Dungeons and Dragons (15) – Armas e armaduras com proficiência

As regras de DnD para proficiência variam de aventura para aventura. Mas no livro destaca que cada classe possui ou não proficiência com armas, armaduras, salvaguardas ou equipamentos. Sendo esses essenciais para aumento de CA, saves, testes e ataques.

De uma forma simples, se você tem proficiência com uma arma, você usa o bônus de proficiência calculado por nível. E soma quando vai fazer por exemplo uma jogada de ataque (chance de acerto) assim como dano de ataque. Normalmente somado ao seu modificador de atributo referente a arma (Corpo-a-Corpo – Força) e (Distância- Destreza).

Se você não tem proficiência, não usa obviamente o bônus. Na armadura ocorre o mesmo, e você aumenta seu CA conforme o descrito pelo tipo. Mas seu personagem quando é proficiente você faz o uso do bônus para calcular a Classe de Armadura (CA) e apenas para definir um valor que ficará estático na maior parte do tempo.

Falamos do lado bom. Vamos falar do lado ruim. Ser proficiente tem uma característica de ser especializado. Você sabe lidar, é algo que funciona como você entende. Então você domina arte daquela arma, daquela armadura. Sua experiência determinada por sua classe, por seu antecedente e por sua raça. E ao longo da aventura.

Mas não ser proficiente significa desvantagem. Você como mago não tem proficiência com nenhuma armadura. Não significa que não pode usar armadura. Sem ela você normalmente pega 10 + Mod. Constituição. Mas se você tiver armadura pode ter até inicialmente, unido a um escudo, 16 de CA. Alto para garantir um não avanço do seu inimigo. Mas aí tem coisa.

Um mago não é proficiente em armadura nenhuma. Então se ele vestir ele passa a ter desvantagem em ataques, deslocamento, salvaguardas e testes de qualquer tipo. O que isso significa na jogada? Se você está neste artigo, presumo que entenda sobre dados e testes (check) de perícias (skills) e salvaguardas (saves).

Quando jogamos um d20 para fazer uma salvaguarda, queremos evitar um dano causado por um ataque ou situação. Normalmente são usados o de Destreza e Constituição. Para o caso do mago o foco de conjuração que usa o teste de constituição para quando levar dano enquanto conjura uma magia não perder o foco e continuar causando o efeito.

No caso de desvantagem você joga 2D20 + Mod. Constituição. E entre os dois resultados você escolhe o menor. Imagine que isso acontece para jogadas de ataques. Se você joga seu dano de magia ou alguma arma, você jogar duas vezes o ataque, e escolhe o menor dano. E assim por diante.

O uso da proficiência não lhe garante neste caso vantagem, e sim domínio. Como um uso padrão. Na verdade a proficiência aumenta porque você usa ela em jogada de ataque. Por exemplo uma jogada de ataque que usa 1d6 você vai usar o bônus de proficiência na jogada. Então digamos que seja até nível 4, seu bônus é +2. Então será o seu dano com uma arma – 1d6 + 2.