Qual é a diferença entre Valor de Marca e Produto de Marca?

Em Marketing quando falamos sobre Valor, não estamos no referindo ao preço. E sim ao conceito de atributos que consideram crenças e filosofias. E não é, para quem acredita, que o investimento nesta parte da estratégia seja de alguma forma moderno, sempre existiu e coexistiu a filosofia entre as empresas.

Neste #PODCAST demonstro a diferença entre o Valor de Marca e o Produto de Marca e a ênfase, muito importante, de não confundir vender o valor no lugar do produto, que muito infelizmente, algumas empresas acham ideal.

Assista ao PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
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Você opta por fazer o curso completo ou por módulos.

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Método 5W2H: Implementação de Estratégia

Exaustivamente somos compilados a refletir sobre o mundo ao nosso redor. Falo sempre persistentemente da Pesquisa de Estratégia do Mercado (Marketing), mas esse pensamento é geral e pode ser aplicado a qualquer tipo de estratégia.

Comentei em um outro artigo sobre as etapas da criação da estratégia, é um pouco diferente da proposta deste artigo. Porque criação e implementação são etapas diferentes do mesmo ciclo.

Para uma recordação, e sugiro uma leitura integral do artigo que falo dessas etapas, vamos a seguir:

  • Coleta (Fase de Inteligência de Negócio);
  • Tratamento (Fase de análise das informações);
  • Criação (Fase de construção da estratégia).

Quando elaboramos a estratégia, concretizamos a ideia. Mas está ainda não está em vigência. Não está operando. E a implementação depende de conceitos de acompanhamento de mercado. Quer dizer, lembra do que significa entender se uma estratégia é viável?

Em implementação temos quatro cenários a considerar:

  • Estratégia Boa + Implementação Boa = Sucesso;
  • Estratégia Ruim + Implementação Ruim = Fracasso;
  • Estratégia Boa + Implementação Ruim = Sem Controle;
  • Estratégia Ruim + Implementação Boa = Perda de tempo.

Implementação é atuar com. Quer dizer criamos a estratégia e agora vamos coloca-la em prática. Ressalto que há maneiras de simular os resultados fazendo uma prévia da percepção.

É claro que uma estratégia familiar, aquela que já foi aplicada e possui as mesmas características com algum toque até um pouco diferente, a percepção esperada já é conhecida.

O problema é quando a estratégia é inovadora e não temos nenhum parâmetro para compreender sua taxa de sucesso. Neste quesito é necessário três observações:

  • Inteligência de Negócio com margem de erro pequena;
  • Comparativos de resultados;
  • Avaliação de Risco.

Colocar um conjunto de táticas em operação apresenta diversos modelos de cenários bons ou hostis. De um lado seremos capazes de obter sucesso e em outros nem tanto. 

Tudo que é novo não tem referência, logo a margem de erro precisa ser próxima de zero, pois a informação deverá ser exatamente o que precisamos ter. Não é suposta ou próxima. Ou é ou não é.

Se não há outros que fizeram a estratégia, ela obrigatoriamente será ruim? Não. Mas depende de sua organização um intenso investimento em comparativo de resultados. 

E a avaliação de Risco é sempre um cálculo que considera seu lucro, suas forças, capacidades, mercado e demanda. Se qualquer um desses tópicos for deixado de lado e com menos informação, não haverá qualquer relatório eficiente de risco sobre uma implementação.

Passado as fases, avaliado a viabilidade, construído a confiança e controle sobre os possíveis resultados. A implementação precisa resolver as questões do método 5W2H.

Esse método é uma sigla que leva a inicial de cada pergunta em inglês sobre do que se trata a estratégia. O que ela vai fazer? O que teremos de retorno? O que não teremos? E assim por diante. 

Vamos o que cada inicial significa:

Lista dos 5W.

  • Why (Por quê) – Motivo da estratégia
  • Who (Quem) – Responsável pela implementação
  • When (Quando) – Quando será implementada?
  • Where (Onde) – Onde será implementada?

Lista dos 2H.

