Conheça a estátua do cão misterioso

Cão misterioso, quem és tu?

Uma estátua branca com uma língua avermelhada se concentra numa ruela que encontra a Desembargador Isidro sentido Tijuca Tênis Clube (TTC), próximo ao ponto de ônibus, junto á um canteiro. Nenhuma inscrição, nada que possa identificar quem é e de onde veio aquele cachorro. Não é a qualquer pista, quem é esse cachorro que parece ter significado algo para alguém? Será que ele foi um marco histórico para a Tijuca?

Canteiro - Cão misterioso - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Canteiro – Cão misterioso – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Nenhuma inscrição ou placa á vista. Nenhuma outra parte da rua existe alguma informação sobre que estátua é aquela. O cachorro parece ter saído de alguma decoração de alguma mansão local. Quem será esse cão misterioso? Se você souber, envia para o Mundo Pauta a resposta, porque vamos agradecer demais. E no futuro, a próxima etapa é, entrar em contato com os moradores locais para descobrir o que ele cachorro representa.

Quem é o cachorro misterioso da Tijuca?(Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Quem é o cachorro misterioso da Tijuca?(Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

A pequena praça localizada no cruzamento da Rua Desembargador Isidro e a Abelardo Chacrinha Barbosa, há um canteiro próximo mais da Desembargador, nela há uma estátua de um cachorro desconhecido.

Quem é o cachorro misterioso da Tijuca? (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Quem é o cachorro misterioso da Tijuca? (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

 

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Conheça a praça Luis La Saigne

Francês comanda a Mesbla, dá nome á praça no Maracanã.

Louis La Saigne francês que teve residência no Brasil, comandava a empresa Mesbla na filial de Buenos Aires, antes de assumir a administração da empresa no Brasil. Criada em 1912, e decretado a falência em 1999. Na Tijuca, a Mesbla ficava onde esta o atual Hipermercado Extra na Rua Conde de Bonfim na altura do logradouro 200, na frente do Hortifrutti. A praça que leva o nome de Louis La Saigne fora construído em colaboração com o Shopping Tijuca.

Praça Luis La Saigne - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Luis La Saigne – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Em 1924, Louis La Saigne elevou o estabelecimento no Rio de Janeiro a uma condição de autonomia, com o nome de Sociedade Anônima Brasileira Estabelecimentos Mestre et Blatgé. E apenas em 1939 foi denominada Mesbla S.A, a ideia do nome nasceu da combinação dos nomes Mestre et Blatgé. Ele deixou um legado para suas quatro filhas, faleceu no dia 18 de janeiro de 1961.

Entrada da Praça La Saigne - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Entrada da Praça La Saigne – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Infelizmente a praça está ABANDONADA, e no momento que realizei estas investigação, tinha dois mendigos dormindo nela.Totalmente aberta, com as grades quebradas, com tudo entregue ás baratas. Há um aviso na lateral da escada pela entrada rampa ao lado direito da escada, que diz o horário de funcionamento 7:00 – 21:00, uma placa pichada e riscada. E que contém uma câmera de vigilância 24 horas. O parque estava aberto ás 5:45 da manhã, e não presenciei nenhuma câmera.

Tanto os muros externos, como parte da praça está desprezado. Seria um excelente lugar para passar o dia, levar as crianças, um espaço agora exclusivo da Saênz Peña, que apesar da revitalização, que anda sofrendo para oferecer aos moradores do bairro e visitantes o melhor, não é o ponto ‘turístico’ do bairro. E essas é uma das poucas praças que mostrei no blog. Há mais conhecida na altura do Uruguai que passou por uma renovação dos brinquedos, a praça dos Cavalinhos.

No entanto a praça Luis La Saigne, conforme uma reportagem realizada pelo jornal O Globo na data de 26 de junho de 2013, relatou que a rotina dos moradores próximos ao Shopping Tijuca como a Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, principal via que cobre todo o caminho até a Avenida Maracanã em duas saídas, é que há uma aglomeração de vândalos e drogados na área. A praça acaba virando um foco de marginais, tornando o local menos atrativo.

Áreas divididas por idade - TIjuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Praça Luis La Saigne – TIjuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

A ideia é muito boa, cada parte da praça é dividida em áreas cercadas com brinquedos próprios para o tipo certo de idade. Feito a partir de madeira. No entanto estão gastos e sem manutenção correta. Qualquer uso delas agora poderia acarretar um risco para qualquer criança ou usuário. Sem falar da sujeira de papel, embalagens e ladrilhos quebrados. Ao lado oposto á esta imagem, outro cercado para crianças ainda mais jovens, está quase no chão.

Placa e grade caindo na Praça Luis La Saigne - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Placa e grade caindo na Praça Luis La Saigne – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira /Mundo Pauta)

Fonte (Matéria: O Globo) – Praças da Tijuca sofrem com abandono e insegurança

Read more: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/pracas-da-tijuca-sofrem-com-abandono-inseguranca-8735220#ixzz3EEjTqISb

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Quem foi Santo Afonso?

Padroeiro da Igreja de mesmo nome, Santo Afonso.

Santo Afonso de Ligório nascido como Afonso Maria de Ligório, foi um bispo católico italiano, formado em direito. É conhecido também como Santo Padroeiro dos Confessores. Foi canonizado pelo Papa Gregório XVI em 1839. E em 1871, foi promovido a Doutor da Igreja, pelo Papa Pio IX (Curiosidade: Foi o primeiro papa da história a ser fotografado). Não perca essa história, e saiba um pouco sobre a paróquia que carrega o nome do famoso beato na Tijuca.

