Magic The Gathering (28) –Sobre a expansão Ikoria.

O set de Deck a expansão (Collection) Ikoria: Lair of Behemoth marcou a transição para cartas do Magic que celebra a novidade de skins. Um tanto presente em Theros Além da Morte. Onde você tinha uma carta e uma outra especial de Skin extra.
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Com Theros representa alguns pontos da constelação, as cartas especiais tinham design característicos da mitologia grega. Como muitos das expansões de MTG, Ixalan (Piratas), Amonkhet (Egito), Kaladesh (Árabes) e etc.
A coleção foi a primeira de 2020 lançada oficialmente em 24 de abril com um total de 274 cartas.  A novidade ficou para os representates da expansão que traz Godzilla, e suas várias formas. Até mesmo alguns designs próximos aos filme de 2014/2019 e as versões do lagartão dos anos 70.
Mothra e outros representantes como o Sharknado, Megatubarão e algumas criaturas do imaginário Trash. Como o nome diz, lar dos Leviatãs, a homenagem consagrou a cada mana, um bestiário incomum. Favorecendo as manas Verde, Azul, Preta e Vermelha. A branca nem tanto. Parece que ela recebeu um pack comum nas expansões que normalmente as demais recebem.
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Não sou contra a branca. E era contrário que ela era meio termo ou quase nula a sua característica. Quando lia ou via algum vídeo fazendo análise de sua cartas. Mas hoje vejo que a carta branca tem alguma vantagem quando estamos falando de ganhar vida. Nisso ela sabe fazer como ninguém. Mas a jogada em MTG é sempre acabar logo com o oponente nos primeiros turnos.
Então o Branco só se daria bem em jogadas típicas da mana Azul. Que é na guerrilha, trincheira, demorada. Mas não é eficiente contra um verde, vermelho ou preta que são mais agressivas.
Até em carta multicolorida sinto que o branco sofre. E só tem alguma vantagem nelas inclusive, por estar combinadas. O lançamento também trouxe outros planos para começo de conversa. Se você antenado por Lore\Canône como eu, deve gostar:
  • Ketria;
  • Raugrin;
  • Indartha;
  • Savai;
  • Zagoth.

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Aqui estão listados todos os artigos, anteriores e posteriores a essa publicação.

Magic The Gathering (1) – Estratégia ou Azar?

Magic The Gathering (2) – Estratégia de Magos

Magic The Gathering (3) – Deck Sorcery x Deck Witcher

Magic The Gathering (4) – Regras e Mecânicas

Magic The Gathering (5) – Mana Azul e seu arquétipo

Magic The Gathering (6) – Engenharia do Deck Control

Magic The Gathering (7) – Simic vs Dimir

Magic The Gathering (8) – Mana Verde e seu arquétipo

Magic The Gathering (9) – Metagame

Magic The Gathering (10) – Por onde começar?

Magic The Gathering (11) – Características do Deck Control

Magic The Gathering (12) – Cartas Mágicas, Criaturas, Artefatos e Encantamentos

Magic The Gathering (13) – Deck Base e Deck Suporte

Magic The Gathering (14) – Deck Ramp

Magic The Gathering (15) – Deck Trick

Magic The Gathering (16) – Deck Ramp

Magic The Gathering (17) – Onde encontrar info sobre Magic?

Magic The Gathering (18) – Como montar Decks com 2 ou mais cores?

Magic The Gathering (19) – Como montar um Deck Control efetivo?

Magic The Gathering (20) – Tribos

Magic The Gathering (21) – Táticas de Deck Building

Magic The Gathering (22) – Considerações

Magic The Gathering (23) – Resposta:É estratégia ou jogo de azar?

Magic The Gathering (24) – O que esperar de Ikoria?

Magic The Gathering (25) – A rotação do formatos estraga o Metagame?

Magic The Gathering (26) – A importância do Metagame

Magic The Gathering (27) –Estratégia Alinhada com Deck Top

Magic The Gathering (28) –Sobre a expansão Ikoria.

Magic The Gathering (29) –Perfil de Jace Beleren

Magic The Gathering (30) – Estratégia Deck Azul

Magic The Gathering (31) – Set Deck Azorius Control

Magic The Gathering (32) – Importância da leitura do Set Deck

Magic The Gathering (33) – Set Deck Ul4mog

Magic the Gathering (34) – Signature Spellbook Chandra

Magic the Gathering (35) – Arquitetando um set Deck

Magic the Gathering (36) – MTG Arena é bom?

