Pílula de Marketing (104) – Funil de vendas para Cold mail

Cold Mail é uma tática de venda que se faz por abordagem direta utilizando um canal tradicional (cartas, vendedor de porta) ou digital (WhatZap, Mp ou e-mail) sem a devida necessidade de primeira apresentação, já considerando uma CPA garantida (Venda) para um cliente em potencial.

Funil de Vendas é a trajetória utilizada para conhecer os perfis do CLIENTE | PONTO DE VENDA | LOGÍSTICA | COMPRA E VENDA | FOLLOW UP, que se resume, a jornada de compra. Vamos lá!

ESPERE ANTES!

Clique aqui para ler um artigo que fiz sobre táticas de COLD MAIL. E se você me acompanha pelo Linkedin, assine a minha NEWSLETTER de Marketing e Publicidade – clique aqui. Sem delongas vamos ao artigo.

Há inúmeros ‘funis’ de venda, estão associados a natureza específica. O que chamamos de jornada de compra leva em consideração ao modelo da figura acima. E não é exatamente o mesmo funil de venda e sua variante.

Vamos ver isso em um exemplo para ficar mais claro do que se trata. Imagine uma loja do comércio local, um varejo de produtos de peças para o lar (Tok Stok e etc). Quando o profissional de Marketing elabora o funil de venda ele considera elementos específicos da loja para construir a JORNADA DO CLIENTE.

TOPO DO FUNIL.

Visitante se refere ao que chamamos de ‘potencial’ cliente. Ele não é um cliente ainda. É alguém que se interessou entrar ou mesmo olhar a vitrine. Neste momento, ele está explorando o que há de novo. (Lê-se “Aprendizado e Descoberta”, como na figura).

Leads se refere a demanda do visitante. Ele procura por algo? Ele só está tomando tempo (esperando)? Nesta fase temos o que se chama de “identificar o que ele está procurando ou o que está fazendo. (Lê-se “Reconhecimento do problema”)

MEIO DO FUNIL.

Oportunidades é quando descobrimos que o visitante deseja algo de fato (dai ele se torna um cliente potencial), ele está ali para comprar uma solução para o seu problema (identificado no Leads, do topo do funil). A oportunidade é meramente o ato de comprar (e não significa exatamente algo que você pode ampliar a venda) lê-se “Consideração da Solução”

FUNDO (OU BASE) DO FUNIL.

Clientes é o que chamamos de CPA (Custo por conversão) extraído do antigo Google Adwords (hoje Ads Google), se refere a decisão de compra. O visitante reconhece que tem um problema e que você tem a solução, desperta interesse e ele se torna um possível comprador (por isso Potencial Cliente) aqui ele está na fase das decisões de compra. Lê-se “Decisão de Compra”

QUE MINI-MUNDO PODEMOS CONSTRUIR COM O FUNIL DE VENDAS?

Essa explicação nos permite olhar para uma pessoa avulsa que entra em uma loja de produtos para o lar, você vendedor a observa, e precisa ‘entender’ se o olhar (Exploração) dele se refere a procura de algo ou que está usando aquele tempo para pesquisar algo ou ainda está ali para ganhar tempo. Depois que você identifica que o visitante está procurando de fato alguma coisa na loja, vem a parte de explorar que tipo de solução ele está procurando (oportunidades).

Se ele resolver comprar ali, ele se torna um cliente. Senão, sua tentativa se resume a uma análise superficial de consumo. Já que mesmo com este contato (que não terminou em compra) gera informação para o seu Marketing.

Agora que sabemos o que é e como funciona um Funil de Vendas (Jornada de Compras) podemos entender como ele funcionaria para sua estratégia de Cold Mail.

FUNIL DE VENDAS PARA COLD MAIL.

Cold Mail é uma abordagem com o foco em vendas garantidas. Ou seja, você pensa em entrar contato com um CLIENTE e não um visitante. Acontece que a maioria de quem pratica Cold Mail no mercado brasileiro, não faz um Funil de Vendas e crê que irá ser bem sucedido ao fazer o famoso “MP das Vendas” sem se apresentar. O mínimo de pesquisa realizado é uma busca superficial em algum perfil de redes sociais.

