Pílula de Marketing (91) – Nunca pare de aprender.

APRENDA A APRENDER.

No final deste artigo, conheça o nosso curso. Mas para efeitos de como eu sempre me comprometo, este artigo não é para patrocinar o curso da Junqueira Consultoria, é um artigo de informação direta e com o propósito de transmitir experiências. Se você quiser se matricular, que não seja por imposição e sim por uma escolha, até porque este é o objetivo deste artigo. Vamos lá.

Aprendizado não é uma particularidade que em está no ensino fundamental e médio (regular), disponível a cursos livres, técnicos e de ensino superior (formal). Não é algo do começo de nossa juventude, não é apenas algo que nos prepara para o mercado. Mas sim para estabelecer uma linha de saúde mental e de padrão de vida. Quando o nosso cérebro, que é muitos comparados a um músculo que se exercita, para de ser ‘provocado’, ele para de reagir.

É como um computador que não recebe mais estímulos de processos. Nem de um processador que não mais processa ou ativa a memória para exibir algo na tela. Se você deixar uma aparelho desligado por muito tempo, ele não funciona. Porque suas partes se oxidam, ou circuitos fundem, ou mesmo estragam por deterioração diversas. Se deixar uma pilha no aparelho ela oxida, destrói a pilha e ás vezes perde o aparelho.

Quando não treinamos os músculos, ficamos despreparados a levantar pesos. Se não treinamos as pernas e o fôlego, temos dificuldade inclusive de subir as escadas. E tudo isso cria um impedimento e rebaixa nossa qualidade de vida. E aqui é o importante para o artigo, porque estamos falando de uma longa caminhada (e ao citar a pirâmide de necessidades de Andrew Maslow), queremos realizar alguma coisa em nosso nome.

Não necessariamente legado ou ser famoso. Queremos não precisar apenas trabalhar para os outros para ganhar o nosso. Queremos ao ganhar o nosso realizar algo para a gente. Senão a vida se torna apenas um túnel de sobrevivência e subsistência. Não realizamos nada, e vivemos a comer pelo ganho diário. E isso pode ser o suficiente para alguns. E não é errado pensar assim. Mas o problema é que não nos afeta apenas no campo da autorrealização e sim na qualidade de vida.

Quando somos jovens, estamos repletos de energia. Tanto emocionalmente como fisicamente, aguentamos mais. Mesmo aqueles mais sensíveis, quando jovens, se aguenta mais. Quanto mais o tempo passa, nosso maquinário (corpo, alma e mente) começam a dar sinais desgaste. Começa a não produzir certos hormônios, começa a não se renovar com mais frequência e rapidez. E começa a dar sinais de que não vai fazer uma maratona porque quer, mas precisa treinar para garantir o básico, que é andar.

Mesmo que faça uma academia, o corpo vai continuar jovem. E a mente? E a nossa cabeça? Ela precisa do mesmo estímulo. Vou contar para vocês minha rotina, e daí quero, que talvez vocês possam se provocar para dar uma qualidade maior, não apenas ao seu dia-a-dia profissional. Que vai dar um salto sim. Que vai garantir lá quando tiver com os seus 70 e 80 anos, uma vida mais atrativa. Não digo nem aposentado, aqueles que quiserem continuar trabalhando com o mesmo pique.

MINHA ROTINA.

Num período de 3 anos para cá, e quero ressaltar que não a partir dele, mas a cada 3 anos, eu faço uma renovação do que quero aprender e chamo isso de didática móvel. São coisas novas que eu coloco em foco para serem trabalhadas, algumas para ganhar tempo e outras para serem fluentes. E durante todos os dias eu mantenho uma performance em aprender disciplinas que possam garantir novos conhecimentos.

Minha motivação é que novos conhecimentos abrem novas perspectivas. E não apenas por suposição, porque eu acho. Na realidade são comprovações, eu já fiz e já tive retorno. Então mantenho esse hábito até hoje. Muito do que trago aqui, são de experiências e novos aprendizados. E quando eu falo isso, não estou apenas me referindo a experiência de um projeto de um cliente. Não, isso é o mais comum. Estou falando de projetos pessoais que viram artifícios profissionais.

Há quase 11 anos eu me dedico a arte, desenho (ilustração), pintura, piano. Também abro novos ares, não fico na mesma rotina (Até porque eu possuo um incômodo em manter). A rotina é importante, mas a persistência em algo que já criou mofo é que dá o problema. Mofo neste caso é aquilo que não mais resulta em nada e causa transtornos a pessoa (não é dificuldade em aprender, isso faz parte do processo) é a dificuldade de implementar aquilo no dia-a-dia.

