Pílula de Marketing (98) – O que são produtos laterais?

Produtos laterais pega emprestado a expressão “efeito colateral” que se resume ao conceito de efeitos que influenciam através do efeito principal. Por exemplo, um shampoo higieniza e fortalece os cabelos, mas também pode ser usado para criar sustentabilidade ambiental, por uma mudança na consistência da embalagem. Vamos entender esse conceito a conhecida camadas de produtos.

Já ouviu falar da palavra chave – “Inovação”? Sabe quando a gente pode usar isso sem precisar de fato ‘criar algo do zero’? Inovar é demonstrar um lado novo, nem sempre significa do zero. Então podemos concluir que se usarmos uma cadeira não para sentar para ser usado para descanso do pé, seria uma inovação. Simples exemplo, mas que vai nos ajudar na compreensão do artigo.

Produtos laterais é um efeito colateral do produto que originalmente foi criado para ter uma função e agora pode assumir outra função, sem muitas vezes, mudar sua forma ou até mesmo seu modelo de consumo. Ou até pode mudar, mas partimos que aquele produto sugere outro sem precisarmos mudar 100% de sua infraestrutura.

Vamos aos exemplos:

  • Uma consultoria de Marketing vira uma aula de Marketing;
  • Uma venda de sorvete vira um tutorial de receita de sorvete;
  • Um trabalho de intérprete vira um professor daquele idioma;
  • Um professor de artes manuais vira um vendedor de peças artesanais.

Convencionamos a mudança de um produto A para um produto A do tipo 2. Veja que nos casos anteriores nós transformamos um modelo de produto para um outro modelo do mesmo produto. Um executa o serviço e e outro ensina sobre o serviço. E neste caso, ressalto, a forma de abordar, executar e entender mudará o produto em algum grau.

Não é o mesmo que vender um sorvete de que ensinar a fazer um. São comunicações e formatos diferentes.

PRODUTO COLATERAL É PRODUTO AMPLIADO? TEORIA DAS CAMADAS DOS PRODUTOS.

Não, para resumir. E para explicar, vamos entender o que é isso de camadas de produtos. Quando nós estudamos o P de produto do Mix de Marketing, nós compreendemos que o produto pode ser visto pelo produtor e consumidor de forma diferentes.

Quando o produto ganha mercado, perde ou se estabelece ou nem estabelece vínculo, o produto é visto pelo mercado (ambos) daquela forma em que se apresenta.

O produto principal executa uma função. O carro executa a função de locomoção. Essa é a função primária dele. É o que faz o carro ser um carro. Se ele for ampliado, será um carro com algo mais. Um bônus, um extra. O carro agora tem um detector de movimento traseiro, isso é produto ampliado.

O detector é um produto, o produto ampliado é o carro. Por que pensar assim? O detector ele é a parte um dispositivo que vai integrar outro, ele precisa ser ‘analisado’ a parte. Mas o carro será visto com um UPGRADE em seu valor (intenção e propaganda).

Produto Colateral não é um sinônimo de produto ampliado. O detector não vai alterar a natureza substancial do carro. Vai aumentar a segurança do carro. A segurança é um requisito existente no próprio carro, então o novo dispositivo vai torná-lo mais eficiente em sua função primária, que é locomoção.

Se o produto que amplia ou o produto que é ampliado passa por uma alquimia e passa a ser um produto colateral. O que isso quer dizer? Que o detector de movimento ele mudaria a função de locomoção ou mudaria o propósito do carro como um todo? Para isso acontecer, o detector deve ser visto como uma função do carro. Ou seja o carro anda, mas serve para detectar movimentos nas traseiras do próprio ou de outros veículos. Complicado?

Se o carro muda sua forma de ser usado, no lugar de transportar pessoas ele é usado para corrida, ele será um produto colateral? Sim. A maior mudança na realidade, perceptível é mudar o conceito do carro, essa percepção é mais fácil porque ela muda a função. Por exemplo o carro anda, é a sua função, na corrida ele continua andando e com o detector ele continua andando, ainda assim ele poderia ser identificado como um produto colateral.

