Japonês (44) – Estudando Kanjis – Parte 11

Vamos ver hoje os KANJIS e Hiraganas referentes as cores. E vamos também pontuar, que há um exagero (observado) por uso do Katakanas para representar palavras que são originalmente em japonês, como por exemplo, a cor LARANJA (como ORENJI) referente a palavra inglesa (Orange). E sua desnecessária usabilidade do estrangeirismo. Que faz atrapalha em muito, o estudo do japonês por novos estudantes.

PRETO, BRANCO, AZUL, VERDE, VERMELHO, CINZA, VERDE, VIOLETA e LARANJA

  • PRETO (KURO fazendo uso do DESU) e KUROI (cor que indica);
  • BRANCO (SHIRO fazendo uso do DESU) e SHIROI (cor que indica);
  • AZUL (AO fazendo uso do DESU) e AOI (cor que indica)
  • VERMELHO (AKA fazendo uso do DESU) e AKAI (cor que indica)
  • CINZA (HAIIRO)
  • VERDE (MIDORI)
  • VIOLETA (MURASAKI)
  • LARANJA (DAIDAIIRO)

Fazendo uso do DESU e Cor que indica, se refere a propriedade que se indica (que se observa) e que se afirma (que é, afirma). Sei que parece complicado. Mas olhando alguns exemplos é possível entender.

  • AKAI KURUMA (Carro Vermelho)
  • AKA KURUMA-WA DESU (O CARRO É VERMELHO)

Parece a mesma coisa. Mas quando olhamos para um carro que está na cor vermelha indicamos a nossa observação, e quando afirmamos que o carro é vermelho, de fato afirmamos. Em Japonês a diferença está em ‘afirmar’ com certeza.

Fizemos uso do ROMAJI acima agora vamos trocar por HIRAGANA e KANJI

  • PRETO (KURO) – くろ
  • BRANCO (SHIRO) – しろ
  • AZUL (AO) – あお
  • VERMELHO (AKA) – あか
  • CINZA (HAIIRO) – はいいろ 灰色
  • VERDE (MIDORI) – みどり
  • VIOLETA (MURASAKI) – むらさき
  • LARANJA (DAIDAIIRO) – だいだいいろ 橙色

A palavra cor é usando o KANJI (色), percebe que aparece em HAIIRO (CINZA) e DAIDAIIRO (LARANJA)? Vamos dar uma aumentada nestes KANJIS.

灰色 橙色

Estudo de KANJI não envolve decoreba. Você entende. Desde de todos os nossos estudos de KANJI, sempre priorizamos a compreensão. Vamos a algumas frases (lembre-se de usar o papel e lápis, isso ajuda a fixá-los na memória). Crie uma lógica do que porquê. Vamos a um exemplo antes das frases:

  • 灰色 (se refere a cor cinza), mas se refere a “cinza” de algo queimado. Veja que o KANJI utilizado é o KA (de fogo). Ele está coberto. O que acontece com algo que queima em um ambiente fechado? Vira fuligem, ou cinzas. Quando associado ao kanji que se refere a cor. Ele indica que a cinza (fuligem, que tem cor cinza própria dita) é uma cor neste caso. Viram como ver a lógica?

VAMOS AS FRASES:

  • 今日私は青い車で学校に行きました。 (Hoje eu fui para a escola de carro azul), notem que o AO está referenciado como 青い, que indica. Senão seria o uso do DESU seria “Hoje eu fui para escola com o carro que é azul”. Neste caso uma introdução a dois kanjis novos (já vimos os demais nos estudos anteriores) – que é 学校 (GAKKO) que significa Escola. E o uso da partícula DE logo após KURUMA em 車で ela se refere ao ‘uso de ou pelo’, no caso o uso do carro para chegar a escola.
  • 其れ建物には緑と灰色の二色があります。(Este prédio tem duas cores: Verde e cinza). O que destaca-se (SORE) >> 其れ e (建物) たてもの tatemono com o verbo ARIMASU (ser ou ter, depende do contexto).

