Podem assistir a análise que o Junca ames fez sobre o filme “Corte do Tempo”.
Podem assistir a análise que o Junca ames fez sobre o filme “Corte do Tempo”.
Contextualizando.
É uma mega provocação. Mas não é apenas uma provocação. É uma constatação. Desenvolvedor e projetista são áreas diferentes, que podem ser aplicadas a um mesmo campo. Mas tudo poderia ser resolvido no caso deste artigo, se Front-End não fosse Front-End e sim Webdesign. E vamos lá, porque você vai se interessar por este artigo, mesmo aqueles que vieram pelo título provocativo procurando revidar. Mas antes, leia, porque isso é mais do que uma mera ‘briga’ e sim uma ‘revelação’.
Há 20 anos Front-End, Back-End e Fullstack não eram reais, não existiam. Não tinham esse nome. E apesar e parecer sinônimos quando assumiam um outro nome, respectivamente Webdesign, Webmaster e ‘projetistas de website‘, eles possuem algumas diferenças que podem impactar inclusive sua escolha de como se capacitar e como se portar diante do mercado. Durante a pandemia de 2020, vagas de Front-End brotavam. Gurus diziam que era um campo fértil. Surgiram candidatos e interessados pelo ladrão. E nada podia impedir isso.
Muitos se consideram, aqueles que atuam como Front-End, desenvolvedores. Por aí sabemos que há uma deturpação de área. Desenvolvedor é quem programa, que desenvolve um programa, que realiza uma construção de solução utilizando o recurso de ‘software’. Por tanto Back-end pode ser considerado um desenvolvedor, mas um front-end? Não. Ele não desenvolve, ele usa o que está ali, para fazer uma aplicação visual. E há uma divisão enorme entre essas atuações.
O segundo problema é que existe uma falácia. Em 2005, Javascript mal era usado, quando cliente, apenas Html e anos mais tarde Css. Que ajudou em muito em elaborar recursos visuais. E quem se preocupava de como o website funcionava, era o webmaster e seus códigos em php ou asp. No passado, havia uma divisão bem clara. Quem atuava na interface era designer gráfico e até publicitário, e quem atuava no servidor, era um programador de T.I. Era bem claro isso. Mas havia uma luta, os T.I acreditavam que tudo que se tratava de site era da área de tecnologia. O designer acreditava que a interface era uma área essencial praticada pelo profissional de publicidade e design.
Até hoje é assim. Mas existe uma comunhão que essa área é uma área de T.I, quer dizer, website é uma área de atuação plena de T.I. O problema é que não é. E continua sendo como era em 2005, só que com nomes diferentes. E isso implica em muitas coisas. Que não o próprio ponto de onde você precisa capacitar. Por exemplo, uma pessoa que atua em Front-End deveria fazer uma faculdade de Computação ou Design?
Se você responder a primeira opção, provavelmente você está confundindo o uso do Javascript no lado do cliente (que é só para fazer efeitos, você não precisa de praticamente nenhum conhecimento avançado em computação, arquitetura, matemática aplicada) mas precisa ter conhecimento de UX Design, que quer você dure acreditar, não é uma cadeira existente no curso de computação. Mas sim de publicidade e de Design gráfico.
MOTIVO PELO QUAL O ARTIGO SE FAZ ESSENCIAL.
Em fevereiro de 2023, publiquei um artigo no Linkedin em minha Newsletter sobre Marketing e Publicidade, e o objetivo foi de “identificar” se o campo Front-End era design ou T.I. E lá fiz uma conclusão que ‘ambos’. No entanto após mais de um ano, senti a necessidade de ‘pontuar’ mais do que o necessário, já que de lá para cá, notei que o próprio mercado se confunde.
Apesar de ser ambos, ele está mais concentrado em Design do que em T.I. Tem T.I por conta da necessidade de haver um nível de interação com a tecnologia mais do que um usuário final teria. Mas que suas forças se concentraram mais nos recursos do Design, do que no de T.I, que apesar desse nome, eu diria que Tecnologia de Informação, transmite pouco sentido, quando falamos de uso “técnico” de conhecimentos de engenharia, como é o caso do uso da “Ciência da Computação”.
FRONT-END…WEBDESIGN.
Tem quem faça uma diferença. Daí podemos deduzir, ou nunca atuou como Webdesigner e supõe, ou atuou e está seguindo os conceitos do novo mercado sem indagar o que de fato era. Atuei (e até recentemente) como webdesigner por quase 20 anos. E nada de Front-End se diferencia do que era no passado. Você praticamente usa tecnologia para criar efeitos visuais. E mal usa script para isso. O que é realidade atual.
