Blender 3d – Corredor Futurista

Desenvolvido por Rafael Junqueira, em Blender 3D versão 2.79 utilizando Blender Cycles (Node Editor) com texturas internas e externas. Tempo de modelagem, iluminação e texturização de 6 horas. Renderização com 1920×1080 RGBA com 16 cores por 2 minutos.

Render Final

Os 5 perigos do imediatismo que você precisa parar de fazer.

NOTA ANTES DO ARTIGO.

Neste ano vou lançar o curso especialista de marketing jurídico com foco em ensinar a prática da publicidade e propaganda jurídica estabelecida pela resolução do código de Ética e do novo provimento 205/2021 e de preparar o(a) aluno(a) para novos desafios. Dividido em quatro módulos, do básico ao especialista.

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Para estudantes e profissionais de publicidade e direito. No final deste artigo mais informações sobre o curso, objetivo e material.

Acesse o site – Junqueira Consultoria.

BREVE INTRODUÇÃO.

Imediatismo é um estado de comportamento que exige rapidez precisa. Ainda que possamos discutir a possibilidade de manter uma performance ininterrupta de resultados positivos e ideias, não devemos manter em nossas atividades o conformismo de entregar ‘para ontem’ quando não seria possível, somente apenas, para vender uma habilidade que você julga ter (Ser The Flash) e sacrificando o que é importante, sua saúde mental e física por uma mesquinharia.

Imediatismo ignora limites. Não se prenda ao que se pede. E sim a qualidade do que se pede.

Não devemos confundir a necessidade de emergência de uma ação com uma rotina urgente. Explico que quando alguém precisa de urgência ela é algo eventual. Mas quando isso se torna diário, temos não mais uma urgência, e sim uma rotina. O problema da rotina ser todo o tempo entrega rápida, é que uma hora, você não será capaz de suprimir essa necessidade. E por quê será? Somos humanos, não é. Erramos. Imagine se você faz tudo com extrema rapidez. O ditado ‘o apressado come cru’ não se refere a uma totalidade e sim uma casualidade.

Planeje a solução. Nenhuma se permite ir mais rápida. Toda solução precisa resolver problemas e não partes deles, ou mesmo, criando outros problemas.

Soluções imediatas não são as mesmas soluções em todos os casos. Difere-se devido a complexidade do problema. Uma solução rápida é válida quando lidamos com algo que é considerado um probleminha. Quando estamos falando de problemas mais fortes, a solução nunca será para ontem. E se for, você considerar assim, a solução não vai resolver, vai agregar o problema.

Então vamos ver os 5 perigos do imediatismo que você precisa parar de fazer. E veja que irei relacionar tanto como quem pede (cliente) e de quem oferece a solução (vendedor). Dentro de diversos nichos, aqueles considerados industriais e comerciais, os 5 perigos do imediatismo, tem impactos proporcionais. Então se uma cadeia de produção pular etapas de fiscalização para entregar rápido, o impacto será enorme em comparação a um vendedor que quer vender para 3 pessoas ao mesmo tempo.

Pense na qualidade da entrega. Não pense no retorno para si e tampouco a compensação.

Enquanto que um vai fabricar mil carros sem freio, o outro de maneira menos impactante, irá perder 3 clientes. Claro, devemos extrapolar, esses 3 clientes vão fazer uma propaganda negativa. E talvez ele perca muito mais. Mas no caso do carro defeituoso, serão perdidos não vendas, mas sim vidas. O impacto é mil vezes maior.

A. ENTREGAR EM 2 DIAS O QUE É EM 7 DIAS.

Famosa tática de concorrência. Isso porque, se você entrega o mesmo, considerando a mesma qualidade, para elevar o preço, normalmente é considerado encurtar o período de uma tarefa para menos, para assim atrair clientes com fome de bola. Mas normalmente, são os que mais reclamarão dos resultados. Por quê? Se você sabe que leva 7 dias para executar uma tarefa, por que você acha que ira, executa-la na mesma qualidade em 2 dias? Segue que nossa avaliação nunca considere os pormenores quando decidimos assim.

Não minta sobre o tempo que você leva. Se o seu cliente prefere o outro, não se queime em vender soluções que não pode entregar.

7 dias sempre nos oferece espaço, tempo, cautela para imprevistos, contornos e entregas seguras. Mas 2 dias. Você pode até pensar que consegue. Mas se calcular bem, parte de sua qualidade no atendimento, ora na solução, ou em ambos, poderá sair prejudicado. E quando digo ‘pode’ no sentido de ‘talvez’, é que considero que até mesmo tarefas simples, podem sofrer essa compactação, mas discordo que você terá controle algum, se a tarefa for só um pouco mais complexa.