Nota importante: É comum usar katakana para representar o prédio como ビル (biru), e que muito é destacado ser usado frequentemente. Em especial em muitas escolas e cursos do Brasil. Mas não se engane, nas região turística você vai ver os nomes de destaque em HIRAGANA e quando informado não será em katakana, algumas vezes em romaji mas se referindo ao prédio em japonês não em estrangeirismo.

E não será como biru e sim como com tatemono.

ATENÇÃO: Como no artigo (clique aqui), faço uma recomendação para vocês estudarem o kanji e o hiragana. E não ficarem pegando termos e palavras que usam o estrangeirismo. Japoneses ‘nativos’ não falam usando katakana na prática. Você vê uma enorme intensidade disso em regiões turísticas, mas mesmo por lá, tem lugares que só tem KANJI, ou mesmo KANJI + Hiragana. E isso pode complicar bastante sua estadia por lá.

VIMOS NESTE ARTIGO OS KANJI

灰色 橙色 学校 建物

Japonês (43) – Katakana: Como usá-lo?

Com certeza que você já leu alguns artigos que falam que o seu uso é para: Estrangeirismos e destacar. No entanto como todo idioma, o estrangeirismo pode ser um problema, pior quando você é um(a) aluno(a) tentando aprender e confunde o uso. Em prática, há muitos que acreditam que o idioma japonês praticamente é vazio e que só faz uso de palavras influenciadas pela cultura externa, especificamente, porque o Katakana é usado a rodo, quase sem nenhuma regra pelo ocidente. Vamos entender porque e quando usar o Katakana.

KATAKANA: A ESCRITA DO ESTRANGEIRISMO E DESTAQUE.

Os japoneses usam o Katakana para representar o destaque de um termo ou torná-lo evidente. Embora muitos acreditem que a justificativa seja porque o idioma japonês não tem negrito. Sinto dizer, nenhum idioma vem com o negrito de fábrica. Normalmente o português no manuscrito, usamos as aspas simples ou duplas, o sublinhado ou mesmo entre parênteses ou ainda, colocamos em caixa alta tudo.

Então não é por isso. Katakana possui os mesmos sons e significados do hiragana, a diferença fica por conta de sua popularidade. Como uma escrita voltada especificamente para tornar evidente um título, o uso é feito como um turbo, uma vez. Ocidentais (nós) usamos para tudo. E ai que o bicho costuma pegar.

Além do destaque o uso do Katakana também serve para representar o estrangeirismo. Normalmente associado a nome de marca (Coca-Cola, Disney, Amazon Prime, Magic the Gathering ou Wizard of the Coast e etc). E nomes ocidentais. Mas a associatividade ultrapassa o limite, quando se usa o katakana para pegar uma palavra no estrangeiro, para representar algo, que há no idioma japonês por natividade. Não achem que tem pessoas que acreditam que o Japonês mal possui palavra no vocabulário do que emprestada, dada a overdose que o KATAKANA é utilizado.

Eis alguns exemplos:

  • Leite (ミルク – MIRUKU) do inglês. Mas o Japonês tem uma palavra para representar o leite que é o 乳 (chichi – ちち);
  • Limão (レモン – REMON) do inglês. Mas o japonês tem uma palavra para representar o limão que é o 檸檬 (remon);
  • Tem uma música da cantora japonesa (solo) – Takahashi Minami (高橋みなみ) que se chama KAGAMIYO (que significa espelho) e como título de destaque ela usa o KATAKANA (カガミヨ) no entanto esse é uma palavra de origem japonesa, ela pode ser escrita em HIRAGANA (かがみよ) ou em Kanji (鏡).

