O Sinal – Frequência do Medo

O título é tão chamativo que eu preciso alertar a quem lê. Frequência do medo já dá uma ideia que o medo está em uma frequência randômicamente sintonizada com você, o telespectador. O título original é apenas Sinal e tem um motivo para ser. Então quando for assistir o filme, tenta apagar mentalmente o subtítulo criado por aqui. O SINAL já é bom o suficiente, e com certeza meu texto tem menos Spoilers que ele.

O SINAL trata de um bip oriundo de uma área do deserto americano que chama a atenção de curiosos. E de onde está vindo? Nevada…Area 51. Que original não é? Um sinal vindo da Area 51. Então é uma base que supostamente aloja ets e tecnologias de alienígenas. Este grupo que vai investigar um sinal que parece ser monitorado por um Hacker acaba indo parar em uma casa abandonada, e bem acabada no meio do deserto.

Eles entram e pimba. O governo pega eles. Na verdade ocorre um flash cegante e eles acordam na famigerada base. São interrogados separados. E quem os interroga usando uma roupa de contaminação é Laurence Fishburne. Sempre com perguntas secas e curtas. E nada de dizer o que está acontecendo e onde estão os outros.

O filme vai perdurar nessa por um tempo, para quem lê o título e se depara com quase 40 minutos de 90 minutos sem ter algo para dizer “UAU, valeu meu tempo” eu asseguro para ver o filme todo. É como os filmes de Kubrick, um ‘pouco’ de apresentação nunca é demais. Mas se você acha que estar na área 51 é o maior segredo do filme -o bordão “Sabe de nada, inocente” cabe muito bem aqui.

Ele está também disponível no Netflix.

The Silenced

Terror coreano na década de 40. Mas na medida certa que os coreanos adoram usar o movimento de câmera timelapse para criar aquele movimento bizarro do morto no final do corredor. Há arrepios em filmes coreanos o suficiente.  Dá frio na espinha só de lembrar. The Silenced trata de um internato para jovens e há alguma coisa acontecendo nele.

Uma aluna Joo-ran vai estudar nesta escola que tem regras rígidas e típicas de uma escola tradicional. Mas há algo de estranho quando algumas alunas começaram a trata-la com um certo desprezo. Se o motivo pelo qual elas estão sendo raivosas envolve o desaparecimento de uma aluna nas pendências da escola e sem rastro algum.

Até aqui você relaciona a trama com os pôsteres e pensa. Filme de drama coreano com abusos aplicados nos anos 40 em escolas femininas tradicionais. E você se engana quando começa a notar que o filme tem um prelúdio bem básico de um drama.

A aluna nova não era a substituta preferida? Claro que Joo-ran começa a reparar que entre um vulto aqui e ali, a escola não é exatamente uma escola. A trama ela consegue envolver, porque normalmente filmes orientais ficam dentro de um rito que só eles conhecem. Então nós ficamos a ver navios quando uma menina coreana põe a mão na boca porque a outra proferiu uma profanidade. E você ali no meio sem entender porquê.

Se você sabe o quão é estranho ver uma menina melecada com uma substância amarela debaixo da cama, então você percebe que a escola é mais estranha do que nunca. A diretora que não engana ninguém finge de morta – mas as alunas que somem nos corredores sem deixar vestígios e tem uma relação com a suspeita dos caseiros com o porão da escola. Porque lá existe uma grande relação em como o Wolverine se tornou Wolverine com uma menina que se tornou uma arma X.

Se contar mais não serão 50% de spoilers. Terror e ficção para ser mais exato. Depois conta como é que foi o filme.

Este filme se encontra no catálogo do Netflix.

I am not a serial killer

Cidade pequena, filme feito de maneira rústica, a ideia é demonstrar um lado antiquado do interior. Com foco em relações e nos personagens. E o que acontece quando você entra em contato com um adolescente que trabalha num necrotério, tem pensamentos bizarros e enquanto isso a polícia tenta solucionar uma série de brutais assassinatos?

Quando assisti ao filme pensei estar vendo uma versão normal de Let Me in. Basicamente a versão vampiresca interpretada pela última vez por Chloe Moretz, trazia um cenário dos anos 80 muito bem adaptado a época com poucas locações e uma verdade sinistra e crua de como vive um ser das sombras. Mas o filme I am not a serial Killer consegue com uma simples narrativa trazer um pouco de terror, lembra bastante os anos 80’s e o trash clássico.