B. SOLUÇÕES IMEDIATAS PARA TODOS OS PROBLEMAS.

Não existe solução imediata e tampouco para todos os problemas. Existem diferentes soluções para diferentes situações e dependendo do tipo do problema, o nível de complexidade. Portanto consideramos que, ao pedirmos ajuda ou soluções, é necessário compreender uma análise profunda sobre o problema, pode acarretar mudanças de planos.

Nós desejamos sempre que as soluções não nos movimentem. Queremos estar sentados, de olhos fechados e esperando o resultado positivo. É uma utopia. Nenhuma solução gera o mesmo resultado. Em muitos casos, o pedido de uma reforma em um apartamento pode até não lhe fazer necessariamente, ter que sair, ou ter que optar por outro meios. Mas na maioria dos casos, sabemos que reformas demoram, atrasam, são interrompidas, e neste meio tempo, somos obrigados a nos adaptar. Todos concordam?

Soluções são sempre específicas.

Não se conforme que a solução oferecida atende o que você quer. Entenda o que ela é. Para isso pergunte até ter certeza que o você fala, quem oferece o serviço, repetirá a mesma coisa. Por quê? Somos muitos criativos, sonhadores, então se pensamos que uma solução nos dará o resultado A, queremos supor, que teremos uma situação A no final, correto? Mas se o resultado for B? Pode mudar tudo, não é?

Claramente sabemos que no dia-a-dia, as pessoas olham para as empresas e ficam maravilhadas com aquelas soluções. E querem as mesmas para elas. E sabemos que isso nunca vai acontecer. Não se prenda a forma da solução, nem a cor, nem o visual e nem nada à isso. Pense no que a solução vai trazer.

Coloque um ponto fixo na solução. O que ela trará. Pense nisso.

Se você quer uma parede azul, o pintor irá fazer de outra forma que ele fez em outro cliente, o que importa, é que a parede terá que ser azul. Entende? É mais fácil ver assim, mas no dia-a-dia, sabemos que é um pouco diferente, então fiquem atentos à entrega e não como se entrega.

C. É PRA ONTEM.

Quem nunca? O pra ontem não existe. É claro que é uma forma de dizer, muito levemente, que devemos trazer soluções rápidas. Mais do que os problemas possam se desenvolver. Mas esperamos que o problema seja resolvido totalmente, não é mesmo? Tirando situações simples, as mais complexas, e infelizmente as mais comuns, não podem ser resolvidas com um simples toque em 5 minutos.

Não confundam medidas de controle com medidas de solução. E qual seria essa diferença? O problema ser resolvido leva tempo. Para ele acontecer, é um curto prazo, seu estrago também é em curto prazo. Portanto nós temos a urgência de apagar o incêndio. O prédio em chamas ficará seguro sem o fogo e as labaredas destruindo a estrutura. Mas para reformar o prédio e evita-lo em sua queda iminente, vai levar, talvez um ano?

Medidas de controle x Medidas de Solução

A medida de controle é apagar o incêndio. Resolver o impacto imediato. O artefato danoso. Remover as moscas, espantar os insetos, expulsar intrusos. Mas a solução ela é sempre a longo prazo. Ela quer resolver o problema definitivamente ou por um período muito grande. Então você não resolve problemas em um dia. E sim, durante anos. Neste quesito temos uma outra medida.

A medida de solução que é um planejamento de contenção e representação que permitirá a reconstrução do que um dia foi. No nosso comparativo, o prédio em chamas. A medida de controle apaga o fogo, e ao longo do tempo, a medida de solução resolve o perigo do prédio cair e dele ser habitado novamente em segurança.

D. NEUROPLASTICIDADE AUXILIA O IMEDIATISMO.

Posso até concordar, pelo menos cientificamente. Mas de uma forma mais humana, digo, que não concordo. A neuroplasticidade é um recurso natural do nosso cérebro de aprendizado. Nós aprendemos utilizar uma espécie de ‘plasticidade’ de absorção. O conseguimos em parte por criar hábito e depois por entender do que se trata. Aprendemos a subir escadas, antes de entender o processo de escalar escadas.

Esse tipo de treinamento nos permite criar um hábito de ação. Ou seja um reflexo. Quando vemos um degrau, nosso corpo se prepara para levantar o pé, e articular a coordenação de um pé e outro pé. E o uso da mão para manter o equilíbrio. Nosso comportamento, momentaneamente, altera ao subirmos uma escada. Quando estamos em piso plano, nossa atenção diminui um pouco.

Aumento de ansiedade libera cortisol. Que além de nos manter alerta, também é responsável por gerar inflamação no organismo.

