Pílula de Marketing (81) – Essa geração está ruim? O que isso diz sobre a sua?

Já se pegou dizendo que sua geração não era assim. Que os valores eram outros? Que a geração atual está menos responsável, menos inteligente? Parabéns, você chegou aos 40 ou 50 anos. E isso não quer dizer que você está velho(a), mas que você chegou no mesmo ápice da geração passada que senta em uma cadeira de praia e começa a falar o que a anterior a dele falava, reclama o que gostaria de ter feito e não fez. E vamos lá, que a o artigo não é para chamá-lo de ‘caquético’ e sim de sinalizar.

A minha geração, a geração dos anos 80 já fala que não gosta de adolescentes. Que são aborrecentes. Que é uma geração perdida. Uma geração sem valores, com inversão de valores, com deturpação, uma geração de idiotas, um bando, uma turba, um caos. Lembra algo? Quando tínhamos 10-13 anos, eram os mesmos comentários. Que no tempo deles era tudo conquistado, que era tudo mais difícil, que os valores eram ensinados pela vida.

O que isso nos ensina? Que há pessoas sofrendo de arrependimentos. Sim, o significado não tem haver com a crítica social de uma geração. Os comentários normalmente abrangem uma geração inteira, que na melhor das hipóteses, você só teve contato com 100 indivíduos nos últimos dez anos com algum membro dessa geração para conseguir somá-los as gerações mundiais? Será possível? Não é. Tem haver com um conceito menos complexo. Você está arrependido de não ter feito algo mais quando jovem.

Quando eu era mais jovem, eu via nos comentários daqueles que antecediam que eles estavam mais desgostosos com suas situações atuais do que realmente reclamando de uma geração que ainda nem sequer estava andando o suficiente para gerar resultados. Não há resultados óbvios para dizer o que é eficiente ou não é. Vejamos algumas mudanças da geração dos anos 80-90 contra aos dos anos 10-20 (século 21):

  • Abrir a porta para algumas mulheres ou deixa-las ao lado do muro na calçada é considerado machismo, no passado era cavalheirisimo;
  • Olhar por um momento, é considerado encarar ou assédio;
  • Apesar de ser mito que era possível deixar a porta de casa aberta, hoje as pessoas tem menos tempo de rua por causa da insegurança;
  • Os contatos de hoje são feitos pela internet, pela segurança e comodismo;
  • Negócios e recreação tem um valor híbrido. Ora são feitos de forma remota ou presencial;
  • As reuniões de famílias e amigos não mudou, quem se reune presencial continua.

A geração, a minha, gosta de falar que viveu a época pré-internet com orgulho. Mas se esquecem que era um inferno. A internet tornou nossas vidas melhores. Quem se lembra de deslocar para entregar a fita rebobinada presencialmente? E o valor de mensalidade do Netflix era o valor para alugar 2 filmes ou 1 filme de lançamento para ser entregue em 48 horas? E se viesse não rebobinada era multa?

Quem lembra que para fazer um empréstimo de um livro precisávamos nos deslocar para uma biblioteca, fazer cadastro e devolver em até 7 dias. Em muitos lugares é assim ainda. Mas que vivencia isso são mais os estudantes universitários do que o comum. Agora você pode aprender qualquer coisa pela internet. Antes tinha que procura uma escola ou um curso, se deslocar fisicamente e ter aulas presencial. E os acessos pela internet envolvem até material gratuito de qualidade. No passado isso dependia do local.

Sabe que esses os benefícios todos quem desfruta mais é a minha geração? Pois é, a geração atual sofre reclamações nossas. Porque estamos entrando na meia idade e estamos rancorosos. E sim, não é nada ruim revelar isso. A geração Millenium, nascida nos anos 80, foi quem inaugurou essa de ficar no emprego menos de 1 ano. E que também ficou insatisfeita com o estilo de trabalho, e inventou o home-office.

A geração Kodak, que seriam nossos país inventaram o Youtube, Tik-tok, Instagram e Snapchat. E em nossas mãos, a geração dos anos 80, virou o que temos hoje. Marmanjos de 30-40 anos fazendo pegadinhas na rua. Se a geração atual está agindo de uma forma reprovável por você, tem que olhar primeiro no espelho. Nós temos uma dificuldade muito grande de admitir nossa própria influência. Até porque nós formos irresponsáveis um dia, e até pior.

Não tínhamos tantos estímulos, e fomos inconsequentes. Alguns mais que outros. Não é a geração atual que está pior. Nenhuma jamais esteve. Mas vai parecer, porque você está mais maduro. Você agora vê o quanto era insano na idade jovem. Quando repudiava o direito dos seus pais de saber onde você estava aquela hora da noite. Mas naquele tempo você se via como um independente. E hoje, se vê como um adolescente sem causa.

Sua crítica a geração atual tem haver com o seu próprio reflexo. Você não está reclamando que eles estão sendo mal educados. E sim que você foi mal educado. Que estão sendo um banco de idiotas. É que você se considerava idiota. Não é incomum que sejamos intolerantes. Somos chatos com os outros ou pelo menos achamos que é com os outros. Somos intolerantes com um agente, um item comportamental, somos intolerantes conosco.

Se você se pega falando da geração atual, cuidado, você está falando de si. Se você acha que o outro não fez o suficiente. É porque você considera que você não fez o suficiente. Essa explicação precisa passar por aquela piada famosa de um filme mais famoso ainda. Lembre-se que a mãe de Martin Mcfly em De Volta para o Futuro, Lorraine, afirmava que no tempo de moça ela não era atirada, que a geração de hoje está perdida.

Ao voltar em 1955, Martin presenciou uma mãe muito diferente daquela recatada…certo? Nós temos uma visão de nós mesmos com um tipo diferente. Somos compelidos a mentir em nossas memórias que somos cautelosos e respeitosos. Mas no fim será que não estamos mentindo? E o que isso tem haver com a nossa PÍLULA DE MARKETING NÚMERO 81? Vamos lá!

