Conheça a praça Xavier de Brito (Praça dos cavalinhos)

Teus risonhos, lindos campos têm mais flores, conheça a praça Xavier de Brito.

Navegar por mares antes nunca vistos, sentir na flor da pele o sentimento de descobrir algo novo, não é para qualquer um. Mas se para e ouve nos ventos que a poesia única do seu bairro se sobressai, que os céus são singulares, que as tempestades cantam mais, e se o sabia de Gonçalves Dias não canta como lá, mas orquestra cá, então você, é desse grupo de seletos em minoria, venha, descubra a Praça do comandante Xavier de Brito.

Olha para cima, e vê, que aqui o fulgor é diferente (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Olha para cima, e vê, que aqui o fulgor é diferente (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

A caravana da coragem do Mundo Pauta trafegou pela enorme Avenida Maracanã, passando pelo edifício de pedra sobre pedra do Hipermercado Extra. E chegou no cruzamento, que outrora foi tema de reportagem daqui mesmo. Onde fica o DBM (Destacamento de Bombeiros Militares) da unidade Tijuca, o Tijutrauma e a praça São Charbel? Ao chegar neste pedaço de terra que antes era batido, agora é enquadrado em asfalto aquecido, segue o novo caminho até o horizonte.

Mas antes, olhe para o ministério das pizzas, ali a massa é deliciosa e tão comparável quanto a Patroni. Mas se não conhece a última, compare com a Parmê. A massa queimadinha, o broto é único. Se puder experimentar, faça no conforto da sua tenda, e peça que o bote delivery navegue até sua baía. Apenas algumas graças estão disponíveis pelos viajantes barqueiros. Para então chegar ao oásis, se guie pelo córrego abaixo do nível do mar, a cor da água não é límpida, diga-se que as batalhas que essa terra presenciou, tingiu-as sobre outra cor.

Segue até a linha do horizonte torna-se curva, não perca a paisagem de vista, o caminho até lá partilha de bons momentos, lembra que em minhas anotações, presenciei o enorme centro atacadista, o provedor de autosserviço local, que lembra a ‘fruta que chora’, oriundo da palavra dos nativos, Tupis, yasa’i, traduzidos para os navegantes do novo mundo, chegamos ao Açaí. Mas este nome grafa-se diferente, este enorme galpão denomina-se Assai.

Será o exemplo da árvore da Vida? (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Será o exemplo da árvore da Vida? (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Ao chegar num trecho, olha que vai encontrar um castelo de cores variadas. Quando vir, nele está gravado o nome do reino, acredito – Festarte. Próximo á um posto de abastecimento, as carruagens mais avançadas são capazes de dispensar os cavalos, e trazer potência de locomoção por várias léguas. Mas segue paralelo ao posto, e vai embora. Neste ponto, segue ao país da América do Sul, Uruguai. Entra no córrego até ultrapassar os limites dos muros laterais. E lá longe verá os arbustos em demasia, a areia solta no terreno.

Os nativos parecem fazer rondas em círculos, em pinturas projetadas no solo, cercanias de apoio a direção. Eles parecem descrever um ritual matinal, que consagra algum deus. Será que é uma praça simbolista? Ao traçar o mesmo caminho, descobri o mais simples, eles estavam perpetuando sua saúde cercado pela beleza daquele frondoso parque, e e para muitos, haviam pajés com idade avançada, cultuando seus tempos para prolongar mais ainda seus ciclos de vida.

Ao longo de toda caminhada, notei um outro edifício chamado CEDAE, em alguns momentos das minhas viagens, notei outros pontos semelhantes. Ali concentra-se um centro de alquimia, uma espécie de laboratório que apenas atende a demanda dos estudiosos, mas não parece esclarecer ao público local e nem promete serviços como uma botica. Mas garante a saúde e higiene básica daquela breve metrópole.

Tendas de jogos e passeios (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Tendas de jogos e passeios (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

As habitações ficam nas laterais da praça, próximo ao pólo central, um majestoso chafariz que leva o nome de um homem político, responsável pelo embelezamento e erguimento daquele ponto histórico. Os bosques em miniatura causam lembrança de uma mata que veio abaixo quando o assentamento urbano começou a surgiu há mais de um século. Quando chove, esta areia torna-se um ardil, que não impede no entanto a proteção por baixo desta cobertura improvisada.

Fiquei curioso pelo qual a praça também é conhecida como “Praça dos cavalinhos”, quando que na hora que fui ao seu encontro, apenas havia uma magrela alaranjada que pudesse formar a característica de montaria, se são cavalos, são tirados dos livros  de Julio Vernes, e suas teorias steampunks. Parecem pertencer ao posto 188 do Biker Itaú. Não pareciam ser os cavalos comuns que todos conheciam. Mas esses, eram apenas vistos mais tarde. Dali os nativos podem desfrutar da beleza da vida selvagem em seus tempo modernos.

