Japonês (31) – Estudando Kanjis – Parte 2

Hoje vamos ver outro conjunto de KANJIS. Como é quase do conhecimento de maioria que estuda japonês, após o início básico, você passa a compreender que a frequência do uso do KANJI é bem comum. E em alguns casos, pode ser escrito um texto por completo usando este tipo de escrita. E vamos lá para mais uma rodada.

Como se fala Cachorro? A pronúncia é いぬ (INU) e podemos representa-lo pelo KANJI 犬. E como falamos No templo há muitos cachorros? 寺は多い犬あります。Observaram, há mais dois novos KANJIS. O 多い (OOI) que significa ‘muitos’ e o 寺 (TERA) que significa templo(s).

E como elogiamos o nosso amigo de quatro patas? Bom Cachorro, e falamos como? 好犬. Este novo KANJI é referente ao Bom – 好 (KOU). Vamos listar cada KANJI que vimos novos:

  • 犬 (INU) – Cachorro;
  • 寺 (TERA) – Templo(s);
  • 多い (OOI) – Muitos;
  • 好 (KOU) – Bom.

Vamos ver algumas frases com eles:

  • 女は今日寺へ行きません。 (On’na-wa kyou Tera=e Ikimasen) – A mulher não foi hoje para o templo. Temos 1 KANJI novo, os outros como o 女,日, 行 já vimos em Japonês(30) – parte 1. O que temos de novo é o 今 (IMA) que significa ‘agora’. Como está associado ao 日 significa ‘Agora dia’ ou seja HOJE;
  • 日本の寺 (NIHON-NO TERA) – Templo do Japão. Temos um KANJI novo que é o 本 (significa livro);
  • 彼はおすすめの寺話しました (KARE-WA OSUSUME-NO TERA HANASHIMASHITA) – Ele recomendou um templo. Temos outro KANJI novo que é o 話し (HANASHI) significa falar (verbo).

E como uma ocorrência, as partículas são sempre escritas em HIRAGANA.

Neste artigo vimos os KANJI:

女 今 日 行 寺 話 多 好

E o que está sublinhado foi o estudado, os demais surgiram dentro dos exemplos. Os ROMAJI referentes (respectivos) da esquerda para a direita são com a / representa respectivamente pronúncia japonesa e chinesa:

  • On’na / JO
  • IMA
  • NI
  • IKU
  • TERA
  • HANASHI
  • OOI
  • KOU

Série – “Mas o quê?” (2) – Viagem temporal em Midvale, Harry Potter e o Vira Tempo.

Acesse a categoria “Mas o quê?” para conferir artigos que falo sobre erros técnicos, conceitos filosóficos, observações de continuidade em produções de cinematográficas, seriados, games e HQS. E hoje vamos falar sobre dois universos diferente com a mesma temática, viagem no tempo. E como nestes casos podemos extrair alguns detalhes que podem ‘mudar’ ou poderiam ‘mudar’ o rumo da história destes.

VIAGEM TEMPORAL EM MIDVALE.

Na 6ª Temporada de Supergirl no episódio Baile de Formatura, Brainy e Nia Nal voltam em 2009, quando Alex e Kara tem 17 anos para coletar o seu DNA. Pois no tempo presente, a segunda-última filha de Krpyton foi enviada para a Zona Fantasma por Lex Luthor no começo da temporada. E para rastrea-la nesta dimensão, eles precisam do DNA dela. E o único lugar que ele está é quando ela perde os poderes por um momento devido a fraqueza da Kryptonita em seu baile de formatura em 2009.

Há diversas implicações que esse episódio levanta. Na terceira temporada quando a Legião dos Heróis voltam 1.000 anos usando sua nave que é uma máquina do tempo, eles trazem informações do futuro. Mas em nenhum momento da série pensam em usar a máquina temporal que possuem a disposição. E sem necessidade de combustível. Na sexta temporada, Coluano e Naltoriano voltam no tempo para recuperar o DNA. Vamos para 3 indagações.

