Análise Sombras da Noite

Um amaldiçoado Vampiro.

Sombras da Noite (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Sombras da Noite (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Barnabas Collins um rico e herdeiro de uma incontestável vitória da família, a construção da cidade. Mas atraído em sua juventude por uma mulher, causa derradeiro ciúme a criada da casa. Derretida pelo mau de seu coração, Angelique Bouchard sofre por dentro pelo seu amor fracassado pelo majestoso Barnabas.

Mas ela traz consigo o horror de ser uma bruxa, e amaldiçoa-o matando sua amada penhasco abaixo. Perdido e desiludido, sua pior maldição não era a morte de Josette Dupres, e sim o que lhe condecora a viver para sempre, bebendo e matando por sangue, seu destino por não amar Angelique, um vampiro.

Sepultado pela bruxa malévola, o mesmo passa 200 anos agonizando até os dias de 1972.

Elenco.

[Biografia do ator | Foto do personagem]

Crítica.

O filme se você achar comicamente nulo, pode ser tratar de um filme de Tim Burton. Não, não estou reclamando. Este filme tem classificação de comédia. Mas ele não é comédia, e nem poderia ser. Talvez por ter a presença de JohnnyDepp numa versão vampiresca incomum. Mas quem o fez comédia, simplesmente não viu o filme.

Também é claro que os tons cômicos que acompanham os filmes de Tim Burton, e a famosa dupla eterna de Helena Bonham Carter e Johnny Depp, e parece que Chloe Moretz tem seguido por estes filmes cadavéricos do estimado diretor também, são particularmente sutis, e não são uma fraseada solta em um stand-up.

A brincadeira do filme é se divertir de situações incomuns, essa é a comédia, mas não a tão normal pastelaria de risos normais para filmes como Piratas do Caribe que esta longe de ser cômico, apenas que Jack Sparrow pareça um bêbado 100% das vezes. Todo o momento do filme vemos um outro lado do vampiro, este imitando os tradicionais sugadores de sangue, temorosos pela luz do sol, sedentos por sangue. Diferente do até recente – “Crepúsculo” (aos fãs fiéis de vampiros, já destilaram que Edward é tão próximo do pálido, quando de outra coisa).

Mas o fato é que Crepúsculo conquistou muitas ‘verdinhas’ independente disso. Mundo Pauta dá nota 8.5

Mundo Pauta.

Texto: Rafael Junqueira.

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Análise Jack o caçador de gigantes

Era uma vez uma guerra entre homens e gigantes.

Jack o caçador de gigantes - Kinoplex Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/Mundo Pauta)

Jack o caçador de gigantes – Kinoplex Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/Mundo Pauta)

Jack um menino sonhador com história de gigantes e guerras nos tempos mais remotos da terra. Do outro lado, Isabelle uma princesa que sonha se aventurar pelos campos do palácio a procura de emoções e de um amor único. Mas fadados a seguirem a realidade, Jack cresce e é obrigado pelo tio a penhorar para viver. E a princesa não tão distante de um destino cruel, casar-se obrigada e viver ao lado de um homem que não impediria ela de se jogar num abismo.

A lenda é real? Gigantes que lutavam contra os homens no passado? Uma coroa forjada pela ambição do reino a procura de soldados fiéis á ela. Quem tivesse a coroa e os feijões mágicos seria capaz de ter o exército mais poderoso de todo o planeta. Mas havia um problema, havia um camponês no meio do caminho chamado Jack, e uma princesa que nada queria de assuntos de princesa fujona e arteira. Que destino reserva-os?

Não molhe eles, diz o monge. Num temporal tudo se levanta, como em um conto de fadas. Um gigantesco pé de feijão. Levando até as nuvens. Sendo raptada por um vegetal gigantesco, a destemida princesa Isabelle. O conto? Se maravilhem em descobrir o que há além das nuvens.

Elenco.

[Biografia do ator | Foto do personagem]

Crítica.

Concebo que Jack o caçador de gigantes é uma retórica do conto de fadas. Mas é mais quando você percebe uma mini-batalha no mesmo estilo de Senhor dos Anéis. Tudo se passa numa singela história, naqueles moldes antigos e tabus – princesas e plebeus se apaixonam. Mas não pode consumar, acabam por se conhecer melhor e a bravura do plebeu mostra-se digna, e faz o sangue real desmancha uma lei milenar.

Final feliz? Gostei do desfecho do filme. Não posso de maneira alguma conta como ele é. Mas sei que agradará.

Mundo Pauta dá nota 8.0.

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Mundo Pauta.

Texto/Foto: Rafael Junqueira

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Análise The thing

Como tudo começou?

The Thing (2012) (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

The Thing (2012) (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Em 1982, quinze semanas antes dos acontecimentos na base americana acontece um descobrimento de uma nave enterrada no gelo por pelo menos 100.000 anos. Um grupo de cientistas noruegueses procurando respostas, prêmios e reconhecimentos. Descobrem o terror de serem consumidos vivos, um pavor sem chance de resgate.

Mas a pergunta ainda ronda…por que eles vieram para a terra?

Elenco.

[Biografia do ator | foto do personagem]

Crítica.

O melhor de assistir o terror, é seguir o filme em uma sessão da sequência (2012-1982) assim os laços entre os dois filmes são entendidos. E claramente é uma continuação de fatos entre um e outro. Não há falta de emoção, há um acréscimo – “Espera aí, quando McCready revisita a base, estivemos ali junto dos personagens”. Conhecemos o terror, sabemos do que ele é capaz.

