I Debate de Marketing e Metaverso

Aconteceu no dia 9 de fevereiro às 18h o I Debate de Marketing e Metaverso com os convidados especiais no JC Talks para um bate-papo sobre Metaverso e Marketing. Os profissionais Paulo Samurai e Amanda Duarte, são designers, arquitetos, estratégias digitais que criam mundo virtuais e estarão conosco para contar um pouco sobre a realidade desse fenômeno que não parece ser uma moda, e sim um novo modelo de negócio.

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

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O que é Metaverso?

NOTA ANTES DO ARTIGO.

Neste ano vou lançar o curso especialista de marketing jurídico com foco em ensinar a prática da publicidade e propaganda jurídica estabelecida pela resolução do código de Ética e do novo provimento 205/2021 e de preparar o(a) aluno(a) para novos desafios. Dividido em quatro módulos, do básico ao especialista.

Para estudantes e profissionais de publicidade e direito. No final deste artigo mais informações sobre o curso, objetivo e material.

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BREVE INTRODUÇÃO SOBRE METAVERSO.

Escrevi alguns artigos sobre Metaverso, em breve farei um evento sobre, e agora gostaria de definir melhor o que será a Internet 2. E por que é tão importante, já que não estamos falando de uma modinha, pelo menos, não mais. Tal como qualquer coisa no mercado, novos modelos de negócios não nascem de um dia para o outro. E precisamos nos educar antes que a estrutura esteja construída, assim podemos pegar a oportunidade no comecinho.

Metaverso ou Meta foi um termo utilizado de uma forma popular pela primeira vez, não na história, mas recentemente pelo fundador do Facebook, Mark Zuckberg. Na ocasião de sua mudança de paradigma, para quem entende, já está fazendo hora extra pelo seu tempo de longevidade, no lugar de abandona-lo, o objetivo é transforma-lo.

Mas em uma pesquisa mais minuciosa, vamos descobrir que o termo não foi cunhado e tampouco é uma relevância apenas do Facebook. Muito embora a apresentação da empresa de Rede Social tenha minimizado o verdadeiro uso e impacto do Metaverso em questão. Ao pensarmos de fato, o que é Metaverso, o que vem à sua cabeça?

O QUE É METAVERSO?

Trocar por miúdos, é a virtualização do espaço de rede para entretenimento e negócios. O primeiro já existe há muitos anos, e o segundo, subjetivamente. Vamos ver exemplos e uma definição mais ampla.

Os chamados Recursos de Realidade Extensiva é todo aquele aparato que define o uso interativo do Metaverso. É muito associado Realidade Virtual com Metaverso. Mas ele existem sem ela também, e não é parafraseando o criador do Playstation, Ken Kutaragi, que criticou o uso da RV como sendo necessário ao mundo virtual.

Estar no mundo real é muito importante. O metaverso é tornar algo quase real no mundo virtual. Não vejo sentido em fazer isso. – Ken Kutaragi

Embora ele esteja certo por um lado, não está completamente correto. Por um lado, porque Metaverso não se define apenas por Hardware poderoso, como RA e RV. Podemos considerar a simples representação desse mundo virtual em algo bem tradicional. Os games. Essa época vai exigir que as empresas entrem de cabeça na indústria de entretenimento para se inserir com mais fluência por um mundo já habitado por seres humanos, os jogadores.

Representação (anterior) ao BB nos servidores de GTA 5 Online.

 sistema de Loot e micro transações sempre definiram o Metaverso na pré-história. E nunca foram necessários o uso de RV e tampouco RA para que o assim fosse identificado. Não apenas o Metaverso está concentrado em negócios. Podemos considerar o conjunto de MMO (Massive Multiplayer Online) como uma atividade do Metaverso.

DC UNIVERSE (Sistema de Loot, 2015)

Por assim dizer, quem ainda está preso na definição do Second Life, está alguns passos atrasados como o progresso do Meta no mundo. De uma maneira geral podemos considerar a já existente inserção um material sólido para considerarmos o Metavrerso uma realidade do mercado. As plataformas já são presentes e prontas para serem utilizadas.