Recentemente tenho tido resultados muito bons com ilustração de arquitetura surrealista, futurista, gêneros do punk (Steampunk, Dieselpunk e etc), de apresentação de conteúdo de entretenimento, de frequência em eventos de animes, cosplays. Porque são chances de nos fazer as oportunidades de novas situações. Não é apenas ir em um evento, é fazer coisas diferentes ao ir nestes eventos.

Conhecer pessoas novas, tentar coisas novas e aprender sobre o que tentou e o que isso nos proporciona. Não parece que nada vai ter de diferente. Mas a sensação de que algo mudou, é significativo, porque sentimos que vemos o mesmo de ontem, diferente hoje. Uma nova perspectiva para algo familiar. Passa a nos dar uma novas roupagem.

No período de 3 anos eu investi tempo em estudar pelo menos 3 idiomas. Japonês que fiquei 6-7 meses em um regime de autodidatismo (é importante porque vou falar sobre isso), Alemão e atualmente Espanhol. Também investi meu tempo em aprender piano, Xadrez e Pôquer. E antes do pôquer, Magic.

Entende que eu fiz uma espécie de crossfit mental? Isso permite que minha mente se mantenha afiada. Quando você aprende coisa nova, dizem que isso abre nossa inteligência, nossa percepção. Não sei se há uma teoria científica que diga dessa forma, como abertura. E como criação de um novo neurônio ou novas ligações. Mas por efeito prático, nós temos sim uma sensação de que um beco que era sem saída, agora é uma rua totalmente aberta, com várias outras ramificações ou o que achamos bem em ramificar.

Hoje eu mantenho um regime desta seguinte forma:

  • Trabalho ou Projetos profissionais para clientes;
  • Estudo Espanhol, jogo Xadrez e treino piano (diário);
  • Ilustro um tema (desenho), desenho tradicional;
  • Faço algum projeto rápido no Blender (Design 3d digital);
  • Crio conteúdo diário para os meus canais (Profissional e de Entretenimento).

ENTENDENDO COMO AUTODIDATISMO AJUDA.

E o importante é que eu faço isso com a abordagem autodidata. Por que é importante? Autodidatismo não é pegar um material e acompanhar o professor a distância, como muita gente confunde. Autodidatismo é um próprio (auto) uso da didática (didatismo), ou seja você faz uso da sua própria didática, você é seu professor, não existe outro. E sim, tem haver com a criação de métodos de aprendizado e/ou aplicação a adaptação dos que já existem para você.

Muitos associam fazer cursos livres a distância como autodidatismo, isso não é autodidatismo. Você está aprendendo com alguém a distância. Você está sendo ensinado (importante) com uma certa doutrina. Essa doutrina é o que se resulta da didática. Eu, Rafael, tenho uma doutrina de ensino. Eu ensino com o conceito de autorreflexão, faço o aluno aprender com retroalimentação. Ele aprende e aprende.

Mas o Manuel não ensina assim, nem a Fernanda, e o Marcos é muito diferente. Essa doutrina ela é um conceito pessoal de algo, sobre algo. Quando você estimula aprender através do que você acredita e como aprende, estamos falando de autodidatismo. E isso nos fornece um esforço, uma ideia de esforço. Você, sozinho, conseguiu atingir os resultados, com o seu próprio método e doutrina. Sua forma de pensar e aprender.

EXEMPLOS DA APLICAÇÃO NA PRÁTICA.

Quando falo assim, quero lhe dizer, que você não está apenas aprendendo uma lição. Você está entendendo a filosofia toda. E isso exige um esforço. Vamos colocar isso em exemplos, assim vocês irão compreender, porque quis enaltecer esse ponto de autodidatismo e sua escala de aprender.

Quando você se prontifica a aprender Japonês, e vai para um curso, o professor vai lhe dar de bandeja tudo o que você precisa saber. Eu fiz uma provocação de propósito. Dar de bandeja é uma escolha nossa. Ninguém está sendo taxado aqui, nem eu estou e nem você deveria. Mas é um fato. O professor mastiga partes de um conteúdo que você deveria ter que se esforçar por natureza.

