Não fique lendo livros inteiros (que é bom também) para entender o universo de The Last of Us e do que se trata toda aquela confusão. Em menos de 5 minutos, aprendemos bastante sobre o fungo zumbi que é o antagonista de um mundo devastado.
Tudo sobre Lost Records
Confiram no Canal da Junca Games o que esperar desse jogo que foi criado pelo mesmo estúdio de Life is Strange.
Junca Games é uma marca do Mundo Pauta.
Magic the Gathering (73) – Magic vs Yu-Gi-Oh
Magic the Gatheing foi (e ainda é) o meu primeiro cardgames (2019) e que até hoje faço deck builde, estudo de meta, arquétipos e vez e outra vejo as cartas que tenho em maior número entre as 5 cores, o azul. Mas recentemente comecei a explorar outros cardgames, e por uma motivação de mercado. Após a decisão da WOT de não mais produzir cartas em português, isso vai impedir novos entrantes no magic Físico (que é o meu preferido), claro que tem o Magic Arena, mas não é a mesma coisa.
Yu-Gi-Oh é antes de tudo um mangá que por sua originou o anime que por sua vez originou o cardgames. Inicialmente o mangá tinha quase ou pouca característica pelo que temos hoje em questão de lore, personagem e cartas. Os animes são praticamente um duelo do cardgames pelo período de tempo que ele tiver, seja em episódio ou em filme (1-2 horas). Comecei a procurar por outros que tivessem público em lojas e físico. Claro que Yu-gi-oh tem versões digitais (Duel Monster, Dual Links).
As regras não são as mesmas do Magic, mas digamos que é quase idêntico (risos). Tem formato de jogo, regras de baralho, side decks, cemitério, banimento, área de cartas conjuradas e soluções com a pilha (a questão é que nem todas as cartas passam pela pilha como no Magic) e não existe terrreno. Em Magic você tem uma carta (terreno) que invoca outra carta (mágica, criatura ee etc). E isso impôe um conceito de complexidade enorme, obrigando a gente a criar decks onde todas as cartas são boas.
Em Yu-Gi-Oh não existe esses terrenos, de todo o resto as regras são iguais (Fases de um turrno, só muda o nome), tipos de cartas (só muda o nome), a diferença é que o side deck é funcional junto com as cartas do deck principal na partida, no Magic você substituiu as cartas do side deck pelo que estão no deck principal a sua escolha. Outro ponto é que você tem mais energia (4.000 ou 8.000 pv), em compensação os monstros tem danos de 1.500 e tal. Mas a estrutura da carta é igual, com exceção e não tem CMC (Custo de Mana).
É normal você ter uma espécie de mana verde BUFFANDO criatura e colocando artefato sem parar no turno, não é exagero. Muitas vezes você vai ver jogador no turno dele quase puxando tudo do deck. Sem falar que é possível e permitido fazer decks de 40 cartas (que nem o Draft, mas sem terrenos). Muitos jogadores reclamam que o jogo é trivial por conta disso, que falta criatividade). Posso lhe afirmar que como jogado de Magic há 6 anos, Yu-Gi-Oh tem tanta possibilidade, que eu acho que é preciso que esses jogadoers venham jogar Magic…digo que em 2 passos eles desistem do Magic e voltam para o Yu-gi-oh.
Eu jogo de Control no Yu-gi-oh, não é esse nome por lá. Mas é o do tipo que anula tudo do adversário. Então no final é quase como um aperfeiçoamento do Magic sem terreno. Não fica fácil não, tem regras do jogo que beiram a complexidade do Magic para lhe permitir impedir do outro ser ‘trivial’ com você. Está mais para Pôquer eu devo admitir. Mas nem por isso, Pôquêr é fácil.
Muito em breve vou abrir um diretório sobre Yu-Gi-Oh para fazer como eu fiz aqui com o MTG. Mas não vou abandonar, vai vir aqui novidades sobree cartas azuis. Mas com um trânsito muito menos intenso que foi nos primeiros anos.