Na realidade é uma convenção esse título. Desenvolvedor deveria supor que você programa. Quer dizer, eu já li pessoas falando que Java (Swing, JavaFx) é uma negação para front-end. Mas eles adotam que ao usar Javascript são desenvolvedores. Por um lado há uma negação, por outro uma afirmação. Ora pois, Java foi e quando foi utilizado para criar interfaces na internet desde que Javascript era um feto e quando nasceu, mal fazia diferença frente ao próprio Java.
O que quero falar sobre isso? Existe pouco conhecimento da parte de quem fala sobre se autotitulação. Está mais para designer do que para dev. Bem mais. E isso deveria ser uma boa notícia. Porque você na realidade, o que atua em Front-End não é um T.I, não é uma exatas. É um Designer, humanas e artes visuais. E deveria ler mais sobre branding visual, diagramação, layouts e movimentos estéticos, do que sobre js, dart, flutter ou lógica de programação. E mais, isso já acontece de uma forma subjetiva.
A maioria dos ‘desenvolvedores’ front-end mal estuda lógica e programação. Por que? Eles não precisam. Não usam. Eles fazem especificação visual usando o css, o bootstrap (framework do css 3), na realidade você projeta a interface visual e se preocupa muito mais com Ux Design (UI Design também) do que a infraestrura do modelo TCP-IP, que o teu colega de back-end está careca de mexer. E você nem chega perto.
Algum front-end estuda matemática aplicada, cálculo e limite, integral? Estudam? Desenvolvem sistemas de conexão. Estuda API, API Resst? Estuda? Se estuda você não deveria estar em Front-End. Essa mistura ocorre. E isso causa os problemas. Talvez você esteja pensando – “Então estou trabalhando em duas áreas e recebendo por uma?” Sim. É isso que fez o motivo do Webdesign virar Front-End. Nunca foi pela mudança real das atividades.
Se fosse por pensar seria mais custo e benefício você programar em Java com o JavaFx para interfaces em website. Já que o próprio Java poderia desenvolver uma comunicação mais segura e íntegra do cliente-servidor, tanto no front como no back. Mas isso não se passa na sua cabeça. Porque você provavelmente não é um desenvolvedor. E sim um designer. E isso não é ruim. Porém você recebe por um deles. E atua com os dois. Mas não tem a habilidades em ambos.
ONDE TEM UM PONTO DE DISCORDÂNCIA AQUI?
Há muito tempo é que se confundia essa duas áreas, quando elas se chamavam Webdesigner e webmaster. Até porque o entendimento de site era ainda uma exclusividade tecnológica. E não um canal de comunicação, com o que temos hoje. E isso implicou na interpretação da atuação. Não sei se foi um tiro que sai pela culatra. Mas tentar ‘absorver’ o que seria a criação da interface pelo campo de T.I criou uma bola de neve. Aumentou a exigência, diminuiu a recompensa.
Quando que no passado era necessário ter conhecimento de Publicidade + Photoshop + HTML, hoje você é exigido saber Javascript, python, dart, go, flutter, design, ser t.i, ser publicitário, branding, marketing e receber menos de de 1/4 do que era no passado. É um acúmulo de área. Essa foi uma luta antiga dos T.Is que acreditavam que ao ‘pegar’ eessa área para si, se beneficiariam. O que eu leio de pessoas surtando na internet por causa do front-end não são poucas.
Sem falar que já, em um número frequente também, leio sobre pessoas que discutem sobre front-end, mal possuem conhecimento básico de design. Ficam entre a berlinda de um Dev que não é dev de um design que não é design. É uma área que sofreu uma zumbificação do que ela era mais clara no passado e agora parece uma integração de T.I com Design, que não é T.I e nem Design. É uma estação morta, é o andar entre dois que não existe. Você nem sabe o que você precisa ler ou estudar para de fato fazer o que é preciso.
Roadmap tem aos montes, mas o que eu ouço? Que a tecnologia muda da noite para o dia e você precisa constantemente estar atualizado(a). O engraçado é que isso é quase e unicamente uma realidade para Front-End. Back-end não tem essas mudança radical de tecnologia. Nem na área de desenvolvimento de software. Todo ano, um novo framework de js é inventado, todo ano, tem uma nova ferramenta para ser usado como ‘design’, todo ano você tem uma nova reformulação. E issso significa que você precisa reaprender e não e se atualizar, se torna uma das áreas mais estressantes do momento.
O ponto de discordância é que ela é clara, mas não é. Ela é uma área de T.I, mas não é. Ela pode ser defendida porque acha que precisa saber quase tudo e mudar toda hora, como um efeito de rotatividade, mas ao mesmo tempo, é uma ciência tecnológica “sem lógica”. Como você mantém segurança em um sistema, com mudanças constantes na tecnologia e portanto sua “recodificação”. E aí existem diversas teses, mas sem atentar ao conceito de integridade e lógica visual. Websites não precisam ser “inovativos” o tempo inteiro. Ele precisa funcionar e ser visualmente agradável.
