10 Práticas para Conteúdos Patrocinados que você precisa usar

Links Patrocinados, post ou conteúdo pagos, são um desafio para atingir um público que exige qualidade e investimento de dinheiro e tempo para entender o que a empresa tem a oferecer. Nos últimos tempos, muitos aderem a programas que bloqueiam vídeo patrocinados.

E na internet ou nas Redes Sociais, o uso de ocultação ou bloqueio de conteúdo patrocinado são comuns. Também não é uma prática interessante escrever textos ou materiais patrocinados camuflados de conteúdos Free.

1. SEJA DIRETO

Conteúdos pagos tem o objetivo de vender algo. Portanto ofereça as qualidades do produto e a forma de pagamento sem criar rodeios. Evite de usar Storytelling para “Enfeitar”, diga do que se trata, será mais eficiente em vender a ideia do que tentar vender a ideia.

2. NÃO ATORMENTE

O que é pior quando se está lendo um texto no Smartphone e surge um POP-up com um botãozinho X de fechar do tamanho de ácaro, e você acaba saindo da página e não voltando mais, porque isso o impediu de tirar aquilo da frente do texto? O pior é que a taxa de rejeição do site vai aumentar, e o Google com suas regras de indexação vai rebaixar o site nas buscas.

Não coloque Pop-ups para vender, não corte a leitura e navegação do seu público, NÃO coloque ads (Anúncios) em Mobile, permita o seu visitante escolha acessar os anúncios por si próprio, disponibilize essa informação para ele. O guie, não o atormente.

3. AVISE QUE É PATROCINADO

Conteúdos patrocinados não contém ‘conteúdos’ e sim chamadas de ação (CTA) que orientam a pessoa fazer uma ação. Exemplo negativo dessa prática, são os posts de tentam empurrar E-books com o objetivo de captura de e-mail para enviar mailing. Um texto de 5 páginas, a cada 4 parágrafos tem um “Peça seu e-book”.

O texto normalmente não diz muita coisa, apenas informações que podem ser encontradas em muitos outros lugares. O objetivo é direcionar o público a fazer uma ação, os famosos conteúdos Click-baits. Ou seja, logo de cara avise que o conteúdo é patrocinado e o que patrocina.

4. STORYTELLING PODE?

Contar uma história para oferecer ao seu público informações sobre o que se vende é uma das práticas mais utilizadas. E cada vez mais aperfeiçoadas com técnicas de Neuropropaganda e inclusive, ações sociais (Marketing Social). No entanto como qualquer ação, ela deve ser objetiva e não criar rodeios. É como criar um script para rodar um comercial. Você monta o texto, e o particiona para mostrar cada informação específica de uma característica\benefício de um produto.

O Storytelling tem a capacidade de demonstrar ou ilustrar para o público o que aqueles benefícios podem significar para eles. Não se percam no uso do Storytelling, evitem de cruzar muitos assuntos, pois o que nos confunde, nos impede de tomar decisões.

5. CUIDADO COM AS PALAVRAS DE EFEITO

Palavras de efeito são bordões ou trocadilhos que são associados por nós durante uma exibição. Por exemplo, a propaganda da rede de supermercados Hortifruti ao brincar com a combinação de Filmes e seus produtos, substituindo as palavras por frutas, legumes e hortaliças, eles criam uma sensação de “gamming” (Jogo) que nos permite a diversão. Portanto temos mais capacidade de gravar a marca Hortifruti na cabeça do que apenas anunciar uma seleção de produtos e seus preços.

Todos se lembram da senhorinha falando – “É preço!”, mais do que aquele anúncio com um narrador em OFF (fora da tela) falando cada produto e preço. O uso de Palavras de Efeito cria o efeito positivo de associação – Produto + Diversão + Desejo, mas também não pode ser usado no exagero, senão nosso cerébro entende como Clichê. E em especial, se a empresa já não possui uma reputação muito positiva.