Pílula de Marketing (115) – Uma geração que não sabe comentar e pesquisar – Calma, é importante ler esse artigo!
CALMA, VAMOS LÁ QUE ISSO É IMPORTANTE.
Com certeza que esse é um daqueles títulos chamativos, click bait e criticadores de sociedade, geração. Em parte você está certo se entendeu isso. Porque como ele não é um click bait, não é um título apenas chamativo para ‘atrair’ atenção. Como está destacado, sim estou falando de uma leniência um pouco mais que séria que atenta a atualidade, e apesar do uso de ‘geração’ não faço menção a geração específica mais nova, e sim como agrupamento da época, nossa humanidade.
Um pouco séria porque ‘comentar e pesquisar’ pode não parecer ser muita coisa. Grande coisa. Mas comentar se tornou um artigo de luxo. Poucos entendem até o que escreveram. Sim, pode parecer bobo ou até depreciativo. Mas ao tempo que se passa e as inúmeras manifestações que presenciei na internet, em específico, demonstra que os interlocutores e receptores, quando esses trocam de papel ao longo do debate, não compreendem o que eles mesmo falam, e quando assim, não entendem o que a reação responde.
Li que o QI reduziu dos tempos para cá? Talvez todos tenham lido algo a respeito. De uma maneira geral e acessível, talvez não tão corretíssima de falar, Q.I é como se a gente compreender como a inteligência de uma maneira geral opera. Se ela tem mais facilidade, se processa melhor e como ‘filtra’ o conhecimento. E nisso entra também o fator analfabetismo. Não quero colocar aqui ‘analfabetismo funcional’, porque isso mascara o problema. Não existe funcionalismo em algo que se perpetua ineficiência. Ou é ou não é.
Em 2007, quando entrei em redes sociais, o extinto Orkut, já se notava que os discursos meio que era bem meia boca. O máximo que havia era textões, quase sem nenhum nexo com algum nível de compreensão do que se tratava em geral. Quando as redes sociais foram invadidas pelas ‘empresas’. Esse discurso ficou em segundo plano e tomou a vitrine e o comércio como o conhecemos. Mas continua lá aquele velho debate sem sentido.
Atualmente, eu noto, muito que sem dificuldade que há um índice bem mais nítido de analfabetismo. E não digo apenas da educação básica, saber ler e escrever. Qualquer tipo do gênero. A ignorância, diga-se uma palavra por muitos usados como ofensa para significar “involução” é parte de qualquer pessoa que desconhece. Por exemplo, eu sou ignorante aos conceitos de astronomia física. Quer dizer não sei.
Existe uma leve diferença entre ignorância e incapacidade. A primeira é uma escolha, a segunda é um impedimento. Ainda que escolher não estudar vá gerar impedimentos futuro, você ainda pode resolver o problema com alguma facilidade que a incapacidade imposta não lhe permite. Logo temos uma solução.
ALGUNS DADOS.
9,3 milhões de brasileiros são analfabetos e com mais de 40 anos. Cerca de 46% da população não possui escolaridade básica. (Fonte: IBGE, 2024)
5,4% afirmam não conseguirem escrever um bilhete simples.
Não vou representar as regionalidades aqui para evitar ‘comparativos’ aversos que nada irão contribuir para o propósito do artigo.

(Fonte: Pnad Educação )
A idade de produção é mais ou menos 25-59 anos. Notem que é exatamente as idades que mais concentram a população mais analfabeta. Podemos até não admitir, mas se há um debate sobre as pessoas que optam por não fazer faculdade, quem dirá que estamos ainda falando dos casos de ‘desistência’ por opção ou não de candidatos nas linhas básicas da escolaridade.