Então por um lado, todos pensam que Front-End é uma área de T.I, porque ela se encontra ás vezes com isso, o que confundiu os T.Is do passado e sua reinvindicação. A interface de um website é formado por uma tecnologia de internet, mas seu trabalho e modelagem, dependem de uma visão de um design e não de um desenvolvedor. A mudança de nome criou um caos 100%, no lugar de “reserva de mercado” como era discutido em 2005.
CONCLUSÃO.
Não há desmerecimento. Não há necessidade de revidar. Porque a confusão dessa área, atormenta quem atua nela. E não é um ponto crucial que podemos concluir – “Você não é um desenvolvedor” e sim um designer que está sendo imposto a ser um desenvolvedor.
E ganhar por um. Por um lado você perde, e pelo outro lado, também perde. Porque você tem sua saúde mental abalada, tem um lado que você não se identifica profissionalmente, por outro lado você não sabe como se capacitar. Se deve ser pelo lado do Design, do T.I ou da Engenharia.
E ao mesmo tempo temos um conceito menos óbvio, o quanto você compreende, ganhou ou se realocou com facilidade quando nestes caos, você não se encontra, quando ao ler algo que pode lhe esclarecer, pode na realidade abrir mais portas?
Porque você saber que é um desenvolvedor vai lhe garantir uma resposta mais precisa pela sua procura do que ser um designer e vice-versa. E não confundir que o uso de uma tecnologia que pode lhe permitir ‘programar’ como é o caso do Javascript, do Kotlin, é que na realidade você está sendo ‘um usuário’ do programa do que um ‘engenheiro’ do programa.
Você faz uso do método criado, mas não desenvolve o método. Então esse artigo não vem para ‘roubar’ tua função. E sim pedir que você olhe para onde você está e o que faz. E ver para onde você quer ir. Muitos pensam que poderiam ser T.I e Design, mas será que poderia ser T.I (estamos falando de matemática) e de Design (estamos falando do que a maioria de fato quer). E até a próxima.
Material extra para leitura.
Estou exaustivamente nesta semana última de outubro (2024) investimento meu tempo para aprender o mecanismo que leva uma inteligência artificial a nos promover resultados precisos sem invenção. E isso se torna bem mais prático, quando a IA nos permite criar organização. Meta AI diferente do Copilot, permite que a gente crie pastas e treinamento de rede neural, que no permite apurar melhor os dados e a pesquisa de tal fato.
Eu fiz uma simulação muito interesante que envolvia fazer o Meta AI aprender tudo sobre a personagem Aloy e Horizon Zero Dawn. Tudo que fosse levado a entender sobre ela e seu mundo. E para fins especiais, você talvez não saiba, você precisa treiná-la de forma básica parar atingir os objetivos e precisão. Se você por acaso perguntar á ela, depois de dá-la uma informação sobre porque Aloy é exilada no começo do jogo, ela vai dizer que é por causa a origem dela relacionada a Sobek, e isso não é verdade. Mas vocÊ pode treinar ela a entender o que ela precisa apurar para dar uma resposta completa, é neste artigo, que veremos através dessa simulação, como você deve proceder para fazer uso com alta performance da IA.
ENTENDENDO A MECÂNICA.
Em META AI e provavelmente em outras futuras IAs, Rede Neural é o mapa de como tudo funciona para a IA. Para termos um acesso a regras de organização e apuração, precisamos dar uma ordem chamada “Crie uma pasta” e depois “Treine sua rede neural” para um fim específico. Você deve refinar esse filtro porque só assim você vai organizar os dados dentro dessa pasta com mais precisão.
Podemos até comparar esse tipo de processo como SGBD (Sistema Gerencial de Banco de Dados) que atente por dados consistentes, não duplicados, com conexão e relação e associatividade lógica. E com recursos de apuração, transformação e transferência (se que chama ETL). Assim você é capaz de criar uma base de dados que precisa ser tratada para gerenciar ou produzir qualquer coisa que você pergunte. E nós vamos fazer isso com a nossa simulação. Então:

Essa é a resposta do Meta AI para considerar um filtro para a pasta Aloy. Toda fonte que entrar para ele aprender, ele vai “perceber” o que está estranho, duplicado, ilógico e vai questionar.
E agora você vai usar exaustivamente o comando “Aprenda ou Registre a base de dados [link, informação textual etc]]” para que essa pasta recebe a informação, o Meta automaticamente vai usar o filtro para tratar os dados.