1ª INDAGAÇÃO – VOLTAR NO TEMPO PODERIA TER EVITADO TODOS OS CROSSOVERS.

As mudanças ocorridas nos Crossovers que uniram as séries no Multiverso da DC. Fazendo com que tivessemos que ver episódios em quatro séries além (Arrow, The Flash, Leagues of Tomorrow e Batwoman) conseguiram construir uma realidade alternativa que muda tudo muito radicalmente no final da quinta temporada de Supergirl. Temos o nosso guia no site de todos os episódios em ordem, é só acessar aqui. E desde que Mon-el voltou para o futuro e levou Winn, Brainy ficou no passado com a nave.

Ela sempre ficou disponível. Então podemos concluir que com a uma máquina do tempo disponível, eles nunca pensaram em mudar o passado? Nem do destino de Krypton, nem da invasão do Leviatã, das tentativas do Lex Luthor, da dimensão alternativa criada pelo Elseworlds. Mas para achar um DNA da Kara (que poderia ser facilmente sintetizado no tempo presente), eles usaram a maravilhosa Máquina do Tempo? Esse é um furo de roteiro.

2ª INDAGAÇÃO -POR QUE VOLTAR EM 2009?

Esse episódio é interessante. Ele demonstra que Nia Nal promoveu o pensamento de Cat Grant de criar a CATCO no futuro. Também mostra um pouco do passado das irmãs Danvers. Houveram poucos episódios em que esse relacionamento nesta idade foi abordado. Mas não deixa de de ser um outro furo no roteiro. Uma vez que a volta de Brainy e Nia Nal ao passado não teria muito argumento. Apesar do DNA ser algo que eles precisam para procurar Kara Danvers na Zona Fantasma, elas já perdeu os poderes bem mais vezes do que foi citado neste episódio e até em tempos mais recentes.

Um outro ponto é a justificativa para não voltar muito no tempo. De acordo com Brainy as implicações seriam gigantescas. Mas não ‘previu’ a mudança do futuro por Nial Nal com Cat Grant. E nem as possíveis mudanças realizadas por eles em 2009. Que mesmo voltando no tempo no próprio passado para apagar alguns eventos, eles arriscam voltar um pouco ‘porque’ não seria tão danoso. Para efeitos, o Brainy era bem mais astuto quando apareceu pela primeira vez, mas conforme as temporadas foram progredindo, o seu ‘cálculo racional’ se tornou cada vez mais falho e crítico.

Na terceira temporada ela ficou em coma, ela chegou a perder os poderes na primeira temporada, ela ficou exposta a Kryptonita em diversos episódios fazendo ficar fora de cena em diversas situações. O que inclusive promoveu o surgimento de outros heróis como o Guardião (Jmmy Olsen), pois a National City não podia depender de uma heroína apenas. E mais, por que eles precisam do DNA dela quando ela não tem os poderes, ela continua sendo alienígena independente de ter esses poderes? O que em 2009 tem de tão especial?

Nota: Se o problema era tira-la da Zona Fantasma, por que eles não voltaram para antes de Lex Luthor manda-la para lá?

3ª INDAGAÇÃO – LEX LUTHOR NUNCA PENSOU EM PEGAR ESSA NAVE?

Lex Luthor da série é um tanto mais diabólico que todas as suas versões para live-action. Talvez com uma rara exceção em relação as HQS. Seus limites de boicote a humanidade, seu ar debochado e sua genialidade, são elementos que o fizeram ocupar 3 temporadas do total de 6 da série Supergirl. Ele não é uma figurinha qualquer. Ele joga como em uma partida de Xadrez. Ele sempre tem um plano B. E sempre de olho no prêmio da vez. Sobretudo se puder matar todos os Kryptonianos.