O anúncio de novas ferramentas, já antigas ao mercado de produção como Unreal Engine, Unity, Spark, Blender, After Affects e afins, caracterizam que o mundo já popularizou a criação de jogos. O mercado no Brasil ganha bastante em games para Mobile. O que já gera uma fatia de produção local tanto quanto outros países. E tudo isso nos faz pensar que o Metaverso apesar de novo, está presente há muito tempo.

COMO ASSIM INTERNET 2?

A Internet 1 engloba diversas épocas que a definiram como uma rede mundial de computadores. Para quem já teve a curiosidade. A primeira época da Internet era restrita a empresas e universidades. Funcionava não exatamente como um canal de comunicação, mas como um Banco de Dados virtual, que era intercomunicável.

Quando ela se tornou pública, pessoas físicas puderam povoa-la e dar um novo significado. Muitas pessoas acessaram a internet e possuem contato com informações, que no passado, era apenas e exclusivas e veículos jornalísticos, algumas empresas e universidades. Logo a informação tornando-se pública, tirou o poder de algum centros de divulgação.

As Redes Sociais agora serão a mistura de Fórum com Games. Pense em um conteúdo criado na Twich por uma empresa que tem um mundo virtual similar ao Fortnite.

Páreos, tanto o público como as empresas, ficaram sem o fator de surpresa e o de surpreso. Mas isso não impediu que a internet em sua atual fase não construísse alicerces. Com acesso a informação, as pessoas puderam discutir e debater assuntos que levavam anos para chegar ou apenas era acessível por institutos.

Ainda que muita informação não seja averiguada, parte dela não passa pelo filtro do que é verdadeiro ou falso. Neste ponto as empresas que eram detentoras dessa informação originalmente, perceberam que não ficaram com as mãos atadas. Devido à esse detalhe. A informação continua a ser privilegiada.

Metaverso está direcionado para pessoas com experiência no E-Sports, Indústria de Games e criadores de conteúdo\games.

As Redes Sociais se formaram, as empresas viram um investimento valorado nelas. Hoje uma empresa que não tem Redes Sociais e site, nesta ordem, não está visível. É indispensável, que se tenha contatos físicos e virtuais para que o negócio prospere. Não apenas é claro, outros meios ainda são tão eficientes quanto os ‘novos’.

As tecnologias chamadas de realidades extensivas sempre foram um paralelo a internet. Poucas aplicações de fato bateram de frente com alguma integração. Muito embora a afirmação do criador do Playstation tenha discordado que Metaverso não precisa de RV, e ele está certo, a RV e a RA tem sido duas plataformas que mais tiveram progresso no mundo da tecnologia lado a lado com a IA.

Metaverso é uma virtualização do espaço real com uma diversidade mais ampla de interações e negócios.

Se unirmos o progresso tecnológico e acompanharmos o Metaverso em sua forma mais simples, que é a interação games. Veremos que não é difícil de visualizar o avanço do Metaverso atualmente. A Internet 1 se caracterizou como um canal de comunicação e informação. A internet 2 é uma concretização de um mundo virtual com os mesmos interesses da Internet 1.

Nunca mencionei, mas posso cita-las, a economia não apenas das criptmoedas, mas da virtualização dos bancos. Cada vez mais ‘online’, a extinção das bilheterias nos metrôs, com foco maior em compras online, tem dado um recado óbvio. Para onde estão indo nossas operações do cotidiano?

Gradativamente as empresas tem transformado seus negócios físicos em uma realidade virtual.

Pagar contas, fazer compras, estudar e até se divertir? Há 30 anos, era uma particularidade do nosso mundo físico ou real. Hoje, a realidade se divide. Pela pesquisa realizada pela Rock Content junto a outras agências, chegaram a conclusão de 2021-2022, que o investimento em Marketing Digital foi de 94% e uma outra pesquisa realizada pela Kantar Media, o valor acumulado do ano de 2020 foi de R$ 39 bilhões. Onde será que as pessoas estão?

QUAIS SÃO OS METAVERSOS QUE EXISTEM?

Já ouviu falar em Second Life? Já. Mas senão, ele foi o que muitos chamam de primórdios do Metaverso. O que muitos se enganam é que apesar do Second Life não ter tido sucesso nessa empreitada, é que ele nunca fora desenvolvido para ser um Metaverso e que foi realizado em uma época que a maioria do conceito de realidades extensivas só existiam entre acadêmicos e no campo da teoria.