O problema do uso é faze-lo usando o KATAKANA quando a palavra é obviamente japonesa e voce a usa como se fosse estrangeira. É como o destaque fosse contínuo e para tudo. Daí voce não está usando para o destaque, não é algo exclusivo. É usar o turbo sempre, perde o sentido. E mais, muitos acreditam que a palavra em KATAKANA é muitas vezes japonesa por si só como o caso do MIRUKU ou quando a palavra é japonesa eles acreditam que é estrangeira.

Vamos mais a um exemplo: Magic the Gathering. É uma marca de jogo. Mas MAGIC, THE, GATHERING são palavras comuns que há em qualquer idioma, inclusive o japones. Mas na prática, como ele é um BRAND, voce não se refere a ele como no idioma japones que seria em dois casos uma referencia ao nome comum e próprio, o segundo caso, é usado o KATAKANA.

  • マジック・ザ・ギャザリング (MAJIKKU.ZA.GYAZARINGU) aqui estamos nos referindo ao jogo de cartas criado em 1993 por Richard Garfield e hoje como propriedade da Wizard of the coast.
  • 魔法 (MAHOU – MÁGICA\MAGIC), não existe artigos em japonês, 集まる (ATSUMARU – REUNIÃO\GATHERING) na prática seria 魔法の集まる (MAHOU-NO ATSUMARU) – Reunião ou Encontro dos Mágicos. Mas neste segundo não estamos falando do jogo, e sim de uma situação.

O mesmo acontece com A LENDA DE ZELDA, que se pegarmos do INGLÊS para o JAPONÊS temos em parte o nome ZELDA (americanizado) para ZERUDA (em parte essa origem do nome eu já ouvi duas histórias, não sei qual é a verdadeira, uma tem a haver com Zelda Fitzgerald e a outra é que o nome da assistente dele nos anos 1980 se chamava Zelda. Então não vou entrar nos detalhes se o nome era japonês anteriormente e se transformou para zelda no americano.

Acontece que LENDA DE ZELDA é ゼルダの伝説 (ZERUDA-NO DENSETSU) em alguns casos vemos por aí esse DENSETSU como KATAKANA.

Bem espero que esse texto tenha esclarecido que o uso do KATAKANA é comedido, não saia usando ele. Não o use para nomes comuns, como BOLO, DOCE, LENDA. Isso já existe em HIRAGANA\KANJI. Use apenas com nomes próprios, marcas e nomes ocidentais. Mesmo que pelo destaque, tome cuidado (sugiro) que ao fazê-lo, coloque sua versão HIRAGANA ou KANJI, para referir aos leitores que se trata de um nome da língua japonesa e não de estrangeirismo.

E evitem usar apenas ROMAJI para se referir, porque lembre-se, os sons do KATAKANA e HIRAGANA são os mesmos. Então não é possível encontrar referência quando escrevemos. É origem estrangeira ou japonesa? Até a próxima.

Japonês (42) – Estudando Kanjis – Parte 10

Hoje vamos falar do verdadeiro nome em japonês de “Demon Slayer”. Comercialmente o nome é bem mais interessante, no entanto, como é uma praxe da tradução de qualquer língua, ás vezes impera a interpretação, muitas vezes curta ou equivocada, mesmo até correta, porém não completa da original. E se tratando de Japonês, isso pode gerar inúmeras inconveniências.

Vamos ver neste artigo 3 KANJIS que formam o nome original e veremos a sua ligação com o conceito de artefatos (as espadas do sol) e os caçadores de onis. Então, criado em 2016, o mangá com 23 volumes, conta a história trágica de Tanjiro Kamado e sua irmã Nezuko, os únicos sobreviventes de um massacre de Onis, e sua irmã, transformada em uma demônia, porém especial. E sua jornada inicia justamente para testar reverter esse problema.

O próprio sobrenome KAMADO (em Romaji) significa fornalha. Para os conhecedores do protagonista, ele faz uso das respirações que são responsáveis por gerar a energia ou ki desses caçadores. E na linhagem de sua família, existe o poder do fogo. O seu sobrenome faz alusão a esse poder tão forte.