6. DEIXA O JEITINHO DE LADO

Muitas promoções “excluem” a informação que envolve pagamento, parcelamento e verdadeiro preço e o preço influenciado por uma promoção. Não é incomum em épocas festivas, lojas anunciarem um preço promocional, quando aquele preço na prática, é o comum durante o ano inteiro. Essa prática transforma uma informação patrocinada em uma informação “negativa” patrocinada.

Não aumente o preço do valor da parcela e diminua o preço total. Essa prática além de ser ilegal, é também antiética. Na percepção, o público não vai raciocinar se foi má fé ou erro, mas considerar que sua marca é desonesta. E ponto final.

7. CRIATIVIDADE

Ser criativo deixa qualquer conteúdo patrocinado brilhando. E sobretudo quando falamos de todos recursos que podemos utilizar para demonstrar a venda da maneira que pensamos. Então use maneiras como vídeo, texto, imagens, efeitos, memes para transformar o seu conteúdo em algo que as pessoas gostariam de ler e consumir. Como todo cuidado é pouco, apresente a ideia central logo de cara, e concentre-se como essa ideia pode chegar na mente do seu cliente.

8. CUIDADO COM O E-MAIL MARKETING

Sabemos que 6% é um valor considerado razoável para qualquer total somado de envolvimento que uma empresa vai ter com o uso dessa prática de Marketing. Ou seja, de todas as ações que resultarem em abrir, ler e clicar em uma ação no e-mail, do total ser 6% já é considerado uma ação de sucesso.

Talvez o mais irritante caso de uso de e-mail marketing seja os de uso para “Chat”. São 5 ou 6 e-mails por dia lotando a caixa do cliente com chamadas massivas de vendas, sendo 5 e-mails para falar como aquele método ou produto é bom, e um quinto com 10 links de acesso para oferecer a compra. Até lá seu cliente nem mais lembra como assinou o newsletter para receber este e-mail.

O uso do E-mail Marketing é por sí só um canal patrocinado. Tudo por ele, é uma informação que leva a uma ação. Portanto não o use sem estratégia. Você quer fechar negócios? Venda conteúdo, use os canais sociais para isso. Use a loja física para isso. Use no melhor atendimento.

O e-mail Marketing vai ser um recurso eventual em casos como esse. E não dispare para Deus e o Mundo. Selecione seu público, segmente, localize seu nicho, prepare o conteúdo adequadamente, planeje o timing e observe os resultados.

9. CONVERSA PATROCINADA

Já recebeu uma chamada por mensagem privada oferecendo um produto? Comum no Linkedin. Essa conversa patrocinada você pode interagir com as pessoas, pois não é uma ação automatizada. O uso de canais privados para fazer uma venda é bastante útil e eficiente, quando planejada.

Há muitos casos em que o indívíduo entre em contato com um texto script – “Olhei seu perfil e vi que você trabalha com [isso], [aquilo] e etc.” e oferece um serviço que pode solucionar o que ele achou que seria um problema ou uma oportunidade. É interessante até a riqueza de informações passadas. Desde de uma apresentação da empresa e negócio, à convites para chamadas de conferências para discutir o assunto com mais visual.

O problema é que conversas assim com scripts criados não são eficientes. Avaliação leva semanas e exige uma entrevista pessoal. Ou seja, a simples identificação que a solução daquele profissional seria uma saída, não julgaria ser séria, já que a simples citação do que está escrito em seu perfil, não seria possível de levantar questões para um investimento mais sofisticado.

Como convencer uma pessoa com um discurso preparado? Não se convence, então para conversas patrocinadas lembre-se de analisar seu alvo e saber cada passo dele. Não tente disparar para todo perfil que vê e achar que nele vai encontrar uma oportunidade. Além de ser uma perda de tempo enorme, também vai degastar o modelo, ao ver que nenhuma pessoa retorna, pode até abandonar o método, que com um planejamento e pesquisa adequados, poderá ter incrivés resultados.

10. SEJA SOCIAL

SOCIAL é uma palavra poderosa hoje. Vender um produto, nem que seja uma camiseta, é pensar em fatores que hoje importam. Já pensou em vender uma camisa de material sustentável? Ou de longa vida para uso em qualquer lavagem? É uma tecido que resiste ao uso de estampas? É barata?