MARKETING E O CONCEITO PSICOLÓGICO SOCIAL.

Se você acompanha as minhas pílulas, qualquer artigo ou é meu aluno, já deve saber que Marketing não é uma ação de venda. É um campo científico. Que lida com a psicologia de consumo. O que nos fazem consumir. Porque consumimos ou não. Quando falo de psicologia social quero dizer um subcampo de estudo da sociologia que se chama ‘social interativo’. Quando nós seres humanos atribuídos a sociedade que vivemos, contribuímos para ela e vice-versa, baseado em nossas experiências.

Marketing não avalia ‘saída de produto’. Avalia o que o ser humano sentiu para comprar aquele produto. E porque aquele outro não quis comprar o produto em questão. Então estudamos a psicologia de uma pessoa, para entender o seu consumo. Logo saber o que estão reagindo é uma matéria interessante ao Marketing. E serve para nós como um combustível informacional.

O que mais tem de poder é o arrependimento, junto da raiva. São duas emoções (negativas) e fortes e com muita riqueza de informação. Nós somos sinceros quando estamos com raiva. Queremos justiça ou desabafar. Não faria sentido mentir neste momento. É justamente por causa dessa explosão, que queremos deixar claro nossos sentimentos.

Então quando uma pessoa reclama da outra sociedade, da outra geração, ela está com algum problema. Que problema é esse? Ela se sente menos realizada? Ela queria fazer o quê? O que essa geração anda fazendo o que ela gostaria de fazer? Ou ter feito? Ela se arrepende de algo em sua infância? Já pensaram porque todo mundo se encanta com os anos 80? A maioria da minha geração não teve infância nos anos 80 e sim nos anos 90. Esses sentimentos são vívidos. Será que se resumem a raiva, ciúme, inveja, deboche, desgosto, abandono. Só estou listando aqui as emoções negativas.

Por que o conceito de você reclamar de uma outra situação tem haver com a emoção negativa. Ninguém vai reclamar se está satisfeito. O que podemos lidar com essa informação em nosso estudo de Marketing:

  • Auxílio em sua própria formação psicológica;
  • Pode ajuda-lo a vender melhor.

A reclamação é um indício de algo está errado. Mas não é uma resposta. É um sinal. Para abstrair a informação precisamos entender porque aquele incômodo existe. Porque uma pessoa se incomoda tanto com as ações de uma pessoa de uma determinada geração. Para isso é possível levar o nível da conversa para algo pessoal, excluí o alvo da reclamação e passar a tratar com o problema de nível ego.

Quando o nível ego for explorado vamos descobrir se é rancor, arrependimento, raiva, vingança ou a emoção específica. Dali podemos deduzir através da conversa como essa emoção foi gerada. E assim podemos entender porque ela está ocorrendo. Como no Marketing, a informação vai gerar uma resposta clara do que poderia ser uma solução. A consequência seria uma empresa conseguir gerar um produto capaz de ajudar aquela pessoa.

No campo da psicologia, ela trataria esse problema com uma outra solução. Que seria da autoreflexão. De compreender porque ela está sofrendo com aquele recalque. E se aprimorar como ser humano. E assim por diante.

Nota: Gosto de tratar o assunto como este como algo não tão comercial. Apesar que Marketing é uma psicologia aplicada ao consumo, não convém confundir isso aos enganos e charlatanismo. De pegar algo que considerado um problema pessoal para um ganho comercial. Essa é a diferença entre ser ético e não. A sociedade está sempre cheia de problemas. Pelo Marketing iremos obviamente atender a economia.

Serve ao produto algo que não seja viciante e danoso. Fazendo a pessoa se auto-degenerar para alimentar o seu ganha pão. Mas que de fato traga um benefício. Porque seria o mesmo que ajudar uma pessoa a sair do vício da bebida, e no lugar de usar um produto como bebida, e sim em algo que trouxesse lucro, mas desse ao consumidor o lucro de se disvincular de seu vício sem cair em outro.

Pílula de Marketing (80) – Tenho 30 anos e vou mudar de área.

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Esse título é provocativo. Não representa minha idade real. E pelo que me lembro nunca a mencionei para ninguém, a não ser em cadastros que pediam tal informação. Verbalmente nunca. Talvez esse conceito de dizer a idade esteja na crença limitante dos seus esforços, é isso que eu quero trazer neste artigo. Nossa Pílula do Marketing número 80, trata do perigo de você mencionar sua idade em qualquer decisão que toma.

ETARISMO, ETÁRIO e IDADE.

Não muito tempo, tivemos um episódio infeliz de um grupo de estudantes que atacaram uma colega, pelo único motivo dela ter 40 anos em um ambiente acadêmico. Foge a mim uma lógica do porque isso aconteceu. Mas não é tão oculto a justificativa. O comum é associarmos limites as marcas para criarmos padrão. E neste caso, a idade define o que o ser humano pode fazer e não pode fazer, é um aspecto cultural aceito.

Já ouviu aquela frase – “Não tenho idade para isso” ou “Você já tem idade”? Com certeza já ouviu outro bordão – “Você já está grandinho(a)”. Ainda temos um outro parecer, quando aqui no Brasil, chegamos a idade definida pela lei (bem claro isso), que aos 18 anos você é considerado um adulto, muitas pessoas julgam que ali a pessoa terá toda responsabilidade e zelo necessários para tocar a vida. Mas estamos falando de uma idade legislativa. E não biológica.

Como um indivíduo pode ser adulto e maduro passando apenas por alguns dias? Dos 17 para os 18? Ele(a) era imaturo(a) aos 17, ao chegar aos 18, um passe de mágica, e pronto será um adulto perfeito? A crença da idade é mais antiga, enraizada. Pouco provável que estejamos vivendo um esclarecimento que a idade é um limite. Porque sempre foi imposta por nós há séculos como um limite.

