Edição de 16 anos marca presença de Anime Wings no Rio de Janeiro

Por Rafael Junqueira – 28/07/2024 – 7:42

Em fevereiro de 2024, o evento Anime Wings que conta com uma programação centrada no público e relevância GEEK, como concurso de Cosplay, concurso de dança solo e grupo do estilo K-Pop (Música Sul Coreana), quiosques e estandes de lojas do meio, artistas e desenhistas independentes e com um público para todas a idades, comemorou em sua segunda edição (Tijuca) 16 anos de história.

A rotina da equipe de Cosfantasy e AnimeWings realiza uma primeira edição em Laranjeiras no Colégio Liceu na Z. Sul do estado e outra no Z. Norte no Tijuca Tênis Clube que leva o nome do bairro, com temas que variam sobre a cultura japonesa e outros temas do universo pop cult dos quadrinhos, mangás, animes e música. E essa edição foi nomeada como “Carnaval Geek” já que aconteceu no mês em que a festividade costuma terminar suas apurações na Sapucaí.

Confira a reportagem.

Exposição e venda de Quadros na Tijuca

Por Rafael Junqueira – 26/07/2024 – 21:03 (Reportagem e Matéria)

A galeria 215 fica no coração da Tijuca ao lado da Praça Saens Peña e da Igreja Santo Afonso do outro lado, a pé do Shopping Tijuca e do Shopping 45. Em seu interior há uma exposição de quadros que estão também à venda. Ocupando o primeiro e segundo piso próximo a escada rolante.

Vejam a cobertura.

Reportagem local | Material do Arquivo do Mundo Pauta | Dia da matéria – 26 de julho de 2024.

Jaguar Parade: Movimento Artístico pela Biodiversidade a 1ª vez no Rio de Janeiro

Por Rafael Junqueira – 20/07/2024 – 16:34

O movimento artístico conhecido como JAGUAR PARADE está com sua mais recente parada localizada pela primeira vez no estado do Rio de Janeiro, após faz sua passagem por Nova York, Belo Horizonte, São Paulo e Santa Catarina. Contando com ‘monumentos’ em homenagem a onça-pintada, feito por artistas, a causa tem como arrecadar investimentos para conservar e recuperar o ecossistema desses animais e melhorar a qualidade de vida dos seres humanos também.

As entidades beneficiadas pelo projeto são a Onçafari, Panthera, Ampara Silvestre e FAS, o projeto consiste em promover a visibilidade pelo problema recorrente na natureza. Com desmatamentos, queimadas, destruição do ecossistema e ocupação dos habitats desses felinos, que no Brasil conta com a maior população de Onças-Pintadas dentre todos os 18 países da América Latina, ela ao final leiloa a estátua enorme de onça e 100% dos lucros vão para essas entidades.

JAGUAR PARADE NO RIO DE JANEIRO - Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta

Cada obra é assinada por um artista e possui uma motivação. A localizada na Praça Saens Peña situado no coração da Tijuca na Zona Norte do Rio de Janeiro é pelo acreano conhecido como Alemão. Elas ficarão expostas publicamente até 11 de agosto (12 de julho – 11 de agosto). Não apenas neste bairro, mas diversas outras estátuas estão espalhadas por todos os lugares da cidade.

Conceito da estátua da Tijuca.

A motivação é promovida pelo sentimento da esperança e o lema dela é “Homem em Harmonia com a natureza. De um lado o amor e do outro a esperança.”

Encerramento do movimento no Rio.

O encerramento da exposição será realizada no Hotel Fairmont no bairro de Copacabana na Zona Sul do estado no dia 13 de agosto.

JAGUAR PARADE NO RIO DE JANEIRO - Foto: Rafael Junqueira / Mundo Pauta

No blog do Jaguar Parade menciona a razão pelo qual o estado do Rio de Janeiro foi escolhido para que o movimento pudesse marcar seu momento em 2024, a leitura está disponível para todos no link a seguir: https://artery.global/jaguar-parade-rio-2024-arte-oncas-pintadas/ (01/12/2023)

Pelo site é possível acompanhar os calendários e o próximo ponto que eles irão levar o movimento ecológico.