Lembrando que essas idades correspondem a uma época em sua maioria, já com acesso a tecnologia, internet, programas sociais, programas de inclusão escolar e resgate de desistências por escolaridade. Não estamos apenas falando de quem desiste, mas quem se forma na escola, mas não atinge os padrões estabelecidos para ser considerado alfabetizado.
E há uma distinção, já que de uma forma geral classificamos, analfabetismo funcional (a pessoa terminou os estudos, mas não atingiu a cota de saber ler e escrever) e a pessoa não passou ou desistiu do banco escolar é denominado analfabetismo absoluto ou apenas analfabeto(a).
PREOCUPAÇÃO e POR QUE ISSO É IMPORTANTE PARA O MARKETING?
Eu falo sobre muitos assuntos conectados ao Marketing. E quando falamos disso, falamos de comunicação externa e interna. Do que adianta vender latas em pó para China, se você não fala chinês? Não importa se o produto é incrível, se é barato ou super fácil de usar. Se você não sabe falar chinês, vai adiantar? As qualidades vão continuar existindo. Mas tem outro pormenor, falar um idioma não significa falar ‘culturalmente’.
Será que os chineses vão comprar a lata em pó? Mesmo que entendam o que você está falando? Quando falo que analfabetismo costuma descaracterizar, muitos podem acreditar que estou falando apenas de não saber compreender o que se diz. Uma pessoa não entende a própria cultura não pode não saber falar o idioma. Mas por não compreender as várias facetas. O Brasil não é apenas sudeste, nem sul, tampouco nordeste. Se você só fala “carioca” não entende os demais estados, culturalmente, você não compreende o Brasil.
Indistinto será sua forma de compreender o que é Brasil, ser brasileiro(a) ou entender a própria história. Estamos puxando mais corda aqui. Estamos indo do idioma para cultura e agora para historia. Imagine que você pode compreender ainda mais a fundo que há vários Brasis no próprio país. Há diferentes influências, que tornam estados, munícipios, bairros e regionalidades á parte. Já ouvimos falar que se não conhecermos os bairros não teremos passado naquele estado, o suficiente para aprendê-lo?
A língua é parte essencial para não só entendermos o básicos, mas para fazermos parte de um contexto maior. Ou talvez não sermos feitos de bobo em um balaio do cotidiano. Há quem diga que ler mil livros faria diferença. Um passeio pelos recantos do interior brasileiro supera mil livros. Por falar em livros, eu acompanhou essa onda de leitura mensal e anual por livro, e noto que há uma discrepância pelo se que aprende ao que se aplica.
Redução de 6,7 milhões de leitores nos últimos 4 anos, 53% não leram nada nos meses anteriores ao resultado da pesquisa acima. É apurado que 11 e 13 anos é a idade que mais lê. A motivação se dá por:
Gostar der ler (24%)
Distração (15%)
Atualização Cultural (15%)
(Fonte: Retratos da leitura, 2024)
Quis pontuar aqui essa pesquisa porque temos que considerar fatores. A idade que mais lê, é que tem mais tempo de folga e que não está em fase de produção. A maioria precisa se atentar a regras de negócios. Acredito que a leitura é mais eficiente. Se vocês pensarem em quantos livros eu leio por ano, vão pensar se não é melhor seguir um outro autor de artigos. Mas 80% das minhas produções vem do dia-a-dia.
Aliados com algum estudo que preciso fazer de forma teórica, entra a porcentagem literária. Vejam que quem gostar de ler pontua 24%. A questão é, gosta de ler por ler? Ou procura algum resultado? Que tipo de leitura? Técnica ou romance? Faz diferença essas escolhas. Mais embaixo temos que 15% faz uma leitura para atualização cultural, eu veria esses índices melhores que os 24%. Eles estão procurando por entendimento cultural, quando que os 24% podem ser os famosos “hobbies”.