Limite para tudo, para ascender, para correr, para acessar, para crescer, para viver, para ter. Talvez o conceito seja menos ‘autônomo’. Os limites são usados pelo ser humano também para se policiar, ou mesmo pelo lado não tão positivo e útil, para desdenhar desculpas sobre o que não quer fazer com o fator limitante. Por isso você escuta – “Se eu tivesse menos idade eu faria”. E agora com essa idade ele(a) não pode fazer.

A pergunta seria, por quê não pode fazer? Idade é um conceito numérico que define o tempo atual ao momento que nascemos. Pegue um ano diminua do ano que nasceu e terá sua idade. A grandeza quantifica seu tempo de vida e não um limite. O segundo caso é imposto pelo ser humano, o primeiro caso é uma obviedade matemática. Por que falar a idade pode ser no final, um mal negócio? E agora no próximo tópico vamos falar sobre alguns aspectos que você deixa passar, e pode ser o motivo pelo qual você de fato procrastina e não vai para frente.

TENHO 25 ANOS E VOU FAZER UMA NOVA FACULDADE.

Não menciono sempre que é curioso ao ouvir uma pessoa decidir publicamente que vai tomar um caminho e antes de se apresentar ou dizer porque disse aquilo, ela menciona a idade. Ela determina uma quebra de padrão. Fazer faculdade aos 50 anos é um tabu? Fazer faculdade aos 15 anos é outro tabu? A idade é definida pelos padrões. Dizem que para você fazer faculdade tem que ser aos 18 anos, cravado.

Se fizer antes, tem coisa se fizer depois é aposentado arranjado moda. É uma pergunta, o quê? O que é isso? Tem outro bordão – “Você não tem idade para isso”. Não ter idade para isso e ter idade para aquilo define limites. Então vamos parar de falar no termo substituto – idade, vamos falar sobre os limites. Quando alguém falar – “Tenho 25 anos e vou fazer uma nova faculdade”, vamos substituir idade por limite, seria “Tenho um limite e vou fazer uma nova faculdade”. Vê como soa realmente?

Ou como soa esse título – “Tenho um limite e vou mudar de área”. Esse limite foi ultrapassado? Por isso você está destacando ele? Ao passar pela porta azul você agora não pode mais voltar e escolher outra porta. E então ao tentar voltar você fala – “Estou na porta azul e vou para a porta vermelha”. O fato de destacar seu estado atual define a limitação. Logo ao dizer sua idade você está criando um limite.

LIMITES? POR QUE DESTACAMOS?

Bem antes do caso das estudantes acima, essa citação de idade é recorrente. Há um consenso, mais ou menos impactante a depender de onde e quando falamos, que a idade é um conceito que não representa sua quantificação existente e sim um conceito de estar amarrado. Compactado. Ou seja, ao mencionar sua idade, você declara nitidamente que tem limites. O outro não vai reparar muito isso, mas você precisa saber. Que você acredita que tem limites, independente de sua convicção.

Não confundam que ao mencionar isso você esteja querendo motivar outros. Veja, aos 50 anos eu posso, logo você pode. Um ou outro terá algum impacto neste sentido. Mas a maioria está dizendo a idade não para motivar terceiros, e sim para se convencer que apesar daquela idade, ele(a) pode fazer o que está se propondo. E muitos desistem, mas eles possuem uma salvaguarda.

Eles falaram que tinham 50 anos. E seria provável que desistissem. Aqui é um outro ponto que sabemos que há uma normalidade. Aceitação da derrota antes dela ocorrer, já deixando claro, que isso é possível e que a pessoa, ela, não seja responsabilizada pelos resultados. Aliás, ela fez isso em uma idade, que ela julga, não ter mais ‘forças’ para tal empreitada. Compreenderam esse ponto?

Com uma parcela ínfima, temos uns dois de dois milhões que de fato irão fazer uso dessa comunicação, revelar sua idade, para influenciar positivamente as pessoas. E normalmente elas não falam a idade como um fato determinante. Elas falam dentro de um contexto. Por exemplo:

  • Estou pensando em fazer uma segunda graduação, acho que é o momento certo. Sempre quis. Então estou satisfeito(a), pois terei agora a formação que mais estimo. E vejam que procuro dizer isso à vocês (considerando que esta pessoa está em público) que não existe limites para quem quer, nem para este que vos fala que tem 60 anos.

É diferente da pessoa que fala:

  • Sou Paulo e tenho 45 anos e vou fazer uma segunda graduação, porque acho que é o momento certo. (E acrescente o restante do texto acima).

O primeiro destaca que há um conceito de vida, e agora ele quer fazer diferente. O segundo conformado com a idade e o tempo que passou, decidiu em fazer esse novo caminho. O novo caminho será feito, mas há diferença em porquê eles estão fazendo isso e quais os obstáculos claros da situação. O primeiro caso desvenda o direito de fazer o que for e demonstra que há fôlego para isso, por isso cita a idade.

  • Apesar dos meus anos de vida, tenho gás para uma graduação.

O segundo caso demonstra conformidade e tentativa de superar um obstáculo cultural.

  • Apesar da minha idade eu sei que posso.

O primeiro define um conceito que permite entender que está inserido em começar realmente um novo momento da vida. O segundo é preso as amarras culturais que o impedem de ser o que quer ser por um limite imposto (no caso a idade).

O segundo caso é o mais comum. Citar a idade é clareza de auto limitação. E isso impacta seus resultados. Dizer que é CEO de uma empresa aos 16 anos não tem qualquer significado quanto ser CEO aos 40 anos. Dai você pensa. Bem é normal que um de 40 anos seja CEO e de um 16 não. E com certeza, o de 16 ganhou por herança e o de 40 foi pela labuta. Não é? É assim que você vai concluir? Tudo por causa da idade?

A idade limita o senso. O de 40 anos pode ter conseguido de mão beijada, o de 16 pode ter trabalhado. Mas a idade nos conforma pelo modelo pronto. Esse modelo pronto é um perigo. Você ter 50 anos não significa ser maduro, você ter 15 anos não significa ser irresponsável. As pessoas não são quantificadas. Elas não podem ser mensuradas por números. A idade significa a distância do ano atual e do ano que ela surgiu, só.