Ele chegou a enganar os deuses da quarta temporada, entrar na nave do Leviatã e roubar os poderes deles para então ter alguma chance contra Supergirl. E foi uma peça chave na Crise das Terras Infinitas. Para tanto, Lex não é ignorante qualquer. Ele descobre formas e meios de conseguir o poder que tanto almeja. Logo como ele nunca ‘descobriu’ essa nave? E a propósito onde esta nave fica estacionada? Em órbita? Em algum ‘estacionamento’, debaixo da terra? Ele descobriria.

HARRY POTTER E O VIRA TEMPO.

Em Prisioneiro de Azkaban, Harry Potter, Rony e Hermione são mais uma vez compelidos a enfrentar problemas em sua volta a escola de magia de Hogwarts. O problema é que há um fugitivo da temida prisão de bruxos à solta. E ele quer Harry Potter. Ao desenrolar de uma narrativa que leva o trio em um terceiro ano e descobrimentos sobre o passado. Dumbledore revela a Hermione um artefato mágico que permite viajar no tempo.

Ela por sua vez revela sem revelar que andou usando o artefato pelo ano inteiro. Fazendo aulas simultâneas e parecendo estar em dois lugares ao mesmo tempo. Depois que ela precisa retornar com Harry Potter para evitar a execução do Bicuço, eles retornam alguns eventos para que nunca mais vejam a luz do dia no presente (no caso o futuro deles). O chamado Vira-tempo. Aqui temos também 3 indagações, que podem como em Supergirl serem considerados um furo de roteiro.

1ª INDAGAÇÃO – VOLDEMORT PREFERIU SEPARAR SUA ALMA, MAS NÃO UM VIRA TEMPO?

Voldemort descobriu sobre as Reliquias da Morte, que confiram um poder sem igual. Esse passo é revelado nos últimos dois filmes da saga. Para um bruxo astuto como ele, ele saberia da existência de um artefato menos guardado. As reliquías pareciam um tesouro amaldiçoado e escondido em um cofre trancado a sete chaves. Mas ele descobriu como se estivessem em cima de uma mesa revelados em uma folha de papel. Mas o Vira tempo ele nunca ouviu falar?

Ele seria capaz de voltar no tempo e reescrever a história de Hogwarts, implementar um plano de conquista e não teria que se preocupar em matar bruxos e ficar a mercê de Harry Potter. No entanto por não ter o conhecimento desse artefato, ficou vagando no mundo dos vivos e mortos por mais de 13 anos, foi relegado aos campos dos rejeitados e odiados bruxos. Perdeu tudo e ainda foi ‘derrotado’ pelo menino que sobreviveu aos 17 anos.

2ª INDAGAÇÃO – HARRY POTTER NÃO PODERIA TER VOLTADO NO TEMPO E SALVO SEUS PAIS?

Não há exatamente uma regra que limita por quantos anos alguém pode voltar com o Vira-tempo. Nem o livro, nem o filme, e nem uma versão criada foi capaz de dizer que havia um limite. Nem a inteligente Hermione pensou nisso. Ele poderia ter evitado a própria ascenção de Voldemort. Poderia ter salvo a vida dos pais de Levine da tortura e loucura. E ter no final das contas terminado com o pesadelo.

3ª INDAGAÇÃO – O VIRA TEMPO SÓ É USADO EM UM FILME E NUNCA MAIS CITADO.

O vira tempo é citado apenas em um livro\filme e nunca mais é mencionado novamente. Nem antes e tampouco depois. O terceiro Harry Potter passou por algumas mudanças de roteiro, cenários e Dumbledore. Com a morte de Richard Harris, Michael Gambon assumiu o posto. Trazendo inclusive um Dumbledore mais ‘ativo’ que o seu antecessor. O Castelo também mudou de um para o outro. Talvez isso tenha sido uma criação de momento?