Práticas modernas que atingem ações sociais (Ecologia, acessibilidade, inclusão, respeito a identidade, desenvolvimento, saúde e educação) exigem um posicionamento. Ser uma empresa verde é muito importante, chama atenção. Investir em uma produção que garanta requisitos de sustentabilidade é uma forma de manter atualizado, ainda que o uso do custo das camisetas também sejam convertidos para Casas e Instituições de caridade é uma outra forma. Produtos que ‘patrocinam’ o desenvolvimento da sociedade, são produtos que se auto vendem.

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Por que mercado de nicho é considerado um desafio?

Há 5 razões para acreditar que o mercado de nicho é um desafio. O comércio normalmente argumenta que a linha de produtos que são consumidos por um público específico está em queda ou que o nicho em questão é mais difícil dentro de uma concorrência contra os produtos de massa. E a compreensão sobre o porque o mercado de nicho pode ser sim uma excelente opção – a seguir listo a importância da Consultoria de Marketing.

1. ONDE ESTÁ O SEU PÚBLICO?

O público de mercado de nicho é bem específico. Não é qualquer um que vai comprar. A definição de qualidade e venda não concorre com as mesmas regras do atacado. O nicho tem uma particularidade. Eles são únicos e direcionados. Portanto o público é sensível a qualidade e conteúdo muito mais do que um produto de massa. Se você não sabe qual é o seu público, no mercado de nicho, é o mesmo que esperar o declínio do negócio.

2. É PRECISO DE PROPAGANDA

Um sabonete vende. Por quê? Nós precisamos de sabonetes. Mercado de nichos são geralmente um uso específico de produto que não se enquadra em conveniência, e sim em personalização daquele grupo. Fãs de Star Wars vão preferir adquirir produtos com a ideia da saga. E serão por si, influenciados a toda comunicação dela assim direcionado. Um produto de nicho não atende a ideia de que todos vão comprar.

Exemplos como loja de colecionadores onde o ticket médio é R$ 1.000,00, já dispôe que o seu público não é qualquer um. Onde está o seu público? Como você sabe onde está? Divulgando. Publicando. Chamando. Realizando.

3. O PRODUTO NÃO VENDE POR SI

Produtos nichos possui uma atração pelo consumidor quando este é atraído pelo negócio que o vende. É óbvio que um fã de Harry Potter irá procurar por lojas, brechós e colecionadores, mas ele adota uma marca quando a marca vai até ele. E o que confere essa ‘fidelidade’ é o uso da Propaganda. Mas do que mercado de massa, a propaganda é fundamental e vital para manter o negócio de nicho vivo.

Quando um público está se iniciando no consumo de produtos específicos, eles precisam de todo o material necessário para se convencerem. Não é o mesmo que vender a ideia de ver filmes em telas enormes (cinema). No passado o cinema era um mercado de nicho em contrapontos de teatros. Hoje são mercados de massa. Mas nos anos 50-60 quando houve o auge, os empresários investiam fortunas em Marketing para apresentar uma verdadeira atração digna de Óscar para exibir uma sessão.

4. PESQUISA DE MARKETING

Todos gostam de sorvete? Talvez a resposta seja unicamente positiva. Mas quando falamos de sorvetes que são light, zero açúcar, que não contém lactose ou que são de uma marca específica, já podemos dividir o público em grupos. Quando fazemos, fazemos o Marketing para mercados de Nicho, é para entender de fato que tipo de público consome o seu produto e em quais condições. E nestas condições, como o produto é observado (Visto e valorado pelas pessoas).

Mercado de colecionador no Brasil está em alta, apesar do que ouvimos, é que há ‘audiência’ zero. Contrário seria o sucesso após 6 anos do evento CCXP realizado em São Paulo. Que reproduz os modelos da Comic Con americana, é que este mercado de nicho (seja Geek) ou outros, estão em expansão. E por quê? Para alguns que investem em Marketing, o nicho é uma oportunidade de ouro. Para os que investem neste empreendimento adotando o “achismo” e aplicando regras do mercado de massa, por outro lado, terão um cenário negativo. No estado de São Paulo, no Jardim Paulista é uma verdadeira Meca de Colecionador, possuindo o valor de terra mais caro do Brasil. Sorte? Marketing para mercados de nicho.