  • How (Como) – Como será implementada?
  • How much (Quanto) – Qual será o investimento?

Como aplicar esse método no dia-a-dia?

É uma formulação para entender se a estratégia que você está criando (na fases das 3 etapas) terá uma implementação desejável. E assim conseguimos responder duas questões:

  • Como repetir os resultados que foram bons;
  • Como aplicar uma nova estratégia com a mesma confiança do que é familiar.

WHY (Por quê? \ Motivo)

Vamos por partes, o primeiro ‘Why’ é o que define a raiz de qualquer solução de problema. Por que vamos criar uma solução? Porque queremos resolver o problema. 

Por que uma empresa vai criar um grupo de apoio para trabalhadores que trabalham jornadas extras?

Por que uma empresa vai lançar uma nova linha de serviços para aumentar o lucro anual?

Por que uma empresa vai abrir o capital (Bolsa de valores)?

Porque há um problema. No primeiro caso é porque esses trabalhadores são fundamentais para a operação. E sem o devido cuidado, eles vão contribuir para o fim dessa empresa. Então o investimento em sua saúde mental e supervisão se fez necessário.

No segundo caso temos uma empresa que viu a concorrência elevar o tom em novos produtos. E viu o seu mercado minguar. A solução foi de criar uma nova linha de produtos para reaver esses clientes.

No terceiro caso temos uma empresa que visa ter um capital extra para gerar mais inovações.

WHO (Quem? \ Responsável)

Quem vai implementar é um assunto de Recursos Humanos e de capacitação. Identificar pessoas capazes de operar e gerenciar uma estratégia. Normalmente, pensamos assim:

Aumentar os clientes de uma empresa é a responsabilidade de um profissional de Marketing.

Este profissional precisa ter aptidão em Marketing de Relacionamento, conhecimento de vendas, de negociação e de estratégia.

Negligenciar neste quesito é o que vimos nos cenários de implementação:

  • Estratégia Boa + Implementação Boa = Sucesso
  • Estratégia Boa + Implementação Ruim = Sem Controle

A condição da implementação depende de quem implementa. Não importa se a estratégia é única e sofisticada. Se não for bem aplicada não terá sucesso algum. 

WHEN (Quando \ Cronograma)

É tão importante como qualquer outra questão. O período define a exatidão de nossos resultados. Não adianta manter uma estratégia indefinidamente sem uma tática de avaliação. 

Você quer criar uma nova linha de produtos. E para este ano. Então a estratégia precisa ter uma agenda para dar retorno em resultados. Senão será uma estratégia de custo sem benefício.

O tempo é sempre um agente controlador de performance, pode ser usado inclusive como KPI ou critérios de performance.

WHERE (ONDE \ Setor)

Acredito ser uma outra questão que valida muito aquela ideia de uma implementação resultar em cenários bons ou ruins. Não existe o ficar em cima do muro nela. Porque uma estratégia boa, implementada de forma positiva pode somatizar um fracasso devido a aplicação em uma área errada.

Por exemplo, um treinamento de percepção de valores de clientes foi aplicada aos vendedores que ficam nos balcões. E o motivo foi porque ali era o primeiro lugar de parada dessas pessoas. Mas no lugar de investir a estratégia de treinamento nestes colaboradores, foi aplicado no que seria o segundo balcão, no momento da compra.

A depender da sua empresa, foi um investimento jogado fora. O cliente não foi orientado e e somente quando realiza a compra no caixa, o mesmo tenta vender algo. Parece familiar?

Muita empresa investe que o caixa seja ao mesmo tempo atendente e vendedor. E os resultados nem sempre são positivos. Depende da empresa, da demanda, da boa vontade, da percepção do público. Mas na maioria das vezes não retorna um resultado exato do que se queria (Why) e cria encargos (O cliente pode ficar irritado com as tentativas das vendas).

HOW (Como \ Perceptiva de elaboração)

Como essa estratégia será aplicada? A abordagem depende muito do tipo de recepção. Se é uma estratégia interna, operacional, pessoal, cliente, fornecedor, acionista e etc. Vai mudar em muito como essa estratégia será recebida.

