
Exposição Fotos – Jace Beleren (1)


Se surge um compromisso no centro da cidade, passamos ignorando um marco histórico para engenheiros apreciarem, mas também para não obreiros urbanos olharem que ali esconde um ancião de 110 anos, uma larga avenida, que conheceu e desconheceu celebridades, autoridades. Foi ali erigida uma das mais famosas travessias do centro do Rio de Janeiro, a Avenida Rio Branco.
Foi em março 1904 que o engenheiro Pereira Passos, então nomeado pelo presidente Rodrigues Alves, a também prefeito da cidade do Rio de Janeiro, idealizou e construiu a Avenida Central (antigo nome), e em setembro daquele mesmo ano, o terreno abria espaço para onde seria a travessia mais conhecida pelos cariocas.
Com 1.8 km seccionando um setor da zona central da cidade, partindo da Praça Mauá na parte norte e desembocando na Avenida Dom. Infante Henrique, próximo ao Vivo Rio e MAM (Museu de Arte Moderna) próximo ao litoral.
No principio, a Avenida Central fora arborizada inclusive com o Pau-Brasil, e havia uma calçada que cruzava a travessia no meio. Ao longo da expansão, essa fora removida, para então em 1912, o nome ser batizado como todos a conhecem: Avenida Rio Branco. Mas qual foi a origem do nome?
José Maria da Silva Paranhos, considerado um dos maiores estadistas do Brasil, nasceu em 1845, vindo a falecer em 1912, advogado, diplomata, geógrafo e historiador brasileiro, sagrou-se bastante na questão diplomática brasileira, era denominado por suas conquistas como Barão do Rio Branco (título nobiliárquico).
O pai de José Maria, representou na história brasileira, como um dos signatários do tratado de paz em 1870 na Guerra do Paraguai, quando recebeu o título de Visconde do Rio Branco. Um dos países participantes da guerra tríplice aliança contra o Paraguai, Uruguai teve uma de suas cidades nomeadas Rio Branco, pelo então filho do militar, Barão do Rio Branco.
A importância histórica desses dois personagens permeiam as origens inclusive de instituições pelo território nacional, é um legado que se impulsiona por detrás de uma avenida tão popular, que chega a ser frequentado por 500.000 pessoas diariamente oriundas de diversas regiões do estado. Que apesar ainda de conservar prédios antigos, ainda datados do período colonial, de uma arquitetura que construiu os primeiros traços do perfil local, sofreram uma alteração a partir de 1940, a ponto de mudar a face da cidade desde de então.
É uma avenida que viu os contrastes, e manifestações históricas, é testemunha dos passos da população, mas que guarda na fina espessura do concreto, sua origem mais preciosa, destacada por uma homenagem ao título do Barão do Rio Branco, a diplomacia.
No começo de julho de 2015 a Megastore Saraiva do bairro Tijuca localizado no interior do Shopping Tijuca ganhou um espaço dedicado ao gamer, para os que estão de passagem e querem jogar uma partida, o local convida a sentar e experimentar entre três estações para Playstation, se quiser comprar, entre PS3, PS4 e Xbox One. E não dispensa cuidados para quem gosta de colecionar edições especiais e estátuas – o espaço Games da Saraiva.
O Mundo Pauta visitou, e confirma que a Saraiva investiu bem num espaço específico a um público que não é pequeno no Brasil. Com um acervo bastante atualizado entre Playstation e Xbox, o novo departamento oferece também compra de colecionáveis e um tempo para relaxar nas três estações de consoles no local. O Espaço Games funciona durante o expediente da loja, e horários especiais do shopping.
A prefeitura removeu o banheiro público da Praça Saens Peña na Tijuca, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, no dia 28 de maio. Flagrado pelo Mundo Pauta, a equipe de conservação da prefeitura do Rio de Janeiro finalizaram a remoção do banheiro que exalava odores de urina forte a quem passava. As reclamações foram encaminhadas pela conta social do próprio Mundo Pauta em @Mundo_Pauta há quase 3 meses ao Procon e a Prefeitura.