EDITORIAL.

O Mundo Pauta é um site de jornalismo com mais de 12 anos (desde 2012) de trabalhos trazendo notícias e outros assuntos que temos como recorrência no Brasil e o Mundo. Entre diversos cadernos como Entretenimento, Artes e Cultura, Marketing e Publicidade, Design e Notícias do Mundo, estamos sempre comprometidos com informações que assegurem os fatos para o público.

E se você conhece o nosso canal (que não leva o nome Mundo Pauta) que se chama Junca Games, estamos lá focados em Filmes, Séries, Livros, HQS, Games e cultura Geek, que envolve feiras, convenções, movimentos de Cosplay e entre outros.

Se você não me conhece, pode clicar aqui ou aqui, ou ainda meu nome é Rafael Junqueira e atuo como jornalismo há mais de 20 anos.

Há assuntos que são “correspondentes” entre esses canais, tendo versões em escrito e em vídeo do mesmo assunto cobrindo de formas diferentes. Obrigado pela leitura e volte sempre!

Pílula de Marketing (109) – Case: Fallout London

O CASO.

Fallout: London é um game mod baseado na jogo base Fallout 4 (2015) lançado pela Bethesda, o último jogo offline (Fallout 76) e que contribuí para a experiência de mecânicas que seriam apresentadas no jogo lançado em 2018 para o modo multiplayer.

Como tradição, jogos como Skyrim e Fallout recebem suporte para modificações criadas por jogadores. E a equipe de Fallout: London que não é a oficial da empresa, resolveu recriar o cenário de Londres pós-apocaliptica. No entanto os planos da Bethesda podem ter cancelado o projeto.

Em 2022, um dos editores de Level Design do projeto Fallout: London recebeu uma proposta para ir trabalhar na Bethesda, razão pela qual o MOD teria sido o motivo de sua visibilidade. O então gerente geral do projeto Dean Cartes (clique aqui) também teve uma proposta, mas recusou por afirmar querer terminar o game.

Em 2024, a Amazon lançou a série Fallout, que seria o marco de adaptação mais fiel desde de The Last of Us lançado pela HBO e que recebeu inúmeros aplausos. No entanto isso trouxe uma dor de cabeça (clique – “A Bethesda nos ferrou“) .

Ou clique aqui para os projetistas do Mod Fallout London. Bethesda lançou um pacote de comemoração devido a série. E o que tornou o mapa modificado da base ‘incompatível’ em diversos elementos, previsto para o lançamento em abril de 2024, ele foi adiado indefinidamente.

“Assinamos NDAs (acordos de não divulgação) com grandes empresas. Por que não fizemos isso? Carter continuou. “Eles poderiam simplesmente dizer: ‘Bem, olhe, é quando o filme será lançado. Talvez, coloque seu PR em ordem ou converse com seus fãs, prenda as expectativas, porque é isso que vai acontecer, em vez de apenas nos pegar de surpresa do nada, que foi o que aconteceu.”

E recente tempo, a equipe promoveu uma notícia de que o jogo pode ser jogado, contando que se faça o ‘downgrade’ da versão update do Next-Gen da Bethesda que impossibilitou o mod. Clique aqui para ler a notícia.

ANÁLISE DE MARKETING.

Tudo o que fazemos em Marketing é analisar cenários, apurar resultados, procurar respostas e entender como montar linhas de ação (onde iremos definir campanhas, táticas, contornos ou até parada para investimentos necessários). É muito comum produtores independentes acreditarem que Marketing só vai lhes servir para quando for vender o produto.

CASE ‘CONTRA’ FALLOUT FRONTIER E MÁ REPUTAÇÃO GRANDES MODS.

Clique aqui para acompanhar um debate feito no Reddit para entender as expectativas em relação ao Fallout: London há 8 meses (antes do lançamento da série) e consequentemente o adiamento indefinido do jogo.

REPERCUSSÃO DO NOME FALLOUT COMO PROPAGANDA GRATUITA

Outro ponto é analisarmos que parte do conceito de Team Folon ser ‘visível’ para a imprensa especializada é que eles carregam o peso da propaganda criada pela Bethesda e do conceito de Fallout ser uma saga consagrada. Existe muito menos ‘mãos criativas’ neste propósito do que o desejado, há muito menos ‘estratégia’ também neste ponto.