Quando aprendemos nossa língua, temos que aprender do zero. O alfabeto, as formações, a gramática. Temos que compreender mesmo. Senão não ficamos nativos no idioma. O japonês ele aprende tendo que superar as barreiras que quando nós temos um aprendizado do idioma deles, não passamos. O professor te fala que formações, como fazer e te explica o que isso significa.

Se você desbrava sozinho, você não possui as formações e nem como fazer. Você tem que descobrir antes uma base de como o idioma funciona. Assim você vai revisitar o seu próprio estudo, no nosso caso, do português. As grafias, fonemas, pronúncias e etc. Assim por você, vai chegar nas formações, como fazer e achar a explicação por seus próprios pés. Demora? Muito mais do que ir em um curso. Quanto anos nós levamos para aprender o nosso idioma sem uma referência (sendo o nosso primeiro idioma)?

E esse esforço é equivalente a subir supino de 1 kg do que fazer isso com ajuda de um trainee com 15 kg direto. Você precisa sentir o esforço, sentir que está mais pesado e se preparar para levantar. Se algo te ajuda a levantar, você está perdendo esforço. Seus músculos não irão trabalhar o que é suficiente para ter força necessária. Isso se soma. Você interpreta, eu consegui levantar 15 kg na primeira semana (mas exclui que o trainee te ajudou a levantar), ou seja, você não levantou. Não sozinho. Não sem progresso. Sem evidência visível de que você seria capaz de levantar.

Então você vai exagerar. Porque você não conhece o seu progresso. Você foi no automatismo. Porque o professor te disse. Você não aprendeu porque você percebeu. Mas foi porque o professor te disse. A palavra dele foi final. Você não refletiu. Não estou dizendo que você não deva não fazer curso. Mas deve ir para ele já preparado para não absorver o que está pronto. Mas ir no bruto e lapidar. Se um professor te diz que a entrada no Xadrez do tipo X-Y é a melhor, você tem que entender porquê. Não aceitar porque ele disse. Você vai estudar os primórdios do xadrez para compreender porque aquela entrada é tão eficiente.

O famoso copia e cola é comum. Mas a pessoa sente que fez uma jogada de mestre ao fazer essa tal entrada X-Y. Mas não consegue, já repararam, tirar da cartola outros números por si? Deveria, aliás o movimento que ela usou para definir talvez uma grande vitória, foi construída com uma base de raciocínio, muitas vezes (no caso do Xadrez) em teorias matemáticas. Se ela não compreendeu como o movimento X-Y funciona, só fez o famoso copia e cola, é natural entender que ela não vá inventar métodos novos.

Ou descobrir que não é tão eficiente. Isso vale como um exercício de apuração (ou depuração) se quiser filtrar o máximo. Nada é tão 100%, nem 0%. Tudo tem uma média. Então aceitar um aprendizado é o mesmo que fazer um tracing no desenho (copiar por cima). Você não está fazendo nada. Se continuar, só vai embotar. Vai parecer que é o seu desenho, que você é muito bom. Mas não é. Você se engana.

APRENDER CERTO.

Quis trazer essas notas anteriores, porque aprender não significa sempre aprender. Você precisa ter um conceito básico do que quer e como você pretende fazer isso. Para dar um início aos seus estudos propriamente dito. Por exemplo, todos querem saber desenhar, e naturalmente, todo mundo começa por personagem (o nível mais hard da ilustração) e pula senão abomina estudos de base como Luz e sombra, perspectiva, tonalidade palheta. E aqui vem a minha chamada.

Se você não tem essa base, fazer um rosto com o método Loomis, não vai resultar em nada. Você só está tentando copiar o que já existe. O método usa geometria. E se você não sabe fazer um estudo de luz que refrata, que reflete, que cria breu, ou gera volumétrica, como você pensa em criar uma face humana? Em um ângulo diferente? Como pensa em fazer um personagem?

Provavelmente todo mundo passa pelo copia e cola, pelo tracing, pela xerox. Mas isso é uma etapa plausível. A gente aprende por associação. Mas nem tudo. Só o que é simples mesmo. Nós conseguimos fazer por associação ao observar. Você nota que uma pessoa coloca um cartão na abertura pra acessar a catraca. É um movimento simples. Tudo o que você precisa está na observação, não tem segredos de bastidores.

