HQ NACIONAL – ANIMARIUM – CCXP 2023 – CRÁS EDITORA

Durante a última semana e este último domingo, aconteceu mais uma vez, uma edição do memorável evento em São Paulo, a CCXP (Comic Con Experience) e comemorando a preciosa data de 10 anos, encantando o público brasileiro e internacional, com atrações do universo Geek. E o Mundo Pauta e a iniciativa Junca Games, esteve presente, em sua terceira edição.

A novidade não se resume a stands de produtoras, streamings, arenas, celebridades. Mas o que é nosso tem dado as cartas na mesma medida do que nós estamos acostumados a ver para fora do país. Crás Editora é uma empresa fundada por Thiago Spyked, ilustrador e formado em Design Gráfico, que mantém um canal de youtube com milhões de acessos e inscritos conhecido como CRÁS CONVERSA OFICIAL, onde o cartunista traz dicas, cursos e filosofia por trás da carreira de ilustrador na realidade brasileira.

Com inúmeras publicações, Animarium não é o único HQ e tampouco o que fez mais sucesso, mas um dos, títulos lançados pela editora que é brasileira e demonstra que nós produzimos muito bem cartunistas ao nível de desenho e roteiro, como lá fora. E neste especial, não pude resistir em pedir um autógrafo aos dois autores da obra, que muito hospitaleiros e empolgados, fizeram a melhor assinatura que um artista poderia produzir.

O estimado gesto de um dos autores e fundador da editora, é dedicar a introdução da HQ a antiga aluna e agora cartunista, Juliana Canton, que foi a idealizadora da pequena criaturinha, o sapo-salamandra que faz parte do conceito principal de Animarium -Os Amigos secretos. Ao encontrar o ilustrador em pessoa, comprova a autenticidade daquele que narra dicas, conceitos e orientações por um canal no Youtube.

Com o sucesso que levou anos para conquistar, a editora legitimamente brasileira, conseguiu ganhar a visibilidade de um evento grandioso como a CCXP. A editora além de produzir HQs próprias, possui uma linha de papelaria para desenhistas profissionais e oferece cursos, desde em formatos de livros para estudos como para ensino em formato de aulas.

Acima (Autógrafo) dos autores Thiago Spyked e Juliana Canton, pela extrema cordialidade e empolgação, em um evento que obviamente cansa pelo tamanho e longevidade, acordar cedo, enfrentar trânsito, fila, triagem, burocracia, é de admirar que tenham chegado longe. E demonstraram com toda a certeza, a confiança que queremos encontrar.

Um detalhe curioso, o autógrafo envolve as caricaturas que foram desenhadas ali em síntese, de forma ágil. Fiquem ligados no canal da Junca Games (clique aqui) se INSCREVA se gostar do conteúdo, assista a PLAYLIST CCXP para entender como é esse evento e se você está em dúvida sobre ele. Porque iremos fazer uma resenha da HQ citada. E não vou apenas bater nesta tecla da história, vou falar da arte também.

Dedicatória!

Pílula de Marketing (80) – Tenho 30 anos e vou mudar de área.

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Esse título é provocativo. Não representa minha idade real. E pelo que me lembro nunca a mencionei para ninguém, a não ser em cadastros que pediam tal informação. Verbalmente nunca. Talvez esse conceito de dizer a idade esteja na crença limitante dos seus esforços, é isso que eu quero trazer neste artigo. Nossa Pílula do Marketing número 80, trata do perigo de você mencionar sua idade em qualquer decisão que toma.

ETARISMO, ETÁRIO e IDADE.

Não muito tempo, tivemos um episódio infeliz de um grupo de estudantes que atacaram uma colega, pelo único motivo dela ter 40 anos em um ambiente acadêmico. Foge a mim uma lógica do porque isso aconteceu. Mas não é tão oculto a justificativa. O comum é associarmos limites as marcas para criarmos padrão. E neste caso, a idade define o que o ser humano pode fazer e não pode fazer, é um aspecto cultural aceito.

Já ouviu aquela frase – “Não tenho idade para isso” ou “Você já tem idade”? Com certeza já ouviu outro bordão – “Você já está grandinho(a)”. Ainda temos um outro parecer, quando aqui no Brasil, chegamos a idade definida pela lei (bem claro isso), que aos 18 anos você é considerado um adulto, muitas pessoas julgam que ali a pessoa terá toda responsabilidade e zelo necessários para tocar a vida. Mas estamos falando de uma idade legislativa. E não biológica.

Como um indivíduo pode ser adulto e maduro passando apenas por alguns dias? Dos 17 para os 18? Ele(a) era imaturo(a) aos 17, ao chegar aos 18, um passe de mágica, e pronto será um adulto perfeito? A crença da idade é mais antiga, enraizada. Pouco provável que estejamos vivendo um esclarecimento que a idade é um limite. Porque sempre foi imposta por nós há séculos como um limite.

Limite para tudo, para ascender, para correr, para acessar, para crescer, para viver, para ter. Talvez o conceito seja menos ‘autônomo’. Os limites são usados pelo ser humano também para se policiar, ou mesmo pelo lado não tão positivo e útil, para desdenhar desculpas sobre o que não quer fazer com o fator limitante. Por isso você escuta – “Se eu tivesse menos idade eu faria”. E agora com essa idade ele(a) não pode fazer.

A pergunta seria, por quê não pode fazer? Idade é um conceito numérico que define o tempo atual ao momento que nascemos. Pegue um ano diminua do ano que nasceu e terá sua idade. A grandeza quantifica seu tempo de vida e não um limite. O segundo caso é imposto pelo ser humano, o primeiro caso é uma obviedade matemática. Por que falar a idade pode ser no final, um mal negócio? E agora no próximo tópico vamos falar sobre alguns aspectos que você deixa passar, e pode ser o motivo pelo qual você de fato procrastina e não vai para frente.

TENHO 25 ANOS E VOU FAZER UMA NOVA FACULDADE.