Por que discordo? A resposta é simples. A neuroplasticidade ela cria reflexos dentro do contexto de raciocínio. No lugar de apenas agirmos, nós pensamos em nossa ação. Mas isso leva tempo. Precisamos repetir até o nosso organismo compreender isso. E dado uma associação. Tanto é que quando nos sentimos pressionados, começamos a suar, nosso coração bate mais rápido, nossa pupila afunila, tudo porque estamos pronto para correr ou atacar.

Esse é um comportamento treinável. O mesmo acontece para dar soluções imediatas. Sim, é apropriado e não, pois nos afeta negativamente em nossa saúde. Ter agilidade para situações de perigo é diferente quando tratamos de soluções corriqueiras. Para soluções como, problemas na conexão da web, o servidor caiu, o cliente ficou sem atendimento, a venda não ocorreu porque o cliente ficou insatisfeito. Tudo isso é elevado ao grau máximo de ansiedade, mas nós devemos nos acalmar, para dar soluções.

Para evitar o burnout. Você precisa associar a dar soluções calmamente. Mesmo as urgentes.

São soluções técnicas. Diferente de um ataque de um animal, que nós reagimos de imediato, devido a necessidade de sobrevivência, é válido. Mas para dar uma solução formal, não faz sentido treinar o corpo para reagir a tal.

Ainda que você possa pensar que sim, lembre-se que como somos associativos, a solução que você tem no escritório pode se repetir fora dele. E deve na maioria das vezes ocorrer. Se o imediatismo nos exige a todo instante ligar os nossos sensores de ‘perigo’, você acaba viciando o corpo a entrar em exaustão constante. Fora e dentro do ambiente de trabalho.

Logo você sofrerá muito com ansiedade, estresse e burnout. Não são as síndromes que mais nos atacam no dia-a-dia na nossa atualidade? Ou seja, usar esse recurso de aprendizado para ensinar o corpo para dar respostas rápidas, porque você precisa atender uma demanda ou ganhar mais dinheiro, pode fazer você entrar em exaustão a todo instante, sem necessidade.

E. MENOS TEMPO É MAIS.

Mais tempo é mais. Coloquem isso na suas cabeças. Fazer em pouco tempo, nunca será de fato, um resultado de qualidade. O imediatismo exige para ontem tudo para hoje e muito mais para amanhã. Se fosse humanamente possível, seria maravilhoso. Mas não somos máquinas. E nem máquinas são como nós. Não somos substituíveis. E tampouco somos transponíveis.

A virtualização do tempo, banalizou que nós seríamos capazes de acompanhar tal demanda. Acaba que no final não temos solução, e muito estresse. E como é acumulativo, o estresse agrega a cada dia, gerando menos produção. Logo a solução fica mais distante, e a insatisfação mais próxima. O mesmo se fala da exigência do que as pessoas precisam oferecer, por exemplo:

  • Um formando no ensino médio já tem que ter o conhecimento de 10 anos de alguém no mercado;
  • Um formando na faculdade a exigência é 2x maior que a do ensino médio.

Ninguém na terra saiu de uma faculdade e demonstrou com detalhes uma entrega tão valiosa como a ‘Teoria da Relatividade’, para ser mais ilustrativo. Em média, uma pessoa leva uma década para se tornar perito em algo. Quem dirá ser uma pessoa multidisciplinar. A exigência das variadas empresas pelo mundo e digo não apenas empresas, mas clientes ou situações que exigem alguma resposta, elas fogem da proporcionalidade.

Pese na balança: Sua saúde ou a solução do cliente?

Veja que nosso nascimento já começamos com 9 meses contados, nós ocidentais zeramos essa contagem e consideramos 0. E depois de 1 ano, temos a idade referida. Mas nós sempre temos a idade completa + 9 meses. Seria oficialmente obrigatório, uma criança ao nascer, saber ler e escrever, já que na prática, ela tem quase 1 ano de idade? Ninguém exige. Na Coréia, por isso a menção ocidental, considera que você tem 1 ano de idade ao nascer. Ou seja, nós teríamos 1 ano a mais em nossas idades.

Isso significa que na prática, ninguém se forma com 17 anos. E sim com 18 anos. Ninguém começa andar com 3 ou 4 anos, e sim com 4 ou 5 anos. O formato imediato se baseia no tempo. Tempo esse que nós como seres humanos mensuramos para controlar. Mas não há um relógio por aí no espaço dizendo que a terra tem 4.5 bilhões de anos. Nós definimos que ela tem esse tempo pelo cálculo do carbono. Mas porque queremos dar forma as coisas.

O conceito de tempo é relativo. O que leva você a considerar o que quer fazer com ele.

O tempo em si é relativo, depende muito das leis de cálculo. Em muitos planetas do nosso sistema, o dia passa em algumas horas. Ou leva anos. Se consideramos esses anos em dias, um dia tem muito mais que ’24 horas’. Será que seríamos menos exigentes? Pois teríamos mais tempo? O mesmo recai no famoso sonho científico, a imortalidade. É válido a filosofia sobre isso. Porque da certeza única que temos, é que possuímos um período de tempo para realizar o nosso trabalho e a nossa vida.