Então o ‘como’ de uma operação é similar ao que citamos da seguinte forma – “Não é o que se fala, é como se fala”. E dependendo tudo pode ser mil maravilhas ou um inferno astral. O como precisa pensar em abordagens e situações.

Como uma equipe de vendedores pode ser treinado para serem capazes de vender mais e gerarem captação de clientela?

Como um grupo de estrategistas de Marketing podem desenvolver mais aptidões sociais?

Se pensar um pouco, friamente, basta que os vendedores aprendam técnicas de negociação e conversação. E no segundo caso esse grupo se socializar mais.

Mas estamos lidando com pessoas, e algumas são mais sensíveis, e outras nem tanto, algumas bem frias, e outras um meio termo. Este ‘como’ pode ser capaz de ignorar qualquer problema devido e atingir cada uma dessas pessoas de uma forma precisa.

HOW MUCH (Quanto Custa \ Investimento)

Este tanto quanto o tempo (When) é um outro critério de Perfomance (KPI), mas atenção é devidamente maior que considerar o tempo de execução (Cronograma), porque investimento muitas vezes para alguns pensamentos, ignora requisito de qualidade e quantificação. Quer dizer, porque é caro não vou investir, mesmo o relatório acusando que haverá o resultado positivo e esperado.

Então a avaliação de uma estratégia pelo custo precisa pensar em:

  • KPI;
  • Investimento Amarrado.

O segundo caso é quando pensamos em quanto de investimento teremos que desembolsar para aplicar a estratégia pelo o tempo que ela foi definida para existir. E é essencial que haja um controle muito forte quanto à isso. 

Não é difícil uma empresa esgotar suas reservas quando ela não tem nenhum controle, e normalmente isso está conectado a ausência de alguma estratégia, senão a própria ou a de controle da estratégia.

O “Quanto custa” também é um divisor de águas. No mercado brasileiro não é incomum, pessoas ou empresas quererem barganhar um orçamento porque acham que ele não faz justiça.

Este How Much precisa pensar no retorno e não no investimento como baliza. Por quê? Há estratégias pelo mundo que tem custo zero ou seja de graça. Mas são estratégias que foram trabalhadas e refinadas. E pode parecem ser simples a olho nu.

Mas não são. Por exemplo, conseguir seguidores no Instagram seguindo diversas pessoas, é uma estratégia de graça. Mas sabe como ela funciona, o mecanismo? Diferente do que muitos acreditam, ela tem haver com relevância.

Quando mais te segue, mas seu perfil é exibido. E quanto mais isso acontece, seus posts no Feed também ganham relevância. E veja há dois tópicos nesta área que não são de graça, a pesquisa de relevância de Algoritmo e a pesquisa de presença de Marketing de Conteúdo. 

E assim:

  • Pesquisa de Tecnologia;
  • Pesquisa de Marketing de Conteúdo.

A estratégia de Follow Back ela é uma dica naturalmente oferecida como uma ação simples. Mas ela é alimentada por informações de mercado realizadas por empresas por um período de tempo com um custo definido. 

Mas se você quer uma estratégia de Follow Back personalizada, não terá de graça. E por quê personalizada seria bom? Porque nenhuma empresa no mundo é igual. Então há alguma variável que vai aparecer para umas e outras não.

Então Follow Back não funciona por exemplo para alguns setores, vai depender. E não funciona com todo mundo. Principalmente se forem influenciadores, ou algumas instituição. A não ser que seja uma empresa que dê o mesmo retorno porque ela precisa de você como cliente.

Mas isso vai depender de sua pesquisa em relação à ela e seu mercado. O que já mata a ideia de estratégia gratuita. 

Por isso que não devemos dosar a eficiência de uma implementação estratégica ou tampouco a criação de uma, pelo o seu custo. E sim pela performance de resultado e pela pesquisa personalizada.

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Estratégia da Sinergia: Como o foco em parcerias pode fazer você crescer?

Sinergia é uma palavra muito utilizada, e até um pouco mal compreendida. Talvez não por sua definição de cooperação intimista ou funções\ideiais similares. Sinergia é algo que podemos entender como A se junta B porque, A e B possuem similaridades, funções e metas parecidas.