Agora se ele é utilizado para ampliar a potência do seu PC usando a cilindrada no lugar de corrente elétrica, é mais óbvio de entender? Certo. Ou de usá-lo como uma casa. O próprio conceito de Trailer é essa mudança. É um carro casa. É um produto ampliado e colateral.

ESTIMULE SUA CRIATIVIDADE PARA OS PRODUTOS COLATERAIS.

Produtos colaterais são uma forma de explorar o que se tem para uma nova forma de interação. Usar algo para outra função. Nem que seja de uso temporário. O carro pode ser uma casa e continua um carro. Ou pode ser usado como mesa de escritório, como é comum ver em alguns lugares. Ou até mesmo além de carga, ser usado como balcão de vendas de salgadinhos.

Mude sua percepção sobre um conceito de função para outra função. Permanente ou cíclica (temporária). Um exercício e procure explorar o que a nova função inova ou cria de obstáculos e pense, como você venderia isso?

  • Uma cadeira
  • Um lâpis
  • Um pano de prato
  • Uma bicicleta
  • Uma tábua de madeira

Dica: Pense na função principal ou se não tiver função principal definida, pense no que esses objetos poderiam ser utilizados para começo de conversa.

CONCLUSÃO.

Produtos Colaterais são vistos como uma tática dentro do conceito de inovação. Não é uma invenção de quem vos fala. Ela é tratada em muitas estratégias de modernização. É um complemento dos estudos de desenvolvimento de soluções. Até a próxima.

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O que são produtos Colaterais?

Japonês (46) – A estrutura da frase

A língua japonesa é uma coordenação de informações onde temos uma estrutura gramatical muito peculiar, mas não tão assombroso como podemos pensar. Vamos à ela.

SUJEITO | OBJETO | VERBO.

Sujeito é tudo aquilo que sofre ação do verbo, quer seja ‘coisa, pessoa ou animal’. Em Japonês a referência da partícula (wa) は nos permite identificar o sujeito da frase, portanto ele ficará no início da frase, mas atenta, que nem toda pessoa envolvida estará nesta posição, uma vez que temos que entender quem ‘conduz’ a sentença de uma maneira geral.

Porque toda pessoa, coisa ou animal pode ter ações do verbo além do principal, no entanto temos um sujeito principal. Lembre-se que ele pode ser simples e composto.

Então teríamos:

私はブラジル人です。 (Eu ou Sou brasileiro). Quem é o sujeito? O verbo indica que a nacionalidade brasileira pertence ao sujeito. Por isso a partícula wa, refere-se ao sujeito.

E vemos o verbo no final da frase. No lugar de falar “EU BRASILEIRO SOU” não façam essa conversão. É para um aviso igual ao estudo de um idioma sem traduzir. Compreenda que não é inverso. Se comparado ao nosso é diferente. Mas isso só capitula a dificuldade de aprender o idioma. Entenda que é assim que o japonês fala e se comunica.

Vamos como fica a composição dos objetos ali no meio da frase, tem uns padrões que podemos ver por aí. Mas há um modelo que sempre se repete na fala e na escrita.

SUJEITO | OBJ. TEMPO | OBJ. ESPAÇO | OBJ.PRON.INTERR | VERBO

Teríamos:

私はあした学校に何時ですか? em ROMAJI.

(WATASHI-WA ASHITA GAKKOU-NI NAN-JI DESUKA?) Que horas vou amanhã para a escola?

ASHITA (Objeto temporal) se refere ao dia seguinte, amanhã. É o termo amanhã.

GAKKOU (Objeto espaço) se refere a escola.

NAN-JI (Objeto pron.interro) se refere a quando [itsu] \ horas [ji]

DESUKA (Verbo) se refere ao mesmo que “é?”

Quando temos provavelmente duas pessoas em uma frase, como é que fica?