A forma de avaliar habilidades, possibilidades, potencialidades, estão associado aos resultados somado aos ganhos que ela obtém pelo caminho. E não estamos usando o conceito de 25% ou 100% para contabilizar performance. 25% pode ser melhor que 100%. Um trabalho bem feito 1/4 do tempo é melhor que um 100% errado. Nós só conseguimos ver o nosso grau de alto valor de resposta, entendendo o que conseguimos.

Um ano para uma pessoa é diferente para cada pessoa. Você pode aprender um idioma, pode viajar, pode fazer nada. E terá diferentes resultados, claro não ‘excluímos’ que cada pessoa é diferente a ponto de dizer que 6 meses de uma é gradualmente diferente de outra.

REFLITA SOBRE ISSO!

Ninguém é impedido de dizer o que pensa. Não é o interesse desse artigo. Se você ler até aqui, não vai aos comentários acusar – “Mais um ditando regras”, mas se leu até aqui, compreende que ele tem a única meta de fazer ver que você próprio está colocando um limite. E que de uma forma muito clara está falando isso ao mencionar ou fazer ações. Não apenas a idade é um sinal de auto limitação.

O desvio do olhar também é. Ou mesmo o recuo das mãos. Ou até a forma de falar. Pode indicar limites auto impostos. E aqui precisamos repensar ou talvez até perceber esses micros sinais que emitimos. Então olhe para o seu texto (ou fala quando der), e note se há alguma expressão ou passagem sem muito sentido, ou contexto.

Ao falar sua idade e uma informação a seguir, isso significa o quê? Ao falar o seu nome, o quê? Ao dizer o seu gênero, o quê? Ao mencionar sua cidade natal ou de residência atual, o que significa? Eu costumo sempre dizer aos meus alunos, que tudo é uma comunicação bem construída por uma estratégia. Não apenas de Marketing. Marketing se vale da comunicação. Você aprende primeiro se comunicar, para depois fazer uso de outros recursos. Senão o propósito se perde ou se confunde.

Toda comunicação é estratégica. Ela pensa sempre em atingir um objetivo fazendo uso de métodos de emissão, recepção, analogias, ilustração e assim por diante. Se você se identifica para alguém que não te conhece, o que você quer dizer com isso? É um exercício de interpretação. Qual é a recompensa? O que você ganha com esse artigo? É uma decisão íntima. Ela pretende que você pense em suas falas e ações. Elas revelam o quê?

Ao identificarmos isso, podemos superar e demonstrar habilidades, dar foco á elas do que aos conflitos, por exemplo. Todos tem problemas, todos tem algum limite, ou são impostos ao limite, todos são influenciados culturalmente. E somos moldados a sociedade que nos cerca, é um padrão social observado (Emilie Durkheim).

Somos associativos, relacionais e conflitantes. Passamos a vida fazendo a pergunta existencial e tendo respostas duvidosas. Talvez no final do caminho teremos uma resposta mais simples. Ou de que dependia de nós em ter essa resposta. Não era ali e nem lá. Esse conceito filósofo da existência nos permite entender que o próprio termo ‘idade’ configura um temor.

A idade nos revela a mortalidade. E a pressa. Ter idade é definir maturidade (mesmo que não haja), é definir impedimento (mesmo que não tenha), ou padrão social (mesmo que não faça sentido). Usamos a idade para configurar – “Eu não posso, eu posso”. Mas se você não soubesse sua idade. Como faria essas relações? Como definiria que não pode fazer uma graduação? Como definiria que pode fazer uma viagem?

Não definiria, não tão fácil. O jeito seria tomar uma decisão e ver os resultados que colhe pelo caminho, como sempre foi. Em um tempo, primordial, para não recairmos em uma época em que a matemática era conhecida e que os padrões sociais começavam a se distinguir, pegamos uma era em que o homem (antropológico) era um resumo de sobrevivência.

Ele pensava – “Tenho que fazer tudo que posso, pois o meu limite é aos 30 anos”? Provavelmente não. Ele sabia quando era pequeno, tinha menos força de agora. Mas ela não associa que aos 8 anos ele não tinha a força de 20 anos. Ele apenas concebia que se continuasse a fazer o que fazia, ele iria continuar vivo.

Quando mensuramos a idade, tiramos do conceito que o homem que aos 8 anos tinha que se virar, agora não pode, porque ele é menor de idade. Ou o mais idoso não podia se mexer senão quebra um osso, no tempo da cavernas, não existe essa de limite de aposentadoria. Ou caça ou morre. Não havia uma diretiva ao contrário disso.

O ponto aqui é: No passado tínhamos um conceito de sobrevivência, se a idade limitasse ou o que fosse, a raça acabava. Pois que 30 anos era uma idade máxima naquele período, imagina se você acha que está aposentado? A tribo morria de fome. A essa observação, a relação natural das coisas, pense que se isso nos permitiu sobrepor obstáculos, independente do gênero, tamanho ou situação, porque hoje, quando a situação é mil vezes melhor, temos a famosa fala – “Se fosse em outra ocasião eu conseguia”.

CONCLUSÃO.

Este artigo é uma provocação. Que espero ter atingido seu objetivo. Independente de sua crença em relação à isso, ou de seu entendimento e como se você se situa. Ou se faz diferente do que é proposto neste artigo, a briga não é gratuita. Eu compreendo que mencionar a idade ou o que seja, pode configurar inúmeras outras interpretações. Mas a mais comum de nossa sociedade é a mortalidade, o limite, o conceito do não posso. Então meu artigo se direciona para o índice mais comum do que a palavra ‘idade’ pode conter.

Até a próxima!

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Pílula de Marketing (78) – Não existe Marketing sem mensuração

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PUBLICIDADE E NÃO MARKETING.