Magic the Gathering (37) – Estratégia da carta Jace, Estrategista Arcano

Magic the Gathering (38) – Avaliando a curva de mana

Magic The Gathering (21) – Táticas de Deck Building

Deck Building – MTG

Cerca de 80% do jogo de Magic, é criar o Deck. As estratégias de jogo sempre seguem algumas regras de campo. Uma delas, é seguir a tendência do Metagame. Não há como fugir muito. O Meta não define apenas o padrão de cores e as estratégias, ela define também, a estrutura do Deck. E assim vamos discutir sobre as proporções conhecidas como 10/60, 20/60 e 40/60.

Por padrão, todos sabem que as cores possuem estratégias específicas conforme sua natureza, são elas:

  • Verde – Mildrange (RAMP);
  • Vermelha – Aggro;
  • Azul – Control;
  • Preta – Control Aggro;
  • Branca – Mildrange Aggro.

Ao padrão, temos 3 cores que possuem dose maior daquela estratégia, neste casos, as cores líderes são:

  • Verde;
  • Azul;
  • Vermelha.

E as cores que combinam estratégias, são:

  • Preta;
  • Branca.

Por regra básica, temos como combinar cada cor, seguindo um esquema de construção. Não adianta forçar mana trabalhar com artefato, se ela não possui cartas adequadas. Todo duelo de mago exige ataque rápido e controle do tempo. Se demorar muito com carta que precisam percorrer um caminho, você já terá perdido a partida.

Em cima desse contexto podemos definir algumas formas de visualizar as estruturas do Deck, que vão impor força e controle da variância, ou seja, limitação do que é probabilidade e o que é chance. Se colocarmos uma carta com frequência máxima (4, no modo Standart e Modern), teremos mais chances de tira-la. Dentro de 60 cartas, teremos mais chances de combinar combos que possuem mais potência de ganhar, acontecer mais vezes.

Normalmente você já deve ter duelado com alguém que tem a famosa “God Hand”. Esse Deck aplica o método de restrição que a probabilidade nos coloque na pindaíba. A pessoa não terá mais chance de tirar uma carta, vai é precisar, mais chance de tirar combos. Quando você pensa em combar com um tipo de carta, tem sempre o risco de nunca tirar as cartas específicas para o fazê-lo.

Portanto é preciso pensar da seguinte forma:

  • Se a carta não achar seu par para combar, ela tem que fazer um efeito secundário e ser independente;
  • Cada carta precisa aplicar o princípio de: Se não caçar com cão, caça com gato;;
  • Tome como base a frequência da carta;
  • Estruture o deck conforme o metagame;
  • A base da estrutura deve ser na maioria dos casos 40/60¹.

O que é 40/60¹?

Basicamente todos os jogadores antes de partirem para formatos preferidos, passa pelo formato padrão que é de 60 cartas. Então podemos considerar toda fração de cartas, aquela probabilidade de tirar aquela carta. Se você escolhe 1 criatura que tem 4 cartas iguais no deck, terá uma proporção de 4/60.

Essa proporção é o número de criaturas que seu deck possui. Isso significa que 40 criaturas para 20 terrenos. O uso de mágicas e habilidade de criatura podem na maioria das vezes substituir os instant, sorcery e enchatment. E abrir espaço no Deck para colocar o que mais importa.

Criaturas da mana azul tem a propriedade de virar as permanentes do oponente quando chega no campo de batalha. De comprar card, de exilar cards do grimório. A principal vantagem é de ter uma criatura que possui poder de dano (E bloqueio de ataque) e ter mágicas para conjurar.

Parece arriscado investir em apenas criaturas? Na verdade, você investe em criaturas e mágicas ao mesmo tempo. No lugar de colocar 20/60. Onde são 20 criaturas, 20 mágicas e 20 terrenos. Você tem uma proporção de 20/60 para tirar criaturas ou mágicas. Destas, mesmo com uma frequência acima de 3 cartas, ainda pode ser uma desvantagem. Mas se você possui 40/60, e são criaturas, são suas chances de tirar mais vezes o que importa.

Outra forma de contrabalancear é diminuir para 33/60, assim podemos colocar 27 terrenos. Criando uma proporcionalidade de quase 1 terreno para criatura. Considerando terreno básico, e não fetch lands.