A questão seria, vamos gasta-la nos estressando? Pode parecer utópico, mas quando nós estávamos na escola, o maior estresse era passar de ano. Agora, alguém liga para este desafio? Temos um novo agora. E daqui a alguns anos, nem vamos nos importar. Mas o que fica, é o que fizemos com este tempo. Curtimos, vivemos. Oferecer soluções no trabalho, é temporário. A mesma solução que veda o problema na segunda-feira, pode deixar existir na semana seguinte, porque tem outro problema.

Quando vivemos no imediatismo, para nossa conclusão, nós vivemos em função de. Esse ‘de’ são corriqueiros ou passageiros. No passado nós vivíamos estudando para passar de ano. Mas estudar também era para aprender. E nos levar a caminhos que gostaríamos de estar. Então ou você vive estudando para dar resultados ou para abrir um leque maior desse caminho.

O QUE PRECISAMOS SABER?

  • Imediatismo nunca será a solução;
  • Temos soluções simples e complexas, para ambas, a calma exige tempo;
  • Medidas de controle podem ser aplicadas para ‘conter’;
  • Medidas de solução sempre serão a longo prazo;
  • Tempo é relativo, depende de como você o usa no dia-a-dia;
  • Avalie se a solução na sua empresa é maior que a sua saúde.

E uma conclusão final, nós trabalhamos fundamentalmente para nos oferecer uma compensação e sobrevivemos. Em contrapartida, essa meta desaparece quando somos pressionados a realizar soluções ‘meramente’ corporativas sem atender ao ator principal, que somos nós. Lembre-se sempre, quando for oferecer sua solução para alguém, o objetivo é de atingir o seu plano. E não em função da satisfação sem ‘limites’ das demandas. Se um problema exige mais do que você pode entregar, e isso obviamente, não vai atingir o seu objetivo pessoal, recomendo repensar.

Espero que vocês tenham gostado desse artigo. Deixem sua opinião, o espaço é de vocês. Lembre-se de conservar sua saúde mental e física diante de qualquer exigência do mercado. Não se deixem ‘reféns’ das compensações, porque hoje você vai pensar que valeu a pena, daqui à alguns anos, pode ser menos apreciativo que nada daquilo valeu tanto como se esperava.

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

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Famosos Magos de Marvel e Magic the Gathering

5 Curiosidades que provavelmente você não sabia sobre o Dr. Estranho.

O personagem denominado como Mago supremo (Supreme Sorcery) e que irá estrear em seu mais novo filme (Dr. Estranho – Multiverso da loucura) estimado em 2:38h e com as implicações de multiversos sendo abertos e invadidos por forças sinistras. Enquanto esperamos o lançamento, veremos 5 curiosidades que provavelmente você não sabia sobre o Dr. Estranho.

ORIGEM.

Em julho de 1963, Stan Lee e Steve Dikto concluíram um rascunho em sua próxima publicação da tiragem Strange Tales número 110 com um mago chamado Stephen Strange. O número ainda não contava com a revista apenas para o místico, a sua primeira aparição totalizava 5 páginas e o primeiro inimigo apresentado foi o famoso Pesadelo.

Julho de 1963 / Strange Tales #110

Com umas leves alterações, Dr. Estranho, sempre perde a função motora das mãos quando após um acidente de carro, ele passa a procurar uma cura desesperadamente quando acha uma possível esperança em um templo no Himalaia. Detalhe, que este começo só é diferente da versão What If disponível no canal de streaming Disney Plus.

De forma que no lugar do acidente, o mago procura por uma forma de trazer de volta dos mortos, sua amante Christine, a enfermeira da noite. História essa que fará ponta no filme Multiverso da loucura, com um Dr. Estranho espelho.

DEFENSORES ORIGINAIS.

Em 1971, era formado a liga dos Defensores, o grupo original contava com o Dr. Estranho, Surfista Prateado, Hulk e Namor. Ao longo das histórias, a Valquíria e o Gavião Arqueiro chegaram a compor ao mesmo tempo, o grupo.

O argumento de Stan Lee e Steve Dikto, era que o mago ainda não era um personagem popular e com a ajuda daqueles que eram mais famosos, ele seria capaz de se destacar. O grupo depois se dissolveu, dando lugar a outras formações, sendo em diversos momentos mais tarde, composto por Dr. Estranho em diferentes composições.

ELE MATOU O ANCIÃO

O feiticeiro Zao, nome real do mestre do Dr. Estranho, conhecido popularmente como ancião, surge na primeira história do Dr. Estranho como um mentor que vai ao auxílio do aprendiz sempre que o mesmo o solicita.