Tive uma constatação recente interessante e curiosa. E digamos, perigosa. O perigo vem pelo fato do que se trata Marketing. E conforme vou aos tempos, e quanto mais eu estudo, e estou trabalhando em uma produção literária sobre este tópico, que há muitas pessoas que não são profissionais de Marketing e sim publicitárias. Elas não atuam em Marketing, elas são agentes de campo e não da inteligência. Há departamentos sendo confundidos.

Quando me refiro a agentes de campo e da inteligência, me refiro a analogia do 007. James Bond é um publicitário. Ele coloca a mão na massa, ele entra em fortalezas, tem aparatos e dispositivos. Mas para ele executar essa ação toda e dispõr de ferramentas. Quem faz? Os responsáveis pelo departamento de Inteligência, que seriam os profissionais de Marketing. A maioria das pessoas proferem que gostam dessa área, pela poesia dela.

Digo de poesia, porque eles gostam do lado humano. O lado intimista. Uma característica muito encontrada quando falamos de consumo. A sociedade consome. Portanto, o fator humano será obviamente mais evidente. E nós seres humanos não somos diretos, nem tão claros ou óbvios, somos uma aglomerado poético. Palavras com novos sentidos, metáforas e conclusões surreais. As pessoas no entanto consomem com um objetivo, mais racional, do que nós pensamos.

No dia-a-dia, as pessoas falam sobre ações, táticas, promoções, propagandas, anúncios, campanhas, que são atividades inerentes ao campo de publicidade. Falam da ação como ação. E não porquê. Revela-se que quando você pontua assim, estamos falando da ação (movimento) concretizada pelo pensamento (Marketing). Na maioria das vezes, você faz uma redação publicitária para um restaurante e tem um resultado. Vamos identificar, e não apontar. Você faz:

  • Análise desse resultado;
  • Armazena ele em um database;
  • Apura com novos históricos e séries;
  • Monta um SIM (Sistema de Informação de Marketing);
  • Repensa na estratégia e tática;
  • Define ações de curto, médio e longo prazo segundo esses dados.

Se sim para todos, você é um profissional de Marketing. Se você não faz nenhum desses, ou em algum grau, faz um ou outro, você é um publicitário. Dentro do mercado brasileiro, temos a prática pouco boa, de integrar profissões em uma. Mas quem faz graduação de Publicidade não aprende estratégia de Marketing. Aprende táticas e ações. O curso é radicalmente diferente. Estamos falando de quem monta a estratégia e de quem executa a tática. Lembrando que a tática é criada por um Marketing.

O papel não é pequeno. Vamos ver em uma analogia mais visível. Imagina um capitão de nave estelar, se você gosta de Star Trek, vai gostar desse exemplo. Um capitão tem uma nave para comandar, e cada setor tem um cadete ou um oficial executando ações. Para que a nave funcione, deve haver um protocolo de uso e uma estratégia que monte o conceito de equipe, líder e hierarquia. Vocês concordam?

Se tiver uma equipe, teremos ações sendo executadas ao seu tempo. Líder é uma figura que precisa ter a concepção de como a nave funciona e como a equipe atua. E a Hierarquia vai permitir a organização de como essas ações ocorrem. Quem monta esse plano? O Capitão? Neste caso, a Federação. Aliás ela define que as naves são da frota estelar, que usam uniforme, possuem um código, e hierarquias. O capitão é subordinado a hierarquia e protocolos. Ela está dentro do conceito da estratégia, e não acima. Ele pode executar estratégias, mas estamos falando de um outro ecossistema.

Aqui estamos falando da formação da frota estelar. Quem monta? O conselho da frota. Eles é que definem que a pessoa tem que ingressar na academia, ser formada, passar por estágios, fazer pontes em naves, executar missões e ser promovidas. O conselho da frota é o Marketing. E todos os demais, são os publicitários. Agora vamos ‘criar um foco’. Vamos transformar uma nave na função de marketing.

Quando uma nave é enviada a um planeta para explorar. Existem regras em que eles estão submetidos. Como a primeira diretriz, que impede da intromissão em uma civilização pré-dobra com a tecnologia moderna da frota. Ou seja, ajudar ou contatar está proibido. Neste caso, as regras estabelecidas serão consideradas pelo departamento de inteligência da nave (Marketing). Como em uma empresa, temos o macroambiente. Onde não temos controle desses fatores. Essa regra é pétrea e faz parte da federação.

Então de acordo com as regras da nave e procedimentos, o Capitão pode optar pelas medidas recomendas que é fazer uma sondagem no planeta, mandar um grupo avançado, atacar, não fazer nada, pesquisar nos bancos de dados se há algo sobre aquele planeta ou ficar inerte esperando a vida passar. São estratégias criadas segundo informações, neste caso, o capitão e o estado maior, serão o Marketing e os demais, publicitários. Eles vão pensar e os demais irão executar.

Acredito que com esse exemplo foi possível percebemos o que é Marketing e Publicidade. E agora vamos poder responder a indagação do nome deste artigo, que é uma afirmação na realidade. Não existe Marketing sem mensuração. O primeiro questionamento que fiz a vocês, foi se vocês apuram, avaliam as informações conseguidas, não foi? E depois vimos que o Marketing é quem pensa e o publicitário executa. Estamos falando de uma forma ‘engessada’ e direta.

Claro que o publicitário pensa, claro que o Marketing executa. Mas não é a prática comum. Marketing vai fazer uma pesquisa, isso é uma ação. O publicitário vai recolher feedback do público isso é uma ação de Marketing. Mas são pequenas coisas. E não o total que esses fazem. Recolher o feedback ainda é pouco perto da avaliação cruzada que você vai precisar fazer para conseguir ter as respostas precisas e completas.

Um exemplo mais prático ainda, é o analista de dados. Esse é ou pode ser, um suporte ou diretamente um profissional de Marketing. Ele faz uso da matemática, de outras ferramentas interpretativas para gerar uma predição. Essa predição vai ser formulada e definir táticas para atingi-las. Tudo isso acontece na ‘caixola’. O que as pessoas veem, são as ações em prática. Mas não veem como elas são elaboradas.