彼は彼女と今寺に行きます。

Ele foi para o templo agora com ela. Em Romaji (KARE-WA KANOJO-TO IMA TERA-NI IKIMASU)

Quem conduz a frase? Ele (KARE), que completa a ação com verbo junto? Ela (KANOJO) =>

SUJEITO COMPOSTO | OBJ. TEMPO | OBJ. ESPAÇO | VERBO

Construa a frase:

どこはですか? (DOKO-WA DESUKA) Onde?

それはどこですか? (SORE-WA DOKO-DESUKA) Onde é isso?

Isso se refere ao sujeito de especificação (lugar). Um lugar pode assumir a condução da sentença ao qual o verbo entra em ação. Não é complicado, apenas compreender que a frase segue este modelo sempre.

Pílula de Marketing (97) – Chatgpt tem feitos Copy identificáveis?

Quando as IAs se tornaram populares, o entusiasmo por elas se tornou evidente. Também se tornou óbvio o medo por sua substituição aos redatores publicitários. Teve um breve momento em 2023 que muitos divulgavam conseguir identificar o que era produzido pela IA ou ser humano, utilizando um programa que nunca passou de especulação e hoje, alguns revelam que os copys criados pela geração GPT são identificáveis. Será?

No passado não tão ‘remoto’, as pessoas sempre ‘copiavam’ de livros ou do concorrente as redações comerciais mais interessantes. Como de fato é óbvio, o copia e cola sempre existiu. E nada difícil era de identificar que o mercado da Zona Sul copiava o mesmo texto da Zona Norte por exemplo. E que a forma de vender do vendedor do Saara é exatamente igual ao daquela barraquinha ou quiosque preferida. E isso fazia muitos dessas vendas aparentemente sugerirem ‘igualdade’. Mas nunca foi ruim ser assim? Nunca.

Alguns acreditam que os textos gerados por uma IA soam artificiais. No entanto muitos também diziam que muitos copys criados por humano soavam artificiais e iguais. Como diferenciar um do outro? Aliás, é possível? Vamos pegar três anúncios que não vou mencionar qual foi gerado por IA ou por ser humano, tampouco a época em que foi produzido. Digamos que é um exercício para vocês.

ANÚNCIOS PARA ANÁLISE.

Transcrição:

AR-TUR

O seu primeiro amigo eletrônico.

Ar-Tur é o robô amigo que faz tudo que seu mestre mandar. Anda para frente até 20 metros com seu jeitão simpático, suas luzinhas que acedem e apagam e seu bip-bip. Para ele votar, é só pressionar o botão do controle remoto. Aí ele anda de ré e para você manobrá-lo. Além de ir aonde você quiser, Ar-Tur pode levar objetos pequenos e leves: suas mãos são em forma de gancho para segurar firme.

Ar-Tur faz tudo isso porque é um robô de verdade, alimentado por 4 pilhas grandes e duas baterias de 9 volts, uma para ele, outra para unidade de comando. Você vai ver como é legar ter um amigo robô.

Transcrição do anúncio:

Reviva as melhores batalhas da sua adolescência!

Chega de jogos sem emoção!

Volte no tempo com o PlayStation 2 mais completo do mercado e reviva os clássicos que marcaram sua geração!

O que você leva nesse combo imbatível?

  • PlayStation 2 Slim: Design compacto e pronto para a ação!
  • 2 Controles: Chame o parça pra uns duelos épicos!
  • 10 Jogos Clássicos: GTA Vice City, God of War 2, Gran Turismo 4… a nostalgia tá garantida!
  • Cabo HDMI: Gráficos incríveis na sua TV moderna!
  • Memory Card: Guarde seus progressos e conquistas lendárias!

E mais:

  • Console desbloqueado: Jogue seus jogos favoritos sem frescura!
  • Estado impecável: Pronto pra detonar!
  • Preço imperdível: Uma oferta que vai te deixar com saudades da mesada!