Falei no artigo que recomendei para vocês lá em cima, que tinha alguns vendedores que até acertava a minha função na empresa. Ou até mesmo falava com aquela propriedade de ‘imponência’ – “Vi que você é o responsável de Marketing da empresa X” (quando o referido é o fundador e CEO dela). Vi que você é professor (mas não sabe onde esse professor trabalha, com que linha de pesquisa é especialista e nem sabe o que o faz ser professor.

Essa pesquisa é a chamada mínima da mínima, você não está fazendo funil de vendas. O primeiro passo é compreender 100% do que o seu alvo (target) é. Não adianta só identificar algo óbvio no perfil. Quem é ele(a)? Onde mora? O que faz? Como é reconhecido no mercado? O que precisa? O que parece precisar? Essas são as perguntas sensíveis de seu funil.

Se não vou continuar ou outras pessoas o VISITANTE. O visitante não compra. Ele só explora e olha. Se o Cold Mail considera uma venda pronta, você precisa transformar o VISITANTE em CLIENTE antes disso. E não se transforma alguém em algo apenas porque você ‘ofertou’ algo do nada. Claro que essa confusão se dá pelo desconhecimento pleno de três pontos importantes:

  • Marketing;
  • Tática de Vendas;
  • O que é Cold Mail.

Até a essa altura eu acredito que vocês já tenha entendido que o FUNIL DE VENDAS o ajudará a VENDER. E no caso do COLD MAIL que tem uma margem de erro muito pequena, vai ajuda-lo(a) a construir uma certeza de venda. Mas como você pode elaborar um Cold Mail eficiente com um Funil de Vendas?

COMO FAZER UM FUNIL DE VENDAS PARA COLD MAIL?

Intencionalmente Funil de Vendas parece reduzir ou há uma impressão, de redução de trabalho que você terá (risos). Funil de Vendas é alimentado pelo Plano de Marketing (que é tido como um ‘monstro custoso’ ou algo muito complexo). Quando você entra em contato com o cliente (seja pelo vendedor) ou pesquisa de mercado. Essas informações irão para onde?

Para o SIM (Sistema de Informação de Marketing). E o que vai acontecer lá? Será analisado e passará por uma bateria de apurações para chegar em uma certeza e resposta. E teremos respostas assim:

  • Esse pessoa é um cliente potencial?
  • Ela tem um poder aquisitivo baixo, médio ou alto?
  • Que tipo de campanhas podemos realizar para atraí-la?
  • Quais os pontos vulneráveis e críticos dessa relação comercial?
  • O que chama atenção dela?
  • O que repulsa atenção?

Muito dessas respostas irão alimentar ideias que nos proporcionam o uso de táticas específicas. Claramente que um contato de uma pessoa em sua loja física, ao entrar em contato com ela por mensagem privada ou outro meio qualquer, não se configura mais como um COLD MAIL, e sim um atendimento.

Mesmo as vendas elas precisam neste caso terem respaldo. Cold Mail tem um entendimento geral de ser uma VENDA AVULSA. Por isso que destaco que isso demonstra desconhecimento pleno do que se trata. Cold Mail PRECISA (compreendam) que você saiba nos mínimos detalhes do seu CLIENTE POTENCIAL.

Então o plano de Marketing irá solucionar o que você irá fazer para prospectar esse cliente. Porque agora você já sabe mais do que óbvio dele. Você o conhece. E há uma máxima em Marketing – “Nós compramos apenas em quem confiamos”. Se você o conhece, você não é mais estranho, você é um conhecido. E conhecidos esbanjam confiança.

Esse é impacto que o Marketing quer criar em sua audiência desde de sempre. Sem ele, não adianta aqueles recursos caros que você conheceu em um seminário na Inglaterra. É puro e simplesmente, o ato de criar confiança.

Lembre-se que Cold Mail é uma tática definida pelas necessidades que o Marketing encontra. Não é a tática que existe primeiro para depois fazer plano de Marketing. É no plano que definimos que tática iremos usar, a depender, das informações que nós encontramos. E o importante aqui não é que é uma imposição segundo as regras, seguir esse passo a passo, é que se você for parar para pensar, faria sentido em você comprar um carro sem planejar para quê vai usá-lo?

Não faria sentido montar um plano e deste entender que é preciso comprar um carro? E se o plano disser que um caminhão é mais custo e benefício? E se for uma bicicleta? Ou mesmo, senão precisar de um veículo? Olha o custo que você teve, perceba bem o prejuízo de suas ações premeditadas. Conseguem compreender?