Tudo que possui o mesmo ou aproximado objetivo, terão forças concentradas no mesmo ponto. E portanto podem se tornar parceiras para atingirem mais rápido e eficientemente o objetivo.

Quando menciono que a sinergia não é compreendida, estou falando sobre o mérito de sua aplicação. A diversidade de suas funções. Muitos compreendem a sinergia como um resultado consequente, e não como uma tática consciente, aplicado por uma pessoa em determinado momento.

Sinergia pode ser entendido também como uma característica de grupos que são interconectadas por suas práticas similares para os seus objetivos que são quase ou senão os mesmos. Por exemplo, sinergia entre países (OPEP).

OPEP (Organização de Países Exportadores de Petróleo) concentram países que tem por objetivo extrair petróleo e definir o preço de mercado mundial.

Devemos ter uma sinergia de negócios em mente. O que seria? Sinergia que visa vantagem competitiva. Você quer se unir a pessoas, empresas e instituições que possam garantir o ganha-ganha, seu market-share e um retorno financeiro\valor (Branding) no final.

Qualquer outro pensamento será um desperdício. Agora vem a questão de sua aplicação e acho que teremos aqui algumas boas ideias para tornar a estratégia da Sinergia algo mais presente. 

Devido a nossa cultura atual, os influenciadores que podem ser celebridades artísticas, políticas ou escolados, ocupam o espaço de catalisadores (garotos\garotas propagandas) são uma forma de construírem sinergia ao público.

O equívoco é determinar que sua contratação se deva pelo fato de trazer o público para retenção. Se os critérios avaliados são:

  • Influenciador com visibilidade acima da média;
  • Influenciador com popularidade de venda alta.

Qual é o problema de contatar um influenciador para ter público, se ter público significa aumento de volumes de venda, o objetivo de qualquer empresa? Eis a devida questão respondida claramente.

A maioria das empresas contatam todo e qualquer influenciador que tenha visibilidade acima do que esperam ser da média para cima, sem se importar com:

  • Sinergia do influenciador e seu negócio;
  • Público do influenciador toma as decisões de compra?;
  • Público do influenciador consome o seu produto?;
  • O influenciador é considerado um catalisador de vendas?.

A sinergia na maioria desses casos não existe, e se existe, é insignificante. O que temos são catalisadores de público, mas que não oferecem uma retorno sólido para o negócio. E há alguns sinais que devemos observar:

  • Aumento de volumes de vendas não significa retenção de público;
  • Retenção de público significa volume de vendas persistente por meses;
  • Volume de vendas deve permitir dispensar estratégias de ofertas para o público que compra em valor cheio.

Nossa observação permite entender que as empresas, em atual momento tem ainda colocado o poder das visualizações (volume, tamanho de público) no lugar do devido crédito que prova a sinergia do negócio onde falamos sobre “tema”.

Tema pode ser entendido como o fator que une seu negócio a um método de captação de clientela, seja por um influenciador ou uso de algum patrocínio qualquer, que conecte o seu negócio ao mesmo ideal.

Veja como é fácil compreender:

  • Jogadores de E-Sports recebem patrocínio das marcas de esportes;
  • Influenciadores leitores de livros recebem patrocínio de livrarias para descontos.

Todo e qualquer patrocínio segue uma linha. Perceberam? Por que marcas de esportes, artigos esportivos colocariam seu nome em uma camiseta de um jogador de E-Sports?

Porque esses jogadores e a marca de venda de artigos esportivos promovem a prática de esportes. Normalmente temos também empresas que vendem placas de vídeo, mousepads, mouses, set tups de jogadores, tudo para influenciar o público que se conectou com a ideia.

Para se tornar um E-Sport player você precisa de equipamento, quer ser como seus ídolos?

Essa é a mensagem que se tem quando uma empresa cria sinergia com outra, ou causa, idealismo ou negócio em si.