De lá para cá, o Metaverso já havia ganho outros ambientes virtuais tão antes quanto o desaparecimento de Second Life. Muitos games online e offiline são plataformas de ‘ondoor’ ou ‘outdoor’ ou mesmo Product Placement. Muitas produtoras como Naughty Dogs (Uncharted, The Last of Us) são famosas por inserirem easter eggs ou cameos, para dar a entender que há outros produtos daquela empresa na prateleira para serem comprados.

Existem mundos virtuais?

Algumas empresas como a Rockstar, possuem investimento para comprar licenças de rádios famosas e reais. E outras como o GT (Gran Turismo) colocam marcas de carros como Renault, Citroen, Kia Motor, Ford famosas em seus jogos com o direito de uso de marca. O mesmo se aplica a franquia Euro Truck que é uma união de aspirantes ao game de condução e de fato motoristas de caminhão. Com um show de marcas e configurações dos veículos de verdade.

São na verdade um ponto de venda seja pelos entusiastas ou pelos compradores habituais. Como de colecionadores ou mesmo profissionais no ramo. Isso se aplica na maioria dos simuladores, como é o caso da franquia Flight Simulator e X-Plane, que unem em servidores online pilotos entusiastas, estudantes e profissionais sem qualquer divisão entre eles. Inclusive popularizando como seria a profissão de um piloto.

Metaverso é apenas para empresas ricas e grandes?

Há muitos canais no Youtube que são formados por pilotos reais que trazem a realidade dos aeroportos reais voltados para os jogadores desses simuladores. Criando uma oportunidade de ingresso na carreira como uma espécie de “Conhecendo profissões”. O Metaverso sempre esteve presente e criou nos últimos anos uma sólida forma de que ele não veio porque alguém o citou levianamente. Mas porque ele está em um nível para passar de etapa.

Vou listar alguns metaversos (espaços virtuais) conhecidos:

  • Decentraland;
  • The Sandbox;
  • Victoria VR;
  • Axie Infinity;
  • Enjin Coin;
  • Defi Kingdoms;
  • Illuvium;
  • Render Token;
  • Yield Guild Games;
  • Ufo Gamn;
  • Vulcan Forged;
  • Starlink;
  • Merit Circle;
  • Wilder World;
  • Decentral Games;
  • Horizon Worlds;
  • Magic;
  • Aurory;
  • Star Atlas;
  • Realm;
  • Servidores de MMO (Permitem criação de conteúdo\Mod\Patches) e etc,

E para finalizarmos, já havia publicado uma lista de empresas que já investem pesado no Metaverso, mas vou reuni-la aqui para efeitos de organização.

Espero que tenham gostado desse conteúdo. E que possa ter esclarecido ainda melhor do que se trata o Metaverso. Comentem o que vocês acharam. O espaço é de vocês. Nos vemos numa próxima vez.

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Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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O que você sabe sobre design minimalista pode estar errado.

NOTA ANTES DO ARTIGO.

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BREVE INTRODUÇÃO.

Costuma ser uma polêmica em afirmar que o que você sabe de algo está errado após um tempo. Ou até mesmo sempre esteve errado. A palavra é forte, mas é chamativa. O errado consiste em um detalhe de aperfeiçoamento no final das contas. Mas ainda acredito que a ideia do minimalismo é entendido de uma forma limitada por muitos. Vamos lá.

O que é minimalismo?

Minimalismo é o mínimo. Mas não tem haver com redução. Muitos entendem a redução para algo que é menos. O chamado “Menos é mais.”. Esta afirmação ela é entendida como pouco. Mas a verdade é que ela segue as diretrizes dos 6 sigmas chineses. Não é o pouco que o minimalismo se refere. E sim ao útil. Você pode ter um quarto com mil coisas que você usa e ainda sim será um minimalista.

O termo me parece confuso, porque ter o mínimo é ter menos. Mas seria mais apropriado chamar de Prioritário ou Útil do que minimalista. Muitos lugares e pessoas entendem o mínimo como simples. Não. Simples é uma coisa e ter algo no mínimo é outra. Uma pessoa pode ter 2 balas e serem suficiente. A pessoa pode ter 30 balas e não ser suficiente. Simplicidade é algo que é menos complexo e mais acessível. Minimalista é algo que pode ser complexo ou não e ter de ser útil.