Para efeito geral, que sirva de importante lição, não siga o que os ‘truqueiros’ de internet ensinam como sendo um pote de milagres. Se para ele funcionou é porque ele fez um plano. Se para você vai funcionar, depende do seu plano. E isso serve para áreas exatamente iguais. Quem dirá diferentes?

CONCLUSÃO.

Cold Mail se trata de uma tática definida em um plano de Marketing, previamente elaborado. Se essa tática servirá para você, é o seu plano que dirá. Se você vai usá-lo, precisa ter as informações corretas para fazê-lo acontecer. Cold Mail não é uma tática avulsa de venda, ela precisa compreender em 100% o seu cliente antes do primeiro contato, é um verdadeiro trabalho de detetive.

Não há quase margem de erro. Ou você sabe tudo ou não sabe nada. Funil de Vendas é um conceito tático interessante, mas estou aqui explicando-o porque ele faz parte da construção básica de qualquer tática. O Cold Mail se você precisa dele ou não, terá que encontrar essas respostas em uma pesquisa afinada e não porque acha que é bom ou porque ouviu que é bom. Até a próxima!

Pílula de Marketing (76) – 5 Colds Mails que você precisa realmente parar de fazer

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Cold mail é uma tática de comunicação que trata de uma abordagem não apresentada (não previamente apresentada) sem qualquer permissão concedida que gera um conceito de urgência. E por não ser uma prévia, você pega uma pessoa no ‘susto’. E isso pode gerar uma conversão (CPA). Mas o risco é alto, porque uma mensagem inconveniente também pode criar uma taxa de bouncer (rejeição). A tática funciona apenas para públicos que não acham inconveniente receber mensagens do tipo e estão prontas para comprar de imediato.

E para isso você precisa ter certeza. E através de pesquisas e investigação você pode confirmar essa certeza. Esta aí o Marketing na prática. No entanto o próprio Cold Mail para quem está apto a receber, pode gerar um dilema. Porque pode não ser o mais eficiente. Lembre-se que a tática do ‘pego de surpresa’ se vale pelo timing. Ou seja, digamos que seu cliente acabou de perder o ônibus. Então você manda para ele um SMS ou Whatsapp com um app de táxi ou Uber. Calhou bem, certo?

Esse timing é complicado. O gap depende do timing e da conveniência do público. Que por sua vez depende do quanto você está engajado com o seu Marketing. Falei tudo isso, porque é comum fazer uso do cold mail sem consultar o que o seu público tem a dizer. É muito comum as pessoas ou empresas fazerem uso de modelos (templates) que são ofertados pela internet com a famosa fórmula – SERVE PARA TODOS.

Não. Nunca tudo serve para todos. Eu gostaria. Seria menos custoso e menos trabalhoso. Mas pessoas são diferentes. E a geração muda. Logo o que era hoje e não será amanhã. Então é necessário fazer a prova e saber quem vai receber, por quê e quando. Logo o Cold Mail ele tem além da proposta de atingir o target (alvo) certo no timing (hora certa) com o gap (oportunidade certa) também precisa ser eficiente para o público que não terá problema em recebê-lo.

E vamos combinar, que nem todos são os que querem recebê-lo. Vou trazer algumas histórias, ocultando os emissores para não expôr-los uma vez que o meu objetivo é didático e não difamatório, sob nenhuma hipótese. Vamos a discussão.

CASE 1 – VENDA PELO LINKEDIN.

Eu recebo muito mensagens privadas de novas conexões no Linkedin com propostas e envio de material de apresentação. Eu não acho isso errado e tampouco inconveniente. Acho que ali é o momento para enviar o que aquela empresa ou pessoa quer oferecer. A rede social é profissional e isso é uma abordagem bem tática. Agora existe uma diferença desse FOLLOW-UP. Quer dizer acompanhamento.

A conexão muitas vezes nem sequer conversa antes de adicionar-me, então o cold mail funciona como uma forma de ‘me conheça e meu trabalho’. Certo. Até aqui não há problemas. Agora a insistência de uma resposta minha, é que se torna um inconveniente. Há uns dias, um contato mandou uma apresentação e me perguntou se a minha empresa gostaria de ter a consultoria que eles prestavam.