Fachada frontal da Igreja Santo Afonso - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Fachada frontal da Igreja Santo Afonso – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Alfonso Maria de Ligório nasceu 27 de setembro de 1696 em Marianella, no Reino de Nápoles. Com mais sete irmãos, pertencente uma família nobre, fora batizado em 29 de setembro na Igreja Nossa Senhora a Virgem com o nome de “Afonso Maria Antônio João Cosme Damião Miguel Gaspard de’ Liguori”. Aos 16 anos iniciou-se na carreira de direito, apesar da fama, Alfonso Pena destacou ser uma carreira que descreveu como ‘infeliz’, e deixou larga-la, mas não de imediato, só o faria após um fracasso aos 27 anos, ainda como advogado.

Em 1723, ele passou a querer exercer o oratório como noviço em São Felipe de Néri. Apesar dos conflitos que teve com o pai, os dois concordaram que ele seguira o sacerdócio, só que com a premissa de fazê-lo de casa. Dedicou-se a vida inteira pelos pobres, fundando templos noturnos que recolhem os pobres de Nápoles, e os fazia crentes para então trabalharem nos mesmos tempos para ajuda comunitária e em orações.

O total de templos que funcionava até mesmo depois de sua morte em 1 de agosto de 1787, com então 90 anos, eram de 72 templos com 10.000 colaboradores. Recebeu a beatificação na data de 15 de setembro de 1816 pelo Papa Pio VII, e a canonização na data de 26 de maio de 1839 pelo Papa Gregório XVI. A festa litúrgica acontece no mesmo dia e mês de sua morte.  Ele é considerado como padroeiro dos confessores, mas também dos moralistas, da artrite e de Nápoles.

Porta principal da Igreja Santo Afonso - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Porta principal da Igreja Santo Afonso – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

As demais Igrejas que compõem os ensinamentos do sacerdote Alfonso Pena é conhecido pela Congregação dos Missionários Redentoristas criada em 1732. No Brasil a chegada dos ensinamentos foram em abril de 1894 em Juiz de Fora – Minas Gerais que fora obra da Holanda. Depois vieram os da Alemanha, redentoristas da Baviera iniciando o movimento em São Paulo apenas alguns meses depois de MG, e logo mais em Goiás.

Estátua de Santo Alfonso com a placa do centenário da Liga Católica no patio - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Estátua de Henri Belletable com a placa do centenário da Liga Católica no patio (1908-2008) – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

A chegada dos redentoristas no Rio de Janeiro foi em 1903, os tijucanos na época sentia falta de uma Igreja para um bairro já abastado, contra o tamanho minúsculo da Igreja de São Francisco Xavier e também suas reclamações nasciam pelo fato da longa distância.  Passados 7 anos, o terreno escolhido para dar lugar a atual Igreja era exatamente a cerca pela Barão de Mesquita e a Major Ávila, no entanto o terreno era de D. Elisa Cabral (filha de Barão de Mesquita), que resistente, negava em doar o terreno.

Após muita negociação, eles conseguiram comprar parte do terreno por um valor muito alto para os paroquianos. Mas que não condizia com que eles queriam fazer. Com muitas dificuldades surgindo, e sempre com algum empecilho surgindo do nada. Eles recebem a proposta do filho de D. Elisa Cabral, que propôs que eles comprassem apenas a parte que interessava. Quando foram assinar a escritura do terreno, descobriram que D. Elisa não era proprietária, apenas tinha o direito de uso, e que seus herdeiros, os filhos é que eram de fato os donos do local.

Mas os problemas continuaram, uma vez que os herdeiros não queriam tirar a mão do tesouro. Mas os terrenos acabaram indo para leilão, o valor que era de 58 contos (cobrado pela falsa proprietária), foi arrematado pelos redentoristas por 25 contos. O terreno finalmente passou para o nome da congregação. O próximo desafio era desenhar uma planta para montar, e isso exigia que a Roma aprova-se tudo, a demora na compra já lhes tomara muito tempo, o jeito foi copiar a planta já aprovada de Montevidéu, Uruguai.

Interior da Igreja Santo Afonso - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Interior da Igreja Santo Afonso – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta)

Com 45 metros de comprimento, 17 de largura e altura interna de 14 metros. Com três naves e 2 torres na fachada (Rua Major Ávila)  com uma rosácea acima da porta principal, ladeada de duas portas menores combinadas com a escadaria. Em 1907 apos 3 anos de obras, a Igreja foi inaugurada pelo Cardeal Arcoverde (17.01.11850 | 18.04.1930) dá o nome a estação de metrô (julho/1998) , a praça Cardeal Arcoverde recebeu o nome em 1917.

Interno da Igreja Santo Afonso - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Interno da Igreja Santo Afonso – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Fonte: Paróquia Santo Afonso

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Conheça a praça Lamartine Babo

Praça Lamartine Babo - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Lamartine Babo – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Contornado pelas Ruas Barão de Mesquita e Avenida Maracanã, fazendo vizinhança com o posto de gasolina Amor e o primeiro batalhão de polícia do exército, leva o nome do famoso artista e músico MPB (música popular brasileira) criando letras para o samba antigo, nas palavras de João de Barro, o Braguinha, foi a divisão do samba – “Antes e depois de Lamartine Babo”.

Carioca, nascido 10 de janeiro de 1904, morreu fazendo o que não queria em 16 de junho de 1963. Proibido pela política da época (Getúlio Vargas, 1937) de cantar com tons humorísticos e trocadilhos, passou a ter outro ritmo as marchinhas. Apesar de tudo foi homenageado, e ganhou uma praça e busto no bairro nobre do Rio de Janeiro, Tijuca.

Praça Lamartine Babo - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Lamartine Babo – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Lamartine Babo - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Lamartine Babo – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Lamartine Babo - Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

Praça Lamartine Babo – Tijuca (Foto: Rafael Junqueira/ Mundo Pauta)

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