Não perca tempo! Esse PS2 vai rapidinho!

Mande mensagem agora e garanta sua volta no tempo!

Transcrição:

007 o Espigão que me amava. Um agente a serviço de sua majestade, o cliente.

E uma versão, que é obviamente mais atual – “e quero ‘influenciar’ sua forma de ver a modernidade com algum comparativo seja forçado ou influenciável que possa fazê-lo olhar para um copy antigo versus atual. Mas não revelo se o copy presente neste fazia parte de algum projeto copiloto do brinquedo em sua fase de pré lançamento também. Fique ao seu critério perceber se foi escrito por um ser humano ou um GPT atual.

IMPORTANTE.

A crítica óbvia por este tipo de “Copys de humanos e GPTS” e uma onda de pessoas que julgam perceber a diferença (algumas até pode ser), acredito terem aquele fundamento de ameaça ao seu setor ou de que elas acreditam que o uso do GPT permitam a marginalização do estudo do Copy. No passado, anos 80, 70 e anteriores, a maioria dos forjadores de Copy, Redação Publicitária ou textos comerciais, não tinham nem formação de ensino superior.

Parte dessas vendas é uma congregação de informação com insinuação psicológica de desejo. Se você se permitir uma leitura de qualquer livro de Copywriting, terá um resumo do que radialistas já fazem há mais de 80 anos e continuam fazendo. O padrão é utilizado por diversos segmentos. Provavelmente é mais difícil de você apontar e saber o que foi escrito por uma máquina do que um ser humano.

Já que como eu disse, em um passado não tão remoto, as pessoas já reproduzem copys a sua maneira só adaptando as substituições de produtos, dias e maneira de abordar públicos. Será que há 30 anos já existia GPTS? Veremos o problema que isso por acarretar e quais ‘bastidores’ devemos levar em consideração.

PROBLEMAS DOS SHERLOCKS DOS COPYS.

Provavelmente você vai provocar um pré julgamento que pode minar sua relação com uma possível fonte de parceria. O que é gerado pela IA é baseado em algoritmos de escalas de aprendizado, ou seja, anteriormente o copy por ele produzido é baseado em um copy feito por um ser humano. E nada diferente do que fazemos hoje, é de extrair o mesmo copy de outros anúncios ou leituras de livros no lugar de usar uma IA para fazê-lo. Só mudamos o canal, o método é o mesmo.

Seria óbvio ser uma “falsificação” se é o uso de clichês? Ou gírias atuais ou intensidade das gírias com uma persuasão apelativa? Letras GARRAFAIS no título? Um desses ou todos os anúncios acima são gerados por humanos ou IAs. Nenhum deles possui uma característica específica que os defina: Artificiais ou orgânicos. Como diferenciar?

Entre os profissionais é a chamada briga de “Quinta-série” e entre os clientes é preciso prestar atenção na venda comercial e informativa, ela não vai se emplacada por seu consumidor, exceto se a informação do produto estiver errada ou superestimada.

COMO DE FATO INOVAR?

Com o Chatgpt o sobrinho ficou com mais poder certo? Não. Apesar do conceito GPT ter uma verdadeira força para produzir soluções. Ainda depende de um bom prompt (comando) para gerar resultados satisfatórios. É preciso ter um domínio da linguagem com uma certa intensidade para criar conceitos imediatos e menos artificiais. O que torna obviamente o copy muito menos ‘identificável’, quem fez.

Dos textos que precisei editar, foram poucas coisas. Mas fui muito bem descrito. O GPT por exemplo tem uma mania. Se você pede para ele fazer um COPY. Ele enche de clichês e adora colocar listas enumeras e coloca um texto absurdo de grande. Um anúncio tem o objetivo de vender, e isso significa agilidade. Então eu costumo corrigir o uso de gírias, clichês e remova essas listas. Que faz sentido em alguns casos, em outros o negócio é fazer chamadas.