No entanto em uma história que envolvia o deus imortal Shumah-Gorath, a enorme criatura de tentáculos e ciclope que muito lembra o STARRO da DC Comics, se apossa da mente do mestre do mago supremo. Para libertar o mestre e evitar que o mal permanecesse na dimensão, Dr. Estranho, infelizmente, desfere um golpe fatal em seu mestre e bane Shumah para uma outra dimensão.

JÁ MORREU INÚMERAS VEZES

Dr. Estranho já morreu diversas vezes em suas histórias. Sempre com alguma forma de retorno. Em recente arco, ele morreu, e sua esposa Cléa, assume o posto de mago supremo com alguma ideia de retorno dele ao mundo dos vivos.

Em a Melhor Defesa, que traz os Defensores originais aos traços atuais de uma saga de 2018, o Mago supremo morre aos 80 anos em um futuro dominado pela horda demoníaca de Dormammu. Mas não antes de enviar um recado para o seu eu do passado usando a projeção astral, quando neste momento, já estava morto.

Em Dr. Estranho contra Drácula de 1972, ele também encontra o seu destino final quando é mordido pelo famoso vampiro. Mas sua despedida é breve, quando retorna para dar cabo do malévolo habitante da noite.

SE CASOU COM A SOBRINHA DO PIOR INIMIGO

Cléa é filha de Umar, irmã de Dormammu. Originalmente, os irmãos foram lacaios nas histórias dos anos 60, antes de se tornarem os senhores da Dark Dimension. Dormammu também não era tomado por uma chama incessante pelo corpo, e sim um ser humano normal. Mas sua forma de virar o que conhecemos como é hoje, foi bem simples, após um acesso de fúria, ele tomou o seu corpo em um invólucro de fogo infinito.

Cléa surgiu nas histórias nos anos 60 no primeiro arco que levava Dr. Estranho vs Dormmamu na primeira batalha da saga do herói e como sendo a primeira antes de receber a capa de levitação e o Olho de Agamotto como nós conhecemos. Antes disso ele era desprovido de tais artefatos familiares. Nesta época, a moça do cabelo branco não era uma personagem com alguma definição. Não tinha nome, nem era referenciada como filha de Umar e tampouco sobrinha de Dormammu.

Mas era uma habitante ativista da Dark Dimension. Após alguns números, finalmente Cléa foi chamada assim. E por inúmeros contos, os roteiristas exploraram o relacionamento do Dr. Estranho com ela, chegando a casar os dois. Mostrando inclusive o período durante e pós, quando os mesmos não estão mais juntos. Mas volta e meia, Cléa retorna ao auxílio do amigo.

Em 1978, para efeito de curiosidade extra dessa matéria, foi feito um filme chamado apenas de Dr. Estranho em que os personagem Cléa, Dr. Estranho, Wong e a Morgan Faye (Maga Morgana) da Távola Redonda do Rei Arthur e a ordem de Merlin) se unem em uma trama de duelo entre as forças do bem e do mal.

10 Dúvidas respondidas sobre Metaverso

NOTA ANTES DO ARTIGO.

Neste ano vou lançar o curso especialista de marketing jurídico com foco em ensinar a prática da publicidade e propaganda jurídica estabelecida pela resolução do código de Ética e do novo provimento 205/2021 e de preparar o(a) aluno(a) para novos desafios. Dividido em quatro módulos, do básico ao especialista.

Para estudantes e profissionais de publicidade e direito. No final deste artigo mais informações sobre o curso, objetivo e material.

Acesse o site – Junqueira Consultoria.

BREVE INTRODUÇÃO.

Convém diferenciar que há na imprensa dois debates sobre Metaverso que parecem dividir a opinião pública e sobre qual cenário devemos esperar: Vai ficar ou vai virar história. E volta e meia vemos o mesmo discurso que como Second Life não deu certo, então o Metaverso não parece ter bases sólidas para se firmar. O conceito de Metaverso parece também variar de pessoa para pessoa.

Leia a notícia, Victoria Secret vai levar desfiles para o Metaverso.

Costumo ser pragmático, pode não ter fundamento que o Metaverso vai para frente, mas é bom estar preparado se ele de fato fincar raízes. E nisso consiste o GAP que muitos procuram. Metaverso em uma definição bem óbvia, se trata de MMO com microtransação. Onde os materiais cosméticos, no lugar de definir moeda de troca em bitcoin, o faz com a circulação da moeda corrente, mas são os mesmos conceitos de NFT que o atual Metaverso define.

METAVERSO é um OÁSIS VIRTUAL.

