Pílula de Marketing (96) – 5 Táticas que fazem sua marca crescer na internet

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Crescer na internet sempre parece um bicho de sete cabeças. Mas é uma ilusão. Quando percebemos que tudo se trata de entender como a ferramenta funciona. A internet é um conceito mais amplo que um app e seu algoritmo. Diferente, ela não se associa a ter conteúdos específicos e com um timing. Quem define isso são as redes sociais e os programas nela implementados.

Redes Sociais tem sim um algoritmo que classifica o conteúdo como bom ou ruim. E assim ou o destaca ou o oculta. Usar tantas hashtags nem faz muito sentido, faz sentido usar diferentes para cada post. Essa regra voltará a ser mudada em outra ocasião. Escrever muito ou pouco, outra regra que muda, fazer vídeos ou tirar foto é outra regra também.

E agora vou enumerar 5 táticas que se valem pela temporalidade inexata, ou seja, você a usa independente das regras mudarem. Vamos lá!

TÁTICA 1 – REPETIÇÃO.

Tinha um comercial antes do meu tempo que se fazia assim – “Grapete, repete.” E isso ia até o final do anúncio. Grapete era um refrigerante com baixo teor de gás parecendo um suco de uva versão nacional. Até hoje é vendido por aí.

Mas quem se lembra faz o jingle. Assim temos a nossa primeira tática, repetir conteúdo é uma forma de gerar ‘lembrança’ e chamada. Tantas vezes que vemos agora se torna uma realidade em nossas mentes.

TÁTICA 2 – TIMING.

Chegar na hora certa causa boa impressão? Sabe chegar na hora certa causa impressão melhor ainda. Mas a cultura diferencia. No Japão chegar na hora certa é mais que obrigação. No Brasil chegar cedo demais pode ser visto como ‘antissocial’.

Mas chegar um pouco depois, pode ser considerado parte do grupo. Em alguns outros lugares desse país, funciona iguais ao Japão. Em outras ocasiões é o famoso “Passa lá em casa”. Timing segue um padrão cultural e tendência do momento, o jeito de fazer isso é testar quando o seu conteúdo recebe mais engajamento sem fazer esforço.

TÁTICA 3 – GAMIFICAÇÃO.

Ou interatividade. Tudo que gera a sensação de brincadeira, fixa mais um conteúdo ou associação de conforto. O jogos 7 erros, caça-palavras e memes, podem compensar a ideia de que a marca é mais pessoa do que formal. Mas cuidado, memes podem ser julgados de mal gosto a depender da situação.

TÁTICA 4 – 20 LADOS DE UMA MESMA COISA

Explore conteúdos de um assunto por diversos pontos de vista. Quando fazemos assim, desmembramos cada vez mais um conteúdo ou produto. Assim a sua audiência vai poder explorar cada ponto de vista e em suas próprias percepções, criando um conteúdo ‘simples’ e complexo.

Como fazer?

Você vende bolsas. Você usa ela para guardar objetos, mas também pode usa-la para ser brinquedo, ou ser parte de um cenário, ou ainda um artigo de decoração. Estamos falando do objeto por inteiro, podemos desfrutar dos materiais que fazem a bolsa, se são ecológicos, podemos falar de como esse processo se deu e o que isso representa para todos nós, podemos dizer que esteve envolvido nestas confecção ou a história da bolsa em si.

TÁTICA 5 – ASSOCIAÇÃO DE CULTURA CORPORATIVA COM POP CULT

Criar conteúdos que associem seu produto a vivência do cliente, faz todo sentido. Se você faz dessa forma, a identificação com o que você vende se dá com mais facilidade. Essa associatividade também se conecta a outro ponto chamado – “Familiaridade”.

Se eu confio, eu compro. O que mais cria hoje repulsa em uma venda é exatamente a estranheza que temos sobre ela. No lugar de perder tempo em tentar convencer a sua ideias aos demais, traga o que é familiar a todos, e coloque o que você tem a vender lado-a-lado.

Como fazer?

Você vende canecas estilizadas, recrie cenas de séries e filmes, usando essas canecas.

Pílula de Marketing (88) – Cold Mail em formato de grupo no Whatsapp

WHATSAPP E O ESCRITÓRIO DO FUTURO.