Chafariz da praça - O ponto central (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Chafariz da praça – O ponto central (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Da França, desconheço se de Paris, de Marselha, mas da França veio tal obra que ilustra estes campos elísios. A tardar, liguei os pontos, que desta praça, esconde a história dessa terra varonil. Na data de 5 de julho de 1922, os cadetes da escola militar de Realengo, foram contra juntamente dos oficiais do Forte de Copacabana, a prisão do Marechal Hermes da Fonseca, e da área de lazer, o clube militar. No busto erguido em homenagem ao General Joaquim Noberto Xavier de Brito, segue a homenagem na data da revolta.

Copacabana, Tijuca, Carioca. O estado de Guanabara, no passado, o nome do atual Rio de Janeiro, achou correto e a hora oportuna para desfilar uma consagração ao general que nasceu em Portugal, mas jurou confiança a Constituição brasileira, e mudou a grama do lar por essas bandas Tupi. A praça oficialmente se chama “Praça Comandante Xavier de Brito” e recebeu uma revitalização por parte da prefeitura em parceria com o prefeito Eduardo Paes, e o secretário de conversação e serviços públicos, Marcus Belchior Corrêa Bento em setembro de 2014.

Nesta praça encontra-se áreas planejadas. Para os jogadores de dominó e xadrez, aos jovens, crianças e adultos que almejam uma diversão teatral, o teatro de rua. Os passeios com os cavalos, o parque ás crianças, o trajeto lateral e central que dá lugar aos esportistas. É pelo menos 70% mais arborizada que a praça coração do bairro, Saens Pena. Não é tido como o cartão postal do bairro, mas deveria ser. Ela clama mais o símbolo da cidade que detém a quarta maior floresta urbana do país, a Floresta da Tijuca.

Casa dos fantoches de Guignol (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Casa dos fantoches de Guignol (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Busto Xavier de Brito (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Busto Xavier de Brito (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

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Estátua de São Charbel e a clareira na praça de mesmo nome - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Conheça a praça São Charbel

Tijuca um bairro de todos, São Charbel ao longo do Maracanã.

Um sacerdote maronista (Igreja Libanesa), que aceita todas as crenças católicas, rituais, mas detém suas próprias liturgias e reza todas as missas em aramaico. São Charbel, Charbel Makhlouf, nascido em 1828 no Líbano, localizada na Rua José Higino no encontro da Avenida Maracanã, próximo ao corpo de bombeiros, ergue-se uma estátua de pedra em homenagem ao Santo. Senta que lá vem a história!!!

Monumento ao Santo Charbel - sacerdote Maronita - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Monumento ao Santo Charbel – sacerdote Maronita – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Na Tijuca figura um número contável de Igrejas, lugares sacros, capelas e monumentos a heróis e sacerdotes. A maioria destes, nunca de fato pisaram no bairro, mas fazem parte das ações dos que acreditam neles. As congregações locais elevam os nomes destes, erguem monumentos, destacam-no, para que seja uma direção para estes estudiosos e praticantes das palavras sagradas. São Charbel, antes Yússef (José) fez os seus votos para se tornar um sacerdote maronita junto a crença católica e a bíblia.

De sua tenra idade aos 23 anos, Yússef Makhlouf, acreditava na vida religiosa, e destemido na idade que decidiu se unir á este propósito, diga-se, que nem se despediu da família, pois acreditava que a despedida poderia ser dramática, e ingressou no Mosteiro e Nossa Senhora sob a Ordem Libanesa Maronita. Após um tempo de preparação, foi ordenado Sacerdote aos 31 anos de idade, e passou a viver no Mosteiro de Annaya.

Seu desejo for de viver o resto da vida neste mosteiro na condição de eremita, viver isolado baseado nas crendices da Ordem Libanesa Maronita. E faleceu em 24 de dezembro e 1898 em Annaya. Recebeu em 1965 a beatificação, e em 1977 a santidade, passando ser denominado como São Charbel.

Estátua de São Charbel e a clareira na praça de mesmo nome - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Estátua de São Charbel e a clareira na praça de mesmo nome – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Recebeu a canonização pelo Papa Paulo VI em 9 de outubro de 1977. A comunidade libanesa e por iniciativa da missão libanesa maronita doou (16 de outubro de 1994) este monumento para o Rio de Janeiro com a esperança de que os milagres realizados pelo Santo fossem concretizados aqui.

Muitos dos milagres relatados ao Santo, é dito por seus monges atuais, que revelam que a partir precisamente do dia 22 de abril de 1950, curas são realizadas sempre que uma peça de suas vestimentas ou oração á deus com intercessão de Charbel, era possível realizar tais acontecimento ditos como milagrosos. Os relatos de quando e como aconteceram podem ser lidos, em espanhol, aqui.