  • Minimalista não significa pouco, reduzido ou menos. Significa o ‘necessário’.

DESIGN MINIMALISTA.

Na minha odisseia por estudos de design que remetiam ao minimalismo sempre me deixava confuso o que era considerado mínimo. Quer dizer, em referência a quê? Nunca obtive uma resposta direta. Até compreender como as pessoas aplicavam esse conceito na prática. E o que se dizia na teoria não era a mesma coisa no resultado. O minimalismo é considerado a redução de elementos visuais. Mas não.

Minimalista significa Clean Design.

Não é a redução de elementos visuais e sim a remoção do que não interessa na comunicação daquilo que se trata. Por exemplo. Um frasco de shampoo interessa o quê? Nome, peso em gramas, informações de cautela e o que ele faz. Podemos tirar o peso em gramas? Podemos. Nada indica que ele seja útil para o seu uso.

Mas como seria um banner? Um clean design. Engraçado que o minimalismo parece bater naquela mesma tecla que vejo em Publicidade e Marketing. Mesma coisa nomes diferentes. Em Design você ouve falar em poluição visual desde do primeiro dia que começa a criar. O chamado clean design. Esse tipo de termo fala mais sobre o minimalismo do que ele próprio.

Vocês poderiam melhorar este layout? Ou será que ele contém todos os elementos importantes disponíveis? Remover alguma coisa poderá deixa-lo incompleto? O padrão de que reduzir algo trará mais qualidade pode ser ao contrário. A redução muita vezes significa que temos que olhar para algo e pensar se o contexto permite.

Podemos compreender com alguma insistência que minimalismo é mais compreendido como um sub-divisão do clean design do que sendo um movimento independente. Pois assim acredito que as pessoas entenderão melhor do que se trata. Vamos a outros exemplos.

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Tente pensar como esse banner poderia ser mais clean design. Será que podemos pensar em algo melhor sem mudar o contexto. Não estamos falando de mudar o conceito do design. Outra cor, outras fontes, tipografias. Não. É como podemos trabalhar o que e como esta aí melhorando a comunicação. É possível?

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Design minimalista ou Clean Design pode ser uma oportunidade de compreender também o contexto do Design Branding. Quando montamos uma marca e ela passa a influenciar podemos considerar reduzir o resto? Como no caso acima, quem não conhece Nutella? Podemos remover as informações ao seu redor? O impacto terá algum resultado positivo?

Design minimalista pode ser aplicado a todos os casos?

Percebemos melhor o produto? Entendemos melhor o que ele representa? Tentem responder essas questões testando a teoria que o que vemos nos orienta à algo. Será que o pão com a Nutella por cima dele não nos oferece mais gatilhos do que apenas colocar o nome Nutella no frasco? Se você conhece a marca talvez não, se você não conhece a marca, será que talvez sim?

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Agora um outro exercício importante. Veja os logos das empresas acima, da Coca-Cola, Chanel, Disney e Heineken. Tente pensar no conceito dos seus produtos e veja se esses logos conseguem sugerir algo para você. Se você não é consumidor de uma dessas marcas, qual é o seu pensamento, o que ela passa para você sendo o mais mínimo. Aquele logo lá no rodapé da imagem.

Seja sincero com a memória visual e emocional. Aqui o aprendizado é quando você perceber de fato se o minimalismo tem algum impacto de fato. Lembre-se que não estamos falando de “redução” de sim de manter o necessário. A palavra ‘Coke’ associa a empresa de refrigerantes e o faz lembrar daquela bebida gelada no Natal ou apenas o associa a empresa como uma instituição?

O QUE PRECISAMOS SABER?

  • Minimalismo precisa preservar o impacto emocional;
  • Redução de elementos precisa criar foco no produto;
  • O foco precisa ter elementos que enriquecem a experiência;
  • Foco não é disciplina redutora e sim aperfeiçoamento do uso do espaço com o mesmo impacto emocional de antes.
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É errado usar o minimalismo? Claro que não. A crítica eleva que o design minimalista pode ser usado com algum contexto sem perder o valor do produto e a comunicação. Essa preservação normalmente sofre com falta de identidade senão feita com prezo. Para isso chamo atenção sobre o conceito de Clean Design. Que melhor explica a aplicação do minimalismo.