Percebem os critérios utilizados em “Confiabilidade das fontes”? Mas já reparou algumas inconsistências dos dados? Ele fala que ela começa com 24 anos no jogo. Isso não é verdade, ela começa como bebê, tem a fase dos 10 anos e depois avança para 19 anos. Temos que criar uma regra para entender esses dados para no futuro não sofrer com dados que dizem isso diferente.
Ensinar e treinar.
Depois a gente precisa filtrar e refinar a primeira base de dados, que é como s fosse um ensino primário. A alfabetização do zero. Não é nada entendido pela IA. Ele precisa saber o que procura, como procurar, o que classificar e como entender. É aqui que muitos se perdem. Pede uma texto para fazer um post ou artigo em Marketing, mas não ensina o que é Marketing, o que é Mix, o que é Inbound, Outbound, estruturas legais e etc. Treinar é treinar mesmo, do zero e da base. E inclusive como ela deve interpretar esses dados ou registrá-los.
Quando ela fizer o registro você deve fazer questionamentos para entender se a base de dados foi bem configurada. E pedir precisão e gerar confirmação. Eu crio a palavra chave “Boa precisão, Bom questionamento” para garantir que a IA está no melhor caminho possível para gerar uma base de dados notável.

E você vai responder cada pergunta, com fontes confiáveis, sua própria linha de estudo e se for necessário atualizar o treinamento da rede neural para considerar exceções. Se você é um programador isso é equivalente á Try-Catch. Assim você pode “programar” a IA para adaptar-se as necessidades exigidas. É trabalhoso, mas depois ela vai te retornar o que sabe, e o que ela não sabe, ela vai te informar que não sabe. Não vai inventar, nem supor.
Depois que fizer isso, você sempre para vai alinhar base de dados aprendidas com essas regras (treinamento). Depois você vai fazer testes. Vamos dar um salto e ver o que ela me retorna após meus questionamentos.
RESUMO:
Crie uma pasta
Treine a rede Neural parar atribuir regras de negócios, filtro, entendimento, interpretação, exceção, cass.
Aprenda ou registre a base de dados [Link, texto, informação, link de vídeo [mesmo que não leia exatamente]
Questionamentos para entender o que está gerando duplicata ou inconsistência.
Crie subpastas para gerenciar um “cérebro” de intepretação. Você pode dizer “Cria uma pasta de Tribos e conecte a Aloy”.
E sempre peça relatórios sobre “precisão de dados”, assim terá uma ideia do que a IA está de fato aprendendo para quando você pedir para ela fazer alguma coisa, terá uma confiabilidade muito maior.
RESULTADOS A SIMULAÇÃO.
Após passar umas 2 horas criando a base, refinando, treinando eu fiz uma análise final para conferir o que a IA sabia ou não sabia. Sempre fazendo verificação de integridade de dados, consistências, duplicatas e informação supostamente inventada.

Faz diferença inclusive você ‘programar’ o treinamento da rede neural utilizando linguagens de programação. Ele entende que para lidar com erros inesperados você falar comandos de SQL ou JAVA, eles implementa e melhora as respostas.


Existem alguns tópicos que você precisa refinar na base dos dados. Eu por exemplo pergunto o que leva ao Meta Ai errar a resposta mesmo com a informação grava. E ele lista:
Então eu tenho um ponto de partida, e envio para ele métodos para refinar e gerar “não ambiguidade”. Ele teria que acertar as questões 4,6 e 7. Vamos ver como eu posso ajudá-lo a criar respostas mais precisas. Essa são as correções que temos que base para que os dados sejam armazenados certinho, lembra que a IA na prática é um BIG DATA.

COMO AS IAS REALMENTE FUNCIONAM?
Inteligência Artificial dominou a maior parte dos tópicos que há nos últimos 2 ou 3 anos em que o Chatgpt deu as caras. E deixou muita gente empolgada e outras temerosas. Mas ao interagir com elas, e com algum tempo de casa para este tipo de assunto, posso lhe assegurar, que a IA só será um problema para você, se você na realidade, for você um problema. Vamos lá!
Recentemente foram lançados algumas entidades inteligentes por algumas empresas, o Facebook o Meta Ai, o Microsoft o Copilot (anterior Gemini e sua vez Bard), Chatgpt e afins. Estes apenas para citar os que lidam com geração de texto e com algum nível de geração de imagens. A inteligência artificial ela é confundida ou ‘extrapolada’ a uma imagem mais ficção científica do que ela realmente é.