AVALIAÇÃO DO MARKETING SOBRE O CASO FALLOUT: LONDON.

Entenda que esse vender o produto não está implícito para a maioria deles, como ‘estratégia completa do produto’. O que é avaliado inclusive os riscos, problemas, oportunidades, tudo bem antes da venda propriamente existir. Por isso que quando se confunde Marketing = Venda, você está com 90% de chances de perder. Os 10% eu revelo sendo sua sorte no caso. Mas na maioria das vezes é 100% de perda completa.

No caso da equipe envolvida, não oficial da Bethesda, e que não possuía sequer contrato com eles ou qualquer termo de compromisso, valeu-se por toda a garantia que eles seriam respeitado como tal, apenas por ter um CNPJ. Aliás existem alguns pontos que poderíamos perceber talvez a ausência completa do Marketing dessa empresa, vamos lá a algumas observações:

  • Bethesda é uma empresa competitiva de mercado industrial de entretenimento;
  • Team Folon (a empresa responsável pelo mod) é oficialmente uma concorrente da Bethesda;
  • A diretoria a Team Folon acreditava que tinha que ter ‘explicações’ da sua concorrente;
  • Ela entendia que os seus fãs ficaram prejudicados, quando na realidade, isso significa fãs da Team Folon e não da Bethesda, caracterizando uma concorrência típica;
  • A contratação de um membro da equipe há 2 anos evidenciava uma tentativa de tirar a concorrência da Team Folon (o que deu certo).

A total ausência de Marketing impediu também da equipe Team Folon de perceber esses outros aspectos desse projeto:

  • Apesar da comunidade de modificadores ter um suporte, isso não significa suporte comercial e sim de compatibilidade do sistema, salvo e segundo os termos de uso, fica a critério sem aviso prévio da empresa de alteração do sistema que incompatibilize as modificações;
  • O risco é que o sistema pertence a Bethesda, a qualquer momento eles poderiam suprimir o direito de modificações o que teria colocado a Team Folon em um xeque-mate típico;
  • O jogo Fallout: London não é uma propriedade ‘original’ da Team Folon, o que não lhe garante nenhum direito em um conflito de interesses;
  • Bethesda pode lançar quando e como quiser os seus produtos. De acordo com os seus termos de uso, tirando ela, ninguém tem algum acordo legal com ela.

Esses pontos são os de maiores riscos. E com a proximidade do lançamento da série, que foi feita no começo do ano 2023 e até mesmo no final de 2022 com alguns movimentos de insiders, a equipe Team Folon devia ter rastreado o perigo e ter tomado as medidas certas. Já que por movimentos semelhantes, a Naughty Dogs responsável pelo The Last of Us, já havia programado o lançamento da remasterização de seus dois jogos próximos ao lançamento da série na HBO (Max atual).

E com o perigo mais iminente foi de que a Bethesda responsável pelo Starfield, seu mais recente título lançado, fez pelo menos duas atualizações grandes após (meses) o Fallout, para aproveitar o circuito de seus maiores lançamentos. E fez a mesma coisa pelo Fallout 76. E esse movimento não é novo, não era tipicamente cultural dessas empresas, mas como seus produtos são games, seria um pouco óbvio.

NESTE CASO, COMO ELES PODERIAM FAZER?

É bem claro que a atualização Next-gen, que é a titulação do update feito para comemorar os quase 10 anos do jogo e do lançamento da série, que fez Fallout 4 ser um dos jogos mais baixados e jogados durante o período da semana em que a série estreiou, colocou o projeto London na gaveta. Essa é uma realidade.

A tentativa de seu lançamento previsto para abril deste ano, apesar de uma notícia recente alertar que é possível jogar, mas com o ‘levemente’ porém de precisar fazer um downgrade (ou seja, voltar para a versão anterior a Next-Gen) demonstra que os planos foram completamente frustrados.