Marketing faz ações, mas não de execução. Ele é o observador, o seeker, o Behold (Dungeons and Dragons) mas bonzinho. A sua percepção é igual ao de um detetive. Se for um detetive dos filmes, é dois em um. Ele é detetive e policial. Na vida real, detetive é detetive e policial e policial. Que seriam correspondentes ao marketing e publicidade. Marketing precisa apurar dados para dar respostas. Não é algo opcional. É requisito básico para ser definido Marketing.

Você avalia resultados, dados, fatores, pontos de referência. Tudo. Você avalia tudo. Armazena, critica e apura. Sem dúvidas alguma Marketing precisa dar uma resposta baseado em experimentos precisos. Ou ele diz sim ou não. Mas ele precisa dar uma resposta. Publicidade pega essa resposta e executa o que tem que fazer, usando tudo o que o Marketing definiu para ser usado. Publicidade terá o papel de usar cada recurso a melhor forma que ela própria sabe fazer.

Então, não existe Marketing mensuração? Não. Se você diz que gosta de observar o comércio, o comportamento das pessoas, vê o lado ‘humano’, sua base é concebida pelo empirismo. Que é concretizado como uma fonte de informação para gerar resultados, mas não só. Você precisa de outras fontes. E de outras categorias. Neste caso, se você se identifica como uma pessoa que diz não gostar ou não fazer mensurações, análises de dados, você é um publicitário. Não é um Marketing. E isso faz diferença, para quem se identifica assim pelos lugares. Empresas pequenas nem tanto, mas médias para grandes, eles sabem o que um Publicitário e o que um Marketing faz.

Se você faz o que um Marketing faz, você vai estudar mil ciências, avaliar milhões de big datas e vai fazer uma predição usando ou não uma IA. Vai discutir, elaborar e construir soluções para que outras forças façam uso dela dentro daquele investimento que iremos definir. Se você pega um truque na internet, você é um publicitário. Se você avalia o truque, pesquisa, analisa, formula que o truque está adequado ou precisa se adequar a sua realidade, você é um profissional de Marketing.

E lembrando que mesmo que pegue um truque, você só se consolida um publicitário, se você sabe fazer o truque também. Mesmo que com uma razão ou margem de erro. É como comparar um maestro com um pianista. Os dois são músicos, mas exercem funções diferentes, no entanto eles concordam e entendem. A minha comparação não desmerece o publicitário. Eu sou publicitário. O ponto é que o Marketing é o responsável por gerar as soluções em que o Publicitário irá promover.

A escolha do caminho, como, quando, onde, porque, o que, quem, para quem, quanto. E o publicitário vai potencializar o como, vai encurtar o quando, vai dar sentido ao que. E vai dar o melhor retorno em quanto. Não é apenas um zé faz tudo. Publicitário é um profissional conceituado na razão da solução da comunicação e da solução. Ele é o James Bond. Mesmo que a inteligência da MI6 seja a melhor, o agente tem que ser muito bom também.

Se o Marketing acha que o design 3d vai ser o melhor e terá de fazer isso e aquilo, o publicitário terá que ser um designer 3d muito bom. Ou supervisionar um designer específico de 3d. E orienta-lo. São papéis diferentes. E normalmente nós vemos que as pessoas estão mais para publicitários do que para Marketing. E isso faz diferença se você colocar assim:

Publicitário – Copywriting | Publicitário com Neurociência do que Marketing Neurociência. Dentro desses conceitos, a ciência do Marketing é baseada em outras ciências que a constituem. Então se fossemos definir, Marketing é o papel do controlador e engenheiro da Nasa em TERRA e o publicitário é o astronauta. Que precisa das informações computadas, do treinamento e de suas habilidades para colocar a missão nos trinques. Mas sem o engenheiro da NASA, o melhor piloto não coloca o foguete no espaço. E sem o astronauta, a melhor nave ou módulo não vai para o espaço.

Então a conclusão é, NÃO, não existe Marketing sem mensuração. E talvez você seja um publicitário pensando que era Marketing. E recomendo, os recursos de publicidade são outros. E estudá-los fará você tem uma noção o quanto de poder poderá usar no dia a dia de seu negócio. Até a próxima e bons estudos!

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Cold mail é uma tática de comunicação que trata de uma abordagem não apresentada (não previamente apresentada) sem qualquer permissão concedida que gera um conceito de urgência. E por não ser uma prévia, você pega uma pessoa no ‘susto’. E isso pode gerar uma conversão (CPA). Mas o risco é alto, porque uma mensagem inconveniente também pode criar uma taxa de bouncer (rejeição). A tática funciona apenas para públicos que não acham inconveniente receber mensagens do tipo e estão prontas para comprar de imediato.

E para isso você precisa ter certeza. E através de pesquisas e investigação você pode confirmar essa certeza. Esta aí o Marketing na prática. No entanto o próprio Cold Mail para quem está apto a receber, pode gerar um dilema. Porque pode não ser o mais eficiente. Lembre-se que a tática do ‘pego de surpresa’ se vale pelo timing. Ou seja, digamos que seu cliente acabou de perder o ônibus. Então você manda para ele um SMS ou Whatsapp com um app de táxi ou Uber. Calhou bem, certo?

Esse timing é complicado. O gap depende do timing e da conveniência do público. Que por sua vez depende do quanto você está engajado com o seu Marketing. Falei tudo isso, porque é comum fazer uso do cold mail sem consultar o que o seu público tem a dizer. É muito comum as pessoas ou empresas fazerem uso de modelos (templates) que são ofertados pela internet com a famosa fórmula – SERVE PARA TODOS.

Não. Nunca tudo serve para todos. Eu gostaria. Seria menos custoso e menos trabalhoso. Mas pessoas são diferentes. E a geração muda. Logo o que era hoje e não será amanhã. Então é necessário fazer a prova e saber quem vai receber, por quê e quando. Logo o Cold Mail ele tem além da proposta de atingir o target (alvo) certo no timing (hora certa) com o gap (oportunidade certa) também precisa ser eficiente para o público que não terá problema em recebê-lo.