Nem em Animais Fantásticos é citado. É algo usado por uma estudante do terceiro ano e para evitar ‘boicote’ talvez dos fãs e não tirar a magia um pouco ainda juvenil, de evitar de matar o Bicuço. Fora isso, o vira tempo não é mais usado em momento algum da saga. Nem para salvar o Dobby, nem para evitar a tortura de Hermione Granger, ou a própria morte de Dumbledore.

Japonês (30) – Estudando Kanjis – Parte 1

Como se fala mulher em Japonês? Se você estudar por conta própria vai achar que a combinação 彼女 (kanojo). Na realidade não. Se você fizer a prova real pelo Google Translate terá uma surpresa. Quase sempre ele vai traduzir como NAMORADA. Porque como substantivo, de fato o é. Mas também pode ser usado como pronome como Ela, Dela.

NOTA SOBRE GOOGLE TRANSLATE:

Claro que o uso do Google Translate pode ser usado em casos específicos das regras, ele consegue simular muito bem isso. Mas quando sai um pouco do que seria aceito como ‘regra absoluta’ a tradução sai pela culatra. Isso acontece muito com tradução de KANJIS em sequência. Mas ele é uma ótima ferramenta mesmo assim.

Faz parte da composição desses KANJIS o que representa 女 (On’na) que significa Mulher, feminino, namorada, senhorita, se pela pronúncia chinesa (ジヨ) além desses significados também filha e pronome feminino (Ela, dela). Sem o uso do KARE (彼). É meio complicado? Nem perto disso. o que acontece é que os KANJIS são baseados em regras e não de combinação livre como se sugere ao lermos a definição – “Kanjis são ideias ou conceitos abstratos”.

Isso nos confunde quanto como as regras funcionam para os KANJIS. Vamos ver alguns exemplos:

  • 一女 (Ichijo) – Primogênita se você colocar no Google Translate vai traduzir como “One Woman” ou “Uma mulher”. Mas está errado. Se você colocar a partícula NO (の) ai ele vai colocar como sendo “primogênita”. O que está errado também.
  • この女は魚すきです。(Esta mulher gosta de peixe) o que está certo por referência. Aliás estamos falando de substantivo.
  • 女が高橋とレストランへ行きます。( Uma mulher vai para o restaurante com Takahashi) também está correto. E a referência do artigo indefinido para coisas não conhecidas também é identificado certo. Se for WA (は) seria A mulher no lugar de Uma Mulher.
  • 彼女が高橋とレストランへ行きます。(Ela vai para o restaurante com Takahashi) percebem que o uso agora foi o KANOJO no lugar do ON’NA?
  • 私の彼女は高橋とレストランへ行きます。(Minha namorada vai para o restaurante com Takahashi) aqui o uso da partícula NO (の) cria o conceito de substantivo.
  • 女メンバー – Integrantes feminino ou Membro feminino (Como substantivo feminino ou sexo feminino)
  • 女グループ – Grupo feminino ou Grupo de Garotas;
  • 女せんせい  Professora, Instrutora
  • ブラジル人の女 Mulher brasileira (Não é brasileira direto porque para ser é preciso fazer da seguinte forma ブラジル人 tanto serve para brasileirO como para brasileirA);
  • 女共  – Mulheres
  • 女サイレント Mulher Silenciosa

O uso do KANOJO tem uma particularidade para usar pronomes como seria o caso da ON’NA, mas ela pode recair no significado de namorada. E no caso do ON’NA está associado diretamente ao gênero feminino, garota, mulher, filha. E que melhor representa o uso que vai sempre gerar esse resultado.

Neste artigo vimos os KANJI:

 彼女 彼 魚 私 高 橋 人 共 行

E o que está sublinhado foi o estudado, os demais surgiram dentro dos exemplos. Os ROMAJI referentes (respectivos) da esquerda para a direita são com a / representa respectivamente pronúncia japonesa e chinesa:

  • ON’NA / Jo
  • KANOJO
  • KARE
  • SAKANA
  • WATASHI
  • TAKA
  • HASHI
  • HITO\JIN
  • DOMO
  • IKU

Série – “Mas o quê?” (1) – Supergirl, Temporalidade da Marvel e Salvem John Connor

O que é essa série?