Em ROMAJI KIMETSU-NO YAIBA, grafado nos mangás e anime como KIMETSU NO YAIBA. A partícula (NO) permanece em HIRAGANA e as demais em formato KANJI. Vamos lá.

鬼滅 <<< Refere-se ao KIMETSU, quem estuda japonês, entende que muitos kanji originalmente sozinhos possui em si uma pronúncia, mas quando combinados podem ter outra pronúncia. Em padrão ele refere-se a ONI METSU (おにめつ)

鬼 <<< tem como furigana (pronúncia) expressa em hiragana (ONI) おに, que se trata de demônios ou figura folclórica. A intenção da interpretação japonesa, não se trata de demônios em si, e sim entidades, e difere, porque demônios são representativos do malefício e do inverso do bem estar. E nem sempre uma entidade representa essas características, no caso do anime, em certo ponto é correto dizer demônios, mas como temos alguns exemplos que fogem a regra o certo seria “entidades” (também é referenciado como ‘coisa’).

滅 <<< tem como furigana (pronúncia) expressa em hiragana (METSU) めつ, que se trata de destruição, destruir, perecer, arruinar. Associado ao KANJI acima temos algo do tipo como já percebemos. Matador de demônios, destruidor de demônios.

Combinado ao ONIMETSU temos – “Caçadores de Oni”, o que seria o título – “Demon Slayer”. O problema é que temos o tal do YAIBA ali. Essa é a parte que define um pouco na diferença do que podemos interpretar como o anime. Senão fosse o simples fato, poderíamos ignorar. Mas tirando a respiração, que esses caçadores possuem, como disciplina primordial para mantê-los em combate, há uma coisa que os define como matadores, e não é o fato de terem uma respiração como aliada.

E sim uma espada. Sem ela, uma espada feita de um material feito com as rochas da montanha mais alta, próxima do que seria o sol, por isso as espadas do sol, não seriam capazes de matar demônios. Ou seja a espada os define como caçadores e não eles próprios. A isso atribuímos o que significa YAIBA. Em Japonês, a partícula の representa o DE/DO/DA e o MEU, algo que torna posse ou define posse. Neste caso vamos entender o que é YAIBA.

刃 <<<< tem como furigana (pronúncia) expressa em hiragana (YAIBA), que se trata de ser a lâmina, ponta, faca, espada. Dentro do contexto, sabemos que os caçadores podem até ganhar tempo usando a respiração ou até mesmo terem uma luta que os permitam, sim, atrasar os ONIS. Mas não matá-los. Sem a espada, eles são incapazes de fazer qualquer coisa. Logo o título final não leva a parte mais importante, o que muda na prática o contexto. Já que faz sentido.

KIMETSU-NO YAIBA (鬼滅 の刃) significa “Espada matadora de demônios” e não “caçadores de demônios”. Essa tradução capitularia para “Sword, Razor ou Blade Slayer” do que no lugar Demon Slayer. Já que o conceito de YAIBA é de fato um entendimento do anime e mangá e foi deixado completamente de fora do título. Como eu disse, comercialmente até que não é ruim, faz todo um sentido, porém interpretativo, come o sentido.

É comum em jogos, de uma forma geral, séries, filmes, mangás (em especial japonês) terem partes totalmente excluídas das traduções, o que pode sim, mudar a interpretação da história inclusive. Neste caso acima, podemos constatar que a exclusão de parte da tradução, faz sim uma nova interpretação, dá entender que os caçadores são caçadores por serem nativamente letais. E não, eles precisam de uma espada com lâmina especial para concluir o trabalho e de fato serem chamados de caçadores.

Até a próxima.

Pílula de Marketing (94) – Top 10 Livros recomendados de Marketing e Publicidade

Como uma leitura recomendada para aperfeiçoamento profissional, listo aqui 1 livros que acho importante, com um resumo do que ele trata, para que vocês possam se direcionar melhor, a constar de um projeto atual de estudos, implementação de uma operação que exige algum conhecimento específico. Vamos lá!