E há uma diferença pela proposta do Metaverso do Facebook e do que corre pelo mundo à fora. Por fora, assisti alguns debates em especial naqueles canais de Youtube da série Flow Podcast e Cortes de Podcast que insistem em pensar em Metaverso como um produto criado pelo Facebook, quando na verdade, se trata de um modelo de negócio pré-existente à ele. E que o investimento por ele aplicado difere em muito no conceito geral.

Metaverso do Facebook não é leve, pelo contrário, é pesado e precisa de hardware pesado com VR. E de modo geral, você não tem necessidade de uma máquina possante e tampouco do VR para interagir em mundos virtuais. Por isso é que em parte, o mercado ainda não compreendeu essa analogia da indústria de games com o Metaverso.

Vamos responder à 10 dúvidas sobre o METAVERSO.

  1. PRECISA DE HARDWARE PODEROSO?

Não. De uma forma geral, é definido que o Metaverso seja um universo virtual totalmente novo e que em parte a tecnologia para sua interação envolva um fluxo de transmissão de dados pela internet maior que o que já existe, comparável ao um super computador e que o poder gráfico seria o problema neste caso. Está uma afirmação errada.

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Inclusive sendo dito por aí de forma compulsório o uso de realidades extensivas, como o RV, RA e outro tipo de tecnologia interativa com o mundo virtual. Isso não passa de desconhecimento completo do que se trata Metaverso neste quesito. A grande maioria dos gráficos beiram um Fortnite e que exigem uma máquina com Geforce anterior a RTX, ou seja, quem tem PC com mais de 7 anos não teria problemas para rodar nenhum Metaverso existente hoje.

E para o futuro? Quanto mais a demanda aumenta, mais RV seriam vendidos em lojas como a regra da Oferta e Procura sempre ditou. Então o futuro reserva-se ao amadurecimento do mercado consumidor do Metaverso. Quando tiver que usar, terá disponível.

2. METAVERSO PRECISA DE RV e RA?

Não. Metaverso é um video game. Como tal, você tem configurações que permitem o uso OU a combinação de não usar. Para exemplo, jogos no PC e PS4 que exigem a compatibilidade do VR muitas vezes permite jogar sem a necessidade do uso. Mesmo que existam jogos que obriguem, já que foram construídos para serem desfrutados em realidade virtual.

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O Metaverso pode ser experimentado sem o uso do RA e VR sem problemas. Não é uma exigência ou determinação.

3. O QUE É NFT?

Aqui vou me restringir a repetir o conceito de Non-Fungic Token como sendo uma espécie de certificado digital único. Até porque isso não conclui nada. NFT é uma espécie de ‘escritura’ ou ‘produto’ que você pode obter através de transação comercial. Para fins de explicação mais prática, seria o mesmo que ocorre em micro transações em jogos de MMO. E como funciona?

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MMO são em sua maioria FREE TO PLAY, de graça. E o investimento para retorno, o ROI da empresa, concentra na criação de materiais ou ups que são cosméticos ou não para atrair o jogador a ficar no jogo e ao mesmo tempo ser recompensado. Muito embora esses materiais possam ser conseguidos através de eventos lançados pela plataforma do MMO, ela pode ser adquirida em lojas virtuais do jogo, comumente conhecidos como VENDORS.

MMO tem normalmente sistema de COMPRA E VENDA reais usando um sistema similar a Bolsa de Valores.

Como é comum, você usa dinheiro real para comprar estes materiais. Pode não ter uma definição de NFT, mas as características e como são disponibilizadas, são iguais. Em jogos de progressão como aqueles de Battle do Mobile, para você formar suas equipes de heróis, exige a compra de NFTS ou upgrades de contas, passando a ser PAY TO WIN, para você continuar crescendo no jogo e comprando estes itens.

4. QUEM SÃO OS PROFISSIONAIS QUE FAZEM O METAVERSO?

São designers, em especial Level Design, porque estamos falando de uma criação de nível de fases ou mapas de games. De programadores. E Marketing. Um pouco caótico essa lista?

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Vamos ver enumerada:

DEV do Metaverso:

  • Programadores front e back-end;
  • Programadores de SGBD;
  • Analistas de sistemas e interface;
  • Programadores do campo de CGI e Games;
  • Designer em Level Design;
  • Usuários de programas ou suítes gráficas: Blender, 3D Max, Lightwave, Z Brush e etc.

CMO do Metaverso:

  • Diretor de Marketing;
  • Especialista em Ciência de Dados;
  • Especialista em indústria de Games;
  • Especialista em tecnologias de RV, RA, MOCAP e etc.

Outros:

  • Roteiristas;
  • Diretores;
  • Especialistas em captação;
  • Modelagens de negócios.