Toda estratégia que envolve diretamente uma interação humana exige o mínimo de conhecimento sobre os indivíduos ou indivíduo. Não devemos capitular a suposição que sabemos sobre o espírito do achismo, e sim, ter certeza. Porque o que ocasiona erros em táticas de Cold Mail, é exatamente essa distância da certeza. E vamos ver um tipo bem conhecido, e perigoso para relações.

Whatsapp é de certa forma, considerado por muitos, como uma rede social. Até um certo tempo atrás, era um conceito de mensageiro instantâneo, como tantos outros que conhecemos. Mas quando foi possível criar grupos, a ideia de ser uma rede social se tornou mais prática. E isso colaborou bastante com a comunicação.

Muitas vendas ocorrem pelo Whatsapp, parcialmente ou exclusivamente. Parcialmente quando se da uma continuidade da venda por outros meios. Exclusivamente, quando se usa o app para fazer negócios como um verdadeiro escritório virtual. A própria empresa criou soluções empresarias, com secretárias eletrônicas, bots e até inteligência artificial. Criando de uma certa forma, uma sofisticação para quem resolveu usar o ‘zap-zap’ como um local de trabalho.

Por um lado quando falamos de comunicação viável, temos como aplicativo no topo da lista, o próprio Whatsapp de tantos outros que existem. Pelo menos no Brasil, é um dos mais utilizados. Então se torna relevante usa-lo para encontrar clientes. E aqui vamos criar um alerta e definirmos um conceito de atendimento, um parte do Marketing que devemos sempre prestar atenção.

O PERIGO: COLD MAILS PARA GRUPOS.

O QUE É COLD MAIS, COMO FUNCIONA.

COLD MAILS (Correio Frio) trata de uma tática de comunicação que se impôe uma venda sem antes tentar uma comunicação de entrada (apresentação) que precisa capitalizar o conhecimento preciso (quer dizer, você tem certeza que essa venda vai ocorrer pelo o que você sabe do cliente?), por outro lado, teremos uma rejeição absurda, pois teremos sido prepotentes em achar que o produto seria vendido como toda a garantia.

O PERIGO dos Cold Mails surgem quando não fazemos Marketing (e a maioria não faz). Criam soluções de publicidade (Artes, Comunicação, Informacional, Catálogos e vídeos) e com isso (apenas) calculam que será capaz de atrair o cliente para a venda. E naturalmente vocês já devem ter sido alvos desses cold mails.

O mais famoso é o contato por mensagem privada (MP) com um convite de uma pessoa que você não conhece, lhe falando sobre uma oportunidade. Normalmente o texto é carregado de palavras de efeito e baseado em dados que parcialmente eles conseguem. Identificando como parte de uma organização ou mesmo lhe chamando pelo nome e tentando saber se isso fará diferença no contexto de comunicação comercial.

Não é incomum por exemplo, receber em minha caixa de e-mail, whatsapp e mensagens privadas das redes sociais, uma chamada que me identifica como sendo alguém que trabalha na empresa X e que por acaso citam (quase perguntando) se eu sou o responsável comercial. Quando na realidade sou o CEO e Fundador da Empresa e claramente gerencio essa parte que eu sou colocado como “encarregado”. O que define-se sendo uma pesquisa mal feita para quem entra em contato.

Com sempre uma proposta que nada parece me atender, porque é uma proposta genérica e não ‘específica’. Cold Mail precisa ser do tipo:

  • Direcionada e precisa;
  • O cliente precisa ter nome, função, origem e filosofia definidas;
  • O produto precisa ter uma demanda exigida;
  • A comunicação precisa ser construída sob o pretexto de venda garantida.

Explicação da lista acima:

Quase nenhuma das especificações é uma realidade. Normalmente temos uma falha sistemáticas delas, quando em tese, nem sempre estão alinhadas. Uma proposta que atende o meu ponto de vista empresarial é voltada ao alvo que a empresa tem. Ou seja, o que eu estou procurando é o que a empresa que oferece o serviço, tem para oferecer? Saber meu nome, mas desconhecer o meu papel na empresa com precisão, crie uma falha de ‘preocupação e produto personalizado’. O produto com demanda exigida é – “Eu pedi este produto? Estou procurando por ele? Como você chegou nesta conclusão?”.

Como já falei em muitos outros artigos e em minhas aulas, COLD MAIL pressupõe que a venda irá ocorrer (não confunda Cold mail com sondagem ou apuração de possíveis compradores). Em Cold Mail normalmente a redação e abordagem criada tem um caráter de urgência de venda (se não é pontuada, se torna invasiva). É como se você soubesse o que eu sei, porque me conhece. Por isso que essa ‘apresentação’ precisa ter conhecimento claro do cliente alvo. Não é apenas “Meu produto serve para qualquer que vale para ele como se fosse para ele”.