Para concluirmos nosso artigo, quero deixar um exercício importante para vocês, assim serão capazes de visualizar a importância da Estratégia de Sinergia e saber aplica-la corretamente.

Identifique primeiro o setor que você quer analisar, já pense em como o seu negócio (seja CEO, colaborador) poderia se conectar com outra empresa por exemplo.

Agora defina um critério de como essa sinergia vai poder lhe dar vantagem. Lembra que toda sinergia precisa gerar vantagem competitiva, e isso significa, que seu negócio precisa ganhar:

  • Mais visibilidade, promovendo mais vendas;
  • Mais retorno, promovendo mais avanços;
  • Ganhando market-share;
  • Ganhando autoridade.

Os critérios devem ser influenciados com a ideia de como você vai lucrar. E não estou falando de lucrar pelas beiradas. Ganhar um pouco, o resto. Estou falando do seu projeto principal para tornar o seu negócio mais lucrativo com eficiência máxima.

Quais os critérios que você pode usar?

  • Unir-se a empresas com o mesmo objetivo que você;
  • Associar sua cultura corporativa, operacional com outra empresa que faça o mesmo ou melhor;

Toda e qualquer parceria precisa ter o mesmo objetivo ou linha de produto igual: Esportes, Biomedicina, Direito e etc.

E por fim, realizar a parceria (ou Co-Branding) com o objetivo de fazer com que sua empresa e as outras envolvidas ganham o bônus da força em conjunto para tornar as suas metas reais e seu retorno concreto. 

E não precisa pensar em investimento alto para aplicar a sinergia. Não atire para todos os lados. Seu público não são todos. Mesmo que em muitos casos, possamos classificar as empresas em tipos de mercados:

  • Massa;
  • Segmentado;
  • Personalizado;
  • Individualizado.

Onde no primeiro caso, a conveniência pode acertar qualquer pessoa, ela contrasta com o mercado de nicho que atinge o Segmentado, Personalizado e Individualizado, que é onde a ‘mina de ouro’ se concentra, onde nem todo público está.

algumas perguntas que você pode fazer para identificar se sua Estratégia de Sinergia é viável:

  • O volume de público dessa empresa ou influenciador é o meu público?
  • Poderei reter esse público comigo? Como posso ter certeza? Como averiguar se isso aconteceu?
  • Qual é a minha margem de erro do público certo? Existe uma margem de erro médio? O quanto que quero lucrar?
  • Qual é a vantagem competitiva que vou adquirir? Ela será temporária ou perpétua? Poderei compreendê-la ou ele é casual?
  • O objetivo da outra empresa é o mesmo que o meu? Os produtos deles podem ser combinados com o meu? Se pudesse, o produto A de minha empresa poderia ser vendido com o produto C da outra empresa?

Concluindo, tenha a intensa atenção sobre os requisitos que uma sinergia exige. Todo padrão de combinação que potencializa seus retornos é sempre entendido como um sistema que opera por um fim comum e com todas forças somadas.

E todas as forças somadas significa, que cada centímetro de uma oportunidade de parceria pode ser explorada. Por exemplo:

Coca-Cola + Eventos Festivos = Bebida de comemoração, Bebida infantil, Bebida de Nostalgia, Bebida familiar, Bebida de reunião de amigos.

Adidas + Futebol = Ativismo esportivo, torcida organizada, qualidade de vida, prática incentivada de esporte, sentimento de esportista, sentimento de competição.

Coleção Festival de Música = União de tempos, sentimento de colecionador, sentimento de feeling musical, reunião de colecionadores e músicos, quem gosta de música tem um hobby, músicas presentes nas coleções, coleção presente nas músicas.

Esses grupos que separei são seguidos de características que podemos levantar ou cadernos de assuntos como em um editorial jornalístico. Uma mesma notícia pode ter diversas interpretações e colocações. 

Sabendo disso, uma estratégia de sinergia bem aplicada consegue em termos práticos combinar diversos tópicos para que o uma Empresa e outra(s) possam criar diferentes linhas de interpretação do mesmo produto.

E somente é possível isso se houver elementos em comum ou sinergia.