5. O QUE É METAVERSO?

Escrevi um extenso artigo sobre o que seria o Metaverso. Parecia o Morpheus de Matrix no filme de 1999 tentando explicar para o Neo. Não está confuso. Mas existe um conceito quando falamos que um MMO com micro transação pode ser um METAVERSO quando que o METAVERSO em sua própria definição não discorda disso. Se pudermos atribuir ao termo uma personalidade.

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Então peço a leitura do artigo, clicando neste link.

6. METAVERSO ESTÁ NO BRASIL?

Precisamente não está. Mas há empresas que investem com carteiras fora e dentro do país, se firmando e trazendo a tecnologia. Quando falo trazer a tecnologia, tem haver com o conceito. Fazer Metaverso está disponível para o mercado produtor no Brasil. Somos líderes em games MOBILE e temos muitas empresas e investimentos de multinacionais de Games, como a Ubisoft em desenvolvimento no país.

Qual é a força do METAVERSO no Brasil?

Terreno há. Mas comparado aos Estados Unidos, por exemplo, o Brasil ainda está no campo teórico de aplicação de Metaverso. Temos gatos pingados que olham para essa oportunidade sendo uma oportunidade. Na quarta-feira, 9 de fevereiro, eu conversei com o Paulo Samurai e Amanda Duarte, responsável diretor da tecnologia e ceo, respectivamente da Galeria Metaverso sobre a atuação deles no mercado internacional e nacional.

Vocês podem conferir essa conversa no canal de Youtube da Junqueira Consultoria.

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7. EXISTEM MUNDOS VIRTUAIS?

No artigo que citei na pergunta 5, O que é Metaverso? listo mais de 10 mundos virtuais existentes de Metaverso. E quando falo de mundos, não estou falando de “cenários” e sim de empresas que promovem o uso e criação destes mundos.

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No Brasil a ferramenta que parece mais atrair atenção é o Mozilla Hubs. Ela funciona da seguinte forma. Imagine que você ache uma suíte gráfica do padrão do Blender de graça, como tal, e que possa diretamente no navegador criar um mundo virtual com mecânicas interativas de games integradas. Se você imaginou que no lugar de programar um jogo, só precisaria criar um cenário, e o resto fica por conta do Hubs, está correto sua conclusão.

Apps no Browser ou download pode ajudar a criar Metaversos.

O serviço é de graça. Suspeito que se tornará premium, caso no Brasil e o mundo, o Metaverso vingue. Hoje poucas empresas investem de fato no Metaverso. Não por ser novo, o conceito é antigo, e não estou falando de Second Life. É porque ainda é um universo desconhecido.

8. QUAL É O INVESTIMENTO DE UM METAVERSO?

Similar ou superior a criação de um software, clique aqui para ter uma referência. No mercado, podemos especular, sem ainda uma noção do que seria a criação de um metaverso. Mas por alto, podemos definir que segundo seus conhecimentos aliado a facilidade de acesso as ferramentas, hoje seria uma bagatela. Em parte pela facilidade de acesso.

Leia a notícia: China cria orgão para criar Metaverso e ter vantagem.

Mozilla Hubs não exige conta verificada, tampouco compra de pacote. É acessível a qualquer pessoa. Embora exija uma curva de aprendizado, qualquer pessoa pode aprender. Então criar o Metaverso hoje não parece ter uma ‘privação’ de mercado. Isso pode mudar da água para o vinho. Por isso hoje o que é barato ou de graça, amanhã pode custar mais caro.

Metaverso não é apenas um game. É uma plataforma.

Mas se considerar a complexidade e gasto de um game, podemos considerar que um Metaverso é um game por encomenda. Não vamos considerar o valor da unidade. Então não se iluda (risos) que se hoje um título de game, considerando o dólar, custe 250 ou 350 reais, isso seria o valor final. Por quê?

Não estamos falando de um produto genérico. Ele é montado conforme seus requisitos. Então quando uma empresa desenvolver o tal Metaverso, ele não será uma distribuição coletiva e tampouco centrada em uma satisfação de público em geral. E sim baseado na ´régua de um cliente em específico. Logo o investimento para um game não pode se dividir em cópias. Esses abatimento ocorre porque o ROI esperado pela indústria, considera milhões em retorno.

Metaverso é um game na definição, mas é um Software corporativo na prática.

Não fique desesperado(a), dificilmente todas as empresas irão pedir milhões por um Metaverso. Exceto para alguns casos. O que ela deve é mensurar esse valor em algo em torno de R$ 5.000 ou R$ 10.000 em média. Geralmente o orçamento feito para E-commerces bases. Não estou falando de participação do faturamento, que às vezes é calculado por comissão (durante um tempo além contrato de implementação) ou tudo pago no final do ano (De uma vez só).

Mas com certeza não será barato como um game de console ou PC.