COLD MAIL PARA GRUPOS DE WHATSAPP.

Grupos de Whatsapp podem ser criados adicionando contatos. Não é exigido uma confirmação do contato que é adicionado. O que pode gerar um impacto negativo de imposição. Mas o contato pode ser remover da lista, o que pode incluir (sim) denúncia e bloqueio de contato, que fez essa abordagem pouco amigável.

Já listei duas consequências acima, para deixar claro, que Cold Mail tem um conceito menos positivo quando se ‘brinca’ de não fazer Marketing. Lembrando que Cold Mail é uma abordagem “agressiva” de venda. Ela pretende vender algo ali. Então se as pessoas não compreendem porque estão em um grupo, elas irão encarar essa abordagem invasiva, agressiva, impertinente, desconfortável e propriamente inconveniente.

Adicionei mais algumas qualidades negativas de um Cold Mail mal feito. E agora o conceito que devemos levar para sermos efetivos com esse tipo de abordagem. Como funcionaria um grupo de vendas? Que é isso que se trata. Um grupo de vendas precisa ter clientes dispostos a comprar. Não é possível forçar uma pessoa a comprar. Isso é mentalidade dos anos 80 para baixo.

Naquela época o que era anunciado, imposto e publicado, gerava vendas. Era outros tempos. Outro tipo de consumo. Era menos ‘tendencioso a venda’. Realmente existiam anúncios interessantes (e alguns bem estranhos), mas que geravam a sensação do gatilho de venda. Mas naquele tempo não funcionaria o cold mail. Ninguém compra algo por urgência imposta. E sim por urgência própria. Tem diferença.

Hoje, se você diz que uma pessoa precisa (preste atenção), então você deve conhecer esta pessoa. E quando eu falo assim, quero dizer, converse com ela. Presta atenção, não é vender. É conversar. É entender quem está ali. É ouvir o que ela tem a dizer. Não é ouvir para vender. É ouvir para entender. Quando você sabe da pessoa, a venda naturalmente ocorre. Você não precisa nem anunciar.

Então se temos essa ideia. Por que você acharia uma boa forma de vender, adicionando contatos que não conhece aleatoriamente sem deixar a devida explicação (e sem autorização) e que elas comprariam o seu produto sem resistências? A resposta sua seria obviamente, nunca iriam comprar. E provavelmente, iriam é te bloquear e denunciar. Ou mesmo apenas bloquear. E detalhe, muitos vão compartilhar seu contato e avisar que você é uma espécie de spammer (vendedor).

Na prática você não vendeu e nem foi bem sucedido. Mas conseguiu uma bateria de bloqueios, perdas inestimáveis de oportunidades.

Então como você faria?

  • Entre em contato e conheça a pessoa. Se apresente – “Meu nome é tal e eu trabalho com tal coisa” e descubra quem é a pessoa ali. É descobrir, não é vender. Para iniciar uma conversa, você precisa ter o mínimo de noção do que a pessoa ali faz (e onde ela está e o que representa);
  • Para acima, o que representa é exatamente o que parece. Não é “você é encarregado das vendas” (e claramente a pessoa é presidente da empresa) você deu bola fora;
  • Não se preocupe muito em chamar a pessoa pelo nome, se você nem sabe da motivação dela;
  • Depois de você entender onde aquela pessoa está e onde ela que estar. Você pode iniciar um processo de apresentação do que você pode oferecer. Não pense em custear ainda, nem pense em vender pacotes. Pense em como você resolveria esse problema;
  • Faça isso com diversas pessoas. Entre em contato com elas e peça permissão delas para incluírem em um grupo de vendas. Defina bem esse objetivo para não ter surpresas;
  • Quando estiver no grupo, e ele for bem sucedido em suas propostas, quem estiver lá vai chamar automaticamente outros participantes. E você terá sucesso em vender sem precisar “impôr”.

QUAIS OS PRINCIPAIS ERROS DO COLD MAIL?