Agora fazer um olho, não basta riscar um círculo e ir colocando os elementos sem pensar que o olho é basicamente um círculo perfeito, com outro dentro e com uma simetria regular no rosto. Quer dizer, sabemos que o nosso rosto é assimétrico, porém não é significativo. E sabemos que o nosso rosto é uma figura geométrica seguindo padrões de reta. Se você faz a mão livre pelo resultado que você observou, provavelmente vai ficar muito esquisito o seu desenho.

E depois de 6 meses, a cabeça do seu personagem vai parecer uma massa disforme. Você não sabe desenhar. Porque não sabe os fundamentos. Não tem eles. E provavelmente você não tem, porque está seguindo alguém que desenha já em um nível X de evolução. Você está no nível básico e e ele(a) está no nível HARD. Ali tem um monte de técnica envolvida. Tem experiência, tem esboço, tem erros e acertos, que você ainda nem fez.

E muito desses detalhes nos passa desapercebidos, porque estamos orientados a uma linha dura de aprendizado. E o aprendizado opera em duas etapas (para simplificar) e deixo claro que você leitor(a) vá em busca de como isso pode lhe favorecer (não apenas copie e cole) o que está escrito neste artigo. Eu sei que dá cansaço, queremos tudo fácil, mas isso terá um preço lá no futuro (E ele está ali na porta) não vai demorar muito para chegar.

As duas etapas são: Você precisa se preparar para aprender. Precisa criar mecanismos (gatilhos) que ao se deparar com um tópico você não vai ficar só no que o professor disse. Ele faz uma coisa, mas você precisa extrapolar. Isso faz parte do ensino. Um ensino que só se baseia em professor fala e aluno aceita. Você está perdendo o seu tempo. Você só aprendeu o que foi afirmado. Você precisa testar. Vá experimentar que o que foi falado é.

E extrapole. Um garfo pode ser usado para além de comer, para uma escultura. Para um alircece. Ou até derretido para virar outra coisa. É assim que a gente pensa em funções para algo que originalmente foi pensado para exercer função tal e agora pode gerar outros resultados. E isso nos proporcional além do básico, o ampliado. Este ampliado, este resultado ampliado é o que nos confere qualidade de vida e crescimento (pessoal e profissional).

A segunda etapa é organizar e contratar (serviços, aulas, cursos, oficinas e etc) para criar uma frequência de aprendizado. Ao unir as duas etapas você estará preparado para aprender de fato. Não é apenas “FALAM E VOCÊ ACEITA”. Será “FALAM e VOCÊ QUESTIONA”. E assim seus resultados serão obviamente mais excedentes.

CONCLUSÃO.

Aprender como aprender normalmente é o mais básico do próprio ensino. Nós estamos associativos ao aprender sempre ao copia e ao cola. E isso nos influencia a pensar, falsamente, que sabemos alguma coisa. Fiz algumas comparações no texto para que vocês compreendam esse falso ensino. Quando você faz um tracing em desenho e pensa que está desenhando, e na realidade só está preenchendo contornos e aprendendo errado.

Ou o pianista, tecladista que toca olhando as notas em seu formato DÓ, RÉ, mas não lê uma partitura, não consegue extrair a harmonia ou mesmo não sabia nada de teoria musical. É apenas um pressionador de teclas. Será incapaz de fazer arranjos, improvisos e composições.

O jogador de xadrez que copia táticas de Bobby Fischer fica preso a linha de raciocínio deste jogador, mas não cria a própria. Não entende porque esse movimento é bom aqui e não ali. Apenas faz. Esse será o jogador que nunca vencerá um GM (Grand Master) ou campeão de Xadrez, e sempre será o que ganha de novos jogadores. Mas nunca vai evoluir para o próximo estado.

Nós aprendemos errado no ensino regular. Nós aprendemos a decorar. A memorizar. Não entender. Eu nunca questionei meus professores sobre a autenticidade da informação, ou porquê aquilo era o que era. Ou se era, porque era. Nunca. Decorei para tirar nota na prova. Então nós aprendemos errado a aprender. Só vemos isso, por dois motivos: Se você teve problema de aprendizado (e teve que superar o comum) ou se ir ao dia-a-dia do trabalho notou obviedades e se julgou “não gênio” e depois descobriu que isso era o básico.

Aprender não é apenas ouvir e está tudo bem. Aprender envolve análise. Envolve dedicar-se a entender porque algo é algo. Não é apenas aceitar que a terra é um planeta. Mas o que seria um planeta e não um satélite? E porque chegamos nesta conclusão? Por que deveríamos chegar nesta conclusão? O que isso muda? O que mudou? O que não mudou? Essa linha de interpretação é comumente e classificada erroneamente como a ‘filosofia de bar’.