5. QUEM VENDE?

Mercados de nicho produzem públicos de nicho. Esses públicos são mais especialistas que o mercado de massa. Eles não são pessoas comuns que entram nas lojas apenas para olhar. Como um apreciador de arte, eles são Marchand procurando por peças raras. Então eles costumam conhecer a mercadoria aos quatro cantos. É interessante conversar com um colecionador e perceber que a conversa dele com um vendedor parece um debate científico.

Você não convence um consumidor desta área pelo menor preço e promoção. E sim pela raridade, singularidade e personalizado. Neste mercado você precisa conhecer o produto 100%. Conhecer a localidade do seu público e o seu público com uma margem mínima de erro.

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5 Razões para investir em vídeo como conteúdo

O conteúdo é rei.

O responsável por reter o seu público depois de conquistado como um produto que funciona e atende as necessidades e de um atendimento que torna o processo muito positivo. E hoje o conteúdo é governado por vídeos. Não foi há muito tempo que texto chamava mais atenção que FOTOS e GIFs.

Mas as plataformas, como as Redes Sociais e o motor do Google operam com máxima eficiência quando tornamos o conteúdo eficiente. Muitos algoritmos foram mudados para apenas ENTENDER que o vídeo é relevante.

Não mais que, quase que, unicamente com muito superior ao texto e imagem. Ou sua combinação. Hoje o conteúdo texto + imagem sem patrocínio, de forma orgânica, vale 0,03% em plataformas poderosas como o Facebook e com uma relevância um pouquinho maior em outras contas. Twitter não entra no obstáculo da visibilidade, mas com certeza, ele AUMENTA em muito se o seu conteúdo é VÍDEO.

Três formatos. GIF, VÍDEO e SLIDE. Sob demanda (gravado) ou LIVE (Ao vivo.

1. Vídeo vale mais que um milhão de IMAGENS

Uma imagem vale mais que mil palavras porque você vê o resumo. O que vemos processamos melhor que a leitura. O motivo é simples. Quando lemos, temos que lidar com dois fatores: Ler e entender. interpretar. A leitura cria comparativos que muitas vezes é preciso parar e pensar.

O parar e pensar já é um processo que pode colocar tudo a perder. Tem propostas que é válido usar tal artifício mas nas Redes Sociais, o que consegue passar a ideia em 1 minuto ganhou sua máxima atenção e admiração.

2. Mensagem emocional

Vídeos são uma mescla de imagem + texto + trilha em um pacote simples que nos passa uma combinação de MENSAGEM + EMOÇÃO + REAÇÃO. É mais fácil compreendemos e nos emocionar com uma ação em movimento do que uma imagem pode significar muito, mas não necessariamente será sentida daquela forma ,por exemplo, daqui a 2 horas.

O impacto da imagem depende muito das circunstâncias. Os vídeos recriam as circunstâncias toda vez, fazendo acionar os gatilhos emocionais que despertam tais emoções, diferente da imagem que ‘perpetua’ o momento estático de depende DAQUELE momento.

3. Em pouco tempo a mensagem é recebida

Em 5 segundos é suficiente para termos uma noção do que se trata a mensagem. Quando você vê um cachorro correndo na alameda com a língua para fora, parecendo que sorri, você local pensa em algo jovial e familiar.

Imagine que a mesma foto capturada em uma imagem pode ser compreendida da mesma forma, mas com um atraso de alguns segundos a mais. Essa diferença de impacto nos faz querer ver uma série em uma noite por exemplo do que revirar fotos pela internet e querer ter o mesmo impacto de uma cena dinâmica.

O que sabemos é que os vídeos conseguem interagir com os nossos 5 sentidos de forma harmônica, vide as experiências de pessoas com vídeos ASMR.