Não menciono sempre que é curioso ao ouvir uma pessoa decidir publicamente que vai tomar um caminho e antes de se apresentar ou dizer porque disse aquilo, ela menciona a idade. Ela determina uma quebra de padrão. Fazer faculdade aos 50 anos é um tabu? Fazer faculdade aos 15 anos é outro tabu? A idade é definida pelos padrões. Dizem que para você fazer faculdade tem que ser aos 18 anos, cravado.

Se fizer antes, tem coisa se fizer depois é aposentado arranjado moda. É uma pergunta, o quê? O que é isso? Tem outro bordão – “Você não tem idade para isso”. Não ter idade para isso e ter idade para aquilo define limites. Então vamos parar de falar no termo substituto – idade, vamos falar sobre os limites. Quando alguém falar – “Tenho 25 anos e vou fazer uma nova faculdade”, vamos substituir idade por limite, seria “Tenho um limite e vou fazer uma nova faculdade”. Vê como soa realmente?

Ou como soa esse título – “Tenho um limite e vou mudar de área”. Esse limite foi ultrapassado? Por isso você está destacando ele? Ao passar pela porta azul você agora não pode mais voltar e escolher outra porta. E então ao tentar voltar você fala – “Estou na porta azul e vou para a porta vermelha”. O fato de destacar seu estado atual define a limitação. Logo ao dizer sua idade você está criando um limite.

LIMITES? POR QUE DESTACAMOS?

Bem antes do caso das estudantes acima, essa citação de idade é recorrente. Há um consenso, mais ou menos impactante a depender de onde e quando falamos, que a idade é um conceito que não representa sua quantificação existente e sim um conceito de estar amarrado. Compactado. Ou seja, ao mencionar sua idade, você declara nitidamente que tem limites. O outro não vai reparar muito isso, mas você precisa saber. Que você acredita que tem limites, independente de sua convicção.

Não confundam que ao mencionar isso você esteja querendo motivar outros. Veja, aos 50 anos eu posso, logo você pode. Um ou outro terá algum impacto neste sentido. Mas a maioria está dizendo a idade não para motivar terceiros, e sim para se convencer que apesar daquela idade, ele(a) pode fazer o que está se propondo. E muitos desistem, mas eles possuem uma salvaguarda.

Eles falaram que tinham 50 anos. E seria provável que desistissem. Aqui é um outro ponto que sabemos que há uma normalidade. Aceitação da derrota antes dela ocorrer, já deixando claro, que isso é possível e que a pessoa, ela, não seja responsabilizada pelos resultados. Aliás, ela fez isso em uma idade, que ela julga, não ter mais ‘forças’ para tal empreitada. Compreenderam esse ponto?

Com uma parcela ínfima, temos uns dois de dois milhões que de fato irão fazer uso dessa comunicação, revelar sua idade, para influenciar positivamente as pessoas. E normalmente elas não falam a idade como um fato determinante. Elas falam dentro de um contexto. Por exemplo:

  • Estou pensando em fazer uma segunda graduação, acho que é o momento certo. Sempre quis. Então estou satisfeito(a), pois terei agora a formação que mais estimo. E vejam que procuro dizer isso à vocês (considerando que esta pessoa está em público) que não existe limites para quem quer, nem para este que vos fala que tem 60 anos.

É diferente da pessoa que fala:

  • Sou Paulo e tenho 45 anos e vou fazer uma segunda graduação, porque acho que é o momento certo. (E acrescente o restante do texto acima).

O primeiro destaca que há um conceito de vida, e agora ele quer fazer diferente. O segundo conformado com a idade e o tempo que passou, decidiu em fazer esse novo caminho. O novo caminho será feito, mas há diferença em porquê eles estão fazendo isso e quais os obstáculos claros da situação. O primeiro caso desvenda o direito de fazer o que for e demonstra que há fôlego para isso, por isso cita a idade.

  • Apesar dos meus anos de vida, tenho gás para uma graduação.

O segundo caso demonstra conformidade e tentativa de superar um obstáculo cultural.

  • Apesar da minha idade eu sei que posso.

O primeiro define um conceito que permite entender que está inserido em começar realmente um novo momento da vida. O segundo é preso as amarras culturais que o impedem de ser o que quer ser por um limite imposto (no caso a idade).

O segundo caso é o mais comum. Citar a idade é clareza de auto limitação. E isso impacta seus resultados. Dizer que é CEO de uma empresa aos 16 anos não tem qualquer significado quanto ser CEO aos 40 anos. Dai você pensa. Bem é normal que um de 40 anos seja CEO e de um 16 não. E com certeza, o de 16 ganhou por herança e o de 40 foi pela labuta. Não é? É assim que você vai concluir? Tudo por causa da idade?

A idade limita o senso. O de 40 anos pode ter conseguido de mão beijada, o de 16 pode ter trabalhado. Mas a idade nos conforma pelo modelo pronto. Esse modelo pronto é um perigo. Você ter 50 anos não significa ser maduro, você ter 15 anos não significa ser irresponsável. As pessoas não são quantificadas. Elas não podem ser mensuradas por números. A idade significa a distância do ano atual e do ano que ela surgiu, só.

A forma de avaliar habilidades, possibilidades, potencialidades, estão associado aos resultados somado aos ganhos que ela obtém pelo caminho. E não estamos usando o conceito de 25% ou 100% para contabilizar performance. 25% pode ser melhor que 100%. Um trabalho bem feito 1/4 do tempo é melhor que um 100% errado. Nós só conseguimos ver o nosso grau de alto valor de resposta, entendendo o que conseguimos.

Um ano para uma pessoa é diferente para cada pessoa. Você pode aprender um idioma, pode viajar, pode fazer nada. E terá diferentes resultados, claro não ‘excluímos’ que cada pessoa é diferente a ponto de dizer que 6 meses de uma é gradualmente diferente de outra.

REFLITA SOBRE ISSO!