Como essa é uma série nova, vamos apresenta-la. A série “Mas o quê?” são artigos que trazem ‘paradoxos’ que ocorrem em séries, filmes, games, HQs. Esses paradoxos podem ser erros, continuidade, conceitos ou mesmo pontos de definição. E para efeitos mais conclusivos, são artigos que discutem – “Mas se ele tinha esse poder, por que não usou naquele momento?”

EPISÓDIO DE HOJE – “SUPERGIRL, TEMPORALIDADE DA MARVEL E SALVEM JOHH CONNOR”

SUPERGIRL. (2015-2021, Melissa Benoist).

Supergirl é Kara Danvers, nascida no planeta Krypton. Dependendo da versão o planeta foi destruído por um motivo. Vamos considerar a personagem da série de 2015-2021 protagonizado por Melissa Benoist. E vamos considerar o seu multiverso, Terra-38. Logo outra tipo de explicação ali aplicado deve ser considerar as ‘leis da física’ deste mundo.

Ela como seu primo precisam da luz de um sol amarelo para desenvolverem as habilidades de voar, visão de calor e raio-x, super velocidade, força e resistência. Se eles se afastam desse astro ou são expostos à fragmentos de kryptonita, pedaços de seu planeta, eles perdem os poderes e ficam bem mais fracos do que o normal. Chegando a muitas vezes a perder a consciência.

Nesta realidade também temos um outro ponto que nunca foi de fato abordado, que à noite, sem a exposição do sol, Kara apresenta mais dificuldade para se regenerar caso passe por algum contratempo. No entanto quarta temporada, após levar uma surra, ela a beira da morte, conseguiu à noite recuperar sua energia com uma habilidade de absorver a energia provinda das plantas e da terra.

Habilidade essa que foi mostrada apenas uma vez na série. E então temos duas indagações interessantes:

1ª INDAGAÇÃO – ELA PODE TER OS PODERES DELA EM QUALQUER LUGAR

  • Se ela pode absorver a energia vindo da terra, absorvido do sol durante o dia, por que a noite ela sempre fica indisposta? Não é uma habilidade consciente? Não poderia ser, caso a resposta seja negativa? Se eles constaram isso, por que a DOE não trabalhou em uma solução para garantir que ela tenha esse poderes mesmo sem acesso ao sol amarelo?;
  • Embora na série tenha abordado as granadas de sol amarelo, é um pouco estranho que ela não leve um granadeiro completo nas missões à noite ou mesmo quando vai a outros planetas que não há sol amarelo para sustenta-la como Supergirl.

2ª INDAGAÇÃO – EM CRISE NAS TERRAS INFINITAS

  • Supergirl teria os poderes mesmo no planeta Maltus e no começo da existência? Como isso seria possível se, o sol ali não foi mostrado ser amarelo e no começo da existência não havia ainda nenhum tipo de sol? Detalhe que na série não mostra que ela tenha levado alguma granada de energia solar com ela. E nem que haveria uma explicação da existência do sol que lhe confere poderes;
  • Na mesma série, em planetas alienígenas onde o sol não é amarelo, ela perde os poderes. Dando a entender que existe um elemento que surge na história explicando que ela perde os poderes por um determinado motivo.

TEMPORALIDADE DA MARVEL.

A explicação da viagem no tempo no universo da Marvel é que o passado, presente e futuro não podem ser alterados por serem dimensões diferentes. Na ocasião o filme De volta para o Futuro não implicaria em Martin alterar o seu futuro ao interromper o encontro de sua mãe com seu pai. Essa seria uma realidade diferente do seu futuro (presente). Essa é a lógica temporal da Marvel.