4. Dispensa mais explicações

Já viu um vídeo institucional como o Madero ou Kinoplex? É preciso explicar que um trata de um restaurante que vende hamburguer e outro fala de cinema para todas as idades?

Não. Você nota isso claramente no vídeo que pode durar entre 2-5 minutos. Para compartilhar em redes sociais, uma simples frase resume tudo, certo? Se você colocar imagem, vai ter que escrever mais que uma linha no POST.

5. A Google considera Vídeo ‘Content Friendly’.

Já ouviu falar no termo Mobile Friendly? Significa que a experiência em usar o smartphone para acessar informações permita o acesso sem problemas de navegação. Imagine que o Vídeo é considerado um conteúdo amigável para o motor de busca mais acessado do mundo.

As Redes Sociais optaram por suas versões de plataformas de multimédia, o Instagram com o seu IGTV que configura ser a timeline principal de qualquer conta e o Watch do Facebook que parece o Youtube.

Hoje investir em VÍDEO significa Lead (Público), mais visualizações e envolvimento. E mais pessoas chegando no seu negócio. De forma orgânica ele já bate a meta além do esperado, patrocinado então, apenas temos a elogiar.

QUEM SOMOS NÓS

A Junqueira Consultoria é uma empresa no ramo de Consultoria de Marketing, Publicidade e Design com aplicações em Redes Sociais e Marketing de Relacionamento. Trabalhando em conjunto com a empresa e atingindo suas metas da melhor forma possível. Queremos o melhor futuro! Siga nossas Redes Sociais!

5 Táticas de como trabalhar seu relacionamento com o cliente

Empatia com o cliente gera mais retorno do que tentar persuadi-lo apenas com ofertas. O poder do Free ou do ‘quase’ Free tem realmente um força única, mas não constrói laços.

E apesar de falarmos de empresas e consumo, e esse conceito nos permitir pensar em “Branco e Cinza” e num relacionamento mais formal de hierarquia, a geração atual vê as empresas como agentes transformadores sociais e refletem sobre si mesmos um movimento social, portanto não veem mais as empresas unicamente como ‘Prestadores de serviços’ e sim como um grupo de pessoas que desenvolvem a economia.

1. Responde a pessoa que falou que a empresa

Parece básico, mas tem empresa que não retorna um OI para as pessoas que entram em contato com elas através das Redes Sociais. A primeira impressão é que fica, e na internet, a impressão diária tem o impacto sempre da 1ª impressão. Não responder uma pessoa significar ignora-la. Para a pessoa ignorada, e não ser o centro da atenção, significa ‘VOU PARA OUTRO QUEM DARÁ O VALOR QUE MEREÇO’.

2. Pessoas respeitadas, significa Reputação Positiva

O cliente não é o rei, e sim uma pessoa. Esse é o conceito de estratégia de empresas humanistas. Definir que quem trabalha na empresa e a frente dela (cliente) são pessoas. E que realizam uma troca de serviços gerando benefícios entre elas.

Uma empresa que fornece o benefício e garante que a pessoa tenha palavra e discute a qualidade e esse impacto se são respeitados, você consegue construir uma reputação. E a reputação é o fator de decisão que faz com sua empresa, simplesmente, sobreviva em cenários de vacas gordas e até mesmo de vacas magras. E durante uma crise é vital.

3. Seja o orientador do cliente

A palavra ‘Parceiro, sócio’ que muitas empresas gostam de usar para agregar o valor de ‘relação’ não tem um impacto muito relevante. Porque ser parceiro ou sócio do negócio significa ter o ganho de pró labore. Na verdade o cliente paga pelo serviço. Então não há sentido em chama-lo de sócio.

Sugere que ‘este’ sócio para ganhar é preciso pagar por sua parte enquanto os demais sócios não pagam para ganhar pelo serviço prestado. O certo é pensar em ser orientador do cliente e torna-lo um estudante e ensina-lo o que ele precisa aprender para atingir as metas que ele quer. Essa definição o ajuda a focar melhor suas energias no que interessa e a do cliente de ouvi-lo.