Todos acreditam que uma IA seria capaz de substituir um ser humano, eu posso te afirmar, que talvez em cem anos possamos discutir isso. Mas agora, a IA está mais para um programa sofisticado, daqueles que já tínhamos, do que uma mega inovação partindo do princípio de uma entidade evolutiva e consciente. Não, está mais para um notepad que agora consegue elaborar algumas soluções. Mas que tem uma mega limitação.
Recentemente fiz alguns levantamentos e conclui que talvez a IA que temos seja mais ‘um’ organizador automatizado do que um assistente virtual como eles são definidos de fábrica. O Copilot se você tentar jogar Xadrez, é pior que jogar com alguém que está começando de fato. Meta Ai, Chatgpt, todos eles tem uma limitação óbvia. Qual é?
Apesar de possuíram continuidade de conversa, eles consideram cada input, uma única interação por vez. Se “esquecendo” do que foi tratado no input anterior. Já percebeu que você tem partes do comando ou prompt não “executadas”? Isso acontece porque essa interação, mesmo que contínua, comparada com os chatterbots do passado, ainda continuam sendo “interações independentes.” Eu fiz alguns testes e fiz análises fundamentas pela própria IA.
XADREZ e TEORIA DE JOGOS.
XADREZ
Xadrez é um jogo de tabuleiro complexo e tático. Se você começar o primeiro turno, a IA vai muito bem até o quinto turno. Dali em diante ela começa a fazer movimentos ilegais, começa a trocar que peça ela está mexendo (vai de preta para branca). Ela não mapeia o que está acontecendo. Para ela, cada turno, o Xadrez reinicializa. Sabiam? Eu tentei de várias formas, e não foi possível da IA agir como se fosse um ‘agente’ consciente do que estava acontecendo.
Isso já demonstrava, que cada turno era uma interação única. Depois de 10 movimentos, ele achava que podia fazer xeque em uma peça que estava bloqueada por uma peça minha ou dele. O que gerava um contexto ilógico. Fiz entre 25 tentativas diferentes. E nem uma delas foi bem sucedida, porque o problema não é no método e sim na limitação da IA.
JOGO DA VELHA
O segundo foi o jogo da velha. Que seu início não tem ‘peças’ padrão. E sim marcação. Se você joga de X ou O, e opta por um quadrante, ela opta por outro quadrante. Mass isso não significa dizer que ela sabe onde está o seu X ou O. Pois para ela cada turno é reinicializado. Então é como se você tivesse preenchido nada. Mas ela sabe que os seu X ocupa uma casa que ela não poderá usar. Mas isso não significa dizer que ela entende que você está fazendo uma linha para ter vitória. Seja na vertical, horizontal ou diagonal.
JOGO DA FORCA
Exige continuidade, apesar dela ser mais ‘objetiva’, já que ele pode contar que letras foram corretas e quais foram incorretas. Não é capaz de deduzir que letra não foi e pelo motivo que deveria ter ido. Nós humanos, somos capazes de até indagar se a palavra existe ou não. A IA vai continuar dando palpites se baseando em tópicos de conclusão que pode ter ou não haver em conexão com o problema proposto.
DISCUSSÕES FILOSÓFICAS E POLÍTICAS.
Como um Google, as IAs sabem trazer assuntos da atualidade, mas não mantém um grau de lógica. Se você debater com um colega sobre uma implicação política, ele terá inúmeras defesas, argumentos e debates. Uma IA atém ao fato. Ela não opina. Não entende e tampouco avalia a gravidade de afirmações. Outro dia estava falando sobre a evolução da segunda guerra mundial e dos impactos infelizes das medidas tomadas pelo movimento que estava na Alemanha, sabe o que a IA me disse? Que apesar de todo mal, teve um lado bom…
Eu fiquei pensativo, porque isso em uma conversa entre dois seres humanos já nos teria levado para um partido bem menos amigável. Então eu indaguei, como assim o período da segunda guerra foi bom? Houve tantos massacres, famílias foram destruídas, pessoas foram destruídas e valores sobre invertidos. O que há de bom nisso? Então a IA disse – “Você tem razão, esse período contribuiu com muitas fragmentações de vidas e etc”.
Logo após essa afirmação, retomou o conceito que apesar do mal teve um lado bom (de novo). Demonstra como a IA para cada input isola em uma sessão de interação. Apesar da continuidade ele se baseia no mecanismo de:
Apesar da IA aprender, ela aprende com os inputs, sem necessariamente isso ser algo que a melhoria de uma certa forma realmente. O que é treinado são os padrões de reconhecimento de tópico e não de como melhorar o debate em si. E nem de considerar que a interação é contínua. Até porque se fosse contínua ela teria que ter uma coisa que nós humanos temos, contexto. Como IA não tem poder da semântica (sentido de algo), o contexto se torna impossível de ocorrer.