Praça São Charbel - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Praça São Charbel – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Praça São Charbel - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Praça São Charbel – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Localização da praça.

No cruzamento com a Rua José Higino, Avenida Maracanã, na frente do corpo de bombeiros (DBM 3/11-Tijuca – Destacamento de bombeiros militares – unidade Tijuca) ao lado da Rua Antônio Basílio. A referência local é o hipermercado Extra e o Tijutrauma. A praça fica ao lado da Avenida Maracanã sentido centro ou praça Xavier de Brito (Praça dos Cavalinhos). Na altura do logradouro da Antônio Basílio, 610.

Confira também a reportagem realizada na Tijuca pelo Mundo Pauta em “Igreja Nossa Senhora do Líbano“.

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EXPO MOPI 2014

Exposição da escola Mopi 2014.

Com a missão estampada como “transformando potencial em futuro“, a escola Mopi presente em dois bairros do Rio de Janeiro (Tijuca e Itanhangá), apresenta a exposição de seus alunos no Shopping Tijuca na zona norte do estado. Com agenda exposta ao público até 30 de setembro, estende o evento até 15 de outubro, de acordo com as informações e organizadores da EXPO MOPI. E o Mundo Pauta há 3 anos fez uma cobertura que aconteceu na Universidade Veiga de Almeida, transformando potenciais, aqui nós deixamos público o que nos reserva para o futuro.

Estande EXPO MOPI 2014 - Shopping Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Estande EXPO MOPI 2014 – Shopping Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Mundo Pauta esteve presente em uma exposição de trabalhos dos alunos da escola Mopi, disponível num evento gratuito no piso L2 (2ª andar) no corredor esquerdo, sobre o uso de material reciclável para criar arte. Revela-se entre os Arcos da Lapa, Charles Chaplin, porquinhos, jardins e o Cristo Redentor. A exposição estava prevista para até dia 30 de setembro, mas de acordo com a organização do EXPO MOPI, contou para o Mundo Pauta, que ficará até 15 de outubro no decorrer do expediente do Shopping Tijuca.

Confira os trabalhos destes pequenos, é um prestígio notar a criatividade.

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(Atualização: 30/09 – 11:50)

Na conta social do Facebook, o Colégio MOPI, divulgou o flyer da data de exposição dos trabalhos dos alunos dispostos no Shopping Tijuca até 15 de outubro.

Divulgação da Exposição Expo Mopi 2014 (Foto: Divulgação/ Colégio Mopi)

Divulgação da Exposição Expo Mopi 2014 (Foto: Divulgação/ Colégio Mopi)

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Quem foi Noel Rosa?

Vila Isabel ganhou e perdeu um ilustre músico, fica na história, Noel Rosa.

Residente no bairro da Grande Tijuca, Vila Isabel, Noel Rosa deixou os palcos cedo, mas deixou marchinhas que lembram de sua prosa em vida. Encontrou-se com outros que caminhavam bebendo da mesma fonte, Lamartine Babo, tirou canções e sorrisos das cordas do violão, criou suspiros, deixou saudades de um tempo que a gargalhada era parte do show. Erguido em homenagem, várias lembranças do jovem músico, mas nada se comparava as suas líricas, cabe no bolso a biografia,  não se perde no infinito o seu legado.

Monumento de Noel Rosa na Boulevard 28 de setembro - Maracanã (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Monumento de Noel Rosa na Boulevard 28 de setembro – Maracanã (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Nasceu no Rio de Janeiro em 11 de dezembro de 1910, Noel de Medeiros Rosa, mas conhecido por seu nome artístico, Noel Rosa. Trabalhou em rodas artísticas, na boêmia, traçando letras para sambas, cantou e narrou, a cultura brasileira. Deixou seu nome marcado na história. Sua família modesta, filho da professora Martha de Medeiros Rosa e do comerciante Manuel Garcia de Medeiros Rosa, ele fazia parte da classe média.

Tomou aulas nos bancos do tradicional Colégio São Bento entre 1913 e 1918. Ainda na adolescência aprendeu a tocar bandolim, mas sem técnicas, apenas de ouvido. E tornou-se assim um aficionado pela música. Depois mudou para violão, e tornou-se parte do cenário boêmio do Carioca. Seu ‘fardo’ ainda não era se meter na música, acabou por ingressar na Faculdade de Medicina, o que não o atraia em nada por sinal. E continuava cada vez mais, a frequentar rodas de sambas, entrando na noite regadas á cervejas.

