicado que tem sua vida tirada de suas mãos quando sofre um acidente de carro, suas mãos são danificadas e ele fica impossibilitado de atuar. Revoltado procura formas de reverter a situação, até que chega à ele a notícia de uma anciã no Himalaia que pode através de bruxaria lhe devolver os momentos da mão.

Após aceitar o treinamento, o que parecia ser uma busca incessante pela recuperação de sua vida anterior como médico, ele começou a ser inserido em uma nova caminhada que o tornou um breve instantes em um aprendiz de feiticeiro e um destino que ele não sabia existir, além da medicina. E acaba por ter que enfrentar um deus chamado Dormammu, habitante da dimensão negra.

PRÓS E CONTRAS DO FILME.

Todo filme tem algum prós e contra, mas não necessariamente eles definem a qualidade da produção. Muitas vezes, e digo de forma parcial, que os contras vão depender até mesmo da percepção do autor (eu no caso). Mas elas se referem a um ponto de observação do crítica. Logo se você optar por ver ou não ver, leve em consideração a percepção.

PRÓS:

  • Qualidade excelente de apresentação do médico para mago;
  • Mesma origem dos quadrinhos de 1963;
  • Apresentação do maior inimigo do Dr. Estranho: Dormammu;
  • Artefatos como O olho de Agamotto, Capa, varinha de Watomb e Sanctum Sanctorum;
  • Narrativa que lembra Sherlock Holmes com o mundo mágico;
  • Conta a história de Stephen Strange muito bem;
  • Excelente música;
  • Excelente Fotografia.

CONTRAS:

Não tem.

CONCLUSÃO:

Vale a pena ver o filme como um adaptação bem feita, e também pelas alterações realizadas. Nas HQS o mestre ancião sempre foi retratado por ser homem, no filme passou a ser uma mulher. No filme são três Sanctum Sacntorum, nas HQS e desenhos é sempre um. E diferente mais ainda, porque o Sanctum Sanctorum era uma casa comprada por Stephen Strange antes de virar mago supremo. Wong no filme é mestre, nas HQS é aprendiz de Strange.

Nas HQS ancião, feiticeiro Zao morre pelas mãos de Strange. Ocorre que eles foi dominado por Shuma Gorat, e para derrotar a criatura, ele precisou matar o seu mestre para banir a criatura do universo. No filme, a Anciã por interromper sua conexão com a Dark Dimension e ser derrotado por Kaecelius, teve seu destino selado. Kaecelius nas HQS não é muito promissor como vilão, teve participações iniciais muito limitadas, no filme era um dos principais antagonistas.

Mordo nas HQS é declaradamente simpatizante de Dormammu. E já queria matar o ancião para tomar o seu lugar como mago supremo. No final, ele acredita na ordem dos magos, e fica decepcionado com afiliação da anciã as energias da Dark Dimension. O templo Kamar é o mesmo, a até a localidade no Himalaia, com uma leve diferença da posição. Nas HQS é retratada como um templo que ora esta em alta altitudes em penhascos coberto de gelo ou em planícies bem longe da civilização, no filme o templo fica no meio da cidade.

Além que o Templo nas HQS é retratado como uma ruína, e nos filmes é um templo que lembra um forte. Christine a enfermeira da noite apareceu bem mais tarde, talvez uns 20 anos após sua criação, a primeira pessoa a entrar em contato, foi o seu par romântico e que chegou a ser sua esposa, Clea. E como homenagem é claro, a projeção astral foi o primeiro poder a ser usado por Stephen Strange na edição de 110 e foi usado no primeiro contato com a anciã.

Ainda que há diferenças entre o que foi abordado, HQS sempre são versões contadas pelas percepção de seus roteiristas e desenhistas, o mesmo ocorre para obras adaptadas em outras mídias. E se há um consenso para dizer, Dr. Estranho é um excelente filme. A nota é 100.

Série – Colorização (Escala cinza para colorida) – Gimp – 1

A melhor forma de criar colorização no GIMP é fazer uso de camadas. Para cada elemento da fotografia, você define uma escala de cor específica. Assim você pode trabalhar com cada parte sem precisar se preocupar com ‘possíveis’ acidentes de percurso.

ESQUERDA (ORIGINAL) – DIREITA (EDIÇÃO)

Pontos a serem considerados é a escala e tonalidade da pele. Que somos compelidos a pensar como “rosa”. Mas na realidade a pele precisa ter um tom laranja escuro. Com um método de aplicação de camada (quando duplicada) para Exposição. Ela cobre a camada de baixo com pigmentação. Respeitando os espaços a mostra da luz ou escondidos pela sombra. Note que a pele não ‘sobrepôs’ a sombra clareando-á.

Os demais elementos como cabelo, lábios, roupas e cenários são mais intuitivos e sofrem menos acidentes.

Pílula de Marketing (43) – Entre Metaverso e IA, a segunda tem garantia de ficar.

AVISO AOS LEITORES.