4. Ouça o cliente

Ouvir o cliente é uma raridade. Mas se o objetivo é manter uma margem de lucro e de que a empresa sobreviva, então ouvir o cliente faz parte vital desse processo. Ouvir o cliente no hábito comum é ter uma resposta na ponta da língua. Mas a verdade é que ouvir é entender de fato o que o cliente veio faze ali.

Não tente deduzir, pergunte e ouça. Quando as empresas compreenderem que ouvir remove 99% dos problemas de expectativa de resultado para resultados com máxima precisão, vão parar de apenas ‘estar’ na presença do cliente.

5. Conteúdo ‘cool’

Lembre-se que as Redes Sociais nos dão a falsa impressão que tudo é uma brincadeira. Mas o seu cliente que tem o poder de compra, ele precisa ter em mente “Benefícios da função e ostentação da estética” amarrados. Então não adianta ter conteúdo como MEMES, Polêmica ou pilares sensíveis se você não direciona para o seu público o interesse maior, que é apresentar o produto.

Normalmente o uso do conteúdo ‘cool’ está relacionado com o fato das empresas pensarem que sendo ‘amigáveis nos posts’ terão uma garantia de ‘sorriso’ e portanto compra. E mesmo que certas pessoas afirmem que foi por este caso, ainda estamos falando de uma parcela segmentada, e os demais, veem sua empresa como séria?

SOBRE A JUNQUEIRA CONSULTORIA

A Junqueira Consultoria é uma empresa que atua no ramo de Marketing, Publicidade e Design, tendo como especialidade Redes Sociais e Marketing de Relacionamento. Atuante para escritórios, empresas e varejo. Visite nosso site e confira nossas redes sociais para ofertas e o que os serviços de consultoria podem fazer por você e sua empresa.

Marketing Digital para Varejo

O que se pensa no título acima é apenas o termo E-Commerce. Mas o varejo físico atende pela demanda de Redes Sociais que também possuem integração com lojas virtuais como o Facebook e Instagram, o último com mais destaque por favorecer ações e campanhas com mais custo e benefício.

As pesquisas de Marketing que mais atenta para o lado positivo para o Varejo são aquelas que atendem a chamada de integrar os canais, o chamado Omni-Channel. O que acontece? As pessoas procuram por conforto, facilidade e agilidade. Hoje vivemos mais, mas trabalhos muito mais também. Enquanto que procuramos por opções de lazer, a exaustão se faz presente, logo o lazer acaba prejudicado e o burnout acaba virando uma realidade.

A procura por serviços que possam ser utilizados através do celular se tornou uma experiência ampla. O crescimento vertiginoso do mercado do E-Commerce não apenas surpreende desde de 2000, como abre a possibilidade de pensar que o Varejo físico e virtual possam coexistir. Aliás é amparado que para manter a saúde física e mental, usufruir de um passeio e porque não, visitar a loja preferida do que apenas navegar por sua versão virtual.

As interações hoje se resumem em conteúdo interativo e audiovisual. E esse por último tem sido o preferido. Não muito tempo, que era unânime que as pessoas procurassem textos enormes para ler, mas o padrão de consumo mudou, e o rei hoje são os vídeos. Plataformas como Youtube, Vimeo, Watch, IGTV e Tik Tok, são populadas por um mercado consumidor que espera por praticidade e o conceito DIY (Do it yourself, faça você mesmo).

Marketing Digital.

O profissional de Marketing e Publicidade encara uma realidade onde conhecer ferramentas de tecnologia se tornou uma obrigatoriedade, e muitos reclamam dos requisitos de ocupar cargos que mais exigem conhecimentos ecléticos do que focado. Mas, Marketing sempre foi uma universalidade de conhecimentos, então apesar das exigências parecerem um absurdo, na verdade é uma normalidade. E ainda mais a importância, quando se atua em Marketing Digital, onde a tecnologia e análise de mercado são irmãs.