Fase difícil da adolescência, e imagine trabalhar no necrotério, onde sua mãe e tia dividem a sala com um morto sendo costurado? Tudo indica que haverá um problema muito sério com John Clever (Max Records) e sua mania de pensar em homicídios. Acompanhado por um terapeuta que mais lembra, pelo menos em certos momentos, o personagem John Keating (Robin Williams) em a Sociedade dos Poetas Mortos. Poético, mas sem a genialidade incentivadora, o terapeuta é um daqueles que são mais confusos que o paciente.

E a ronda dos brutais assassinatos? O que mais parece ser é uma drama que envolve um adolescente com problemas familiares, contra um valentão na escola e com uma mania esquisita de pensar em morte o tempo todo? Mas o título faz menção ao personagem crowley (Christopher Llyod), um senhor de idade com a saúde abalada, boa pinta e carismático.

Até o próprio John faz o bom samaritano, ajudando o casal em tempos difíceis.E aí que vem a relevação, o assassino dos crimes brutais. As pessoas tem os órgãos arrancados do corpo em vida. Semelhança com os assassinatos do torso que baseado em fatos verídicos, mesmo na obra cinematográfica (2006) e na versão de jogo eletrônico de 1999, o ‘modus operandi era de mutilar os membros, lavar cada um e embrulhar em pedaços de jornal. Até um caso desse foi abordado em L.A Noire da Rockstar.

Mas aqui o caso é mais sobrenatural. Envolve a sobrevivência de um ser humano que procura estender seu tempo de vida tirando a de outros. No caso, tirando os seus órgãos e fazendo-os funcionar em um corpo já debilitado. Quem será? Crowley é claro. Mas imagina que essa é a parte menos bizarra. Até que seria um terror de alto nível apenas com a pinta de Dr. Frankestein. Fica para a surpresa geral como é que ele faz isso e o que de fato se trata.

O filme está no catálogo do Netflix com o nome original em inglês.

Análise do Super 8

Super 8: O mistério que faz assustar até os ex-fãs de Lost.

Nostalgia de diretor, e atores, trem, mistérios...aháaaaaaaa. Do que diabos se trata?

Super 8 – Em breve nos cinemas das salas do Pau-Brasil.

Quando vi um trailer do Super 8 foi assim – “Estava na área 51 há 50 anos, e vem um trem, descarrilha e um vagão é focalizado e começa as batidas”. 4 meses depois vi outro trailer, e pensando que iria ver coisa nova, a mesma cena, a mesma emoção [vou morder alguém] e aquela decepção – SUPER 8 aqui ó. Passou meses, e de vez em quando me lembrava deste Super 8.

Então fiquei sabendo que Super 8…é ainda um mistério. É ainda um MISTÉRIO. Quem faz as análises não sabe nada ainda porque não foi divulgado o suficiente para saber, tem uma matéria na GLOBO no Entretenimento que fala sobre os segredos do SUPER 8. Mas não pense que vai ficar sabendo o que é. Os segredos nada mais são que: Quem vai estar no elenco e notas muito ‘relevantes’ da inspiração que J.J Abrams teve para fazer o filme.

Ou seja, fiquei no vácuo, não sei ainda do que se trata. Mas de que existe uma possibilidade de haver um ET, crianças e governo na parada. Mas ao invés de falar isso, o jornalista fica falando – “Nostalgia do diretor, em 1979, Ellie Fanning, 14 anos, filmes super 8, Steven Spielberg, entusiasmo.’ aquela chatice toda e não fala logo do se trata. DROGA.

DROGA VICIA e não é bom, portanto esse enrolation todo foi para dizer que ainda não sei o que é SUPER 8.

FATO:

Dakota Fanning fez Taken em 2002 como Ellie Keys, mesmo nome de sua irmã que contracenou na mesma série como a própria Ellie Keys mais nova, esta dirigida por Steven Spielberg. Atualmente é exibida no canal Sci-fi (92) do serviço N.E.T.

No entanto o outro fato é que Dakota Fanning lembra muito Drew Barrymore.

Ahá. Sou um Sherlock Holmes, Dakota é clone de Drew Barrymore. Nada me escapa.

O que tem de novo que o Show1000 apresenta do Super 8?

Que o filme vai se passar em 1979, que a visão do filme vai se passar em personagens mirins com 12 e 14 anos de idade. Que se trata de um filme cheio de mistérios e ramificações a La Lost, ET, Goonies e Contatos imediatos do terceiro Grau.

E que isso tudo pode significar duas coisas: Que o filme é de ET ou teremos um Lost em versão 8.