  • Intencionar saber o objetivo do seu cliente, mas errar sobre as informações vitais do contato em que ele está inserido. Se você nem sabe como ele trabalha e com o quê, a principal suspeita dele é que você nem sequer sabe do que ele precisa;
  • Se apresente, não existe relação sem conhecimento e confiança. Ninguém compra nada sem confiança. Para gerar confiança, inicie uma conversa. Nas redes sociais faça uso de uma publicação para criar uma oportunidade;
  • Abordar por mensagem privada, direct ou e-mail só quando houver uma direta conexão entre você e o possível cliente. Se a tentativa desses for feita diretamente com uma venda preparada. Provavelmente você vai perder a venda. E se persistir, o cliente;
  • O primeiro contato é feito por sua própria propaganda. Ofereça aos demais uma amostra. Valide seu trabalho com a promoção do seu portfolio de alguma forma. Se isso gerar interesse você vai ter contatos para vendas. Naturalmente que as pessoas pensam, que se você for atrás delas, terá mais chances de venda, isso é uma ilusão. Se as pessoas não irem atrás de você, não será indo atrás delas que a venda será consolidada;
  • Automação para primeiro contato costuma gerar enganos. Não o faça querendo adquirir diversos clientes. Automação serve para agilizar processos burocráticos e administrativos que estão em uma fase de apenas processamento. Envio de um e-book, aviso de recebimento, aviso de matrícula efetuada. Agora para conhecer uma pessoa, humanos fazem esse trabalho com mais eficiência;
  • Vender um produto de massa como sendo um produto de nicho e vice-versa. É bem comum. Por exemplo, todo mundo precisa de Marketing (sim), mas todo mundo precisa Marketing Jurídico (não). Quem compraria o segundo? Advogados. Mas um comerciante que vende churros, compraria? As regras são diferentes. Marketing Digital funciona para todos? (Sim), mas para um lojista que tem aplicação física, o anúncio pago digital vale mais que o anúncio físico (tem equilíbrio), então como você venderia, se sabe que pode combinar a potencialidades dos dois? Até mesmo quando um produto é indicado, depende de como se vende;
  • Identificar errado o status corporativo, como andei mencionando neste artigo não é uma mera cadeira. Quando você confunde o office boy com o presidente da empresa, ou mistura as competências, você pensa que isso é um mero detalhe. Mas para um vendedor que não conhece o seu cliente, isso diz muita coisa. Você não sabe qual é o papel e o que faz aquela pessoa. Você não dá o devido valor pelo o que ela faz. Como você de fato sabe o que ela precisa, se não sabe o que ela faz?;
  • Textos autocomplete ou padrão, o padrão da redação publicitária que você usa para vender o que chama de “Venda personalizada”, sé o mesmo para todo mundo, já deixa de ser personalizada. A palavra personalizada é direcionada a uma pessoa. Se você o faz para todos como sendo a mesma coisa, não tem texto com toque pessoal. Logo ele se torna artificial.

Metaverso e o Marketing: Qual é a verdade por trás dessa tendência?

Banco do Brasil e o CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) resolveram investir no Metaverso do GTA para levar a cultura para um público que eles acham em potencial. Metaverso parece ter saído da boca do Facebook. Mas este sido a nova tecnologia já adotada por alguns setores, que se tem notícia, fora do Brasil há algum tempo.

Clique aqui e leia a notícia na InfoMoney.

Metaverso até onde poderíamos entender seria o novo nome do Facebook com uma nova pegada. Mas para os que sabem, o conceito é antigo e tem haver inclusive a com a origem da internet como nós a conhecemos, mas isso repuxa ao final dos anos 80.

No próximo caso é a visão da Nike em um tênis esportivo usando o Metaverso. Além da união do Blockchain e uma espécie de e-product (e mesmo físico) já existe um espaço virtual da Nike chamado Nikeland feito em Roblox – Clique aqui.

https://www.linkedin.com/embeds/publishingEmbed.html?articleId=8522098431521728923

De uma forma simples, Metaverso não é o nome de uma empresa, é um conceito de tecnologia extendida da internet atual. Onde não temos um ‘lugar’ em específico, mas sim um espaço e comunicação virtual. A maneira de definir o virtual é promover que virtualização é bem mais ampla do que nomear realidades virtuais ou ambientes 3Ds ou mesmo de internet.

E sim de expansão. Há um novo dicionário, já acrescenta uma nova forma de ver esse recurso que tende a ser o futuro das comunicações e do Marketing de agora em diante. Todos as ferramentas que auxiliam a forma ou melhor moldam o Metaverso são conhecidas como Realidades Extendidas. Que podem ser:

  • Realidade Virtual;
  • Realidade Aumentada;
  • Ambientes 3Ds;
  • Hologramas;
  • Advergames;
  • QR Codes;
  • Gamificação (Second Life, GTA, MMOs e etc).