Mas ainda é muito preciso o domínio das técnicas de Publicidade. Uma vez que o GPT e suas diversas entidades artificiais pela internet à fora é que eles aplicam uma técnica de copy conhecida como “Anúncio informativo”. Você é que precisa direcioná-lo a ser uma técnica do tipo Bullet, ou do tipo chamada para venda, ou urgência de conversão (chamada urgente para venda). Então não é simplesmente usá-lo para criar um copy, que ele fará o melhor de todos.

E provavelmente a melhor crítica que posso e devo concordar com que eu já li, é que agora não é tão problemático, mas daqui a cinco anos, teremos COPYS todos iguais (mas tão iguais) que não vai gerar interação. É preciso ter um COPYS diferentes para diferentes abordagens e setores. O mesmo texto não funciona para indústrias diferentes. E isso vai implicar bastante.

CONCLUSÃO.

Recomendo não perder tempo em apontar copys de concorrentes ou de possíveis futuros alunos quer você deseja assim, para demonstrar domínio de autenticidade. Em sua maioria das vezes, poderá recair em erro e a esse falsete, levá-lo ao ostracismo das oportunidades.

Isso me lembra a obsessão de muitos designers, que insistem que não é logomarca e sim logotipo. Acredito que muitos não perdem esse tempo com o cliente, se assim o fizessem, o perderiam por um debate que nada agrega.

No caso dos bastidores entre profissionais, o conceito de intriga nos leva a duas conclusões: Se sentem ameaçados (aliás qualquer um poderia usar o GPT não precisar contratar um publicitário) e sentem que dominam o assunto e poderiam apontar o que é 1 e 0, para então se auto elegerem professores das boas maneiras.

Mas apenas por recomendação, se tratando de humanidade, nada se cria, tudo se copia e transforma. E como a máxima de Marketing – “Copia e faz melhor”, no lugar de perder tempo em discutir que algo foi criado artificialmente, como se isso fosse uma enorme novidade de nossa época.

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Japonês (45) – Estudando Kanjis – Parte 12

No nosso último artigo 44 estudamos as cores onde citamos uma composição de KANJI que é o

学校 que (GAKKOU) que significa ESCOLA, em separado o primeiro caso que é definido como 学ぶ(MANA(BU)) se refere ao verbo aprender em sua forma regular básica. E sua pronúncia é dita pelo modo KUN (Japonês) quando associado ao kanji 校 (kou) que quando não associado ao sufixo, tem o significado de exame, prova ou artigo.

Se você associa os kanjis eles são lidos como na forma ON (Chinesa) por isso que não falamos MANABUKOU e sim GAKUKOU (GATSUKOU) e portanto GAKKOU (lembrando que esse U é um prolongamento do O e lemos em tom fechado no O. O U não é pronunciado. Então vamos usar um caso bem popular de onde esse KANJI surge.

Banda Japonesa ATARASHII GAKKO? Já ouviu falar. Pois é o significado da banda é praticamente (Nova Escola). Que pode ser muito associado ao conceito do Babymetal que se trata de um novo estilo musical (por isso New born Metal) e no caso do Gakko é uma nova escola de estilo musical também. Vamos aos hiraganas e KANJI associativos.

あたらしい学校 . Vamos ver esses todos em momentos particulares.

Atarashii que significa novo, pode ser também moderno. Que pode representar mais do novidades e sim algo do futuro ou ainda recente. Acima poderia ser interpretado também como Escola Moderna.

学ぶ (MANABU) significa aprender, o verbo de aprendizado. 

  • 今日私は全て車の日本びました。 (Kyou Watashi-wa subete kuruma-no nihon manabimashita) Eu aprendi sobre Japonês hoje.

(KOU) significa provas ou exames.