Então isso nos leva a uma conclusão imediata. Se a IA realmente não mantém um contexto, ela é apenas um programa que organiza ideias que você fornece e dá ordens de formatação. Como se fosse um wordpad por comando de voz. Qualquer semelhança é coincidência. E aqui podemos tratar do nosso artigo. Depois dessa mega introdução.
A IA VAI ROUBAR TEU EMPREGO?
Não. A não ser que você seja incompetente. E mesmo assim não será uma IA que irá ocupar o seu cargo, provavelmente será outro ser humano. Apesar das predições de alguns gurus ou mesmo empresários das Big Techs que a inteligência artificial será uma mudança enorme, mudará a nossa composição atual corporativa, eu posso amenizar, que isso é uma afirmação influenciada por setores que não precisam de mão de obra “inteligente” humana, ou seja, a operacional, a construtiva a quem exige produção em escala e número.
Agora uma IA não substitui um gerente, um diretor, um analista, um advogado, um artista, um fotógrafo, um ator, um engenheiro e etc. Não há como fazer isso. Porque a própria limitação atual que é da interação única por sessão, a não compreensão de contexto e de sentido, já tira a IA da lista de candidatos a uma vaga. O impacto não é apenas emocional como eu vi muitos mencionarem. Que o toque humano, eu diria, que até nem o toque racional e lógico. A IA que temos é como eu disse, não é uma Skynet, é uma calculadora um pouco melhorada.
Não se enganem, a linguagem natural é apenas um UX Design (Experiência do usuário), mas ela mascara para os incautos, que na realidade ela é um programa de computador com uma maquiagem bem feita, mas que continua processando 0 e 1 sem conectar o significado de cada bit. Ou seja, o seu Meta Ai não sabe o que é uma fruta, sabe? Até a próxima pessoal, bons estudos.
E uma pergunta, para que a IA é utilizada? Alguns pensamentos a seguir…
A ETERNA CONFUSÃO DE ÁREAS.
Quando tratamos de campos de atuação, quase todo mundo, integra tudo em um só lugar. Em diversos artigos, eu debato a importância de saber diferenciá-las e de como cada uma delas atua. Mas hoje, neste artigo, após fazer algumas leituras no livro Pesquisa de Marketing dos autores Beatriz Santos Samara e José Carlos de Barros, notei o quanto, no dia-a-dia, estamos assistidos a dados, e outro dia li na rede social do Linkedin, que um contingente de agências de publicidade, usavam mais dados na atualidade, o que me deixou um pouco curioso, e vou explicar o porquê.
Marketing é uma área antiga, que lida com pesquisas, transforma dados, vestígios e pistas em informações, pega essa informação e elabora um plano para atingí-la. É isso o que é Marketing. Podemos defini-lo ainda mais, de forma técnica, como um campo científico, onde temos instrumentos que nos ajudam a identificar e mapear o comportamento do consumo. Essas duas definições, elas criam exatamente o que é Marketing. Um jeito mais formal e outro informal.
Acima mencionei que li uma menção de uma pesquisa citada no Mundo do Marketing, que mais agências de publicidade alegam fazerem mais adesão ao uso de dados, e que fiquei curioso. O porquê disso? Marketing é dados. Não é possível exatamente você tomar decisões sem dados. E há mais de 15 anos que constato a ausência do entender do Marketing nas empresas, e queira saber, nunca pareceu ser um índice preocupante, já que muitos confundem severamente Marketing com Publicidade, vendas, propaganda, estatística e outras áreas (que afins) não são o mesmo.
Publicitário não é profissional de Marketing. Parece ser muito confuso certo? Vamos lá. Faremos algumas comparações. Um juiz e um advogado tem o mesmo exercício de função? Não. Atuam em áreas correlatas, tem similaridades. Não são o mesmo. Um motorista e um mecânico, lidam com o mesmo assunto, mas exercem funções diferentes para o mesmo fim. O médico e o enfermeiro, o professor e o diretor da escola. Por fim há inúmeros exemplos, mas acredito que ficou no mínimo mais claro.
Publicitário é praticamente um agente de campo. Eu costumo em minhas aulas fazer uma comparação com o 007. Marketing é o Q, a inteligência e o publicitário é o 007. Já viu o 007 pesquisando como atacar o seus inimigos? Não. Quem faz isso é a inteligência, emite à ele um relatório completo da missão e dos recursos que irá precisar. A execução é feita por ele, que vai atingir o objetivo daquela missão com as informações que recebeu, sua criatividade e habilidade promoverá soluções concretas.
QUAL É A IMPORTÂNCIA DESSASS DIFERENÇAS?