Para concluir este conceito, imagine, uma reunião do Zoom e em seu lugar, uma sala no estilo 3D, em que cada participante no lugar de fotos que o representam, são apresentados por avatares que podem andar, dançar, cumprimentar as pessoas e interagir com este ambiente.

Há também a discussão como o advogado no Brasil sob o Código de Ética da OAB e o novo provimento 205/2021 seriam aplicáveis. Ainda que neste exato momento, não seria possível criar uma versão 3D (Externa e Interna) de um escritório, uma vez que esse ato caracterizaria publicidade indevida da imagem e espaço.

Não é desconsiderado o uso de salas virtuais que muito se assemelha aos espaços de Coworking físicos. Ainda que a sinalização de placas poderia implicar em um ato comercial, proibido de se realizar, outras adaptações poderiam ser feitas, para que o advogado atenda o seu cliente sem problemas.

No site do Migalhas, Renan Wielewski Botelho, desenha que a advocacia brasileira e a OAB (Ordem de Advogados do Brasil) terão em breve que pensar em Metaverso como uma realidade e não com aversão, que futuramente, a deliberação pelo uso deverá ser considerada como uma consequência da comunicação (corporativa, interna e de orientação) e não como um ponto comercial (apenas).

A ERA DO SECOND LIFE E CHAT.

No começo do século 21, nos anos de 2000-2005, o conceito de Second Life e Chats que representavam grupos e tópicos de conteúdos, eram extremamente comuns. A diferença é que as empresas não assistiam essas tecnologias como espaços expansivos do modo de transmitir a cultura corporativa e tampouco de comércio.

Mas bem antes do Metaverso ser agora um novo caminho de Marketing Digital, não apenas Redes Sociais. A indústria de Games por anos à fio desenvolveu uma espécie de Ponto de venda utilizando o Metaverso do seus próprios produtos. Estes seriam os casos:

  • Destiny;
  • Fortnite;
  • DC Universe;
  • Fallout 76;
  • Elder Scrolls Online;
  • Eve Online.

Há alguma coerência entre eles? Além do fato de serem jogados online (MMO), eles possuem o sistema de micro transações. Que são sistemas de economias do jogo que permite ao jogador, adquirir com o dinheiro, pago através do cartão, itens da loja. Não apenas pelo motivo cosmético (embora seja a maioria), mas também possibilite que o seu jogo progrida.

Este é o sistema, que muitos reclamam, em jogos de celulares. Como o viciante Candy Crush. Quando suas vidas acabavam conforme as fases passavam. Você era obrigado a esperar algumas horas ou pagar em dinheiro real, para ter mais uma vida extra.

Nos MMOs o conceito de Metaverso, deixava bem claro, que a empresa criadora daquela produto, realizavam três ações que as beneficiavam:

  • Propaganda da Empresa;
  • Propaganda do Produto;
  • Crescimento do fluxo de caixa.

Talvez uma das razões pela qual a Bethesda não lance e nem tenha pressa de o fazê-lo, o Elder Scrolls 6, é porque devido ao seu lucro com os sistemas de Fallout 76 e Elder Scrolls Online tenha lhe conferido uma vaca leiteira (Matriz de BCG).

E nem o GTA V Online, uma vez que desde de 2013, tem oferecido à empresa Rockstar, fortunas sem precisar investir em criar um novo título para isso. E até a presente data, conteúdos e até o metaverso (com uma empresa agora de fora), passou a investir (Banco do Brasil) – será que a Rockstar vai lançar o GTA 6?

E então? Estão prontos para o futuro?

Até a próxima.

Podcast – 5 Partes de um POST patrocinado

Semana passada tivemos nossa LIVE 5 Táticas para vender mais usando vídeos. E começamos a semana com mais um PODCAST com 5 Partes de um POST patrocinado. Deixe seus comentários.

Em breve o CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO será lançado.

No módulo de Marketing Digital para advogados nós ensinamos como fazer IMPULSO passo a passo aplicado ao Instagram. Desde das táticas para elaborar um plano de verba como atingir exatamente o seu público do jeito que você quer.

Assista ao PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
  • Certificado;
  • Aulas online;
  • Calendário do Aluno;
  • Programa do Curso.