A sequência de ‘Pílulas de marketing‘ que pertence a série de insights e pesquisas de mercado foram originalmente publicadas até o número 42 na rede social do Linkedin em meu Newsletter, clique aqui. Vou começar a publicar no Mundo Pauta e haverá um replique por lá. E nisso consiste também uma chamada para o Curso Especialista de Marketing Jurídico, sempre no final do artigo. Vamos lá!

UM POUCO DE HISTÓRIA.

Inteligência Artificial é um conjunto de algoritmos denominados ‘genéticos’ (AG) formandos por redes neurais (RN) que simula o comportamento cerebral humano na tomda de decisão. Utilizando o conceito de seleção artificial análogo a seleção natural.

O impulso para IA como área de atuação e pesquisa teve uma força após a 2ª Guerra Mundial, com material publicado naquela época por Alan Turing considerado o pai da Ciência da Computação e seu artigo “Computing Machinery and Intelligence”.

Até antes do computador moderno, a inteligência artificial era um campo teórico, onde seria possível uma máquina pensar como um ser humano. Em tempos recorrentes, temos visto o avanço veloz de tecnologias que nos permitem ver as máquinas, os computadores, mais do que simples aglomerados de códigos.

Nas décadas de 40 e 50, inúmeros pesquisadores e cientistas revelaram em suas buscas uma conexão interdisciplinar da medicina com a computação, conceitos como neurologia, teoria da informação e cibernética tomaram desenvoltura por anos à fio.

Na década de 80, nomes como David Rumelhart, tomou nota de conceitos como ‘redes neurais’ e conexionismo’ que foram analisadas sob a ótica de estudos como os sub-simbolismos, lógica de Fuzzy e o progresso computacional.

Após a popularização da internet, a IA ganhou espaço em programas científicos como Eliza, Alice, Seven, Verbots e que ganharam ao longo uma comunidade que se interessava por ciência computacional. Muitos desses precursores de Sophia, Ameca, Chatgpt que vemos hoje em dia. E partimos daqui e nossa breve história para discutirmos sobre IA quanto ao mercado.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL VS METAVERSO: UM FICA E OUTRO VAI EMBORA.

A concorrência de notícias é interessante porque nos permite observar que muitas novidades que nos surgem na ‘tela’ não necessariamente serão permanentes. No final de 2021 veio à tona uma sensação conhecida como Metaverso, antes citada pelo fundador do Facebook, depois descobrimos que muitas outras empresas já estavam mergulhadas nesta ‘novidade’ há quase 10 anos.

Esse tempo de 10 anos nos faz analisar que Metaverso não foi algo que pegou de forma ‘geral’ ou ‘massa’. Devemos concluir que está mais para setores específicos, logo Metaverso atende a um mercado de nicho. E esta mais para uma conexão entre Criptmoedas e NFTS do que mercado em geral. Sem esses dois modelos, não há muito interesse em aplicabilidade do Metaverso.

E sua definição também corresponde a um universo que há muito existe, os MMO. Que são naturalmente jogos de video game com uma infraestrutura comercial conhecida como microtransação. Essa ‘novidade’ não é particularmente uma via muito favorável, especialmente quando se exige alto custo para uma demanda que depende de uma pesquisa de nicho quase sem nenhuma margem de erro.

Por sua vez, IA é algo que vem ao passo mais linear de crescimento e aceitação do que o Metaverso, que já vinha construído em bases sólidas para clientes específicos, mas com algum tipo de hiato, que não parece atender muito a demanda da maioria das empresas. Enquanto que IA permite o aumento de produção por ter uma integração mais óbvia. O uso de um pacote Office mais inteligente.

CONCLUSÃO.

Existe uma clara corrida comercial ocorrendo devido a inteligência artificial. E podemos esperar que essa abordagem gere os mesmos frutos que vemos ocorrer quando ocorreram outras ‘corridas’. Tecnologias foram criadas para promover, suportar ou combater a concorrência. Quando o GPT-3 foi apresentado virou notícia, não demorou muito tempo para o GPT-4 ser comercializado e já se fala em GPT-5.

Conceitua-se que não estamos falando apenas de ‘apps’ de web. E sim de robótica. Com o avanço significativo dos campos da IA como Machine Learning e Depp Learning, talvez em 10-15 anos tenhamos uma reestruturação da indústria como um todo. Talvez seja necessário que profissionais mesmo não formados ou atuantes de T.I tenham que ser programadores também? Um Médico DEV, um Engenheiro DEV?¹

Nota:

¹ A realidade de interdisciplinaridade acontece há muitas décadas, na questão de T.I, quando por exemplo a linguagem de programação holandesa, Python ganhou em 2008 visibilidade comercial, haviam artigos aos montes afirmando que profissionais ‘off’ de T.I utilizam a codificação. E sendo estes conhecimentos necessários, pode ser que no futuro, haja uma integração de habilidade de programação com formações bachareladas como cadeiras eletivas.

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