Não que Hobby não faça justiça. Mas até que para cadeia industrial isso faça sentido e se no dia-a-dia isso também promove uma evolução, temo que aqueles 54% da população que é analfabeta e os 53% que dizem não ler nada, estejam de alguma forma, sim, ligados aos 24%. Aliás a pesquisa, até onde li, não detalha se a pessoa lê por completo ou lê parcialmente, ou lê rótulo ou precisamente completa alguma obra. Ou se completa, estaríamos falando de literatura técnica ou romance.
E para o Marketing isso significa o mesmo que vender lata em pó para Chineses. Do que adianta vender para um público que não entende o que você está falando. O mesmo vale para essa população acometida. Você pode pensar que está sendo claro, conciso e direto, e a pessoa do lado de lá pode não estar entendendo nada com nada ou ainda, entendendo que é uma ofensa. Não sendo uma ofensa.
Então a comunicação deveria ser mais…simples. Não inventa moda. Quanto menos decorativos e mais diretos for, melhor será compreendida. Tanto pelo público alfabetizado, como pelo público não alfabetizado. A questão é bem clara quando falamos de comunicação assertiva. A comunicação utilizada faz uso do Neuromarketing dentro e fora do conceito. Neuromarketing lida com assuntos um pouco sofisticados. Mas ela deve ser simples para fora.
A publicidade atual peca por ‘exageros’ e quando opta pelo minimalismo costuma ‘cortar’ qualidades. Minimalismo não é o mesmo que redução. Acho que isso não é muito claro para maioria dos publicitário e designers. Redução é cortar, enxugar. Você não usa o minimalismo com o conceito de redução e sim de clean design. Seu objetivo é sofisticar o ambiente, funcionalidade, produto para um melhor uso e manutenção. É isso.
Escrevi um artigo sobre minimalismo que pode lhe ajudar – clique aqui. Sabe que esse tipo de comunicação já existia? Pois bem, nossa referência são os anos 50-60. Não é para “enfeitar” demais. A comunicação hoje trumbica mais que comunica. E para quem entende fica dois víeis de interpretação, imagina para quem tem dificuldade de alguma forma? Então pare de optar por CTAS que falem depois de bíblias de convencimento (famosos em cursos de internet). Vá direto para o CTO.
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Pílula de Marketing (114) – Filmagem: O corte da cabeça caótica
Fazer vídeos hoje se tornou importante e essencial para vender ideias. Não apenas produtos, mas qualquer informação que queremos transmitir. Nesta pílula de hoje, vou falar sobre uma técnica “amadora” e uma técnica profissional para corrigir, que vemos muitas vezes na internet e que nos garantirá uma boa performance em vídeos (tanto online ao vivo como gravados e editados). Vamos lá?
Nota: Embora esse artigo seja de fato informativo, e não uma versão “semi trial” do que você pode realmente aprender sobre filmagem. Ela faz parte do módulo de Markeitng de Vídeo que existe em meu curso, ele é definido para advogado, mas esse módulo ele pode ser feito para qualquer público, já que não é um direcionamento fixo ao advogado.
Vídeos são o conteúdo de nossa época. Portanto saber fazer vídeos se tornou um diferencial. Esse diferencial também vai se tornando algum comum de ter que se encontrar por aí. Ou seja, saber técnicas de filmagem, composição, narrativa, iluminação, som e finalização, vai acabar se tornando o padrão.
Técnicas de filmagem envolvem o uso de diversos artifícios que vão nos ajudar a comunicar uma informação. O vídeo é uma mensagem, e ela precisa ser objetiva e clara. Tudo que é subjetivo é confortável em nossa cabeça, mas deveras ‘caótico’ quando a expômos. Imagina. Então vamos a filmagem do tipo: O corte da cabeça caótica
Qualquer vídeo na internet que você vir, e o cameraman ( o responsável pela filmagem ), a mania incessante de fazer o movimento da câmera para enquadrar dois objetos em cena (em ângulos diferentes). Isso funciona em alguns casos, mas não funciona quando queremos ‘informar’ ou ‘introduzir’ novas ideias a quem nos assiste. Vi recentemente um vídeo de “pegadinha”, vou colocar abaixo, vocês vão entender, porque essa técnica amadora já ocorre nos primeiros segundos.