Filosofar. Que é outro equívoco. Para muitos filosofar é a ladainha do louco falando com as paredes. Quando na realidade ela tem sentido no aprendizado. Por que Python é eficiente em ciência da dados e C++ não? Não aceite porque alguém disse. Vá apurar. Por quê ir no inverno é melhor que no verão? Não aceite, vá pesquisar porquê. Não considere apenas uma palavra final, ache outras opiniões e forme a sua. E isso vale para esse artigo. E isso se conclua ao seguinte, somos partes que temos algumas verdades que unidas em um quebra-cabeça formam uma informação, não existe centro absoluto de verdades. E até a próxima.

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Pílula de Marketing (90) – O público está saindo das Redes Sociais?

BREVE HISTÓRICO.

Poderia ser uma notícia estranha que o esvaziamento das Redes Sociais seja uma realidade até a metade do ano de 2024 – clique aqui para ler algo sobre. O resumo do artigo cita que “O uso da IA e a Fake News” foram os catalisadores desse êxodo. Mas alguns outros fatores catalisaram esse movimento, neste outro artigo menciona que 71% dos brasileiros entrevistados consideram as Redes Sociais prejudiciais. Vamos compreender como as ‘empresas’ ignoram o termo REDES SOCIAIS.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

Em 2007, ou pelo menos até esse ano, a internet era apenas para se ter um site. Nada mais. As redes sociais, tímidas, eram concentradas em grupos, fóruns, Orkut e Facebook, que ali estavam em seus 3 anos de idade. Na pré-história da internet, os grupos e salas de bate papos eram vistas como um mundo alternativo para as pessoas. Sem anúncios, sem conteúdos de empresas, sem nada daquele material gosmento do mundo dos negócios.

Um refúgio. Ainda que pudesse haver fakes news (as pulhas, hoaxes) e mesmo algum ou outro tentando usar os canais para vender. Era tão pequeno a proporção, que comparado era o mesmo que estar na rua conversando com os amigos e de vez em quando aparecer um vendedor de pipoca. E o restante era uma diversão e relaxamento. Tinha algumas confusões. Mas nada que fosse sério.

Quando as empresas entraram nas Redes Sociais, elas se tornaram Redes Comerciais. Plataformas destinadas a vendas. Menos favoráveis aos ambientes de um shopping da vida real. Lá pelo menos podemos desfrutar de uma caminhada. Sem ser abordado por um vendedor que nos ‘intercepta’. E muitos fazem isso (errando). Diferente dos shoppings, as redes sociais (comerciais) se tornaram uma concentração de Pay to win.

CONCEITO DE PAY TO WIN.

Quem pagar mais leva mais. Mas se você só quer passear no parque? Quem paga mais, desfruta do parque e sozinho. Você que não pagou é expulso. O cliente acaba expulso nas redes sociais. Elas se tornam frustrantes. Agora ali o local de refúgio, também é um bate volta contrastando com a realidade. A pessoa que é pressionada no trabalho é pressionada nas redes sociais também. Quem nunca pegou a época de ouro sem empresas na internet, nem sabe o paraíso que era (não era perfeito), mas era possível se comunicar, relaxar e até estudar.

Também era possível crescer. Era possível lançar o seu próprio negócio. Porque você não competia com gigantes. Nem tinha que pagar para ter visibilidade. Quem lembra que Facebook só te dá 3% de visibilidade. É preciso pagar para ter o que era normal. E acredite que é mais fácil você ganhar adeptos saindo da internet do que estando nela, hoje em dia. Se você distribuir cartões de visita na rua terá mais chamadas do que fazer isso usando das Redes Sociais.

No passado ter a força da internet nos permitia ir em todos os lugares do mundo. Hoje, é dominado pelo conceito comercial. E até aqui podemos dizer, que isso estragou tudo. Porque a fome pelo dinheiro costuma historicamente estragar a qualidade do produto. E vamos a algumas lições para esse momento, porque não existe só Marketing Digital. Também tem o velho e sempre presente Marketing para lidar com o ‘velho’ tradicional.

PÚBLICO FORA DAS REDES SOCIAIS.