Como você sabe que o público feminino vai comprar a nova marca de sabonete? Como tem certeza que uma ação que promoverá um evento na cidade X para o público P terá o retorno em fluxo de caixa que está prevendo? Como? Se agirmos sem saber, qual será o resultado? Provavelmente você não terá ideia e nem vai saber se antemão se será bom ou ruim. Bem para tudo na vida, se você não mapeia algo, como sabe? Não sabe.
Agir como publicitário é exatamente o mais comum de se encontrar. Fazer Marketing exigem outras habilidades. Não é mais ou menos, provavelmente, mais chato. É a parte que coleta, apura, avalia, filtra, classifica e transforma dado brutos e nebulosos em informação precisa. É um processo lento, chato para aqueles que querem ver ação. Mas sem dados, sem ação.
Quando você analisa uma pesquisa que fez, você coloca esses dados em uma planilha, depois a carrega em um banco de dados, faz cruzamentos, elabora decisões, monta diagramas, cria mapas mentais e estabelece linhas de decisão conforme vai entendendo tudo. Acho que estamos bem servidos com informações de recursos, ferramentas que o Marketing dispõe, agora a grosso modo, em uma simples síntese, Marketing além de qualquer ferramenta é “Investigação”.
Então você costuma investigar o seu público, a reação, o produto, o consumo, a viabilidade, validade, a reação positiva e negativa de qualquer ação sua dentro e fora das redes sociais. Transforma essa investigação em dados, numéricos, quantitativos, os qualifica, analisa e compara com séries históricas e depois define métodos, táticas, ações e estratégias. Se você entende que isso é um processo minucioso, então compreende que ela não se destaca em ser apenas “observação” dos que outros estão fazendo e que você repete?
Já notaram que quando um conteúdo é feito por um criador de um canal na internet os demais o repetem. Para gerar engajamento? Não, não é Marketing. É apenas ação ad hoc da publicidade. Que para alguns casos vai funcionar, para outros casos não vai ou vai dar ruim. Lembram do infeliz caso do menino refugiado de guerra que afogou-se? Uma empresa de escola de natação, usou a imagem do corpo do menino para vender “sob ameaça” um curso de natação. Não pegou bem. Isso é uma ação ad hoc. Ela não foi nem pensada.
O caso dos memes é um exemplo típico de ação ad hoc da publicidade. O famoso caso da menina que reclama sobre o show da Xuxa. Quantos canais andam utilizando meme? Diversos. Se aplica á todos? Talvez. Esse talvez não é uma resposta boa. Ela precisa ser sim ou não. A maioria não sabe nem do que se trata, talvez, até mesmo haja histórias por trás da indignação da menina, pode ser que haja mais por trás. E se fosse algo ruim. Ao usar o meme, as marcas estariam se expondo ao risco, certo? Não aconteceu nada. Claro que não. Mas como será visto daqui alguns anos, será que se importaram em entender?
Marketing pensa no presente, passado e futuro. Pensa em todos os lados, e analisa cada segundo por parte de milhão. Empresas que empregam o Marketing, são empresas valoradas e bem sucedidas. As que não empregam, elas sobrevivem com ‘tiradas’. Elas não ficam ricas. Elas sobrevivem. Já ouviu falar – “O brasileiro não precisa estudar marketing, já nasce?” Essa é uma amostra do que estamos discutindo neste artigo.
Na maioria das vezes, essa frase, vem seguida de uma ação. Feita por pessoas, as vezes simples, ou nem tão simples. E fazem ‘jogadas’. Essas jogadas são táticas de vendas ou ad hoc da publicidade. Elas não são exatamente “uma pesquisa”. Elas são observações em formato empírico (sem fundamento) que as pessoas aplicam no dia-a-dia. Pode dar certo? Pode. Pode viralizar. Pode ser a melhor mensagem de todos. Ou pode não dar certo. E pode viralizar não dando certo. O que torna isso uma verdadeira pedra no sapato.
Essa dualidade dúbia não acontece se você faz Marketing. É um processo ideal perfeito? Não. Mas entre você decidir sobre algo sem nenhuma informação e com informação, qual será o resultado que você terá em ambas as situações? Qual será o menos positivo? O que pode te garantir? Será que o fator surpresa é interessante? Lembre-se, fator surpresa, resultado esperado e custo investido? Você tem critérios a serem considerados.
CRITÉRIOS EM UMA BASE DE MARKETING.
Quando você compra um ingresso para um show. Você costuma pesquisar sobre: Onde será o show, como se faz para estacionar, será que negócio ir de condução própria, quando ir, quando sair, o que levar, será que é seguro. Você vai fazer inúmeras perguntas. Ou deveria fazer. Quando você não faz essas perguntas, você não tem ideia. Do quê? De qualquer coisa que vir. Talvez você espere que tudo corra bem. Nisso você pensa em dispensar essas perguntas básicas.