Monumento Noel Rosa - Maracanã (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Monumento Noel Rosa – Maracanã (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Foi integrante de diversos grupos, entre eles, ao lado de João de Barro, Almirante Alvinho e Henrique Brito, no Bando do Tangarás. Ele provou suas sorte com suas próprias composições, com Minha Viola do Céu. Depois lançou a música – “Com qual roupa?” uma marchinha que sobreviveu por diversas décadas, e atualmente é considerado como uma canção clássica brasileira. Também além da música, Noel Rosa, era um exímio cronista do dia a dia, que o destacam com um gênio do humor e da veia crítica.

Mas infelizmente sua breve vida deixou as marcas de uma luta que não houve vitória, a partir de 1934 tornou-se inevitável lutar contra a tuberculose. Sem esmorecer, o jovem músico continuou em suas passagens e músicas pelo Rio, Minas Gerais, bailava por noites sem fim, regadas á bebida, tabaco e samba. Em Minas Gerais trabalhou na Rádio Mineira. Infelizmente em 1937, em Vila Isabel em sua casa, ele veio a falecer com apenas 26 anos, sob a doença que o perseguiu a vida inteira.

Monumento Noel Rosa inaugurado 22 de março de 1996 - Maracanã (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Monumento Noel Rosa inaugurado 22 de março de 1996 – Maracanã (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Localizado na Boulevard 28 de setembro próximo a Usina Elevatória da CEDAE na praça Maracanã e onde se localiza a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) há uma praça reservada ao monumento do músico e sambista Noel Rosa construída em 22 de março de 1996.

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Conheça a praça Luis La Saigne

Francês comanda a Mesbla, dá nome á praça no Maracanã.

Louis La Saigne francês que teve residência no Brasil, comandava a empresa Mesbla na filial de Buenos Aires, antes de assumir a administração da empresa no Brasil. Criada em 1912, e decretado a falência em 1999. Na Tijuca, a Mesbla ficava onde esta o atual Hipermercado Extra na Rua Conde de Bonfim na altura do logradouro 200, na frente do Hortifrutti. A praça que leva o nome de Louis La Saigne fora construído em colaboração com o Shopping Tijuca.

Praça Luis La Saigne - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Luis La Saigne – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Em 1924, Louis La Saigne elevou o estabelecimento no Rio de Janeiro a uma condição de autonomia, com o nome de Sociedade Anônima Brasileira Estabelecimentos Mestre et Blatgé. E apenas em 1939 foi denominada Mesbla S.A, a ideia do nome nasceu da combinação dos nomes Mestre et Blatgé. Ele deixou um legado para suas quatro filhas, faleceu no dia 18 de janeiro de 1961.

Entrada da Praça La Saigne - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Entrada da Praça La Saigne – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Infelizmente a praça está ABANDONADA, e no momento que realizei estas investigação, tinha dois mendigos dormindo nela.Totalmente aberta, com as grades quebradas, com tudo entregue ás baratas. Há um aviso na lateral da escada pela entrada rampa ao lado direito da escada, que diz o horário de funcionamento 7:00 – 21:00, uma placa pichada e riscada. E que contém uma câmera de vigilância 24 horas. O parque estava aberto ás 5:45 da manhã, e não presenciei nenhuma câmera.

Tanto os muros externos, como parte da praça está desprezado. Seria um excelente lugar para passar o dia, levar as crianças, um espaço agora exclusivo da Saênz Peña, que apesar da revitalização, que anda sofrendo para oferecer aos moradores do bairro e visitantes o melhor, não é o ponto ‘turístico’ do bairro. E essas é uma das poucas praças que mostrei no blog. Há mais conhecida na altura do Uruguai que passou por uma renovação dos brinquedos, a praça dos Cavalinhos.

No entanto a praça Luis La Saigne, conforme uma reportagem realizada pelo jornal O Globo na data de 26 de junho de 2013, relatou que a rotina dos moradores próximos ao Shopping Tijuca como a Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, principal via que cobre todo o caminho até a Avenida Maracanã em duas saídas, é que há uma aglomeração de vândalos e drogados na área. A praça acaba virando um foco de marginais, tornando o local menos atrativo.

Áreas divididas por idade - TIjuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Praça Luis La Saigne – TIjuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

A ideia é muito boa, cada parte da praça é dividida em áreas cercadas com brinquedos próprios para o tipo certo de idade. Feito a partir de madeira. No entanto estão gastos e sem manutenção correta. Qualquer uso delas agora poderia acarretar um risco para qualquer criança ou usuário. Sem falar da sujeira de papel, embalagens e ladrilhos quebrados. Ao lado oposto á esta imagem, outro cercado para crianças ainda mais jovens, está quase no chão.

Placa e grade caindo na Praça Luis La Saigne - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Placa e grade caindo na Praça Luis La Saigne – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Fonte (Matéria: O Globo) – Praças da Tijuca sofrem com abandono e insegurança

Read more: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/pracas-da-tijuca-sofrem-com-abandono-inseguranca-8735220#ixzz3EEjTqISb

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