E que provavelmente eles levaram anos para adaptar o jogo ao novo sistema que foi atualizado. Não apenas com novos itens, como novas missões e provavelmente mudanças no sistema para deixa-lo mais bonito, fluído e com melhorias técnicas (no caso do PC) com correção de bugs.

O mais famoso deles era o glitch de fazer dinheiro infinito que estava presente desde do lançamento. E foi corrigido. Não existe mais. E quando o sistema sofre uma atualização, ele muda sua forma de ‘funcionar’.

E como Fallout London estava baseado no sistema até então de 2016 (que seria os últimos DLCS) que foram lançados, isso realmente complica que o jogo seja agora atualizado para algo que pode levar bem mais tempo do que o necessário, porque estamos falando não de um programa que pode ser escalado (atualizado), ele precisa ser refeito. Cada mecânica dele foi baseado num sistema 1.0 e agora o sistema é 2.0.

A maioria desses mods possuem uma divisória entre programação visual (clica e arrasta) e procedural (codificação). Na prática Fallout London funciona em um sistema antigo que não roda mais. Para que eles possam fazer rodar, vão precisar ora fazer do zero (pela programação visual) ou adaptarem isso para um GE próprio (ou alugado) como é o caso do Unreal Engine, Cryo Engine e apenas sob contrato com o Decima do Kojima Productions.

O sistema de Mod disponível pelas empresas é uma espécie de Game Enginne gratuito, mas o risco é que não existe garantias de compatibilidade ou de serviço ininterrupto. Isso é diferente quando você por exemplo, baixa uma versão do Unreal Enginne. O sistema vai continuar existindo, porque ele está localizado em seu PC e você precisa atender a demanda do mercado, que é justamente essa compatibilidade dos requisitos para com “Plataformas”.

Team Folon ignorou todas as regras de mercado (mesmo que tivessem seguido algum caminho seguro) de manter o seu sistema de mecânicas no lugar de apenas seguir as regras do jogo. E neste caso, não houve mudanças substanciais nos requisitos das máquinas, já que o jogo seria ‘rodável’ nelas. E sim uma mudança prevista pela própria empresa que criou o sistema original, que por uma concessão, permite que qualquer pessoa possa criar conteúdo.

O erro da empresa Team Folon foi de presumir que eles eram apenas uma equipe entusiasta. Mas quando eles chamaram atenção da Bethesda em 2022, era o primeiro sinal para entender que isso significava “tática de eliminação de concorrência”. Mas eles eram mais do que uma equipe entusiasta, eles possuem uma empresa, com capital e foco em audiência. Fãs que lhes os focavam. E não a Bethesda.

Há algumas linhas a considerar, apenas pela observação:

  • Haverá um custo para readequação;
  • Ou opta por abandonar o projeto ou insiste, sabendo que novos updates podem tornar o projeto novamente obsoleto;
  • Lembrando que a segunda temporada de Fallout já foi confirmada antes do lançamento da primeira, então quando ele vier, provavelmente a Bethesda vai fazer outro update e isso cria uma deadline apertada para essa adaptação da Team Folon (2-3 anos no máximo?);
  • O sistema pode ser descontinuado para adaptar-se a outros sistemas, as GE estão sempre em atualização e constantes melhorias, isso pode inutilizar o projeto de vez.

A solução óbvia, é optar por uma GE própria. No caso aquelas em que possuem obviamente as regras de compromisso que o diretor da Team Folon menciona em sua entrevista nas notícias acima. Como é o caso da Unity, Unreal Enginne e outras que estão disponíveis no mercado. Se eles programaram utilizando alguma linguagem de programação, eles poderão reaproveitar o código, não precisando necessariamente começar do zero.

Esse detalhe muda, se tudo foi criado através do clica e arrasta.

E lembrando de um outro risco, ao optar por uma GE própria eles terão que abandonar o projeto, porque ela usa a premissa, a proposta e a marca Fallout, que é protegida por direitos autorais pela Bethesda. Ou no caso, eles deverão firmar um contrato que beneficie a Bethesda, que é o caso quando aconteceu com o Fallout New Vegas criado pela Obsidian, distribuído pela ZeniMax, uma sub marca da Bethesda.