Logo temos 2 indagações.

1ª INDAGAÇÃO – DR. ESTRANHO NÃO PODERIA PREVER NADA.

Dr. Estranho, mago supremo, é compelido a visualizar um futuro onde Thanos seria derrotado. E após viajar por inúmeros caminhos, descobre que apenas 1 geraria a melhor solução. E isso implica que se eles alterassem os fatos do presente da forma que ele pensaria, o futuro seria escrito da forma que eles poderiam ter um final sem Thanos e o universo intacto e seguro.

Mas se a lógica da Marvel é de que o passado não influencia aquele presente daquela dimensão. Essa previsão seria impossível de ocorrer. Temos também um outro ponto, o uso da joia do infinito (verde) do tempo não teria qualquer utilidade neste universo. Ela geraria ‘futuros’ pertencentes a uma dimensão totalmente alternativa. A cena do treinamento de Dr. Estranho no filme de 2016, ao acelerar e voltar no tempo o estado da maça, não seria possível que aquele Dr. Estranho pudesse visualiza-la.

2ª INDAGAÇÃO – CAPITÃO AMÉRICA QUEBRA A TEORIA TEMPORAL DA MARVEL.

No final de Guerra Infinita – Ultimato, os heróis começaram a dar sumiço nos artefatos e as joias que pudessem ser encontradas algum dia por Thanos. Essa é uma solução que já quebra a teoria temporal do universo da Marvel. Eles esconderiam o artefato em outra dimensão pertencente ao passado, mas não impediria do Thanos procura-la nas dimensões alternativas onde ele sabia que os artefatos estão. Não importa se é passado, presente ou futuro.

Capitão América então volta no tempo, para os anos 40, e os heróis notam que há um senhor de idade sentado no banco. Reconhecendo Steven Rogers muito mais velho, na casa do 70 anos. Esse é um paradoxo. Ele voltar no tempo e continuar na mesma temporalidade dimensional. Essa nova teoria poderia apenas exigir voltar no tempo e evitar de Thanos por exemplo pegar as últimas joias do infinito e concluir seu plano. Como é que esse caso de voltar no tempo e alterar aquela dimensão como em De Volta do Futuro explica isso?

SALVEM JOHN CONNOR

Em 1984, Ridley Scott rodou o filme seria o ícone da ficção científica e do temor pavoroso de sermos vítimas de uma inteligência artificial. Nos anos 80, a novidade da robótica era apresentado ao mundo e evoluiu a narrativa para o que hoje também é uma realidade, talvez um pouco mais assustadora, da IA. A verdadeira mente por detrás das máquinas.

Um exterminador era enviado para o passado com a missão de matar o Líder da Resistência, que não exatamente derrotaria a Skynet, uma vez que nenhum filme afirma isso, mas que talvez seja mais uma pedrinha no sapato das máquinas do que um triunfo. John Connor. No primeiro filme, a missão era matar a mãe de John Connor, Sarah Connor e evitar que ele nascesse.

No segundo filme em 1992, o menino já tinha 14 anos, o envio da segunda máquina previa mata-lo diretamente. Com o filme de 2003, a Revolução das Máquinas o futuro nunca aconteceu do jeito que era previsto, aliás John Connor foi salvo e o que seria o fim da Skynet foi concluído por sua mãe e o T-800 enviado para ajuda-lo a sobreviver. Mas isso não é exatamente uma certeza que impediria o juízo final. Mas temos um paradoxo aqui, e 2 indagações.

1 ª INDAGAÇÃO – JOHN CONNOR NÃO VENCE A GUERRA, POR QUE ELE É TÃO IMPORTANTE?