Ninguém é impedido de dizer o que pensa. Não é o interesse desse artigo. Se você ler até aqui, não vai aos comentários acusar – “Mais um ditando regras”, mas se leu até aqui, compreende que ele tem a única meta de fazer ver que você próprio está colocando um limite. E que de uma forma muito clara está falando isso ao mencionar ou fazer ações. Não apenas a idade é um sinal de auto limitação.

O desvio do olhar também é. Ou mesmo o recuo das mãos. Ou até a forma de falar. Pode indicar limites auto impostos. E aqui precisamos repensar ou talvez até perceber esses micros sinais que emitimos. Então olhe para o seu texto (ou fala quando der), e note se há alguma expressão ou passagem sem muito sentido, ou contexto.

Ao falar sua idade e uma informação a seguir, isso significa o quê? Ao falar o seu nome, o quê? Ao dizer o seu gênero, o quê? Ao mencionar sua cidade natal ou de residência atual, o que significa? Eu costumo sempre dizer aos meus alunos, que tudo é uma comunicação bem construída por uma estratégia. Não apenas de Marketing. Marketing se vale da comunicação. Você aprende primeiro se comunicar, para depois fazer uso de outros recursos. Senão o propósito se perde ou se confunde.

Toda comunicação é estratégica. Ela pensa sempre em atingir um objetivo fazendo uso de métodos de emissão, recepção, analogias, ilustração e assim por diante. Se você se identifica para alguém que não te conhece, o que você quer dizer com isso? É um exercício de interpretação. Qual é a recompensa? O que você ganha com esse artigo? É uma decisão íntima. Ela pretende que você pense em suas falas e ações. Elas revelam o quê?

Ao identificarmos isso, podemos superar e demonstrar habilidades, dar foco á elas do que aos conflitos, por exemplo. Todos tem problemas, todos tem algum limite, ou são impostos ao limite, todos são influenciados culturalmente. E somos moldados a sociedade que nos cerca, é um padrão social observado (Emilie Durkheim).

Somos associativos, relacionais e conflitantes. Passamos a vida fazendo a pergunta existencial e tendo respostas duvidosas. Talvez no final do caminho teremos uma resposta mais simples. Ou de que dependia de nós em ter essa resposta. Não era ali e nem lá. Esse conceito filósofo da existência nos permite entender que o próprio termo ‘idade’ configura um temor.

A idade nos revela a mortalidade. E a pressa. Ter idade é definir maturidade (mesmo que não haja), é definir impedimento (mesmo que não tenha), ou padrão social (mesmo que não faça sentido). Usamos a idade para configurar – “Eu não posso, eu posso”. Mas se você não soubesse sua idade. Como faria essas relações? Como definiria que não pode fazer uma graduação? Como definiria que pode fazer uma viagem?

Não definiria, não tão fácil. O jeito seria tomar uma decisão e ver os resultados que colhe pelo caminho, como sempre foi. Em um tempo, primordial, para não recairmos em uma época em que a matemática era conhecida e que os padrões sociais começavam a se distinguir, pegamos uma era em que o homem (antropológico) era um resumo de sobrevivência.

Ele pensava – “Tenho que fazer tudo que posso, pois o meu limite é aos 30 anos”? Provavelmente não. Ele sabia quando era pequeno, tinha menos força de agora. Mas ela não associa que aos 8 anos ele não tinha a força de 20 anos. Ele apenas concebia que se continuasse a fazer o que fazia, ele iria continuar vivo.

Quando mensuramos a idade, tiramos do conceito que o homem que aos 8 anos tinha que se virar, agora não pode, porque ele é menor de idade. Ou o mais idoso não podia se mexer senão quebra um osso, no tempo da cavernas, não existe essa de limite de aposentadoria. Ou caça ou morre. Não havia uma diretiva ao contrário disso.

O ponto aqui é: No passado tínhamos um conceito de sobrevivência, se a idade limitasse ou o que fosse, a raça acabava. Pois que 30 anos era uma idade máxima naquele período, imagina se você acha que está aposentado? A tribo morria de fome. A essa observação, a relação natural das coisas, pense que se isso nos permitiu sobrepor obstáculos, independente do gênero, tamanho ou situação, porque hoje, quando a situação é mil vezes melhor, temos a famosa fala – “Se fosse em outra ocasião eu conseguia”.

CONCLUSÃO.

Este artigo é uma provocação. Que espero ter atingido seu objetivo. Independente de sua crença em relação à isso, ou de seu entendimento e como se você se situa. Ou se faz diferente do que é proposto neste artigo, a briga não é gratuita. Eu compreendo que mencionar a idade ou o que seja, pode configurar inúmeras outras interpretações. Mas a mais comum de nossa sociedade é a mortalidade, o limite, o conceito do não posso. Então meu artigo se direciona para o índice mais comum do que a palavra ‘idade’ pode conter.

Até a próxima!

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Pílula de Marketing (79) – Como a lição comprar ovo no mercado pode ajudar você em decisões corporativas?

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OVOS DEMONSTRAM UMA ECONOMIA INTERESSANTE.

Comprar ovos no mercado tem um desafio que nos proporciona consciência de decisões. Pode parecer besteira. Mas deixa eu contar um caso que ocorreu hoje pela manhã. Talvez você possa compreender como um simples detalhe, nos permite conceber a consciência das coisas. E assim começamos nossa pílula de Marketing 79.

Costumo a cada 6 dias fazer uma leve compra no Hortifruti para compor com ingredientes que vão rápido na cozinha, que gastam rápido porque são os mais usados. Ovos, tomate, arroz e cebola. Legumes em geral. Proteínas podem ser combinadas. Como é o caso do frango. Para manter uma alimentação saudável existem algumas restrições, mas nada que não possa ser complementado com seleções deliciosas e e nutritivas.