No logo do Instagram perdemos o produto? A identidade? Ela consegue em poucos elementos e simples lembrar uma câmera fotográfica? É possível notar isso sem ter noção do que é Instagram? Pense muito bem nesta última pergunta.

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Para finalizarmos o conceito de Design Minimalista, devemos considerar que a comunicação verbal e visual são similares para compreensão desse recurso também. Por exemplo, se uma pessoa fala com termos e jargões técnicos, a comunicação pode ficar comprometida. Mesmo que ela seja recheada de exemplos e explicações.

A comunicação eficiente é aquela que você o receptor e eu, emissor, concluímos a mesma coisa. Em Design é exatamente igual. Será que podemos definir algo que torne o design clean e ao mesmo tempo informativo? É claro que sim. Por isso a minha recomendação, experimente exercitar a sua acuidade visual olhando para letreiros, banners, cartão de visita, flyers, manuais e note o que precisa melhorar ou não. Imagine o design clean neles.

Somente através dessa prática diária é que poderá desenvolver o feeling de quando e como usar o minimalismo.

Espero que vocês tenham gostado desse artigo. Se quiserem fazer uso do espaço de comentários, fiquem à vontade, o espaço é de vocês. Até a próxima.

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Metaverso e o Marketing: Qual é a verdade por trás dessa tendência?

Banco do Brasil e o CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) resolveram investir no Metaverso do GTA para levar a cultura para um público que eles acham em potencial. Metaverso parece ter saído da boca do Facebook. Mas este sido a nova tecnologia já adotada por alguns setores, que se tem notícia, fora do Brasil há algum tempo.

Clique aqui e leia a notícia na InfoMoney.

Metaverso até onde poderíamos entender seria o novo nome do Facebook com uma nova pegada. Mas para os que sabem, o conceito é antigo e tem haver inclusive a com a origem da internet como nós a conhecemos, mas isso repuxa ao final dos anos 80.

No próximo caso é a visão da Nike em um tênis esportivo usando o Metaverso. Além da união do Blockchain e uma espécie de e-product (e mesmo físico) já existe um espaço virtual da Nike chamado Nikeland feito em Roblox – Clique aqui.

https://www.linkedin.com/embeds/publishingEmbed.html?articleId=8522098431521728923

De uma forma simples, Metaverso não é o nome de uma empresa, é um conceito de tecnologia extendida da internet atual. Onde não temos um ‘lugar’ em específico, mas sim um espaço e comunicação virtual. A maneira de definir o virtual é promover que virtualização é bem mais ampla do que nomear realidades virtuais ou ambientes 3Ds ou mesmo de internet.

E sim de expansão. Há um novo dicionário, já acrescenta uma nova forma de ver esse recurso que tende a ser o futuro das comunicações e do Marketing de agora em diante. Todos as ferramentas que auxiliam a forma ou melhor moldam o Metaverso são conhecidas como Realidades Extendidas. Que podem ser:

  • Realidade Virtual;
  • Realidade Aumentada;
  • Ambientes 3Ds;
  • Hologramas;
  • Advergames;
  • QR Codes;
  • Gamificação (Second Life, GTA, MMOs e etc).

Para concluir este conceito, imagine, uma reunião do Zoom e em seu lugar, uma sala no estilo 3D, em que cada participante no lugar de fotos que o representam, são apresentados por avatares que podem andar, dançar, cumprimentar as pessoas e interagir com este ambiente.

Há também a discussão como o advogado no Brasil sob o Código de Ética da OAB e o novo provimento 205/2021 seriam aplicáveis. Ainda que neste exato momento, não seria possível criar uma versão 3D (Externa e Interna) de um escritório, uma vez que esse ato caracterizaria publicidade indevida da imagem e espaço.

Não é desconsiderado o uso de salas virtuais que muito se assemelha aos espaços de Coworking físicos. Ainda que a sinalização de placas poderia implicar em um ato comercial, proibido de se realizar, outras adaptações poderiam ser feitas, para que o advogado atenda o seu cliente sem problemas.