Você opta por fazer o curso completo ou por módulos.

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10 Práticas para Conteúdos Patrocinados que você precisa usar

Links Patrocinados, post ou conteúdo pagos, são um desafio para atingir um público que exige qualidade e investimento de dinheiro e tempo para entender o que a empresa tem a oferecer. Nos últimos tempos, muitos aderem a programas que bloqueiam vídeo patrocinados.

E na internet ou nas Redes Sociais, o uso de ocultação ou bloqueio de conteúdo patrocinado são comuns. Também não é uma prática interessante escrever textos ou materiais patrocinados camuflados de conteúdos Free.

1. SEJA DIRETO

Conteúdos pagos tem o objetivo de vender algo. Portanto ofereça as qualidades do produto e a forma de pagamento sem criar rodeios. Evite de usar Storytelling para “Enfeitar”, diga do que se trata, será mais eficiente em vender a ideia do que tentar vender a ideia.

2. NÃO ATORMENTE

O que é pior quando se está lendo um texto no Smartphone e surge um POP-up com um botãozinho X de fechar do tamanho de ácaro, e você acaba saindo da página e não voltando mais, porque isso o impediu de tirar aquilo da frente do texto? O pior é que a taxa de rejeição do site vai aumentar, e o Google com suas regras de indexação vai rebaixar o site nas buscas.

Não coloque Pop-ups para vender, não corte a leitura e navegação do seu público, NÃO coloque ads (Anúncios) em Mobile, permita o seu visitante escolha acessar os anúncios por si próprio, disponibilize essa informação para ele. O guie, não o atormente.

3. AVISE QUE É PATROCINADO

Conteúdos patrocinados não contém ‘conteúdos’ e sim chamadas de ação (CTA) que orientam a pessoa fazer uma ação. Exemplo negativo dessa prática, são os posts de tentam empurrar E-books com o objetivo de captura de e-mail para enviar mailing. Um texto de 5 páginas, a cada 4 parágrafos tem um “Peça seu e-book”.

O texto normalmente não diz muita coisa, apenas informações que podem ser encontradas em muitos outros lugares. O objetivo é direcionar o público a fazer uma ação, os famosos conteúdos Click-baits. Ou seja, logo de cara avise que o conteúdo é patrocinado e o que patrocina.

4. STORYTELLING PODE?

Contar uma história para oferecer ao seu público informações sobre o que se vende é uma das práticas mais utilizadas. E cada vez mais aperfeiçoadas com técnicas de Neuropropaganda e inclusive, ações sociais (Marketing Social). No entanto como qualquer ação, ela deve ser objetiva e não criar rodeios. É como criar um script para rodar um comercial. Você monta o texto, e o particiona para mostrar cada informação específica de uma característica\benefício de um produto.

O Storytelling tem a capacidade de demonstrar ou ilustrar para o público o que aqueles benefícios podem significar para eles. Não se percam no uso do Storytelling, evitem de cruzar muitos assuntos, pois o que nos confunde, nos impede de tomar decisões.

5. CUIDADO COM AS PALAVRAS DE EFEITO

Palavras de efeito são bordões ou trocadilhos que são associados por nós durante uma exibição. Por exemplo, a propaganda da rede de supermercados Hortifruti ao brincar com a combinação de Filmes e seus produtos, substituindo as palavras por frutas, legumes e hortaliças, eles criam uma sensação de “gamming” (Jogo) que nos permite a diversão. Portanto temos mais capacidade de gravar a marca Hortifruti na cabeça do que apenas anunciar uma seleção de produtos e seus preços.

Todos se lembram da senhorinha falando – “É preço!”, mais do que aquele anúncio com um narrador em OFF (fora da tela) falando cada produto e preço. O uso de Palavras de Efeito cria o efeito positivo de associação – Produto + Diversão + Desejo, mas também não pode ser usado no exagero, senão nosso cerébro entende como Clichê. E em especial, se a empresa já não possui uma reputação muito positiva.

6. DEIXA O JEITINHO DE LADO

Muitas promoções “excluem” a informação que envolve pagamento, parcelamento e verdadeiro preço e o preço influenciado por uma promoção. Não é incomum em épocas festivas, lojas anunciarem um preço promocional, quando aquele preço na prática, é o comum durante o ano inteiro. Essa prática transforma uma informação patrocinada em uma informação “negativa” patrocinada.