No entanto após uma reportagem do veículo jornalístico do bairro, Na Tijuca realizar uma matéria um dia antes da obra Água suja que sai de banheiro público deixa Praça Saens Peña tomada por mau cheiro, e sua divulgação nas redes sociais, manifestei o mesmo pedido que fiz aos referidos órgãos usando o espaço.
A Tijuca não é um bairro colossal como sua irmã de nome, e anexado historicamente, porém distante, a Barra da Tijuca. Os dizeres – Grande Tijuca que inclui os bairros do Maracanã, Andaraí, Meier, Usina, Grajaú, também constitui a Tijuca. Talvez o maior bairro do estado do Rio de Janeiro. Mas atualmente, ela anda manca das partes, e algumas coisas se perdem. Ainda mais nos dias de hoje, que todos se encontram conectados num mundo virtual. Conheça essa parte da Tijuca que fica logo ali.
Ao longo da Rua Almirante Cochrane é possível encontrar uma ruela próximo ao ex-Walmart. Ela se chama Dulce. Antes que tentem saber o significado, as pesquisas me levaram á um decreto numerado em 2.265 que define alguns nomes de ruas. E pelo jeito, há vários logradouros com esse nome – clique aqui para ler o decreto de patrimônio do Rio de Janeiro. A rua tem uma extensão mínima, e dar-se-á numa região que mais parece uma vila. As casas conjugadas, prédios e vários casebres.
Esta região aglomerada de residências, fica no pé da pedra ou morro da Babilônia que cerca o imperial Colégio Militar do Rio de Janeiro. É cortado por ruas próximas como a Almirante Cochrane e a São Francisco Xavier, além de três outras ruas internas. Que são a Rua Dulce que segue á esta foto, e lá na frente é preciso virar a direita e seguir até uma rua sem saída. Nesta primeira passagem é possível tangenciar a praça. Seguindo em frente chegamos na General Marcelino que também chega á uma rua sem saída.

Praça Dulce contornada pelas Ruas General Marcelino e Dulce – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)
Há 4 anos, o blog chamado “Blog da minha rua” fez uma matéria completa sobre o que o autor(a) descreveu como “Oásis da Tijuca”, as palavras – “Moradores desconfiados e reservados, crianças que ainda podem brincar na rua, na praça, idosos e jovens casais dividem o ambiente silencioso e arborizado.”. De fato o Mundo Pauta presenciou um lugar muito bem cuidado, tirando o asfalto feito de retalhos, mas que rua do Rio não passa por este mal?
A praça Dulce é formada por uma área de brinquedos de parquinho, uma área coberta com cadeiras e mesas de pedra para os moradores mais velhos viverem seus tempos de brilhantina. No blog afirma que são casas dos anos 40, e tempos dos anos dourados de 50-60. Essa parte fica ‘anexada’ a pedra da Babilônia fazendo “escudo” com o resto da Tijuca. Imagine que parece uma fortaleza, você só tem duas formas de entrar no Oásis, pela Rua Dulce pela Cochrane e pela Lafayette Cortês vindo pela São Francisco Xavier.
No final da Rua Dulce, que dá num beco sem saída, ainda com algumas casas entrepostas com a rua externa. Você percebe uma espécie de vila dentro de um bairro. É incrível. Você não espera encontrar raridade como essas. É como um verdadeiro explorador achando terras escondidas. Nem a melhor tecnologia do mundo poderia reservar isso. Há residências de luxo neste lugar. Se pudesse fazer como Marco Pollo, tem até Cacto crescendo do chão.
E grandes cactos. Um verdadeiro Oásis. Com o conjunto da areia da praça. Só faltava ter palmeira no lugar. Porque até a pedra da babilônia dá a entender que parece um ‘Lost World’. Bem a aventura bate a porta de quem lê muito Júlio Verne. O lugar é pequeno, dá para percorrer tudo em 10 minutos. Não é grande, mas se quiser tirar fotos dos cactos, da arte de grafite e árvores distintas, vai levar esse tempo.
Seguindo da Rua Gal. Marcelino, segue a partir da esquerda da Praça Dulce que leva até um beco sem saída (porem mais aberto) que da Rua Dulce. Esse ponto leva até um muro rico em arte de grafite. Alguns infelizmente ‘vandalizados’ com pichações. As casas locais dão impressão de subúrbio, mas não se engane, é subúrbio americano.
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