E vamos combinar, que nem todos são os que querem recebê-lo. Vou trazer algumas histórias, ocultando os emissores para não expôr-los uma vez que o meu objetivo é didático e não difamatório, sob nenhuma hipótese. Vamos a discussão.

CASE 1 – VENDA PELO LINKEDIN.

Eu recebo muito mensagens privadas de novas conexões no Linkedin com propostas e envio de material de apresentação. Eu não acho isso errado e tampouco inconveniente. Acho que ali é o momento para enviar o que aquela empresa ou pessoa quer oferecer. A rede social é profissional e isso é uma abordagem bem tática. Agora existe uma diferença desse FOLLOW-UP. Quer dizer acompanhamento.

A conexão muitas vezes nem sequer conversa antes de adicionar-me, então o cold mail funciona como uma forma de ‘me conheça e meu trabalho’. Certo. Até aqui não há problemas. Agora a insistência de uma resposta minha, é que se torna um inconveniente. Há uns dias, um contato mandou uma apresentação e me perguntou se a minha empresa gostaria de ter a consultoria que eles prestavam.

Como não respondi, e obviamente não pedi também informações. E há outras coisas a serem feitas. Priorizo e depois vejo se me interessa. E na maioria das vezes não. E se interessa eu vou contatar sem problemas. Dois dias depois, a mesma pessoa envia mais uma mensagem pedindo um retorno. Aqui nasce a inconveniência. E o que eu já publiquei de artigo sobre “Não invista em cliente que disse que NÃO ou não está interessado”.

E após dois dias veio mais uma mensagem pedindo que um representante de minha empresa entrasse em contato para que formalizasse a tal da consultoria. Pois bem. Aqui vai uma dica de Marketing e estratégia de venda, que você precisa compreender para evitar perder o cliente e até uma futura prospecção. Eu não sou o seu cliente ainda, posso ser. Mas com esse comportamento, eu vou dispensar a possibilidade.

POSSÍVEIS ERROS:

Primeiro o produto dele me atende? Se você enviou para mim, acredito que o seu Marketing identificou isso. Mas estranhamente eu não correspondi. Então ou há algo errado com sua estratégia ou você nem sequer está investindo em Marketing. Esse é o primeiro erro.

Segundo a insistência de um contato não vai fazer milagres caso você não tenha me identificado como uma possível prospecção. Esse erro está associado ao primeiro. Porque ao entrar em contato comigo, você supôs que eu sou ou seria um cliente em potencial. Nós não achamos que uma pessoa é cliente, tiramos a prova através de pesquisas. Não é achismo.

Terceiro, o cold mail é um tiro no pé, tem uma margem mínima de erro até para prospectos certeiros. Ou seja o cliente que terá toda a hospitalidade do mundo em relação a essa abordagem. Eu não sou uma pessoa contra, mas valido que você tenha uma estratégia por trás disso. Senão vai encher a minha caixa de MP para nada.

Quarto, o conceito de ‘pego de surpresa’ é para gerar uma venda imediata. O cold mail tem a função de ‘captar’ clientes prontos para comprar de você. E você identificou isso. Não é o que você acha. É o que você achou de resposta. Por exemplo, eu estou para contratar uma equipe de motoristas para fazer delivery. E deixei isso claro ou você investigou e descobriu. O que você poderia oferecer de imediato para mim? Um sistema de contratação de motoristas. Correto?

Então seria como uma luva esse serviço cair no meu colo. É o que o Cold Mail tem de especial. Venda imediata. Não é tentativa de ‘convencer’ de ‘encantar’. Isso já passou ou você teve que pular, porque você sabia que eu era o seu cliente. Na altura eu vejo muitos usando o cold mail com ainda a previsão de um cliente potencial, ou seja, sou um consumidor, não da marca e nem dele. Portanto ainda não irei comprar nada. Terei de ser convencido.

Vamos aos 5 COLD MAILS que você precisa parar de fazer e levando em conta que o objetivo dele é de VENDER AGORA porque você sabe que eu sou o CLIENTE. Não potencial, aquele que de fato vai comprar AGORA.

  1. COLD MAIL – UM CHAT NO E-MAIL

Até rimou. Mas não rima na vida real. COLD MAIL é uma venda imediata. Eu vou fechar com você e ninguém mais. Porque você identificou isso. Lembre-se que normalmente você vai captando os meus pontos, e investigando onde estou e o que estou procurando como solução. No lugar de você me perguntar, terá a certeza, que eu sou o CLIENTE para o SEU PRODUTO no tempo PRESENTE.

Usar o e-mail e criar um chat com 5-6 envios por dia. Demonstra uma total ineficiência de sua estratégia. O primeiro e-mail deveria me fazer comprar. Se o segundo veio, você acaba de perder investimento. E pode ser que perca o cliente se a insistência continuar. E talvez também você esteja perdendo outras oportunidades, porque estará investindo em alguém que não irá comprar de você e perder aquele que poderá comprar em você.

2. A VELHA CONVERSA DO WHATSAPP

Essa é interessante porque sempre começa assim – “Identifiquei que sua empresa e a minha podem cooperar juntos”. E esse famoso slogan é o típico – “VENDA PARA TODOS OS LADOS”. Na realidade se a minha empresa fosse tão potencial, você apresentaria uma proposta considerando o meu mercado (específico) com os custos que tenho (o único jeito seria você me observar ou mesmo me entrevistar) pois esses dados eu não falaria em público e a abordagem teria que ser irrecusável. Mas sem palavras de efeito. Seria algo do tipo – “Eu quero expandir minha empresa para o mercado educacional” e você oferece – “Contratos com universidades no quesito Marketing Educacional’.