Não aumente o preço do valor da parcela e diminua o preço total. Essa prática além de ser ilegal, é também antiética. Na percepção, o público não vai raciocinar se foi má fé ou erro, mas considerar que sua marca é desonesta. E ponto final.

7. CRIATIVIDADE

Ser criativo deixa qualquer conteúdo patrocinado brilhando. E sobretudo quando falamos de todos recursos que podemos utilizar para demonstrar a venda da maneira que pensamos. Então use maneiras como vídeo, texto, imagens, efeitos, memes para transformar o seu conteúdo em algo que as pessoas gostariam de ler e consumir. Como todo cuidado é pouco, apresente a ideia central logo de cara, e concentre-se como essa ideia pode chegar na mente do seu cliente.

8. CUIDADO COM O E-MAIL MARKETING

Sabemos que 6% é um valor considerado razoável para qualquer total somado de envolvimento que uma empresa vai ter com o uso dessa prática de Marketing. Ou seja, de todas as ações que resultarem em abrir, ler e clicar em uma ação no e-mail, do total ser 6% já é considerado uma ação de sucesso.

Talvez o mais irritante caso de uso de e-mail marketing seja os de uso para “Chat”. São 5 ou 6 e-mails por dia lotando a caixa do cliente com chamadas massivas de vendas, sendo 5 e-mails para falar como aquele método ou produto é bom, e um quinto com 10 links de acesso para oferecer a compra. Até lá seu cliente nem mais lembra como assinou o newsletter para receber este e-mail.

O uso do E-mail Marketing é por sí só um canal patrocinado. Tudo por ele, é uma informação que leva a uma ação. Portanto não o use sem estratégia. Você quer fechar negócios? Venda conteúdo, use os canais sociais para isso. Use a loja física para isso. Use no melhor atendimento.

O e-mail Marketing vai ser um recurso eventual em casos como esse. E não dispare para Deus e o Mundo. Selecione seu público, segmente, localize seu nicho, prepare o conteúdo adequadamente, planeje o timing e observe os resultados.

9. CONVERSA PATROCINADA

Já recebeu uma chamada por mensagem privada oferecendo um produto? Comum no Linkedin. Essa conversa patrocinada você pode interagir com as pessoas, pois não é uma ação automatizada. O uso de canais privados para fazer uma venda é bastante útil e eficiente, quando planejada.

Há muitos casos em que o indívíduo entre em contato com um texto script – “Olhei seu perfil e vi que você trabalha com [isso], [aquilo] e etc.” e oferece um serviço que pode solucionar o que ele achou que seria um problema ou uma oportunidade. É interessante até a riqueza de informações passadas. Desde de uma apresentação da empresa e negócio, à convites para chamadas de conferências para discutir o assunto com mais visual.

O problema é que conversas assim com scripts criados não são eficientes. Avaliação leva semanas e exige uma entrevista pessoal. Ou seja, a simples identificação que a solução daquele profissional seria uma saída, não julgaria ser séria, já que a simples citação do que está escrito em seu perfil, não seria possível de levantar questões para um investimento mais sofisticado.

Como convencer uma pessoa com um discurso preparado? Não se convence, então para conversas patrocinadas lembre-se de analisar seu alvo e saber cada passo dele. Não tente disparar para todo perfil que vê e achar que nele vai encontrar uma oportunidade. Além de ser uma perda de tempo enorme, também vai degastar o modelo, ao ver que nenhuma pessoa retorna, pode até abandonar o método, que com um planejamento e pesquisa adequados, poderá ter incrivés resultados.

10. SEJA SOCIAL

SOCIAL é uma palavra poderosa hoje. Vender um produto, nem que seja uma camiseta, é pensar em fatores que hoje importam. Já pensou em vender uma camisa de material sustentável? Ou de longa vida para uso em qualquer lavagem? É uma tecido que resiste ao uso de estampas? É barata?

Práticas modernas que atingem ações sociais (Ecologia, acessibilidade, inclusão, respeito a identidade, desenvolvimento, saúde e educação) exigem um posicionamento. Ser uma empresa verde é muito importante, chama atenção. Investir em uma produção que garanta requisitos de sustentabilidade é uma forma de manter atualizado, ainda que o uso do custo das camisetas também sejam convertidos para Casas e Instituições de caridade é uma outra forma. Produtos que ‘patrocinam’ o desenvolvimento da sociedade, são produtos que se auto vendem.

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