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Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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Como criar roteiros para vídeos?

Em 2022 cerca de 79% do tráfego mundial será direcionado para os vídeos. As empresas como Netflix, Amazon Prime, Disney +, HBO Max e outras plataformas de streamings, Tweech, Youtube, Watch, IGTV já compreenderam isso. Por isso essas empresas investiram milhões para garantir que elas estejam na mente das pessoas como soluções.

E fazer vídeos se tornou uma solução para atingir o público, vender produto, convencer aliados, corrigir erros, pedir financiamento, construir valor. Mas como ter um resultado positivo em cada uma dessas situações? O vídeo precisa ser bom, viral, atual e convincente. Neste Podcast explico como criar um roteiro que determine as etapas e componentes que um vídeo precisa ter.

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5 Razões para investir em um logotipo

1. Identidade Visual

Todas as pessoas gostam de definir sua própria identidade. Seus gostos, desejos, necessidades, um lugar para chamar de seu. Com qualquer negócio não é diferente. Quando um produto possui uma ‘face, corpo e forma’, ele se torna mais aceito e mais atrativo. Construindo um elo com mais facilidade.

As cores da embalagem, o desenho do papel de bombom, a chamada especial no cartaz, são efeitos que permitem as pessoas criarem um relacionamento semelhante a um time que elas torcem.

2. Associação

O que associamos o refrigerante? Coca-Cola, Pepsi, Grapete, Fanta. O que vem a cabeça de imediato? A imagem de cada uma dessas marcas. Quando compramos, compramos por associação. O gosto apesar de ser um resultado sensorial do paladar, o ser humano para guardar a sensação cria uma forma.

Se você oferece para ele uma orientação da forma, ele associa o gosto bom com a forma. Ou seja, a qualidade do gosto\textura se associa com o logo da empresa. Quando se pensa no logo ou no produto, o efeito é quase sentir o gosto do refrigerante.

3. Marca

Quando as pessoas querem determinar uma atitude, elas costumam querer deixar uma marca para registrar o momento. Fazendo uma tatuagem, colocando uma bandeira no topo do Everest, produzindo uma Selfie com um monumento importante atrás. Isso é deixar uma marca, o momento tão importante. Logotipos são elementos visuais que conectam um momento no tempo a ser lembrado.

Quando alguém lembra de uma empresa, ela não associa de imediato ‘rostos’ e sim sinais visuais. Pense em um bom atendimento promovido pelo Burger King – antes de lembrar do rosto e o nome, a primeira imagem associada é o logo da empresa.A marca conta uma história, e quando nos lembramos ou associamos, essa marca surge em uma visão mental como se fosse uma capa de um livro.

4. Memorização

Negócios que querem criar um momento, serem registrados na memória de uma pessoa ou público. A melhor forma é fazê-lo através de um artifício visual ou verbal (Naming\Tagline[Lema]). A nossa memória é associativa, quando vamos em um restaurante associamos melhor um cardápio com figuras do que um sem. Mesmo que o prato venha diferente da composição, sempre visualizaremos aquela imagem para toda vez que pedirmos aquele prato.

Quando citamos o restaurante ou lemos o seu nome, ouvimos ou um sentido nosso desperto para alguma dica sensorial (Paladar, olfativo, auditivo, visual e tato), uma imagem nos permite acessar variadas experiências. Pense no Castelo do logo da Disney, do Lolo, Da Nestlê Surpresa, Do SBT, Da Universal Studios, Netflix.

5. Estratégia

Logotipos são gatilhos mentais (como Mindset) que ativam sensações e comportamentos nas pessoas. Quando elas elas possuem experiências boas ou ruins, o trabalho do design é de construir uma marca visual que permitam uma harmonia positiva dessas sensações e memórias. Quando falamos de estratégias sobre essa relação é precisamente em analisar como um logotipo impacta nessas reações em que auxilia em ativa-las.

Um logotipo que parece insinuar uma imagem depreciativa vai incomodar e não vai resultar em um efeito desejado, por outro lado, um logotipo que expresse universalidade e neutralidade, pode agradar evitando conflitos.