E ainda vemos o que gerou aquela criatura bizarra de duas faces, ou aquele monstro terrível em forma de cachorro. Nós tornamos partes dos sobreviventes daquele fim de mundo. As breves vidas se tornam parte de um drama maior. A curiosidade de saber como é a nave por dentro só havia sido explorado num jogo para computador lançado em 2006 após os acontecimentos do filme de 1982.

Que final terá tido Kate Lloyd? E McCready e Child? A Coisa continua viva?

Mundo Pauta dá nota 9.5.

Mundo Pauta.

Texto: Rafael Junqueira.

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Análise de Hobbit – Uma jornada inesperada

Bilbo Bolseiro e sua grande jornada.

Hobbit - Uma jornada inesperada (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Hobbit – Uma jornada inesperada (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Bilbo Bolseiro habitante do Condado, desconhece qualquer rumor de perigo ou batalhas. Mas no sangue deste pequeno Hobbit, corre o desejo por aventura. Na trilogia de “Senhor Dos Anéis” vemos um Bilbo já fora de seu estado de guerreiro e prodígio. Vemos um astuto ancião procurando surpreender a todos com suas artimanhas já empoeiradas, mas dominado pelo mal que ele conheceu em sua primeira aventura: O anel.

Com a visita de um mago cinzento, Gandalf – ele o leva numa aventura onde todo o seu mundo será revirado de ponta a cabeça. E mesmo com os temores e perigos que lhe possam surgir, nasce o prelúdio e da guerra de Sauron há 65 anos.

O encontro com ‘velhos’ personagens, como o hobbit amaldiçoado Smeagol…o demoníaco Gollum com sua fama de rastejar pelas paredes, encontra e luta com dentes o destemido Bilbo. Que o larapia o anel, e não sabe o mal que lhe trará no futuro, ao mesmo tempo que foi excelente ele ter ficado com o mesmo.

Elenco.

[Biografia ator | foto personagem]

Crítica.

Como prelúdio de um dos maiores épicos, que realmente fez as histórias antigas, pré-medievais serem passadas para trás. Uma história mesmo que fictícia tomou a rédea da qualidade cinematográfica em batalhas dramáticas. Arenas gigantescas dando forma a luta vistas em Harry Potter e as Relíquias da Morte. Não perdeu o carisma, e ganhou mais força após retornar como sendo a origem de tudo.

E percebemos que fazemos parte dessa história mágica, a fantasia de saber alguns elos da mitologias antes que eles aconteçam é que faz desta aventura mais viva do que antes. Hobbit transforma o destino em algo imperdível de se ver novamente, mesmo que saibam que isso significa o exílio perpétuo de Frodo e Bilbo. Mas sabemos que houve uma bagagem histórica.

Não há qualquer perda de sentido em sua ausência, a jornada inesperada leva os fãs e os esporádicos visitantes a terra média a uma curiosidade de como aquilo tudo se transformou no que presenciamos na trilogia.

O Mundo Pauta dá nota 10.0.

Mundo Pauta.

Texto: Rafael Junqueira

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Especial Mágico de Oz – II

OZ – Mágico e poderoso.

Oz - Mágico e Poderoso / Kinoplex (Foto: Rafael Junqueira/Mundo Pauta)

Oz – Mágico e Poderoso / Kinoplex (Foto: Rafael Junqueira/Mundo Pauta)

O filme retrata a origem do mágico Oscar, um falsário que queria conquistar os corações e ser um estonteante e adorado feiticeiro circense. O que ele menos esperava é que sua fama de ser trambiqueiro, o fará de fato provar se o mágico dos mágicos. Lutando contra a tirania e a ditadura de um mundo fantástico chamado: OZ.

Fugindo dos problemas, Oz não poderia enfrentar desafio maior que lutar contra duas bruxas que almejam dominar as terras e finalmente por fim a resistências dos povos que as odeiam. Mas sem poderes algum, poderá Oscar derrotar as duas bruxas enlouquecidas pelo poder? Ao ambiente damos créditos ao “Mundo Fantástico do Dr. Parnassus”.

Tudo passa belamente em 1905, uma história que é o prelúdio da filmagem em 1939. Dando a chance aos telespectadores em conhecerem a origem do maior mágico de todos os tempos. O destaque vai para menina de porcelana e Mila Kunis como a famosa bruxa Theodora. A famosa bruxa de nariz espetado e pele esverdeada.

Elenco.

Crítica.

Extremamente contagiante, Oz – Mágico e poderoso não supera, completa a obra de 1939. A origem ao modo que Oscar supera a dificuldade e o defeito de não ser o grande mágico. A produção também aborda um novo conceito presente nas refilmagens dos contos de fadas. Tal como “A menina da capa vermelha”, “Branca de Neve e o Caçador”, “Jack e os Gigantes” e “Alice no país das maravilhas” é que ao contrário de suas publicações anteriores, vem trazendo um conto de fadas mais pé no chão.

Razão a qual achei estranho, a atriz Emma Watson negar o papel de Cinderela, alegando querer um papel mais adulto. Quando que estas histórias da carochinha tem ganho um semblante mais adulto e verídico.

O Mundo Pauta dá nota 8.5.

Leiam a análise “Mágico de Oz (1939)

Brinquedos – Shopping Tijuca.

Quarteto Mágico de Oz - Planetoy (Foto: Rafael Junqueira/Mundo Pauta)

Quarteto Mágico de Oz – Planetoy (Foto: Rafael Junqueira/Mundo Pauta)

Mundo Pauta.

Texto/Fotos: Rafael Junqueira

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