Mata-lo no passado não evitaria uma guerra. Até porque mesmo salvando, a guerra continua existindo. A própria Skynet também e os envios das máquinas para o passado. Em 2003, com o terceiro filme. O mundo termina em um apocalipse nuclear concretizando o começo da guerra. E que John Connor viria a ser a única linha de defesa e resistência entre a raça humana e a dominação das máquinas, não que isso lhe confira a vitória. O que pode muito bem explicar o acontecimento da guerra independente da sua vida ou morte.

Em filme nenhum também explica se ele está ganhando tempo para que alguém de fato vença essa guerra. Será ele a solução ou o primeiro degrau da solução? Neste filme de 2003 os seus tenentes começam a ser mortos. O que demonstra que ele não é exatamente o pivô de uma possível vitória iminente. Nos filmes próximos, mostra que John Connor está mais para um líder local e pioneiro do que realmente um grande problema para as máquinas.

2ª INDAGAÇÃO – JOHN CONNOR NÃO É MAIS O HERÓI.

Com a alteração temporal, uma vez que todos os filmes seguem o mesmo universo canônico, John Connor passa a não ser mais a solução, ou pelo menos o primeiro degrau dessa solução. Há uma outra pessoa que assume seu lugar. E ele chega a ser morto em uma versão de 1992 por um T-800 que depois de alia a mãe de John Connor para defender o que seria novamente uma possível solução para a guerra. O paradoxo ocorre porque não há uma explicação óbvia do que as máquinas procuram solucionar ao voltarem no tempo.

Lembrando que o filme explica que a iniciativa de voltar no tempo parte das máquinas. Se as suas chances de vitória sobre os humanos não é influenciado por ter um líder de resistência como John Connor, de onde elas tiraram os cálculos para dizer que voltando no tempo seria o melhor modo de mata-lo, se nos filmes no tempo futuro, as máquinas obviamente estão ganhando?

Japonês (29) – Escrever em Japonês ou em Romaji?

Romaji é uma escrita japonesa que faz uso do alfabeto latino para falar em japonês. Não é portanto nem errado e tampouco ‘transgressor’ por aqueles que preferem usa-lo. Nem há uma contraindicação de fazer uso dele para o dia-a-dia. Uma vez que o japoneses entendem essa escrita tanto quando escrevessemos em Hiragana e KANJI e consequentemente em KATAKANA.

Não vou colocar um ‘mas’ neste seu uso, como falei ele é útil e legível para um japonês lhe compreender. E com certeza que você terá uma fluência interessante. Uma vez que procurar pro direções ou mesmo informações diversas, será muito útil usando um sistema que nos é mais familiar. E como não faço contrariedade ao seu uso, o artigo acabaria aqui. Mas ele não acaba aqui.

O Japonês portanto usando o ROMAJI como escrita válida, também usa o Hiragana, Katakana e Kanji como escritas válidas. E isso quer dizer o quê? Que se você pode usar ROMAJI, você vai achar essas 3 escritas que citei além também em todos os lugares. Ainda que alguns lugares o ROMAJI seja usado para orientar turistas, o mais comum vai achar o que não orienta e usa a escritas mais comuns por lá.

ROMAJI é utilizado em muitos casos sim, mas não apenas. E não é um menor número, mas se você é um consumidor de produtos japoneses deve ter percebido que o ROMAJI praticamente não aparece. É só KANJI, HIRAGANA e KATAKANA que não acaba mais. E já devem ter lido por aí diversas pessoas fazendo o uso do ROMAJI para se expressarem.

Japonês vai entender. E na hora da pronúncia tanto faz certo, ninguém usa as escritas para falar. Em área turística não tem tanto sofrimento, porque tem cardápio com tradução, tem hotel com opção em inglês. Mas em áreas ‘menos turísticas’ que por algum motivo você vá parar, o ROMAJI e a tradução não existem. Se existem, deixe nos comentários as devidas situações.

Além do ROMAJI, não deixe de lado e estude também o HIRAGANA, KATAKANA E KANJI. E deixe nos comentários também, se há alguma obra literária escrita com auxílio ou toda em ROMAJI?