INTRODUÇÃO À ECONOMIA (Paulo E. V. Viceconti | Silvério das Neves) – Frase F. Editora

Conhecimento básico ao avançado de economia, que tanto faz necessidade a visão de Marketing ampla e rica. Todos os elementos de oferta-demanda, precificação, análise de micro e macro ambiente (micro e macro economia também), que fará diferença no momento de construímos alicerces para um bom Marketing\Branding no dia-a-dia. Existe teoria da economia e aplicação matemática.

MARKETING DE SERVIÇOS – A EMPRESA COM FOCO NO CLIENTE (Zeithaml | Bitner | Gremler) Bookman Editora

Um extenso livro que pode ser comparado com uma bíblia de Marketing de Serviços que percorre por ferramentas e recursos de pesquisas avançados para implementar e criar serviços do zero (ou a partir de). A redação é técnica, mas para quem está começando também é recomendado, porque ele é didático e tem por consideração ‘teoria | prática e análise de cases” por capítulos. Deixando fácil a compreensão de como tudo funciona.

MARKETING DO ENTRETENIMENTO – MARCOS COBRA (SENAC EDITORA)

É um livro que fala sobre o Marketing aplicado a eventos focado em entretenimento. Para quem está querendo ter uma ideia de como é feito e que resultados analisar (mensurar) e esperar, este livro consegue de uma forma breve (ágil) promover conhecimento para começar neste campo com algum nível de conhecimento e bagagem.

SERVIÇO AO CLIENTE (KARL ALBRECHT | RON ZEMKE) – EDITORA CAMPUS

Como lidar com o cliente? Este livro promove o conhecimento para sabermos fazer o Marketing de Relacionamento com algum nível de controle forte. Não apenas focado no cliente (externo) mas na operação de como prover esse atendimento.

SEMIOLOGIA E A COMUNICAÇÃO LINGUÍSTICA (ERIC BUYSSENS) Cultrix Editora

Semiologia é o estudo da comunicação, comumente definida como o estudo dos símbolos e signos linguísticos, que vai mais além da análise de como a comunicação se produz. Esse livro permite desenvolver mais os nossos argumentos em uma venda, negociação e redação publicitária (Copywriting). Este último não possui ‘técnicas’ e sim desenvolvimento da comunicação como um todo.

COMUNICAÇÃO EFICAZ (XAVIER GUIX) PRINCIPIS EDITORA

Um livro que elabora a reflexão do que temos como comunicação e a diferença dela para um que consegue promover ações. O livro é breve e o objetivo é transformar nossa visão em relação ao tipo de comunicação que temos em mãos. Seja ela verbal, escrita, audível e visual.

PESQUISA DE MARKETING – CONCEITOS E METODOLOGIA (Beatriz Santos Samara | José Carlos de Barros) – Pearson Editora

A base fundamental da existência do Marketing\Branding. Este livro nos ensina como pesquisar, apurar, analisar e coletar informações. Há diversas técnicas que são práticas (fáceis ou complexas) para obter um tipo de específico de dado. Do mais sensível ao básico. A leitura também é acessível e não exige uma bagagem técnica para compreendê-lo.

COPYWRITING – O GUIA DEFINITIVO PARA TRANSFORMAR PALAVRAS EM OURO (Jim Edwards) Universo dos Livros Edtora

Este livro é um manual de técnicas de Copywritings. Provavelmente a fonte da maioria dos gurus da internet (risos). No entanto neste livro você tem uma significação do porque usar um tipo específico de técnica. É uma verdadeira aula de psicologia e persuasão que lhe permitirá desenvolver bem o uso delas tanto em um texto como em uma oratória.