Onde ele está? O público está saindo aos poucos das redes sociais. Sua empresa consegue vender para fora? Consegue investir em uma linha de produção que sobreviva a era pós redes sociais? Provavelmente o que deve sobreviver são os e-commerces. Porque o objetivo é comprar, é mais barato, mais cômodo e diversificado em estoque. Você consegue entregar? Tem delivery? Possível que contratações para fazer websites com e-commerce embutido deva crescer. Quase que voltando as raízes.

As plataformas comerciais ou redes sociais (comerciais) deve ir aos poucos acabando. Algumas já estão em seus estados terminais, só não fecharam as portas. Mas outras tem investido em um conteúdos em especial ‘vídeos’. Então o conteúdo em formato de vídeos será um ganha pão, uma base de crescimento. Para isso devemos ser seletivos que plataforma é melhor para distribuir os vídeos.

ONDE ESTÃO AS PESSOAS?

Recente tempo fiquei um pouco surpreendido quando em um evento de Anime e Cosplay, tinham mais pessoas se falando (conversando entre si) e e diversas idades do que nos últimos 15 anos de Redes Sociais. Elas estão presentes em eventos. E ficariam maravilhados, quantos eventos há por ano e por bairro. Elas estão voltando aos tópicos passados. Como éramos? Bate a nostalgia que talvez, estejamos revivendo o fim da era das Redes Sociais na Internet para uma separação de uso da internet como canal de vendas (que de fato é usado assim mesmo) e para a criação da comunicação através de mensageiros (Whatsapp, Telegram e E-mail).

O TARDIO USO DA INTERNET PARA O TRABALHO.

Home Office só foi usado em larga escala devido a pandemia. Não há um estudo sério por parte das empresas para usa-lo como uma ferramenta. Nem mesmo as escolas (em sua maioria) investem em ensinar as funcionalidades da internet para o futuro. O que temos é – “Entra e testa”. Então a internet não é uma ferramenta clara em seus objetivos. Nãos sabemos usa-la na escola, na educação, no trabalho e nem na vida social.

Como de costume o que mais era usado para o trabalho, era apenas para criar um site representativo das empresas. Onde neste site sem uma comunicação direta, mas indireta, informava eventos, notícias e opções. É como preparar uma loja, ir embora, deixar o cliente escolher o produto, pagar pelo produto, voltar na loja mais tarde sem a presença do cliente, e fecha-la.

Com as redes sociais isso se tornou ‘obsessivo’. A cada curtida, compartilhamento e comentário. E uma bola de leve. Não se tornou prazeroso, normal e confortável. Mesmo com tanta acessibilidade. Temos muito menos acessibilidade. Pelo cliente (Que não encontra canais), parece uma transferência de problemas da vida real para o digital e para o pequeno produtor, que quer ganhar dinheiro, mas precisa competir com 4 bilhões de empresas (senão mais). Que chances ele possui?

O DIGITAL NÃO DEVERIA SER APENAS O ÚNICO USO.

Eu sempre diz isso para os meus alunos e clientes. Nunca, isole. Nunca use apenas um meio. Se este meio falhar, você cai. É o mesmo dos jogos de aposta. Quando você coloca tudo na mesma cesta, provavelmente você terá mais chances. Mas também será provável que perca tudo caso algo dê errado. Há comércios que só tem Whatsapp. E quando dá queda de serviço, é o tempo fora do ar multiplicado pelo prejuízo.

Se a internet acabar hoje? Você é capaz de continuar lucrando com o mesmo nível que estava ontem? Seus serviços podem ser executados fora da internet? Você que faz websites? É capaz de vender um produto fora da internet? Seu curso funciona presencialmente? Você pode executar uma ação sem uso da rede? Se alguma resposta acima estiver assinalada com um não, preciso lhe dizer uma coisa, estude MARKETING agora.

REDES SOCIAIS, INTERNET E MUNDO REAL.

Há mais de 20 anos, observo que o ser humano tem a naturalidade de se acomodar. Claro, não apenas em 20 anos, o estudo da história nos ensina que isso sempre aconteceu. Mas quando havia um movimento repentino de mudança, os que eram mais adeptos, hábeis e estratégicos, sabiam trocar o barro pelo metal, o céu pela terra e a água pelas montanhas. Sem dramas ou sofrimentos. Agora quem não estava esperando, nem olhava a hora e tampouco o tempo que fazia, eram os que perdiam toda a fortuna, se desesperavam.