Hoje um profissional de Marketing precisa pensar como um cineasta. Após um período de 5 anos de pesquisa, pude ressaltar que o conhecimento em cinema, indústria de fotografia e design se unem como uma corda firme. O procura-se é fincado em “Marketing Digital analistas” e “Criadores e Editores de vídeo”. Por fora, a criação de vídeo se tornou o novo redator.

Criadores de Vídeos

Podemos denominar diversos nomes para quem cria ou edita vídeos. Há um termo novo na praça, Motion Graphic que representa a ideia que o vídeo ganhou um novo cenário. Há muito tempo que a onda “Youtube” e a bolha “Youtuber influencer” é parte da solução das empresas.

Quantas propagandas e anúncios o fizeram lembrar tempos depois? O meu preferido são os vídeos do Madero, embora não tenha uma dieta carnívora ou tampouco venha experimentar, os vídeos são um exemplo de como a união de conhecimentos de diversas áreas é crucial para criar uma animação de 3 minutos e gravar para sempre na mente o que é Madero.

Por que isso acontece? Porque é a forma mais forte de criar o laço Storyline. Sim vídeos contam história, e pontuam em nossa visão e audição ao mesmo, o que apenas imagens fazem no visual e o que apenas a música fazem no ouvido. Quando há combinação, renovamos o conceito de Stoytelling. Vídeos são a forma mais poderosa de passar informação, criar mensagem, dar sentido, envolver, gerar ação, criar comprometimento e agregar valores. Notou a força?

É preciso conteúdo de 2-3 meses para imagens\textos e esporadicamente GIFs para que um vídeo consiga em 1 dia expôr o impacto emocional correto.

Impacto Vídeo.

O uso do vídeo no dia-a-dia, é colocar um DISPLAY no varejo. Uma ação presente através do que conhecemos como eletromídia, mas mais personalizado é de oferecer uma VISÃO de como funciona, do que se trata, programas sociais, equipe, locais de compra, o que se vende. Em um slide simples de 9 segundos a mensagem é simplesmente mais FORTE do que dois meses enviando fotos pela internet. Mas um não dispensa o outro. Por quê?

Vídeos são como um foguete, se tiver sucesso é um rojão que ilumina a noite. Mas se tiver fracasso, é o mesmo rojão incendiando a floresta. O impacto de uma nota de esclarecimento feita por vídeo tem claros resultados mais positivos e eficientes que usar uma imagem de uma pessoa sorrindo ao fundo com um textão. Mas é mais rápido de produzir do que um vídeo que pode durar um dia ou algumas horas.

A durabilidade do vídeo determina que nossa mente prefere ‘dinamismo’. Razão pela qual vemos plataformas como Instagram ganharam força mesmo que o conceito ‘Foto’ pareça ultrapassado diante do vídeo. O termo uma imagem vale mais que mil palavras agora ganha um novo bordão – um vídeo vale mais que todas as imagens e palavras do mundo.

Mas assim mesmo que um vídeo seja considerado um marco, ele não pode andar sozinho nessa estrada. Textos, imagens, gifs, interatividade, gamification e etc. São recursos que devem ser utilizados insistentemente. E não excluídos.

Vantagens do Marketing Digital.

Varejo atenta por aluguel e encargos dos seus vendedores, então precisa converter o lucro para manter os dois fatores e lucrar ao mesmo tempo. E para isso consiste em abrir um canal que mais favorece a sua venda e com certeza sua visibilidade. Sem ela, a melhor ação não vai atrair ninguém. E sobretudo a experiência na loja garante o retorno do cliente. Nisso consiste o alinhamento Marketing e Vendas, Atendimento e Comunicação.

  • Visibilidade além região;
  • Aumento de lucro;
  • Aumento de confiabilidade;
  • Aumento de público e clientes;
  • Expansão do negócio – Regional, Nacional e Internacional;
  • Construção da Reputação.

Quem somos nós

A Junqueira Consultoria é uma empresa do ramo de assessoria e consultoria de Marketing, Publicidade e Design com especialidades em Marketing de Relacionamento, Digital e Mkt Jurídico. Entre em contato por contato@junqueiraconsultoria.net.br | http://www.junqueiraconsultoria.net.br

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