É um ponto saber que a alimentação é de qualidade, porque cada ingrediente conta. E ovos não costumam ser baratos. Uma bandeja de 12 ovos custam 15 reais. É uma proporção de 1,50 por ovo. Quem adora jogos ovos nos outros por chacota, com certeza não foram os responsáveis pela compra ou não são responsáveis pelo dinheiro pela compra. Se você comprar uma bandeja maior, sempre duplique.

Dá para fazer muita variedade com ovo: Cozido, mexido, omelete e estalado. E é possível fazer uma ampla combinação de ovo: Sanduíche, recheio, cobertura, acompanhamento, prato principal. É um alimento extremamente saudável. É possível almoçar, jantar e lanchar ovo. O famoso pão de bar vem com ovo mexido. Para atestar se você é um cozinheiro(a) no mínimo regular, é preciso fazer ovo cozido (que é mais fácil que fazer o estalado sem estourar a gema), é a famosa baliza da cozinha.

Ovos tem dois percalços quebram fácil e podem vir estragados. Quem cozinha muito pode até notar mesmo sem usar macete da vasilha de água ou da lanterna, que o ovo está estragado pelo cheiro ou pela quantidade de pinta preta que tiver na casca. E basta ter um furo, é arriscado. Então perder 2 ovos em uma bandeja de 12, é um prejuízo de 3 reais. Agora pense no seguinte. Antes de sair eu sempre penso no prato que irei fazer. Para almoço, jantar, os possíveis lanches durante o dia e no dia de amanhã inclusive.

Logo os ovos estão sendo contabilizados. Para isso preciso pensar na salada, nas verduras, nos legumes, na bebida e no preparo. Tem-se aí uma refeição básica leva, se feito do zero tudo, 1h à 1h30. Se com algo pronto, menos de 15 minutos para o que vem pelo momento. Dependendo do seu tempo de cozinha, um banquete pode ser feito em pouco tempo. Vamos considerar uma pessoa (você), a diferença é a quantidade da comida.

Portanto o custo eleva-se. Em média temos mais pessoas vivendo juntas do que sozinhas. Então essa média de consumo aumenta. Eu por exemplo, faço para mim, logo consigo por semana render muito bem. E é bem mais custo e benefício que comer fora. Já falei isso em um artigo passado, mas precisamente, quando faço comida caseira gasto uma média por 100 reais por semana contra 600 comendo fora. O que gera 400 por mês contra 2.000 por mês. Vocês sabiam que o custo de comer fora, custava 2.000?

Muitas vezes enchemos o prato, então o almoço sai 700 gramas por 70 reais em um restaurante caro. Mas nem meia boca, alguns vão por 45. Se é duas vezes ao dia, são 90 ao dia. Em 10 dias serão 900 reais só em comida. E não alimenta. Comer muito só faz o organismo trabalhar mais, gastar mais energia e logo ficamos com fome bem mais rápido. Do que comer durante o dia e esparsado. Pois bem, chegamos no que queríamos. Essa mudança de hábito, nós faz pensar que os ingredientes muito bem conservados, nos garantem:

  • Boa economia;
  • Boa saúde;
  • Independência;
  • Versatilidade;
  • Customização;
  • No seu ritmo.

Então pensar no ovo é fundamental, correto? Hoje presenciei aquele momento – “Essa pessoa nunca comprou um ovo na vida ou tampouco fez uma compra na vida.” Ao pegar os produtos e ir para o caixa. Ao ensacar, colocou o ovo debaixo do tomate. Ainda bem que não largou o tomate. Pedi que colocasse o ovo em uma sacola separado. Qualquer ovo quebrado é um prejuízo. Lembra que a bandeja custa 15 reais? É mais caro que o arroz, comum, até um pouco mais que o Tipo A parbolizado. Só não supera 2 caixas de tomate cereja.

Gentilmente pedi que colocasse o ovo em uma sacola separado. E logo pensei, nunca compraram um ovo na vida. E isso demonstra que talvez nunca tenha cozinhado para si ou planejado o que iria fazer durante uma semana. Ou quanto gastariam nesta aventura. Vejam que um simples ovo, pode nos permitir raciocinar. Pode ser que seja apenas distração, colocou o ovo ali e pronto. Também faz compras, mas só fez um relapso. O que seria bastante difícil. Ovos são delicados.

Ninguém quer ver um ovo quebrado, em cesta nenhuma. Felizmente ao sair do caixa constatei que nenhum ovo havia quebrado. Quando cheguei em casa, verifiquei cada. Aliás estou contando com esses ovos para os próximos dias. Um ovo quebrado ou dois, significa um dia a menos para voltar lá e comprar mais. E isso acrescenta, mesmo que mínimo, um custo específico. Além de ovos quebrados, podemos ter ovos podres. Então é um baita prejuízo.

LIÇÃO PARA O MEIO CORPORATIVO.

Pessoas são passíveis de erros. Situações são vulneráveis a incidentes. A ausência de habilidade é comum também. Ninguém nasce sabendo. Mas independente de resultados não satisfatórios, a realidade é simples. Se o ovo quebrar, você vai ter que reparar de alguma forma. E se qualquer pessoa que não tiver a consciência da natureza do ovo dentro da empresa, independente da intenção, da situação noviça, ficaram com um ovo a menos na bandeja.

O que vai impactar todo o planejamento. Influenciar no custo. E o lucro no final do mês. Não dá para sempre pedir uma sacola extra, porque nem todo mundo vai ser atento. No dia-a-dia não temos olhos para detalhes. Quando chegamos em casa queremos descansar ou iremos trabalhar, começar o dia. Então na hora do almoço você vai ver o prejuízo. Mas o prejuízo como um ovo, seria uma decisão, um projeto, recai na equipe da empresa a falta de atenção também.

Ou seja, um ovo não. São centenas de ovos sendo quebrados por pessoas que não sabem do que eles são feitos. O impacto desse ponto, é os clientes perceberem que o local não estão sendo atencioso. Lembrando que isso é uma soma em efeito cascata. Um ou outro não vai chamar atenção. Mas começa assim. Depois vira um hábito. Não foi a primeira vez. E não foi. Eu que fico atento e muitas vezes levo sacola de casa para evitar o empacotar local.