PROPAGANDA – UM GUIA PARA NOVOS ANUNCIANTES E FUTUROS PUBLICITÁRIOS (Zeca Martins) Futura Editora

É um livro que discute o histórico do anúncio da era pré internet e aos tempos atuais. Nos permitindo entender que pouco mudou de como era feito no passado, e como podemos anunciar utilizando a tecnologia ao nosso favor. E além disso, o livro também nos oferece o ensino sobre a propaganda.

MARKETING INTERATIVO – A UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS E MIDIAS DIGITAIS (Alexandre Luzzi Las Casas) Saint Paul Editora

O Marketing de guerrilha (que faz uso da interatividade), a interação como a experiência do uso e o conceito de conversão (CPA\Venda) que se faz ao uso da ferramenta. É um livro que alia e associa as plataformas, ferramentas, recursos com o estudo da psicologia para ter o impacto sobre. Rico, o livro permite olhar para a internet como uma estratégia mais sólida de lucros.

CONCLUSÃO.

Esses 10 livros eles trabalham desde do conceito básico do Marketing, como as estratégias de Interatividade, Copywriting, Eventos, Entretenimento com o foco no cliente, no atendimento e na construção do serviço. Recomendei porque eles fazem parte de uma seleção básica para o(a) aluno(a) ter uma introdução rica de como exercitar o Marketing. Até a próxima.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

Está procurando uma forma de se destacar! Publicitários e advogados precisam entender tudo o que o Marketing pode oferecer. Então o Curso Especialista promove de forma concreta o ensino consolidado de mais de 10 anos de mercado, e que resultaram em uma conquista da partição de mercado, de um dos nossos clientes que detém 10% do seu lucro no estado do Rio de Janeiro. Os frutos são diários. Queira também fazer parte dessa história! Nos contate para fazer sua matrícula ou se quiser tirar alguma dúvida, estamos a disposição.

Whatsapp +55 (21) 97127-2885

E-mail: contato@junqueiraconsultoria.net.br | rafael.junqueira@junqueiraconsultoria.net.br

Site: https://www.junqueiraconsultoria.net.br/ | https://www.junqueiraconsultoria.net.br/cursos

E-Book Gratuito: https://www.junqueiraconsultoria.net.br/e-books

Aulas Online e a vivo!

Certificado no final

Apostila por módulos (+ 100 páginas)

Calendário do aluno.

Pílula de Marketing (93) – O novo nome do Marketing: Branding!

NAMING: A ESTRATÉGIA DO MARKETING PARA O PRÓPRIO MARKETING.

Corriqueiramente ouço falar em tantos termos que descrevem o mesmo, que é inútil bater contra a maré em insistir em não usa-los. Vamos como sinônimos. O mesmo ocorreu quando Growth Hacking foi lançado como uma área diferente, ou tática como você pode ter lido por aí, a questão é que tanto GH como Branding, possuem as mesmas características, definições, identidade e estrutura que o Marketing, só sendo na realidade, outros nomes ou sinônimos. Vamos lá!

De uns tempos para cá, como não é incomum, no campo da comunicação social, a invenção de terminologias. Quiçá saber que o incomum é uma tática comum. Inventar nomes diferentes para mesma coisa se encontra na estratégia do NAMING. O fato de parecer ser um baluarte do luxo, nos trará mais atratividade. No passado Marketing Digital se chamava Webmarketing. Nem muito tempo atrás, Marketing ativo era pago e passivo gratuito. A invenção dos nomes fazem sentido.

Growth Hacking tem por objetivo fazer uma empresa crescer, ter lucro e ganhar clientes. Por ora vai pensar que é uma excelente ideia. Pois é. Mas o Marketing faz justamente isso. Sem mudar nem beira ou eira. Ainda que se pense, GH é um sinônimo de Marketing. Não resistamos. A diferença é o NAMING. Ainda que alguém diga ao contrário ou bata de frente, é provável que essa pessoa esteja em um hiato do conhecimento, ela deve ser nova no mercado.