Nos tempos passados eram os que se concentravam em ser o melhor em uma coisa. É bom focar. Mas é bom entender que historicamente, sempre houve mudanças. Então as Redes Sociais não seriam para sempre. Nem a internet, nem a tecnologia que conhecemos. Até um certo tempo atrás, nos locomovíamos com diligências, com cavalos, com carroças, a pé, em canoas sem motor, em barcos a vapor.

E isso moveu a indústria, isso tirou e deu. Então temos que pensar que sempre houve essas mudanças. E sempre presente esteve um carinha conhecido, um tal chamado de Marketing. Que avaliava os tempos, previa o que ia acontecer e tomava as medidas certas. Vou lhes dizer o que ando fazendo para dar uma ilustrada.

SOLUÇÃO PARA DOIS MUNDOS.

Há algum tempo tenho investido em aprender Espanhol, mas também em trabalho manual (como desenhar e pintar) em madeira, plástico e até mesmo fazendo desenhos de arquitetura na mão. Sem uso da tecnologia, sem o uso do digital. Podem até me ver como um tecnofóbico. Mas eu estaria mais para um precavido. Alguém que pensa em momentos futuros do que apenas no presente que não parece mudar para alguns.

Também estou envolvido em aprender linguagem de sinais. E o meu curso funciona presencialmente. Se por acaso a internet e as redes sociais se tornariam inviáveis. Eu vou continuar ganhando dinheiro. O próprio trabalho de papelaria também é viável. Pode ser que por um lado sim ou não. Mas ainda sim, seria capaz de fazer um cartão de visita usando um lápis H e B, sem o uso da impressora.

Não é para tanto. Mas esses baques costumam ‘impedir’ o fluxo do lucro. E quem precisa parar para pensar no ponto de onde partir, costuma ficar atrás e normalmente para recuperar, sofre com o ‘lag’ econômico. Porque se a internet e as redes sociais sofressem um baque mundial, ela moveria a economia para baixo, países sofreriam recessão e provavelmente você não teria grana para fazer um curso ou uma capacitação de imediato para executar uma tarefa concreta.

Por isso que a gente faz um plano, vê o que precisa fazer, investe, levanta e providencia. Para quando precisar, só precisamos olhar ao redor, observar a oportunidade e mãos a obra. O Marketing ele opera em todos os momentos sempre pensando neste conceito de “lucro”. E para isso, pensamos com ajuda dele, com os recursos que mais vão nos proporcionar os resultados que queremos.

CONCLUSÃO.

A parte de muitos dos tópicos, que podem parecer exagerado, um apocalipse de apagão da internet e nem digo como um evento possível. Mas que a mudança do comportamento do consumidor nos evidencia diariamente pensar em alternativas para atingir os objetivos que queremos atingir. Então se acomodar em um ‘canal’ é menos recomendável. E daí que faz uma diferença por exemplo, quando alguém diz que não precisa fazer faculdade (porque o material está na internet), imagina se não ter internet a torna “inviável” ao mercado que exige tal conhecimento, e ela não faz porque não quis?

Talvez muitos estejam ‘acomodados’ demais. E isso não os permita enxergar que nada é para sempre. A internet é incrível. Mas podem acontecer diversos fatores que podem deixa-la inutilizada. Quem poderia prever o que o Covid-19 fez nos três meses iniciais da pandemia e isolamento? Lembram do prejuízo? Quantas lojas fecharam? Quanto problema surgiu? Quem poderia prever? A maioria que não tinha um branding forte na internet, sumiu. A maioria com diversos problemas pré-existentes, ao levar um baque dessa mudança, somou e capotou.

Pensa que se você mantém um plano B você não tem o que temer. Ao exemplo que dei, além disso, sou pianista e pintor de quadros com mais de 100 no repertório. E outros a caminho. Sei desenhar muito bem. E isso daria um grande ganha pão, enquanto muitos se veriam perdidos no meio da multidão. Por isso, pense no Plano de Marketing, no chamado – “Plano B – E se não der o que eu faço?”.

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Pílula de Marketing (89) – 0s 5 Mitos sobre liderança que você deveria conhecer

Liderança é um ‘produto’ comercializado por gurus há mais de 20 anos, mas que tem um conceito menos ‘transacional’ no dia-a-dia e muito menos glamouroso como ofertado. Quando crio essa polêmica de “Comercializado por gurus” quero ressaltar que muitos vendem a liderança como sendo algo prazeroso, luxuoso e fácil. E a realidade é bem diferente dessa vida de líder que todos adoram oferecer. Vamos aos 5 mitos! No final do artigo – NOSSO CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

LÍDER NÃO É CHEFE.