Eu sempre coloco o ovo separado de tudo. É fácil quebrar, e a maioria das bandejas não tem suporte de peso. Logo é bom ter cautela. Como ovo serve para tudo, ele também quebra por tudo. Logo esse é o ponto crucial de nossa pílula de hoje. Ovos são projetos, relações, desafios, decisões corporativas, decisões de mercado, de carreira e até mesmo encruzilhadas. Não compreender a física do ovo, é o mesmo que desconhecer o que cada um desses representa. Logo sua decisão ou será ineficiente ou terá um impacto reverso negativo.

Espero que vocês tenham gostado deste artigo. De uma forma bem humorada, por um lado, com algo do nosso dia-a-dia. Que podemos pensar como um processo de decisão ocorre, usando apenas um ovo como exemplo. Até a próxima!

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O que um ovo nos ensina sobre decisões corporativas e pessoais?

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Pílula de Marketing (78) – Não existe Marketing sem mensuração

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PUBLICIDADE E NÃO MARKETING.

Tive uma constatação recente interessante e curiosa. E digamos, perigosa. O perigo vem pelo fato do que se trata Marketing. E conforme vou aos tempos, e quanto mais eu estudo, e estou trabalhando em uma produção literária sobre este tópico, que há muitas pessoas que não são profissionais de Marketing e sim publicitárias. Elas não atuam em Marketing, elas são agentes de campo e não da inteligência. Há departamentos sendo confundidos.

Quando me refiro a agentes de campo e da inteligência, me refiro a analogia do 007. James Bond é um publicitário. Ele coloca a mão na massa, ele entra em fortalezas, tem aparatos e dispositivos. Mas para ele executar essa ação toda e dispõr de ferramentas. Quem faz? Os responsáveis pelo departamento de Inteligência, que seriam os profissionais de Marketing. A maioria das pessoas proferem que gostam dessa área, pela poesia dela.

Digo de poesia, porque eles gostam do lado humano. O lado intimista. Uma característica muito encontrada quando falamos de consumo. A sociedade consome. Portanto, o fator humano será obviamente mais evidente. E nós seres humanos não somos diretos, nem tão claros ou óbvios, somos uma aglomerado poético. Palavras com novos sentidos, metáforas e conclusões surreais. As pessoas no entanto consomem com um objetivo, mais racional, do que nós pensamos.

No dia-a-dia, as pessoas falam sobre ações, táticas, promoções, propagandas, anúncios, campanhas, que são atividades inerentes ao campo de publicidade. Falam da ação como ação. E não porquê. Revela-se que quando você pontua assim, estamos falando da ação (movimento) concretizada pelo pensamento (Marketing). Na maioria das vezes, você faz uma redação publicitária para um restaurante e tem um resultado. Vamos identificar, e não apontar. Você faz:

  • Análise desse resultado;
  • Armazena ele em um database;
  • Apura com novos históricos e séries;
  • Monta um SIM (Sistema de Informação de Marketing);
  • Repensa na estratégia e tática;
  • Define ações de curto, médio e longo prazo segundo esses dados.

Se sim para todos, você é um profissional de Marketing. Se você não faz nenhum desses, ou em algum grau, faz um ou outro, você é um publicitário. Dentro do mercado brasileiro, temos a prática pouco boa, de integrar profissões em uma. Mas quem faz graduação de Publicidade não aprende estratégia de Marketing. Aprende táticas e ações. O curso é radicalmente diferente. Estamos falando de quem monta a estratégia e de quem executa a tática. Lembrando que a tática é criada por um Marketing.

O papel não é pequeno. Vamos ver em uma analogia mais visível. Imagina um capitão de nave estelar, se você gosta de Star Trek, vai gostar desse exemplo. Um capitão tem uma nave para comandar, e cada setor tem um cadete ou um oficial executando ações. Para que a nave funcione, deve haver um protocolo de uso e uma estratégia que monte o conceito de equipe, líder e hierarquia. Vocês concordam?

Se tiver uma equipe, teremos ações sendo executadas ao seu tempo. Líder é uma figura que precisa ter a concepção de como a nave funciona e como a equipe atua. E a Hierarquia vai permitir a organização de como essas ações ocorrem. Quem monta esse plano? O Capitão? Neste caso, a Federação. Aliás ela define que as naves são da frota estelar, que usam uniforme, possuem um código, e hierarquias. O capitão é subordinado a hierarquia e protocolos. Ela está dentro do conceito da estratégia, e não acima. Ele pode executar estratégias, mas estamos falando de um outro ecossistema.

Aqui estamos falando da formação da frota estelar. Quem monta? O conselho da frota. Eles é que definem que a pessoa tem que ingressar na academia, ser formada, passar por estágios, fazer pontes em naves, executar missões e ser promovidas. O conselho da frota é o Marketing. E todos os demais, são os publicitários. Agora vamos ‘criar um foco’. Vamos transformar uma nave na função de marketing.

Quando uma nave é enviada a um planeta para explorar. Existem regras em que eles estão submetidos. Como a primeira diretriz, que impede da intromissão em uma civilização pré-dobra com a tecnologia moderna da frota. Ou seja, ajudar ou contatar está proibido. Neste caso, as regras estabelecidas serão consideradas pelo departamento de inteligência da nave (Marketing). Como em uma empresa, temos o macroambiente. Onde não temos controle desses fatores. Essa regra é pétrea e faz parte da federação.

Então de acordo com as regras da nave e procedimentos, o Capitão pode optar pelas medidas recomendas que é fazer uma sondagem no planeta, mandar um grupo avançado, atacar, não fazer nada, pesquisar nos bancos de dados se há algo sobre aquele planeta ou ficar inerte esperando a vida passar. São estratégias criadas segundo informações, neste caso, o capitão e o estado maior, serão o Marketing e os demais, publicitários. Eles vão pensar e os demais irão executar.