Esse ponto é tão identificável, que eu teria certeza que você realmente me considera o seu cliente. Aliás você entende que eu quero essa solução. Então vamos conversar. Mas a maioria usa o famoso bordão do COPY – “Impressione sem impressionar, venda sem vender”. Não é para ser assim. Ou você sabe o que a empresa ali quer ou não.

3. OBRIGANDO A UM BATE-PAPO.

A depender essa é a mensagem privada mais audaciosa que você vai receber. E não faça ela. É comum vermos pessoas enviando mensagens privadas ou e-mails, whatsapps, a maneira que você possa entender, com aquela conversa de bater um papo e tomar um café. Só que o café fica por sua conta, e o bate-papo não é exatamente isso e sim uma venda compulsório. O velho bordão do vendedor chato.

Não é incomum eu receber um convite de uma pessoa que nunca ouvi falar, sem nenhuma apresentação informal, nenhum projeto como convite para nos conhecermos melhor e querendo vender uma fazenda. Chega a ser uma piada. Mas isso acontece. E na realidade isso demonstra um desconhecimento enorme do que é venda. A primeira ordem do dia é, puxe um papo. Não vá querer vender. Primeiro entenda se há afinidade.

Eu costumo fazer um convite para a pessoa ser entrevistada no meu programa JC TALKS. Assim durante a conversa posso conhecê-la e a ela a mim. E tem mais, ela pode promover o conhecimento dela para uma audiência. E essa audiência pode conhecer os meus projetos também. Há uma troca. Um projeto. As chances de fecharmos um acordo é enorme, se tivermos alguma sinergia profissional.

Agora não funciona vender apenas e pior, obrigar.

4. VOCÊ É O CEO DA EMPRESA?

É comum também a mensagem iniciar assim – “Notei que sua empresa tem uma boa presença na internet” e logo depois a pessoa perguntar – “Você é o representante comercial da empresa”. Quando na realidade você é o CEO dela. Qual é o problema? Se você notou a empresa e a boa presença, como não sabe quem é o fundador da empresa? Esse erro denota o famoso “conversa de vendedor”. Esse é o primeiro ponto que torna o processo inacessível, que processo? A venda.

Saiba que senão tiver uma boa proposta, acabou a venda ali.

5. OFERECER UMA SOLUÇÃO SEM SABER SE É UMA SOLUÇÃO

Eu já recebi proposta de condomínio. Sabe porque isso aconteceu e porque também é uma proposta equivocada? Porque a proposta se refere a síndico. Eu não sou síndico. E porque isso aconteceu? Eu participo de muitas feiras de condomínios, mas por uma razão. Meus clientes são advogados da área condominial. Então eu vou lá para fazer cobertura, fazer branding e criar press (material de imprensa) e rede social.

E naturalmente algumas pessoas me encontram por lá. Acham que sou síndico sem saber que sou. E me envia propostas por e-mail ou whatsapp achando que fisgou uma oportunidade. E na realidade nem irá me fisgar e tampouco irei passar a informação para frente. Já tive até conversas em que a pessoa me chamava de síndico. E até eu avisar que não era, já tinha gastado (como diz o popular ditado) a saliva até secar a garganta.

CONCLUSÃO.

Colds Mails são uma tática de Marketing que apresenta uma ideia já comercializável e com a pronta venda. Uma venda imediata. Se você não se apresentar e enviar um e-mail ou mensagem, tem que ter certeza que a pessoa vai fechar o acordo com você ali. Ela tem que perguntar, qual é o valor. Se ela ignorar não é porque você não foi convincente o suficiente, ela não é seu cliente. Apenas isso.

E ao perceber essa situação. Com toda a recomendação, eu faço, não insista. Muitos perdem o cliente e até para futuras prospecções. Normalmente você será bloqueado naquele servidor e pode inclusive ser impedido de enviar propostas que possam ser até interessantes para aquela pessoa. E ela até compraria de você. Mas não vai receber porque você teve um erro tático.

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Curso Especialista de Marketing Jurídico – Lançamento

Finalmente o Curso Especialista de Marketing Jurídico é lançado. Por diversos artigos fiz a menção no início. E agora uma reunião de suas características, para qual público e como fazer sua inscrição.

Vamos abrir uma turma em Julho. Entre em contato por nosso e-mail contato@junqueiraconsultoria.net.br para informações e inscrições.

Leia aqui (do que se trata o curso) é uma apresentação de como o curso vai acontecer e a descrição de cada módulo.

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☑️ ESPECIALIZAÇÃO EM MARKETING JURÍDICO

✔️ Curso on-line com aulas ao vivo

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🔜 3ª e 5ª de 18h às 21h (Pode variar)

🔘 Plataforma Zoom

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🔝 Professores:

✔️ RAFAEL JUNQUEIRA: Professor, Palestrante e consultor especialista de Marketing Jurídico com mais de 8 anos de experiência, de Marketing Digital e Relacionamento. Pós-graduado em Administração de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Gestão de Crise nas Redes Sociais (ESPM) e Marketing de Relacionamento (IBMEC), designer 2D/3D.

CEO e Diretor e Marketing da Junqueira Consultoria.

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✔️ Grade Curricular: 

• Introdução ao Marketing Estratégico Jurídico 

• Debate do provimento 205/2021 e a resolução da OAB

• Aplicação de cases reais em diferentes tipos de canais

• Marketing Digital do Post orgânico ao patrocinado

• Redação Publicitária, Copywriting e técnicas de comunicação

• Marketing de Vídeo: Planejamento e produção

• Desenvolvendo a atuação (ator\atriz) e técnicas de gravação

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💲 $1.600 (Curso completo) ou R$400 (por módulo)

✔️ Certificado

✔️ Apostila (apr. 100 páginas p/módulo)

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🔛 Informações:

https://www.junqueiraconsultoria.net.br/cursos

📲 21 97127 – 2885 

Inscrições:

contato@junqueiraconsultoria.net.br

Características:

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
  • Certificado;
  • Aulas online;
  • Calendário do Aluno;
  • Programa do Curso.

Você opta por fazer o curso completo ou por módulos.