O título é tão chamativo que eu preciso alertar a quem lê. Frequência do medo já dá uma ideia que o medo está em uma frequência randômicamente sintonizada com você, o telespectador. O título original é apenas Sinal e tem um motivo para ser. Então quando for assistir o filme, tenta apagar mentalmente o subtítulo criado por aqui. O SINAL já é bom o suficiente, e com certeza meu texto tem menos Spoilers que ele.
O SINAL trata de um bip oriundo de uma área do deserto americano que chama a atenção de curiosos. E de onde está vindo? Nevada…Area 51. Que original não é? Um sinal vindo da Area 51. Então é uma base que supostamente aloja ets e tecnologias de alienígenas. Este grupo que vai investigar um sinal que parece ser monitorado por um Hacker acaba indo parar em uma casa abandonada, e bem acabada no meio do deserto.
Eles entram e pimba. O governo pega eles. Na verdade ocorre um flash cegante e eles acordam na famigerada base. São interrogados separados. E quem os interroga usando uma roupa de contaminação é Laurence Fishburne. Sempre com perguntas secas e curtas. E nada de dizer o que está acontecendo e onde estão os outros.
O filme vai perdurar nessa por um tempo, para quem lê o título e se depara com quase 40 minutos de 90 minutos sem ter algo para dizer “UAU, valeu meu tempo” eu asseguro para ver o filme todo. É como os filmes de Kubrick, um ‘pouco’ de apresentação nunca é demais. Mas se você acha que estar na área 51 é o maior segredo do filme -o bordão “Sabe de nada, inocente” cabe muito bem aqui.
Ele está também disponível no Netflix.