No site do Migalhas, Renan Wielewski Botelho, desenha que a advocacia brasileira e a OAB (Ordem de Advogados do Brasil) terão em breve que pensar em Metaverso como uma realidade e não com aversão, que futuramente, a deliberação pelo uso deverá ser considerada como uma consequência da comunicação (corporativa, interna e de orientação) e não como um ponto comercial (apenas).

A ERA DO SECOND LIFE E CHAT.

No começo do século 21, nos anos de 2000-2005, o conceito de Second Life e Chats que representavam grupos e tópicos de conteúdos, eram extremamente comuns. A diferença é que as empresas não assistiam essas tecnologias como espaços expansivos do modo de transmitir a cultura corporativa e tampouco de comércio.

Mas bem antes do Metaverso ser agora um novo caminho de Marketing Digital, não apenas Redes Sociais. A indústria de Games por anos à fio desenvolveu uma espécie de Ponto de venda utilizando o Metaverso do seus próprios produtos. Estes seriam os casos:

  • Destiny;
  • Fortnite;
  • DC Universe;
  • Fallout 76;
  • Elder Scrolls Online;
  • Eve Online.

Há alguma coerência entre eles? Além do fato de serem jogados online (MMO), eles possuem o sistema de micro transações. Que são sistemas de economias do jogo que permite ao jogador, adquirir com o dinheiro, pago através do cartão, itens da loja. Não apenas pelo motivo cosmético (embora seja a maioria), mas também possibilite que o seu jogo progrida.

Este é o sistema, que muitos reclamam, em jogos de celulares. Como o viciante Candy Crush. Quando suas vidas acabavam conforme as fases passavam. Você era obrigado a esperar algumas horas ou pagar em dinheiro real, para ter mais uma vida extra.

Nos MMOs o conceito de Metaverso, deixava bem claro, que a empresa criadora daquela produto, realizavam três ações que as beneficiavam:

  • Propaganda da Empresa;
  • Propaganda do Produto;
  • Crescimento do fluxo de caixa.

Talvez uma das razões pela qual a Bethesda não lance e nem tenha pressa de o fazê-lo, o Elder Scrolls 6, é porque devido ao seu lucro com os sistemas de Fallout 76 e Elder Scrolls Online tenha lhe conferido uma vaca leiteira (Matriz de BCG).

E nem o GTA V Online, uma vez que desde de 2013, tem oferecido à empresa Rockstar, fortunas sem precisar investir em criar um novo título para isso. E até a presente data, conteúdos e até o metaverso (com uma empresa agora de fora), passou a investir (Banco do Brasil) – será que a Rockstar vai lançar o GTA 6?

E então? Estão prontos para o futuro?

Até a próxima.

4 Fabulosas dicas para usar quando for fazer uma palestra

Nesta semana fiz um brinde a leitura, tal como faço centenas de vezes. Não tem como trazer conteúdo sem ler sobre. Assistir ou estudar. E estava lendo um capítulo do livro Ted Talks – O guia oficial do TED para falar em público escrito pelo presidente do TEDChris Anderson. O autor compilou no livro tudo que foi aprendendo com as conferências que fazia questão de assistir.

Parte dessas lições levei para o palco, claro que tem outros elementos que aprendemos para deixar tudo muito confortável. Falar na frente das pessoas parece uma agonia certo? Usando uma câmera e transmitindo pela internet, essa ansiedade diminui, mas não acaba. E quem já tem tempo de locução, sabe até que a ansiedade é um belo recurso também.

Ser ansioso sem controle causa problemas na hora de falar e apresentar o conteúdo. Usar a ansiedade na medida certa, gera naturalidade e cria empatia. Não porque o público se identifica exatamente, porque a ansiedade é um estado natural de nossa reação psicológica e física a uma situação que achamos ser perigosa, e todo mundo tem essa ansiedade.