Note que o cameraman ora fixa no Pikachu e outra fixa em um grupo de pessoas, depois foca em uma área neutra (que não foca em um objeto específico ) e depois faz esse movimento de forma frequente. Como não sabemos quem são esses envolvidos, não temos uma ideia, o que estão inicialmente tramando. Você só supôe, porque o título se refere a prank (pegadinha).
Quando você não foca em um objeto de cena específico, e quando a gente fala objeto de cena não é apenas um “carro, uma caixa”, objeto é referenciado a palavra objetivo. Objetivo de cena. Qual é o objetivo da cena? O que a cena quer passar? Por quê focar em dois objetos diferentes, indo e voltando, nos transmite? Caos. Não nos transmite. A gente não entende que são essas pessoas.
A técnica aplicada é focar em um objeto até que saibamos o que ele nos representa. Vamos ver um outro exemplo de como câmera fixada em um objeto nos oferece comunicação clara.
Esse próximo vídeo é um “tour”, ele nos permite entender onde estamos e ler informações, ainda é uma tomada “geral”, não aquelas áreas, mas é um apanhado geral de um assunto não tão específico.
Nós temos a impressão que precisamos criar “movimento” de câmera para passar dinamismo. Na realidade essa fase ocorre em tempo de gravação, mas você fica focado, quem cria a dinâmica não é você e sim a cena. E na outra fase é na edição para criar composição. Veja bem, não é edição de correção, você não edita para corrigir, você edita para compôr. A composição é uma finalização do vídeo, uma construção de narrativa.
Esse outro caso é um anúncio, perceba que eles focam nos objetivos para a gente ter uma ideia do que se trata. Capturando reações das pessoas. Mas não uma tomada geral, e sim específica.
Compreenda que as cenas de ação não são “cortadas” durantee a filmagem. Elas realizam uma composição na edição, para garantir que você tenha a ilusão que o carro está em alta velocidade (quando em muitos casos está), mas sem recorrer aos erros típicos de um carro em alta velocidade que não consegue se segurar nas curvas, essa curva em tempo real, provaveelmente vai ocasionar um drift para fora da estrada, mas então eles fazem tomadas.
A primeira, tomada geral, a segunda, tomada em close up (geralmente da lateral do veículo), depois outra tomada geral para verificar uma segunda ‘curva’, tomada em close up e finalmente uma finalização geral, ou lateral ou o lado que mais se quer mostrar. E normalmente essa fase não é feita de uma vez. Essa sensação de “dinâmico” é o que se quer fazer no primeiro vídeo, mas este o fazem de uma forma “caótica” e fica confuso. Você quer entender, mas não entende.
No segundo caso, temos mais tempos para observar o objetivo. No segundo caso temos uma cena mais complexa. Mostra quem vai ser o alvo da campanha, foca na tv para mostrar o que a pessoa vai olhar, mostra o diretor fazer uma execução de comando, tudo para nos fazer entender, que tudo aquilo é uma montagem, é combinado. Imagina se a câmera não foca nestes detalhes, você só grava a moça sentada. Vai ficar claro? Não.
Veja que neste anúncio ele foca na versatilidade do carro, nas curvas, no movimento “aerodinâmico”, fazendo uma comparação com uma avião, só que na estrada. Focando no carro, parado, lateral, fazendo uma colocação de sofisticação – como? Veja que eles enquadram o carro e depois fazem o movimento de volta para o homem.
É uma identificação de perfil. Sua informação interna diz – “Quero esse carro para ser como ele.” O ângulo da câmera e o foco dela, definem isso sem precisar falar nada. Embora no anúncio há uma narrativa audível.