Acredito que com esse exemplo foi possível percebemos o que é Marketing e Publicidade. E agora vamos poder responder a indagação do nome deste artigo, que é uma afirmação na realidade. Não existe Marketing sem mensuração. O primeiro questionamento que fiz a vocês, foi se vocês apuram, avaliam as informações conseguidas, não foi? E depois vimos que o Marketing é quem pensa e o publicitário executa. Estamos falando de uma forma ‘engessada’ e direta.

Claro que o publicitário pensa, claro que o Marketing executa. Mas não é a prática comum. Marketing vai fazer uma pesquisa, isso é uma ação. O publicitário vai recolher feedback do público isso é uma ação de Marketing. Mas são pequenas coisas. E não o total que esses fazem. Recolher o feedback ainda é pouco perto da avaliação cruzada que você vai precisar fazer para conseguir ter as respostas precisas e completas.

Um exemplo mais prático ainda, é o analista de dados. Esse é ou pode ser, um suporte ou diretamente um profissional de Marketing. Ele faz uso da matemática, de outras ferramentas interpretativas para gerar uma predição. Essa predição vai ser formulada e definir táticas para atingi-las. Tudo isso acontece na ‘caixola’. O que as pessoas veem, são as ações em prática. Mas não veem como elas são elaboradas.

Marketing faz ações, mas não de execução. Ele é o observador, o seeker, o Behold (Dungeons and Dragons) mas bonzinho. A sua percepção é igual ao de um detetive. Se for um detetive dos filmes, é dois em um. Ele é detetive e policial. Na vida real, detetive é detetive e policial e policial. Que seriam correspondentes ao marketing e publicidade. Marketing precisa apurar dados para dar respostas. Não é algo opcional. É requisito básico para ser definido Marketing.

Você avalia resultados, dados, fatores, pontos de referência. Tudo. Você avalia tudo. Armazena, critica e apura. Sem dúvidas alguma Marketing precisa dar uma resposta baseado em experimentos precisos. Ou ele diz sim ou não. Mas ele precisa dar uma resposta. Publicidade pega essa resposta e executa o que tem que fazer, usando tudo o que o Marketing definiu para ser usado. Publicidade terá o papel de usar cada recurso a melhor forma que ela própria sabe fazer.

Então, não existe Marketing mensuração? Não. Se você diz que gosta de observar o comércio, o comportamento das pessoas, vê o lado ‘humano’, sua base é concebida pelo empirismo. Que é concretizado como uma fonte de informação para gerar resultados, mas não só. Você precisa de outras fontes. E de outras categorias. Neste caso, se você se identifica como uma pessoa que diz não gostar ou não fazer mensurações, análises de dados, você é um publicitário. Não é um Marketing. E isso faz diferença, para quem se identifica assim pelos lugares. Empresas pequenas nem tanto, mas médias para grandes, eles sabem o que um Publicitário e o que um Marketing faz.

Se você faz o que um Marketing faz, você vai estudar mil ciências, avaliar milhões de big datas e vai fazer uma predição usando ou não uma IA. Vai discutir, elaborar e construir soluções para que outras forças façam uso dela dentro daquele investimento que iremos definir. Se você pega um truque na internet, você é um publicitário. Se você avalia o truque, pesquisa, analisa, formula que o truque está adequado ou precisa se adequar a sua realidade, você é um profissional de Marketing.

E lembrando que mesmo que pegue um truque, você só se consolida um publicitário, se você sabe fazer o truque também. Mesmo que com uma razão ou margem de erro. É como comparar um maestro com um pianista. Os dois são músicos, mas exercem funções diferentes, no entanto eles concordam e entendem. A minha comparação não desmerece o publicitário. Eu sou publicitário. O ponto é que o Marketing é o responsável por gerar as soluções em que o Publicitário irá promover.

A escolha do caminho, como, quando, onde, porque, o que, quem, para quem, quanto. E o publicitário vai potencializar o como, vai encurtar o quando, vai dar sentido ao que. E vai dar o melhor retorno em quanto. Não é apenas um zé faz tudo. Publicitário é um profissional conceituado na razão da solução da comunicação e da solução. Ele é o James Bond. Mesmo que a inteligência da MI6 seja a melhor, o agente tem que ser muito bom também.

Se o Marketing acha que o design 3d vai ser o melhor e terá de fazer isso e aquilo, o publicitário terá que ser um designer 3d muito bom. Ou supervisionar um designer específico de 3d. E orienta-lo. São papéis diferentes. E normalmente nós vemos que as pessoas estão mais para publicitários do que para Marketing. E isso faz diferença se você colocar assim:

Publicitário – Copywriting | Publicitário com Neurociência do que Marketing Neurociência. Dentro desses conceitos, a ciência do Marketing é baseada em outras ciências que a constituem. Então se fossemos definir, Marketing é o papel do controlador e engenheiro da Nasa em TERRA e o publicitário é o astronauta. Que precisa das informações computadas, do treinamento e de suas habilidades para colocar a missão nos trinques. Mas sem o engenheiro da NASA, o melhor piloto não coloca o foguete no espaço. E sem o astronauta, a melhor nave ou módulo não vai para o espaço.

Então a conclusão é, NÃO, não existe Marketing sem mensuração. E talvez você seja um publicitário pensando que era Marketing. E recomendo, os recursos de publicidade são outros. E estudá-los fará você tem uma noção o quanto de poder poderá usar no dia a dia de seu negócio. Até a próxima e bons estudos!

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Pílula de Marketing (77) – Cuidado que essa tática do consumidor pode fazê-lo perder a venda.

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NÃO CRIE UM MONSTRO.

Normalmente eu gosto de ensinar táticas para vendedor, vindo do vendedor. Mas hoje vou falar de uma tática, que é feita pelo consumidor, em que você vendedor precisa ter cuidado, para não perder a venda. E para isso vou contar uma história que aconteceu hoje, mas vemos isso em várias oportunidades que podemos.