Fiz teatro, palestras, aulas para chegar num tom ideal. Mas tem chão para andar. E você pode usar algumas dicas que não vão leva-lo para o milagre dos palcos. Mas vai deixa-lo(a) confortável consigo(a). Com o controle, você faz o que quiser. Vamos lá.

capítulo III define 4 itens valiosos. Eu chamo de fabulosos, porque se você segui-los, vai conseguir se controlar no palco e vai ganhar a plateia sem ter que passar por muitos obstáculos. Eu não tive problemas em minhas palestras. Mas era um acanhado em falar em público na escola, embora gostasse. Mas tinha receio das reações. Hoje estou mais compenetrado ao que penso em transmitir e não pelos olhares das pessoas.

  1. Conversa de Vendedor.

Chris Anderson relata a experiência dele. Vou relatar a minha. Em 2016 quando comecei no circuito de palestras, que seria hoje um dos motores que tornaram possível entrar em debates, lives, webinar e aulas, lembro do Fórum de Marketing na Universidade Veiga de Almeida, que o primeiro palestrante era membro de uma empresa. Tal como eu. Ambos CEOS. Não vou dizer que eu fui aplaudido como ele foi.

Fez um show, um show de propagandas. Ele falava da empresa dele, dele e das ações que ele fazia para os seus clientes. Para os que forem ler o relato de Chris Anderson, será bem similar à este. A segunda palestrante fez a mesma coisa. Fez algum humor. As pessoas riram. Bateram palmas.

Mas sabe o que eu percebi? Quando eu fiz minha palestra, eu não tirei risadas de ninguém, não ganhei aplausos, exceto no comecinho e no final da palestra. Mas eu fui procurado por duas pessoas para discutir os assuntos da palestra e um professor mencionou que um dos tópicos que eu falei era de extrema importância para o ensino da Comunicação. Eu reparei que os palestrantes antes de mim não foram procurados por ninguém.

Eles simplesmente saíram do palco com sorrisos, mas sem alguém os escoltando ou conversando. Mas não foram embora do auditório sem ninguém para debater o que eles tinham dito no palco. Detalhe que muitos deles eram bem mais conhecidos do que eu. Muito mais. E eu era o aspirante. Me preocupo ao dar esse relato, porque de fato você não tem que vender nada em uma palestra. Você precisa passar uma ideia, uma mensagem, uma dica ou até uma aula.

E eles só falavam de suas empresas e de seus currículos. A única vez que eu falei de mim foi quando me apresentei no começo da palestra. Fiz uma chamada, que era ex-aluno daquele lugar o que já tirou um aplauso forte e gritos de urra. Mas o restante da palestra foi de silêncio. Aliás estavam prestando atenção. Outro ponto, que é de longa data o que eu aprendi sobre, é que plateia em silêncio tossindo demais e se retorcendo na cadeira é sinal de desinteresse.

Mas ainda bem que isso não aconteceu naquela palestra.

2. Divagação

Falar sem contexto. Sabe sem dar uma moral da história. Divagação é uma estratégia para quebrar gelo no começo da palestra. Ou da fala. Quando você começa assim – “Nossa pessoal desculpe o atraso, mas peguei o pior busão da cidade e ainda choveu…”, mas para uma palestra não é de total indecoro usar esse linguajar, contanto que a situação que você passou tem haver com o que você vai falar.

Divagar e reflexão são coisas diferentes. Você pode contar uma situação que você passou para exemplificar o que você quer passar na palestra, por exemplo. Quantas vezes passamos por situações de atraso, ônibus cheio, trânsito parado, voo cancelado e outras ocasiões. E podemos na melhor das hipóteses, tirar algum proveito positivo disso? Diversas vezes.

E o divagar precisa parar de contar histórias que não tem nada haver com o que você vai falar. E precisa sim ter alguma moral. O uso dessa parte eu já recomendo – faça para exemplificar, começar uma palestra, tirar o nervoso ou de criar empatia com o público. Muitas dessas histórias, as outras pessoas já passaram ou similares.

3. Tédio Organizacional.

Esse foi um dos pontos em comum lá no primeiro item, a conversa de vendedor. Todos os palestrantes estavam ufanistas (orgulhosos) em dizer como suas empresas eram maravilhosas, poderosas e conquistadoras do mercado. Mas não passavam o conteúdo. Eu lembro que parte do conteúdo dado foi um vídeo de 3 minutos contra os 27 minutos de autopromoção.