9. VALE À PENA INVESTIR EM METAVERSO?

Na lata, hoje no Brasil, não. Mas a oportunidade precisa ser observada de perto. Por quê? Toda inovação no campo da tecnologia, sendo computacional, envolvendo uma clara divulgação de notícias que promovem que o Metaverso está fortalecendo, mesmo que fora do país, merece atenção especial.

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As Redes Sociais como conhecemos hoje era considerado besteira nos anos de 2000-2003. No entanto foram nestas épocas que começaram a ser criadas o Facebook, Orkut e o conceito de mensageiros instantâneos como Social Medial SMS (Este termo eu inventei), mas quem se lembra do MSN Groups e IRC, vai ter uma vaga memória, que apesar de chat, eles eram as Redes Sociais na época pré-histórica.

Orkut faz tanto sucesso, que podemos ver a evolução dos Fóruns ali. Bem quem diga, que era besteira. Que não daria certo. Estava saturado. E então alguém pensou que daria certo, e bebeu da fonte maravilhosa da oportunidade. Ganhou o seu primeiro bilhão. O mesmo seria para o Google que nos 90, quando a internet ainda era um bebê, se tornou a maior empresa de buscas do mundo, e continua na liderança.

Nenhuma tecnologia deve ser subestimada. Elas podem mudar o plano de negócio da noite para o dia.

Metaverso tem terreno, tem existência, tem alguma categoria e sim pode ser a próxima internet. Hoje não parece claro que será um bom investimento, mas nunca é demais observar o GAP. E isso significa perceber o progresso do seu uso, com certeza se estão indo busca-la, seu público estará lá.

E no quesito conhecimento de como criar METAVERSO, em especial aos profissionais no Brasil que estão focando nisso, lembrar que hoje o GRATUITO pode ser tornar inacessível no futuro, então invista em conhecimentos de criação de METAVERSO do jeito original, como um DEV.

FICA DE OLHO NESTA DICA:

Tem um artigo que escrevi ontem sobre NEUROPLASTICIDADE, que fale sobre essa ‘preparação de estudo’ em tempo prévio que quando a BOMBA estourar, você sabe desarma-la e usa-la ao seu favor.

10. METAVERSO ESTÁ PREVISTO NO MARKETING JURÍDICO?

Questão cabeluda. Um conceito menos popular é que em Marketing Jurídico depende muito do que os provimentos e a resolução do Código de Ética definem como uso de tecnologia para informação e não para captação. O debate é longo, óbvio. Não muito tempo atrás, a ferramenta impulso, foi proibida.Porque foi considerado uma captação de clientela.

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Sendo que agora, ela está liberada, após quase 3 anos. Mas a descrição no provimento não deixa muito claro porque ela é permissiva hoje e não foi antes. Comentei diversas vezes sobre o provimento neste quesito de não ser muito claro, o 94 (anterior) ao 205 (atual) é apenas uma redefinição de conceitos. E o Metaverso não está incluído.

Metaverso não está definido no novo provimento 205/2021. Será que o advogado pode fazer uso?

Seria em uma comparação óbvia, o Metaverso à um site. Mas o site apesar do campo de interação, formulário ou acesso a informações, não permite um contato virtual como o mundo do Metaverso oferece. Então seria considerado acesso a informação ou possibilidade de assessoria jurídica? Como determinado pelo código de ética da OAB, o advogado é proibido de exercer consulta pela internet.

Mas o contato cliente-advogado pode ocorrer no Whatsapp. O que suspeita ser mais pela criptografia reservada do que pelo uso da tecnologia. Talvez por este ponto não seja considerado anti-ético. Mesmo assim, o código impede a assessoria arbitrária sem um vínculo advogado-cliente. Entendem?

Metaverso não é um site ou rede social, seria nas melhor das definições, uma videoconferência. No caso de advogados que predominam em encontros virtuais, seriam eles impedidos de atuar porque seria o que a OAB impede ou porque não tem segurança na troca de mensagens? E ainda, o que impediria de numa sala reservada do METAVERSO, o cliente ser captado comercialmente por um Advogado?

Quais os dispositivos que a OAB poderia criar para regulamentar o Metaverso?

Metaverso jurídico pode ser considerado como um exemplo, o uso do banner público. Sendo que o advogado é impedido? Então a resposta vai depender do tribunal de ética por estado, como sempre, para resolver o impasse do uso do Metaverso pelo advogado. Eu recomendo não fazer nenhum uso ainda neste sentido. Uma vez que a comissão da OAB, citada no novo provimento, como um regulador do que pode não pode, sequer fez alguma sessão sobre o tópico. Até lá não se leve pela interpretação de SITE-METAVERSO.

Espero que tenham gostado deste artigo. Se quiser comentar, o espaço é de vocês. Até a próxima.

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SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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