Branding surte o efeito de ser um planejamento de marca. Marketing trata da reputação da marca. Qual é a diferença? Nenhuma. Marketing é um campo científico e estratégico, ledo o engando quem confunde isso com Publicidade, como uma ação aplicada. Branding é outro nome de Marketing. Mas o NAMING faz mais sentido em dizer sobre “Mercado em movimento” (Marketing) do que a ‘marca em construção’ (Branding).

Debato muitas vezes em relação á isso, dentro e fora da rede, e eu sempre ouço as palavras mágicas de quem se intitula “Brand” …ester. A definição é exatamente a mesma de quem exercer MARKETING. Mas parece que esse nome não sugere algo importante. Fazer Marketing, é diferente de fazer BRANDING. Sou um profissional de Brand. Um profissional de construção de Marca. Faz diferença no impacto, na infraestrutura não. É exatamente a mesma.

Ao adotar um NAMING, o próprio Marketing faz o seu próprio Marketing. É arte de inventar pelo em ovo, sem ter o pelo tampouco o ovo. Claro, para quem cria a estratégia se ama por ter inventado algo genioso. Quem é leigo, não entende bulhufas. O caminho da educação de Marketing causa um sofrimento entendível. Se você não sabe o que basicamente algo faz, como de forma avançada, vai entender o restante?

O QUE MUDA?

Naturalmente nada. Claro, o debate ocorre no nível técnico. O resultado que chegaria é o mesmo usando o nome Marketing ou Branding. Não só os resultados, como os caminhos. Se você discutir com um profissional, ele dirá por A + B que o Branding de nada depende do Marketing, nestes casos acontecem dois cenários:

  • Ele quer provar o lado dele que inventou uma nova área, mas sabe o que é Marketing;
  • Ou ele desconhece o que é Marketing e provavelmente também não sabe o que é Branding, mas quer fazer parte do grupo de torcida.

O problema é que um realmente trará resultados e outros provavelmente o que fará perder tempo e dinheiro. Como é um enigma, a pessoa que contrata tem menos chances de descobrir a tempo o estrago. Só descobre quando o estrago é maior que o retorno pretendido. E isso porque a percepção se dá pelo prejuízo financeiro antes de ver o prejuízo operacional, estético e da engenharia.

COMO EU ENSINO ISSO?

Basicamente você começa pelo princípio. Ensina como em uma aula em português sobre antônimos e sinônimos. E indica que Branding, depois de ter explicado o que é Marketing, é um sinônimo. Dali em diante, só precisamos adequar o aprendizado.

CONCLUSÃO.

Quando iniciei, Marketing tem tantos nomes que contar nos dedos seria impossível. Então no lugar de brigar com os inventores de plantão e os amantes de NAMING. Prefiro ensinar o que as pessoas precisam realmente entender, sem prendê-las a uma doutrina e sim a liberdade de escolher que caminho querem.

Até 2050, qual será o novo nome de Marketing? Até a próxima.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

Mercado é crescente e as oportunidades são parte do progresso. Você quer capta-las e criar as suas. Nesse curso estamos engajados em treina-lo(a) as melhores práticas (do básico ao profissional) em Marketing aplicado aos advogados. Com um interessante debate prático do que a resolução 205 define e o que podemos fazer no dia-a-dia. Será que o advogado é impedido mesmo ou não? Vamos de acordo com as regras, você vai se destacar melhor do que imaginava.

Se quiser se matricular ou nos contatar para tirar alguma dúvida, os contatos logo após o cartão do curso.

Whatsapp +55 (21) 97127-2885

E-mail: contato@junqueiraconsultoria.net.br | rafael.junqueira@junqueiraconsultoria.net.br

Site: https://www.junqueiraconsultoria.net.br/ | https://www.junqueiraconsultoria.net.br/cursos

E-Book Gratuito: https://www.junqueiraconsultoria.net.br/e-books

Aulas Online e a vivo!

Certificado no final

Apostila por módulos (+ 100 páginas)

Calendário do aluno.