Como não respondi, e obviamente não pedi também informações. E há outras coisas a serem feitas. Priorizo e depois vejo se me interessa. E na maioria das vezes não. E se interessa eu vou contatar sem problemas. Dois dias depois, a mesma pessoa envia mais uma mensagem pedindo um retorno. Aqui nasce a inconveniência. E o que eu já publiquei de artigo sobre “Não invista em cliente que disse que NÃO ou não está interessado”.

E após dois dias veio mais uma mensagem pedindo que um representante de minha empresa entrasse em contato para que formalizasse a tal da consultoria. Pois bem. Aqui vai uma dica de Marketing e estratégia de venda, que você precisa compreender para evitar perder o cliente e até uma futura prospecção. Eu não sou o seu cliente ainda, posso ser. Mas com esse comportamento, eu vou dispensar a possibilidade.

POSSÍVEIS ERROS:

Primeiro o produto dele me atende? Se você enviou para mim, acredito que o seu Marketing identificou isso. Mas estranhamente eu não correspondi. Então ou há algo errado com sua estratégia ou você nem sequer está investindo em Marketing. Esse é o primeiro erro.

Segundo a insistência de um contato não vai fazer milagres caso você não tenha me identificado como uma possível prospecção. Esse erro está associado ao primeiro. Porque ao entrar em contato comigo, você supôs que eu sou ou seria um cliente em potencial. Nós não achamos que uma pessoa é cliente, tiramos a prova através de pesquisas. Não é achismo.

Terceiro, o cold mail é um tiro no pé, tem uma margem mínima de erro até para prospectos certeiros. Ou seja o cliente que terá toda a hospitalidade do mundo em relação a essa abordagem. Eu não sou uma pessoa contra, mas valido que você tenha uma estratégia por trás disso. Senão vai encher a minha caixa de MP para nada.

Quarto, o conceito de ‘pego de surpresa’ é para gerar uma venda imediata. O cold mail tem a função de ‘captar’ clientes prontos para comprar de você. E você identificou isso. Não é o que você acha. É o que você achou de resposta. Por exemplo, eu estou para contratar uma equipe de motoristas para fazer delivery. E deixei isso claro ou você investigou e descobriu. O que você poderia oferecer de imediato para mim? Um sistema de contratação de motoristas. Correto?

Então seria como uma luva esse serviço cair no meu colo. É o que o Cold Mail tem de especial. Venda imediata. Não é tentativa de ‘convencer’ de ‘encantar’. Isso já passou ou você teve que pular, porque você sabia que eu era o seu cliente. Na altura eu vejo muitos usando o cold mail com ainda a previsão de um cliente potencial, ou seja, sou um consumidor, não da marca e nem dele. Portanto ainda não irei comprar nada. Terei de ser convencido.

Vamos aos 5 COLD MAILS que você precisa parar de fazer e levando em conta que o objetivo dele é de VENDER AGORA porque você sabe que eu sou o CLIENTE. Não potencial, aquele que de fato vai comprar AGORA.

  1. COLD MAIL – UM CHAT NO E-MAIL

Até rimou. Mas não rima na vida real. COLD MAIL é uma venda imediata. Eu vou fechar com você e ninguém mais. Porque você identificou isso. Lembre-se que normalmente você vai captando os meus pontos, e investigando onde estou e o que estou procurando como solução. No lugar de você me perguntar, terá a certeza, que eu sou o CLIENTE para o SEU PRODUTO no tempo PRESENTE.

Usar o e-mail e criar um chat com 5-6 envios por dia. Demonstra uma total ineficiência de sua estratégia. O primeiro e-mail deveria me fazer comprar. Se o segundo veio, você acaba de perder investimento. E pode ser que perca o cliente se a insistência continuar. E talvez também você esteja perdendo outras oportunidades, porque estará investindo em alguém que não irá comprar de você e perder aquele que poderá comprar em você.

2. A VELHA CONVERSA DO WHATSAPP

Essa é interessante porque sempre começa assim – “Identifiquei que sua empresa e a minha podem cooperar juntos”. E esse famoso slogan é o típico – “VENDA PARA TODOS OS LADOS”. Na realidade se a minha empresa fosse tão potencial, você apresentaria uma proposta considerando o meu mercado (específico) com os custos que tenho (o único jeito seria você me observar ou mesmo me entrevistar) pois esses dados eu não falaria em público e a abordagem teria que ser irrecusável. Mas sem palavras de efeito. Seria algo do tipo – “Eu quero expandir minha empresa para o mercado educacional” e você oferece – “Contratos com universidades no quesito Marketing Educacional’.