Apesar da indignação da equipe, eles não possuem uma obra original e nem um sistema próprio. E provavelmente não estão sendo obrigados a pagar uma licença autoral.

CONCLUSÃO.

Muito infelizmente esse projeto se conseguir sair será daqui para frente, para muitos anos. Se for lançar um projeto sem esse perigo, terão que mudar tudo, já que a marca registrada está no nome da Bethesda. E terão que inventar outro nome, outra história e seguir por um caminho muito diferente. Se optarem, estarão a mercê de novos updates e novas regras de jogo, que pelos termos de uso da própria Bethesda, o projeto pode ficar indefinidamente sendo adiado.

A ausência de Marketing aqui se faz nítidadmente, e a confusão da empresa em pensar em Marketing como um processo apenas de venda. Se esqueceu, que o Marketing pensa em como tudo vai funcionar, desde da criação do produto, da concepção, da interação, do tempo de vida, da criação da base de fãs, audiência, lucro, prejuízo e reputação. O que foi considerado por essa empresa, foi apenas “Marketing = Venda”, o restante é garantia 100%.

Existe uma chamada nestas notícias que demonstram que o pensamento da empresa esqueceu que o suporte de Mod, o sistema e a marca registrada não são nenhuma garantia para eles de lucro ou detenção de direitos, ao afirmar que – “Eles estavam seguros de o lançamento da série iria os promover como eles pensariam”. Pense nesta máxima.

A série Fallout só promoveria uma empresa, e não seria a Team Folon. E sim a Bethesda. Espero que vocês tenham aprendido algo com esse artigo. E que possam levar adiante seus projetos, sempre pensando que tudo é uma estratégia. Desde da concepção da ideia no campo mental, até sua execução em vários setores e momentos do projeto. Até a próxima.

Pílula de Marketing (108) – Conceitos importantes que você precisa saber de Publicidade e Propaganda

três campos essenciais, distintos, que fazem parte da construção de qualquer estratégia e linha de ação, quando vamos falar sobre mercado corporativo (industrial) e construção de marca (empresarial ou profissional).

Marketing | Publicidade | Propaganda

E elas são comumente confundidas como uma só. Se não confundidas, são esmeradas em uma e as outras citadas como se fossem um termo em APUD que descrevesse uma sensação e quando ainda não são definidas em prol, originam-se palavras sinônimas que querem dizer a mesma coisa parecendo coisas novas. Vamos lá!

UM CICLO REDUNDANTE.

Publicidade se refere a venda de um produto direto. Quando digo direto não estou me referindo a abordagem que pode ser direta ou indireta. Mas que o seu objetivo é exatamente de vender um produto. É uma estratégia que pensa em ‘usar’ o que o Marketing descobriu e colocá-la em prática para que um cliente compre aquela solução.

Propaganda não é uma venda, é uma construção de perfil de produto, de marca, de profissional, de benefícios, de storytelling, de posicionamento de uma determinada solução a um público específico. O seu objetivo é claramente ‘moldar ou educar’ a mentalidade das pessoas para que possamos vender algo para elas.

Se vocês pegarem a definição de Outbound e Inbound, coincidentemente será as mesma da de cima. Não há nenhuma diferença na definição. Normalmente os termos que citei são associados ao Marketing e não a publicidade e propaganda.

Se formos falar como se destaca. Ou falarmos de Marketing Outbound estamos falando que estratégia de inteligência do mercado está direcionado para construir uma possibilidade de jornada de compra (CPA, ou geração de lucro por compra).

O mesmo que seria para o Marketing Inbound que estamos nos referindo a estratégia de inteligência mercado que está direcionado para a educação do público sobre a solução, produto, empresa, mercado para construir uma base que promova o CPA (ou geração de lucro por compra).

COMUNICADO AOS PROFISSIONAIS DE MARKETING

(e você que não é, está convidado também)

Parem de inventar nomes para o que já existe. Acredito que muitos ‘professores’ e ‘consultores’, ‘livretos’ ou ‘truques’ ensinam que dar nomes pomposos e fantásticos que podem criar um arco de atratividade para algo e torná-lo especial aos olhos de um público leigo. Mas eles só confundem, só atrapalham e não transmitem nada além de ‘tecnicidade’.