Se eu não tivesse testemunhado que aplausos e risadas não significavam aprovação do público em posterior momento. Eu diria que o livro do TED era uma particularidade. Mas de todos, minha mensagem era sobre Marketing de Conteúdo em Redes Sociais. Quando eu saí do auditório, eu vi que a mesa que representava a minha empresa, estava lá com um banner de quase 1,70 m. Todos os cartões de visita que eu havia colocado, havia sido todos pegos.

Não foram roubados. A área contava com organizadores e estava fechada para os participantes e que se inscreveram nas palestras. Então só entrava quem estava na lista. Havia uns 100 cartões de visita. Meu foco foi de dar uma palestra sobre a importância de trabalhar o conteúdo para enriquecer as Redes Sociais. Os demais colegas, falaram de si.

E de suas empresas. Em palestras, importante, nunca faça autopromoção. Nunca. As pessoas que estão sentadas não querem saber quem é você ou sua empresa. Elas querem ouvir sua mensagem. Sua ideia. Sua inovação. Quem é você. Vem depois. Se elas se interessarem. Você vai falar sobre algo para elas. É uma conversa indireta. Fale para elas o que você tem que falar. Falar sobre si? Pergunte a alguém se eles querem ouvir sobre você?

Quando alguém fala de si, principalmente os muito bem sucedidos. Eles trazem lições. E não de como ‘eles’ subiram até lá.

É muito feliz quando uma empresa engaja e atinge os seus objetivos. Mas em palestra, aula ou lives, debates. Coloca isso de lado. E transforma a mensagem em uma lição poderosa. Porque as pessoas elas querem sentir que podem pegar a sua lição e colocar em prática. Se sua empresa é atriz principal. Fica difícil. Por quê?

Porque aquelas pessoas não fazem parte de sua empresa. Não faz parte daquela realidade. Falar que sua empresa faz isso e fica com resultados incríveis. É intangível para quem não fez parte dela. Concordam? Então exclua essa promoção e fale da solução. No livro, segundo Chris Anderson, ele fala de como você transforma uma afirmação da empresa em uma afirmação geral que pode atingir qualquer pessoa e deixar claro que todos podem chegar naquele resultado.

4. Desempenho motivador.

Não há receios. Mas quando falamos de motivação. Vou identificar o tipo que o autor do livro quis dizer. A motivação do palestrante de estar no palco. Não é aquela motivação de você influenciar a plateia. Qual é o objetivo de você estar na frente das pessoas? Você quer dar uma aula, uma lição, demonstrar algo, expressar um sentimento. Não apenas o presidente da TED, mas já ouvi isso em diversos lugares, sua motivação podem ser diversas, mas nunca…NUNCA deve ser por ostentação.

Muitos palestrantes gostam do público, porque ele recebe aplauso. Risadas. Um show. É bom? Quando identificamos que é uma reação, podemos considerar que a plateia está reagindo ao quê? Uma piada? Uma situação? É favorável? Favorável que eles riam, deem o espaço para a glória da comunicação. Mas nunca porque você clama por adoração. Esse é o primeiro passo para você entender o seguinte:

Risadas, aplausos são reações emocionais. Elas são importantes. Mas são utilizadas nos momentos para quebrar gelo, para fazer um aprendizado fixar melhor, o humor é bom para isso e sucessivamente. Mas quando uma palestra, e eu assisti muitas delas ao vivo, esta recheada de stand-up e pouco conteúdo, não se engane, as pessoas nem vão se lembrar de você.

Eu diria que pode ser um efeito aleatório se não tivesse comprovado isso. Mas fazer piadas não é exatamente uma boa ideia. Fazer graça ou comédia, quem entende, não precisa fazer piadas. Eu já fiz o público rir, mas sem a intenção exata disso acontecer. Pode ser uma situação…naquele momento calhou. Mas o mais importante, saírem de lá lembrando do que você falou.

Se você quer público? Talvez esteja no lugar errado. Cantor(a), ator(triz) possa ser mais o que você gostaria. Lembrando que para se manter na mente das pessoas, esses gastam rios de dinheiro em publicidade. Quando que uma palestra bem dada, sem apego à autopromoção, ou ostentação, você terá muito mais o que render a sua posterioridade.

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SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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