É um mito. Chefe é, só não é o turrão chefe das antigas. Bem talvez seja turrão, mas não é mão mole e tampouco braço frouxo. O líder e o chefe continuam dando ordens, você continua sendo subalterno dele e isso nunca mudou na hierarquia empresarial. Talvez o fato novo é que agora estão dando nomes bonitos para aquele supervisor e chefe que vai ficar na sua cola procurando resultados.

Líder é um chefe, todo chefe teria que ser um líder. Ser líder não é uma tarefa fácil. Líder não significa mimos ou babá. Muita empresa confunde isso. E geralmente pagam um preço alto depois. Líder é um conceito comercial e industrial para aumentar a produção, nisso, destaca-se o uso do relacionamento interpessoal. O incentivo, a valorização, o destaque, a recepção do funcionário novo, o exemplo. Mas tudo isso tem um único objetivo, dentro de empresas, de você gerar mais lucro.

LIDERANÇA É TREINÁVEL.

Apesar de ser treinável. Ninguém treina para ser líder. Todo mundo se capacita para gerar resultados. Liderança não é uma função, ocupação. É um estado de espírito voltado a motivação do que a uma entidade. Ninguém é líder, todo mundo sente a liderança. O ato de liderar nos permite entender (orientar) mais como (comandar). Liderança está mais focado em gerar mais resultados do que ser uma pessoa que ‘orienta’. Em si, está mais formatado a ser uma força de performance.

LÍDER É IGUAL A CARGO DE GERÊNCIA.

Naturalmente que não. Líder não é o mesmo que gestor. Tampouco seria uma função. Está mais para um sentimento ou um conceito de motivação. Um gerente administra. Uma administração orienta a execuções de operações e tarefas. Mensura resultados e emite relatórios. A liderança é um subproduto da gerência ou estratégia. Portanto não faz sentido em dizer que a liderança é um conceito gerencial e sim um resultado de uma estratégia.

AS EMPRESAS PRECISAM DE LÍDERES.

Não. Nenhuma empresa quer líderes. Eles são um custo. Na prática a liderança é aplicada como um processo de ‘satisfação do funcionário’ como um subproduto da comunicação interna. Que não deveria ser nem considerado. Normalmente líderes são vistos nas empresas como um ‘fazedor de milagres ou favores aos funcionários para que eles trabalhem mais’. Essa é uma visão deturpada. Líder é um chefe que manda, a diferença é que ele vai valorizar a pessoa olhando para o aspecto que ela mais tem de positivo e assim conseguir o que mais quer.

Por que Winston Churchill foi considerado um líder? Porque ele conseguiu convencer as pessoas que eles iriam ganhar a guerra. Promovendo como? Com um parlatório carregado de termos de glória e incentivos de resultados. Mas na prática, ele estava deixando bem claro que os soldados teriam que continuar lutando mesmo que isso significasse que eles não voltariam para a casa. O que configura obviamente uma ordem.

As empresas precisam de gestores e estratégicos que saibam como lapidar e trabalhar melhor os seus colaboradores. Que irão ter que trazer resultados. Se esta forma usa a liderança, então ela será usada.

OS MAIS JOVENS SÃO LÍDERES.

Diria que os mais jovens representam a jovialidade. Se sabemos que liderança é uma tática de produção. Podemos compreender porque os jovens são tidos como exemplos vivos e visuais da liderança. Eles são garotos e garotas propagandas. E servem para incentivar o aumento da produção.

Se eles estão em uma posição que dá um destaque, quem não gostaria? Então a produção consequentemente aumenta. Mas nem sempre isso é verdade. Líderes são tudo ou todos aquilo ou aqueles que representam a filosofia de uma organização.

CONCLUSÃO.

Liderança é uma tática. Não uma pessoa ou função. Se você usa isso em uma pessoa, e diz, ela é um líder. É o mesmo que você pegar um representante que admira e torna-lo um líder (um influenciador). Você vai segui-lo e reproduzir o que ele faz. E chegar nos mesmos resultados, ou quem dirá, resultados superiores em algumas ocasiões. Logo pensar em Liderança em algo como alguém e remover isso da linha da chefatura, provavelmente você ignora os poderes dessa tática e portanto também ignora os malefícios que irá causar a si, ao produto, ao público e a organização.

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CEO e Diretor e Marketing da Junqueira Consultoria.

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SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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