No entanto, eu vejo até profissionais de Marketing se embanando com a própria criação. E vejo muitos clientes confusos. Vamos pontuar isso de uma vez para que possamos esclarecer os pontos e dúvida?

Marketing Inbound é uma estratégia voltado para (resumo) Marketing de Conteúdo com o foco em “propagar” (Propaganda) um conceito ou ideologia. Não inventa nomes. É apenas propaganda. É o Marketing direcionado a propaganda.

Propaganda é um conceito de propagação de ideias. Ela se trata do P de promoção dos 4Ps que é também identificada como Propaganda em muitas fontes de literatura técnica. Já é considerado uma explicação teoricamente complexa. Inventar nomes impedem o total entendimento do que se trata. Invenção cria obstáculos para os resultados.

Marketing de Conteúdo não é uma invenção do século 21, nem do século 20. Ela é antiga. Sempre existiu. Os moldes de hoje se adaptaram as Redes Sociais.

Em prática é esse mesmo método utilizado para ‘construir’ a reputação, o mesmo utilizado para estratégias de publicidade Jurídica. Que não se pode vender, é preciso educar o público e construir uma imagem diante dele.

Por isso é que o próprio código da OAB tenta obrigar um Marketing a não ser comercial, quando isso não seria nada necessário, ao compreender que o Marketing Inbound permite uma Propaganda livre de qualquer intenção de venda.

Notem que isso já gera um texto redundante e confuso na própria resolução e código de ética da OAB?

EDUCAÇÃO SOBRE MARKETING.

Tenho uma longa estrada que me permite dizer que o Marketing é ‘confuso’ tanto quanto quem não o entende. E Não são poucos os ‘profissionais’ com trajetórias que se baseiam na criação ilusionistas de terminologias pré-existentes para se promover.

Ou de criar a sensação de que aquilo que ela está dizendo é uma descoberta inédita e que vale mais do que o normal. Porque o objetivo de inventar nomes é para aumentar o preço dela.

Existem erros terminológicos, acadêmicos e técnicos em muitos livros. É praticamente um ensaio de achismo puro.

Eu já vi diversos livros que já veem com aqueles gatilhos mentais – ‘Segredos guardados até hoje por Aristóteles“. E você pensa? Quem achou esses segredos e o fez tão ingenuamente por aí? Se eram segredos e agora estão escritos em um livro de porta de esquina e não em um documentário histórico, filosófico, como levar a sério? Isso não é publicidade, não é propaganda e tampouco Marketing.

Soa as vezes genioso para alguns o verdadeiro significado destes quando as pessoas associam aos que elas veem com o que ouve ser a praticidade que veem. Mas não é genioso. Tem pessoas que acham genialidade uma pessoa acertar o que a outra quer.

Ela não é telepata, nem adivinha e tampouco um viajante temporal. Ela fez uma pesquisa profunda sobre a a outra pessoa e descobriu pelas próprias respostas o que ela queria. O que tem de milagre nisso?

CONCLUSÃO

Ainda que seja um trabalho de formiga ensinar o básico do básico. Ele ainda tem mais efeito do que não ter nenhuma ação sobre. O conhecimento básico define a complexidade posterior. Por isso que costumo ter insistência em falar um pouco mais do mesmo todas as vezes. Não se prendam ao ‘bonito’, ao ‘fantástico’.

Se foquem no resultado. Se a técnica menos atrativa de nome é quem gera o resultado que você espera, é isso que você precisa entender. Esses nomes novos só são para aumentar o valor de custo.

Temos outros termos: (Novo Nome – Antigo/Atual Nome)

  • Branding – Marketing de Marca
  • Growth Hacking – Marketing
  • Marketing Inbound – Publicidade
  • Marketing Outbound – Propaganda
  • Copywriting – Redação Publicitária ou Comercial

Evitem complicar. Simplificação é um processo natural de entendimento e sabedoria. O contrário normalmente implica em tentar camuflar que você não sabe nada e quer colocar termos ‘bonitos’ para transparecer que sabe muito. Não sinta vergonha em estudar. Ninguém sabe tudo e nada do zero. Até a próxima.