Estava em uma loja de livros, e enquanto folheava alguns deles a procura de algo que fosse interessante, ás minhas costas estava uma família. Duas crianças pequenas, de idades 5-8 anos provavelmente e estavam diante de uma vitrina onde tinham cards do jogo Pokemon. Enquanto tentava achar alguma coisa que fosse bom para levar, a conversa atrás era a seguinte. A mãe havia combinado com o filho de comprar pacotes de cartas, normalmente a versão mais barata que é de 15 reais, e a criança percebendo que tinham outras opções, começou a fazer o famoso choro ‘lágrima de crocodilo’.

Esse choro acaba no instante em que a criança percebe que a isca foi fisgada, é engraçado como é que uma armação inteira cai instantaneamente. Mas a mãe insistia em dizer que iria comprar o que foi combinado ou nada feito. Ao advertir a criança que se ela continuasse com a birra, ela não iria levar nada, a criança só aumentou o choro. Então a mãe começou a reavaliar comprar outros pacotes (Esse é o perigo, preste atenção), a criança no mesmo instante parou de chorar (não era choro).

Ou seja, aqui o cliente diferente do choro da criança, vai realidade procurar ou esforçar o vendedor a dar mais opções para ela. Ou seja, é um teste. Ele vai testar tua resistência. É como querer saber até onde você vai por ele. O cuidado é muito, porque esse tipo de prática não é tão explícita. Com a criança você nota que é pelo choro, o adulto, é pela empolgação. Ele começa a querer ver tudo o que você tem. Pede para você ir em todos os estoques da loja e trazer tudo, ele possivelmente não vai levar nada.

Mas esse teste é para saber se você é ‘quebrável’. Quer dizer, você pensa que ele está lhe dando o devido interesse quando na realidade, ele está avaliando se você vai corresponder com o que ele tem em mente. Para isso ele puxa a sardinha para uma possível comissão gorducha que você pensa que vai ter ao fazer o que ele está pedindo. No caso da mãe, o coração mole, pensa que se der a criança o que ela quer, ela terá bom senso.

E nunca na história da birra, isso foi verdade. Se você der o que a criança quer. Ela não vai conectar isso. Ela simplesmente sabe, que quanto maior o berreiro, mas você faz o que ela quer. E se não fizer, ela aumenta esse dano. Vai do choro, para o caos, para o corrida. E dado a natureza de como as coisas funcionam, essa criança já teve da mãe abertura do combinado outras vezes. Porque ela insistia, mas não foram tantas vezes, até conseguir fazer a mãe ampliar o que foi acordado entre os dois.

Moral da história ela pagou por um pacote mais caro, foi mais de 12 reais. E aumentou a potência da criança. Na próxima a criança sabe que se chorar de novo, vai conseguir comprar um pacote mais caro. E a mãe não vai conseguir controlar. A criança vai aumentar a capacidade de caos. Ela vai fazer mais birra, vão chorar mais, vai sabotar mais. Porque criança não tem ainda o conceito de recompensa e do recompensador. Ela não vê que quem compra para ela, são os pais, e que isso custa dinheiro. Ela não associa isso. Então não adianta fazer agrado, pensando que ela vai ter uma consciência.

O vendedor que faz tudo que o cliente quer, esquece que será um fator a menos para conseguir seduzí-lo. Na realidade quem está vendendo é o cliente. Vendendo que você se torne um braço direito dele. E obviamente é o cara que vai conseguir um desconto com você. E você vai dar. Porque ele é o amigão. Ele está tão interessando em comprar, que sua comissão vai ser a maior do mundo. Mas até o final da semana, ele não comprou nada de você. Só ficou na promessa. E isso tem que ser tirado a limpo.

COMO RESOLVER ESSE DILEMA?

Adultos são como as crianças, menos óbvios, mas fazem a mesma coisa pelo mesmo motivo. Então se pegarmos o nosso exemplo, verídico. A mãe deveria ter feito o quê? Não comprar significa uma punição sem motivos, o único motivo, seria se o produto não estivesse venda ou o dinheiro não fosse suficiente. Daí calha a pessoa ensinar isso a criança, saúde financeira. Porque o simples argumento sobre essas duas opções, a criança vai abrir o berreiro. Para ela não existe “logística ou back-end” dessa história. Ela vê e ela tem.

Significa comprar o que foi combinado. Nem mais e nem menos. A criança ainda vai ter a mesma noção que ela tem. Basicamente o produto chegou até ela sem custo, mas ela vai se divertir. Se quiser mais, teremos que combinar. E para isso cada família tem uma didática. E como vendedor? A ideia é a mesma. O cliente quer ver muitos produtos a disposição, e te faz trabalhar muito, ele não tem ideia ou nem precisa, do que quer, somente provando o que você tem a oferecê-lo.

Vamos por partes, o cliente quer o quê? Se ele não sabe, gentilmente diga que está a disposição e que a loja também. Porque isso cria a independência. Não confundam isso com – “Te vira”. Na realidade se a pessoa não sabe o que quer, sua conversa com ela será infrutífera. Ela não sabe e nem você. E uma conversa assim, não terá conclusões. Mesmo que pareça que terá. Então ela tem que vir de casa já preparada.

E naturalmente todo mundo vai a uma loja já sabendo o que vai comprar. O que pode mudar é a variedade de produtos que ela pode escolher ou alguma novidade que forneça a solução que ela quer. Por exemplo, ela queria uma boardgames, para nos aproximarmos dos mesmos objetivos do nosso exemplo, mas ela não sabia que tinham tantos boardgames. Veja, ela quer um boardgames e sabe o que é um, só não tinha ideia de ter tantas variedades.

É diferente da pessoa que nem sabe o que quer. E essa é identificável. Porque ela pergunta pelas opções antes de perguntar pela praticidade. Por exemplo, ao comprar um microondas, se ela perguntar como se usa, ela quer comprar aquele ou um melhor. Se ela perguntar pela variedade, ou ela veio de outra loja, e prefere esta ou ela saiu de casa direto, para conseguir criar aquela situação de – “Você tem tantos produtos, podia dar um desconto em um deles”?