VIMOS NESTE ARTIGO OS SEGUINTES KANJIS

学 校 今 日 私 全 車 本

Pílula de Marketing (96) – 5 Táticas que fazem sua marca crescer na internet

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Crescer na internet sempre parece um bicho de sete cabeças. Mas é uma ilusão. Quando percebemos que tudo se trata de entender como a ferramenta funciona. A internet é um conceito mais amplo que um app e seu algoritmo. Diferente, ela não se associa a ter conteúdos específicos e com um timing. Quem define isso são as redes sociais e os programas nela implementados.

Redes Sociais tem sim um algoritmo que classifica o conteúdo como bom ou ruim. E assim ou o destaca ou o oculta. Usar tantas hashtags nem faz muito sentido, faz sentido usar diferentes para cada post. Essa regra voltará a ser mudada em outra ocasião. Escrever muito ou pouco, outra regra que muda, fazer vídeos ou tirar foto é outra regra também.

E agora vou enumerar 5 táticas que se valem pela temporalidade inexata, ou seja, você a usa independente das regras mudarem. Vamos lá!

TÁTICA 1 – REPETIÇÃO.

Tinha um comercial antes do meu tempo que se fazia assim – “Grapete, repete.” E isso ia até o final do anúncio. Grapete era um refrigerante com baixo teor de gás parecendo um suco de uva versão nacional. Até hoje é vendido por aí.

Mas quem se lembra faz o jingle. Assim temos a nossa primeira tática, repetir conteúdo é uma forma de gerar ‘lembrança’ e chamada. Tantas vezes que vemos agora se torna uma realidade em nossas mentes.

TÁTICA 2 – TIMING.

Chegar na hora certa causa boa impressão? Sabe chegar na hora certa causa impressão melhor ainda. Mas a cultura diferencia. No Japão chegar na hora certa é mais que obrigação. No Brasil chegar cedo demais pode ser visto como ‘antissocial’.

Mas chegar um pouco depois, pode ser considerado parte do grupo. Em alguns outros lugares desse país, funciona iguais ao Japão. Em outras ocasiões é o famoso “Passa lá em casa”. Timing segue um padrão cultural e tendência do momento, o jeito de fazer isso é testar quando o seu conteúdo recebe mais engajamento sem fazer esforço.

TÁTICA 3 – GAMIFICAÇÃO.

Ou interatividade. Tudo que gera a sensação de brincadeira, fixa mais um conteúdo ou associação de conforto. O jogos 7 erros, caça-palavras e memes, podem compensar a ideia de que a marca é mais pessoa do que formal. Mas cuidado, memes podem ser julgados de mal gosto a depender da situação.

TÁTICA 4 – 20 LADOS DE UMA MESMA COISA

Explore conteúdos de um assunto por diversos pontos de vista. Quando fazemos assim, desmembramos cada vez mais um conteúdo ou produto. Assim a sua audiência vai poder explorar cada ponto de vista e em suas próprias percepções, criando um conteúdo ‘simples’ e complexo.

Como fazer?

Você vende bolsas. Você usa ela para guardar objetos, mas também pode usa-la para ser brinquedo, ou ser parte de um cenário, ou ainda um artigo de decoração. Estamos falando do objeto por inteiro, podemos desfrutar dos materiais que fazem a bolsa, se são ecológicos, podemos falar de como esse processo se deu e o que isso representa para todos nós, podemos dizer que esteve envolvido nestas confecção ou a história da bolsa em si.

TÁTICA 5 – ASSOCIAÇÃO DE CULTURA CORPORATIVA COM POP CULT

Criar conteúdos que associem seu produto a vivência do cliente, faz todo sentido. Se você faz dessa forma, a identificação com o que você vende se dá com mais facilidade. Essa associatividade também se conecta a outro ponto chamado – “Familiaridade”.

Se eu confio, eu compro. O que mais cria hoje repulsa em uma venda é exatamente a estranheza que temos sobre ela. No lugar de perder tempo em tentar convencer a sua ideias aos demais, traga o que é familiar a todos, e coloque o que você tem a vender lado-a-lado.

Como fazer?

Você vende canecas estilizadas, recrie cenas de séries e filmes, usando essas canecas.