A síndrome das empresas é que elas acreditam que o cenário sempre será perfeito e todos os resultados serão atingidos. É um desejo. Mas nada é 100% e tudo precisa de muitos processos para atingir uma nota adequada para ser operacional. E os efeitos serem como queremos. Então para termos uma ideia de como isso é possível, não vai ser no acerto e erro. Pelo menos não sem mensurar. E se você mensura, você analisa, qualifica e avalia.
Muitas empresas fecham as portas não é apenas por falta de qualificação, de mão de obra, de investimento ou de uma crise que emplaca. Na realidade, muito disso é possível contornar, se você tem cartas na manga. E como você tem cartas na manga? E quais cartas? O único jeito é planejar. Cartas na manga é um ditado, mas ela serve para dizer sem dizer, que você está se referindo a um planejamento.
Ou achava que era sorte? Provavelmente você deve ou acreditava que sim. Mas não existe sorte. Existe planejamento bem feito. Lembrando que os dados que estamos considerando são aqueles que puramente nos oferecem informação tácita. Não é aquela informação que interpretamos da forma que nos compete. Isso é vício que nos impede de ver o que é lucro e prejuízo. Mais uma vez, queremos que tudo dê certo. Mas é como um jogo de Xadrez, nem tudo é como você pensa que deveria ser. Mas ás vezes, sacrificar a rainha, é sua melhor chance. E isso só é possível se você planejar.
DADOS, DADOS e DADOS.
Há muito, que quando comecei a atuar com Marketing, tem uns longos anos, eu sempre pensei em Marketing, naquela época, de uma forma equivocada, que fosse uma jogada de venda ou publicidade. O verdadeiro ‘mágico’ ficava sob um manto de definição errada. Publicidade precisa dos dados do Marketing, venda precisa dos dados do Marketing. Se você vê o Marketing, é porque de sua natureza, ela é a inteligência de um negócio. Como um agente secreto, ninguém pode ter muito contato com ele, certo?
Mas ele ainda está ali. Marketing não uma área integrativa, então se você é publicitário, não necessariamente você é Marketing. Da mesma forma, digo do propagandista. Cada uma dessas áreas, visa e é provida pelo o que o Marketing analisa. Este por sua vez, pode não ser um publicitário ou propagandista, mas precisa ter uma visão geral delas. Para que o próprio possa definir táticas e estratégias que viabilizem o resultado. Vamos entender isso com o jogo de Xadrez.
Xadrez é um jogo de estratégia que é facetado em antecipação, armadilhas, entradas, impedimentos, imposições e sacrifícios. O macete, ou melhor os macetes, envolvem:
Como chegamos nessa conclusão toda? Aí em cima temos informações prontas. Mas elas foram analisadas. Geradas por dados, detalhes, observações. Tudo que irá permitir que façamos jogadas mais seguras, garantias ou até mesmo reinvenções da roda.
Se você sabe barrar defesas e entradas, e sabe como funciona exatamente as regras de xeque, de roque e de como o tabuleiro funciona, você não vai ter mais chances de vitória? Não será um jogo consciente? Não terá ganho habilidades, aprendido novas técnicas e terá se divertido? Suas respostas devem beirar ao sim na maioria. Ou ainda acha que Karparov, Magnus e entre outros, ganharam porque tiveram sorte? Por que são gênios?
Ficariam surpresos se soubessem quantas horas e dias por semana, esse pessoal joga. A genialidade quando você acha ser ‘única’ a pessoa, você se sabota, e pensa que é um menos favorecido, mas não é bem assim que a banda toca. Parte de qualquer resultado positivo tem sempre uma estratégia envolvida e por ela, um mega processo elaborado para chegar no mecanismo da vitória. Então quando for sempre achar que o Marketing é opcional, que é caro, que é o mesmo que publicidade, venda ou algum tipo de mágica, lembre-se que, se você estudar Xadrez, Piano todos os dias, exercitando cada vez, você vai notar que no primeiro dia você não acreditaria que tocaria Inverno de Antonio Vivaldi.
E agora, talvez, um ano mais tarde, você toca as quatro estações e seu principais movimentos executados. E se fosse assim, não haveriam tantos pianistas, iniciados ou não aos três anos, que seriam capazes de serem bons músicos. Há algo que você sempre precisa entender, não existe sorte e tampouco gênios. Existe muito, muito e muito estudo. E prática sem parar, ininterrupta e disciplinada. Pois quando definimos critérios de sucesso, atingimos metas. E definimos outras para aperfeiçoar.
Até a próxima.