Ainda que fosse óbvio, nem sempre é possível detectar assim. Então em casos como o do vendedor, não seja tão PRESTATIVO. Apenas informativo. Se a pessoa quer opções de um produto, tudo bem, mostre. Se ela foi comprar um fogão, e começa a olhar geladeira. Ela não vai comprar nada. E possivelmente se você entrar na dela, você vai acabar vendendo por desconto e tendo que pagar a diferença no final do dia.

Atenção, quando uma pessoa precisa comprar algo, ela vai urgentemente comprar algo. Se disser que estou olhando – “Quer dizer sondagem ou mesmo tentativa”. Nestes casos não é barganha. É apenas ela não sabe o que veio fazer ali. Só quer as novidades. Pode ser que ela encontre algo que ela queira. Mas pode ser uma opção do momento. Por exemplo, ela gosta de Legos, mas não foi comprar nada na loja, mas viu na prateleira um lego daquela tema. E aí comprou. Compreenderam?

A mesma coisa acontece quando a pessoa quer comprar algo, como um fogão e termina com a geladeira. Ela pode mudar de ideia. Por diversos motivos. Mas isso ainda é algo que está associado a um objetivo definido. Ela quer uma geladeira e um fogão, só vai comprar de forma alternada. Agora o tipo de cliente igual a criança, é aquele que chega com uma informação certa e começa a fazer você mostrar tudo e aqui o detalhe – “Começa a conversar sobre a vida dele”. E aí que começa a barganha. É a famosa conversa fiada.

Se a conversa fiada acontecer depois do pagamento, é apenas uma conversa. Se ela acontece antes e durante a exposição de produtos, é tentativa de desconto. Não é problema, isso é a jogada de oferta e procura. O problema é você vendedor conceder desconto, quando não está previsto no caixa ou planejamento financeiro. E isso é muito comum, quando você é dono do negócio. E normalmente o cliente fica satisfeito quando você dá o desconto, tem lugares que falam assim – “O gerente permitiu desconto” é previsto, é uma tática de vendedor.

Mas não existe desconto concedido por iniciativa sem previsão pelo vendedor. Não pense que aquele cliente vai voltar em você. Ele não vai. É engraçado, certo? Mas se você ceder, é sinal que você está desesperado e isso significa que você não tem produtos de qualidade. Porque o desespero está associado a falta de clientes. E se não tem cliente, você não tem visibilidade e portanto não tem venda.

BICHO PAPÃO CHAMADO BAJULAÇÃO.

Toda empresa tem uma política. No lugar de atacar essa política, eu vou focar em você vendedor. Porque você opta que negócios quer fazer. Se opta por ganhar por comissão, terá que descascar batatas mais vezes ou mesmo fazer mais horas extras para fechar a féria do dia. E sabemos que isso significa muito trabalho e pouco retorno. Então você vai começar a ‘bajular’ cliente.

Ninguém gosta de bajulação. Não importa o que você acredite ou ouviu. E confusão. As pessoas gostam de serem valorizadas. Bajulação é algo associado ao famoso ‘ostentação sem conhecer’. Valorização são pequenos atos. São eles:

  • Um bom dia;
  • Chamar pelo nome;
  • Olhar nos olhos;
  • Elogiar com sinceridade;
  • Falar apenas o que deve;
  • Ser rápido;
  • Não parecer enrolador;
  • E atender com gentileza.

Isso é valorização. Bajulação é um endeusamento. Que coloca a pessoa em uma posição de divino, a qual ela mesma não sente. O fato dela não sentir, torna sua bajulação inútil. E você uma pessoa no estado de sanguessuga. Porque se a bajulação não tem efeito, sua presença é apenas uma ‘aclamação sem sentido’. Você não está fazendo nenhum dos atos que enumeramos ali na lista da valorização.

Já vi muito vendedor falando assim – “Esse produto foi feito para você”. É um bordão do Marketing, mas que sem o Marketing não tem sentido nenhum. Como assim esse produto foi feito para mim? Não casa. O que foi feito para mim, eu encomendo. Algo na prateleira que foi feita para mim? Parece tão careta e mal feito. Qualquer coisa na prateleira foi feita para mim? Eu sou qualquer coisa? Olha como soa? Perceberam? Então isso é a bajulação. O vendedor nem sabe quem você é e quer agradar.

Então, não tem como, ou você entende quem é o cliente ou faz um simples atendimento e evita o momento criança fazendo birra. Porque a bajulação ela cria a oportunidade do adulto também barganhar. Então você me adora? Posso pedir desconto? Como irei fazer isso? Talvez se eu fizer você pegar todos os produtos do estoque e conversar sobre a minha vida, talvez o desconto venha com força? Sempre prestem a atenção.

Normalmente ninguém vai entrar na loja pedindo desconto e fazendo você ceder. O problema vem quando você confunde táticas de Rapport com bajulação. Empatia com endeusamento e comissão como a corrida da sua vida. O cliente quer algo, ela comprar pelo valor cheio. Se ele tem como barganhar, você precisa saber se as regras do negócio funcionam. Senão, a barganha dela termina ali. Como no caso da criança, ou compra o pacote de 12 ou não compra. Então ou ele compra com o valor cheio ou ele espera um desconto ou ganha mais.

No final se você ceder, como vendedor você perde o cliente e a comissão e o lucro. E a mãe perde o controle. Espero que vocês tenham gostado deste artigo, fiquem atentos. E lembre-se de separar – “Amigos amigos, negócios a parte”. Não confundam terminologias e nem técnicas. Os significados tem os seus objetivos especificados e vocês precisam compreender isso, senão vão levar na cabeça, e talvez pensem que foram injustiçados porque não perceberam ainda o que aconteceu. Desejo sucesso!

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