Esse ponto é tão identificável, que eu teria certeza que você realmente me considera o seu cliente. Aliás você entende que eu quero essa solução. Então vamos conversar. Mas a maioria usa o famoso bordão do COPY – “Impressione sem impressionar, venda sem vender”. Não é para ser assim. Ou você sabe o que a empresa ali quer ou não.

3. OBRIGANDO A UM BATE-PAPO.

A depender essa é a mensagem privada mais audaciosa que você vai receber. E não faça ela. É comum vermos pessoas enviando mensagens privadas ou e-mails, whatsapps, a maneira que você possa entender, com aquela conversa de bater um papo e tomar um café. Só que o café fica por sua conta, e o bate-papo não é exatamente isso e sim uma venda compulsório. O velho bordão do vendedor chato.

Não é incomum eu receber um convite de uma pessoa que nunca ouvi falar, sem nenhuma apresentação informal, nenhum projeto como convite para nos conhecermos melhor e querendo vender uma fazenda. Chega a ser uma piada. Mas isso acontece. E na realidade isso demonstra um desconhecimento enorme do que é venda. A primeira ordem do dia é, puxe um papo. Não vá querer vender. Primeiro entenda se há afinidade.

Eu costumo fazer um convite para a pessoa ser entrevistada no meu programa JC TALKS. Assim durante a conversa posso conhecê-la e a ela a mim. E tem mais, ela pode promover o conhecimento dela para uma audiência. E essa audiência pode conhecer os meus projetos também. Há uma troca. Um projeto. As chances de fecharmos um acordo é enorme, se tivermos alguma sinergia profissional.

Agora não funciona vender apenas e pior, obrigar.

4. VOCÊ É O CEO DA EMPRESA?

É comum também a mensagem iniciar assim – “Notei que sua empresa tem uma boa presença na internet” e logo depois a pessoa perguntar – “Você é o representante comercial da empresa”. Quando na realidade você é o CEO dela. Qual é o problema? Se você notou a empresa e a boa presença, como não sabe quem é o fundador da empresa? Esse erro denota o famoso “conversa de vendedor”. Esse é o primeiro ponto que torna o processo inacessível, que processo? A venda.

Saiba que senão tiver uma boa proposta, acabou a venda ali.

5. OFERECER UMA SOLUÇÃO SEM SABER SE É UMA SOLUÇÃO

Eu já recebi proposta de condomínio. Sabe porque isso aconteceu e porque também é uma proposta equivocada? Porque a proposta se refere a síndico. Eu não sou síndico. E porque isso aconteceu? Eu participo de muitas feiras de condomínios, mas por uma razão. Meus clientes são advogados da área condominial. Então eu vou lá para fazer cobertura, fazer branding e criar press (material de imprensa) e rede social.

E naturalmente algumas pessoas me encontram por lá. Acham que sou síndico sem saber que sou. E me envia propostas por e-mail ou whatsapp achando que fisgou uma oportunidade. E na realidade nem irá me fisgar e tampouco irei passar a informação para frente. Já tive até conversas em que a pessoa me chamava de síndico. E até eu avisar que não era, já tinha gastado (como diz o popular ditado) a saliva até secar a garganta.

CONCLUSÃO.

Colds Mails são uma tática de Marketing que apresenta uma ideia já comercializável e com a pronta venda. Uma venda imediata. Se você não se apresentar e enviar um e-mail ou mensagem, tem que ter certeza que a pessoa vai fechar o acordo com você ali. Ela tem que perguntar, qual é o valor. Se ela ignorar não é porque você não foi convincente o suficiente, ela não é seu cliente. Apenas isso.

E ao perceber essa situação. Com toda a recomendação, eu faço, não insista. Muitos perdem o cliente e até para futuras prospecções. Normalmente você será bloqueado naquele servidor e pode inclusive ser impedido de enviar propostas que possam ser até interessantes para aquela pessoa. E ela até compraria de você. Mas não vai receber porque você teve um erro tático.

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