Pílula de Marketing (83) – O que o Marketing tem de similaridade com Ciência de Dados?

Não há uma pegadinha neste título, mas uma ligeira e completa informação do que um cientista de dados e Marketing fazem de semelhante. Conferindo a você, leitor(a), mais um esclarecimento do que ambas as áreas fazem e porque naturalmente, possuem nomes distintos (veremos porque afirmei isso). Vamos lá? E antes uma PROPAGANDA.

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CIÊNCIA DE DADOS E MARKETING.

Se é meu aluno ou leitor de minhas publicações, deve ter notado uma visível insistência de trazer conteúdos que demonstrem o papel e os objetivos do Marketing. Faço isso porque vejo habitualmente um desconhecimento próximo dos 100% do que é Marketing. E também noto uma busca incessante por métodos e truques de internet para alavancar as vendas, que dá certo por um tempo, e depois para de funcionar e a pergunta é – “Por quê?”.

Marketing não é complicado de entender. Mas é muito confundido com qualquer coisa, menos o que ele é. Que é venda, que é publicidade, que é propaganda, que é uma iguaria de luxo, que é caro, que é para fazer falcatruas e outros nomes generosos e não tão generosos. E tudo o que se fala dele é tão ‘desconstrutivo’ ou ‘depreciativo’ que isso não me incomoda como profissional, só me deixa preocupado pelo fato de:

  • Associar ao Marketing a um conceito que se eleva as empresas de alto risco, em crises ou em situações que envolvam muito investimento para campanhas que tem o objetivo de aumentar o Market share bem acima dos dois dígitos.

Marketing é presente no dia-a-dia. Para se ter uma ideia bem básica, sem ele, você não faz o negócio existir. O plano de negócio por exemplo não tem ‘viabilidade’ sem o plano de Marketing que identifica que produto e público terão sua vez em seu empreendimento. Percebe? Você não faz o plano de negócio antes do Marketing.

Estruturalmente os planos tem alguma cadência e tempo, mas não são etapa 1 e 2. Nisso consiste muito menos compreensão do quanto é importante o conhecimento sobre os campos de atuação. Como o controle financeiro, o setor administrativo, o campo de marketing, publicitário, comercial e assim por diante. Muitos PN (Plano de Negócios) nem são feitos e os que são feitos, muitas vezes, são mal feitos.

Marketing é banalizado. Um campo da moda. Algo que os jovens da geração atual inventaram. Se você pensar nele assim. Então nasceu uns nomes estranhos por aí. Algo chamado Grownth Hacking, Branding e Ciência de Dados, que tem um outro campo chamado também e diferenciado como Analista de Dados. Muito embora sejam diferentes em atuação, o cientista e analista não irão dividir esse trabalho em duas pessoas, em especial no Brasil, onde você tem uma integração de área em uma pessoa.

Normalmente o responsável por Marketing é também: O designer, publicitário, propagandista e relações públicas. São áreas diferentes, mas são executadas por uma pessoa na maioria das vezes. Até porque, elas são interconectadas. Então faz algum sentido. Tem haver, pelo menos no Brasil, de corte de custo e não que isso faça parte de uma estratégia inteligente. Ao longo do tempo, se você não se atualiza, vai pensar que Marketing, Publicidade, Propaganda e Design são a mesma coisa. Que só são nomes bonitos para colocar na plaquinha da porta.

Ciência de dados (que vamos incluir o analista de dados) lida com…dados. Dados são…informações. Informação é um contexto comercializável. Vou falar assim desta forma meio esquisita. Um contexto comercializável. Dados são o bem mais precioso de uma empresa. Todos temos dados. Dados cadastrais, dados pessoais, profissionais, transacionais. Dados são tudo que temos. A informação. E toda informação empodera. Você tem vantagens. Tem qualidades e posicionamentos. Que tem informação sobre uma oportunidade, gera insumos para criar vantagens estratégicas.

Logo, quem tem informação, tem poder.

Sabe o que o Marketing faz? Ele é um campo científico (ciência) que lida com informações (dados) sobre o comportamento de consumo (psicologia). O provedor do Marketing é o dado, o que ela faz é analisa-lo para obter informações que os tornem proveitosas ou oportunas, queiramos assim dizer. E o cientista de dados faz exatamente o mesmo. Pelo mesmo motivo. Aliás não apenas usando uma abordagem de análise de comportamento, o agente da contabilidade faz uso da matemática para analisar os dados para achar soluções de manter ou aumentar o lucro.

Naturalmente que analisar esses dados irá revelar um comportamento de consumo. Se você for outro profissional analisando esses dados dentro de uma empresa, o conceito será sempre de um contexto comercializável. Procurando, analisando dados para obter alguma informação que o faça vender mais. Logo a ciência de dados não devemos olhar para uma perspectiva isolada, sendo uma área como um campo de atuação ‘específico’. Ou seja, não é um campo, e sim uma ferramenta.

MARKETING ANALISA DADOS?

Sim. E da mesma maneira que um cientista de dados o faz. Coleta, analisa, classifica, avalia, cruza e abstrai. Marketing não vende, ele descobre como vender. Ao descobrir, ele passa essa informação para as equipes. Logo um dado refinado. Que antes foi analisado. Sabe como eu faço o meu trabalho de Marketing? Vou contar.

Bem antes de inventarem a ciência de dados, já existia uma outra área antes dessa há milênios que fazia esse tratamento de informações. Que é a estatística. O que é utilizado para trabalharmos os dados. Sem ela, fica quase superficial a informação que queremos obter. Quando eu faço uma ação (uma simples postagem), ela vai para o banco de dados da rede social, que disponibiliza no dashboard relatórios diários, semanais, mensais e anuais.

Eu baixo esses dados depois de um tempo, não é após uma publicação. Faço por mês. Coloco em uma planilha. E com as métricas (KPI) que defini consigo entender os resultados que obtive. Com a estatística, eu faço algumas análises que me aproxime dos resultados que quero obter ou corrigir o que achei que não obtive.

Faça cruzamentos de dados antigos, analiso as notícias que saíram junto dos posts que tiveram mais engajamentos, analiso o dia, faça anotações para conferir depois o que aconteceu, o que influenciou. Tudo isso é colocado em uma mesa (hipoteticamente falando) para que eu possa tirar daqueles números, informações legíveis. Quando eu faço isso, eu posso entender o que está dando certo e errado.

Que público chamei mais atenção. Se gerei alguma possível crise. Se encontrei uma oportunidade. Que oportunidade, que público e que crise. Como aconteceram? Como evitar? Como repetir? Tudo isso é analisado com esse cruzamento de dados. Depois disso, eu faço uma consulta do SIM (Sistema de informação de Marketing) que inclui cada uma dessas consultas mensais que faço nas redes sociais (é um exemplo), porque além das plataformas digitais, temos as tradicionais. A repercussão na mídia, participação em eventos nacionais, regionais, intercontinentais.

Tudo isso vai me construir um histórico da marca. Então eu vejo se o crescimento é bom, se regrediu, o que está acontecendo. Se isso é uma falta da estratégia, se isso é uma falta da política, da economia, ou a soma de tudo isso. Por isso que um profissional de Marketing lida com dados sociais, por exemplo, o IBGE. Toda vez que sai o censo, eu fico de olho. Como é cada 2 anos, temos tempo.

Lá podemos ter um perfil, mas o SIM (Sistema de Informação de Marketing) pode nos conferir que perfil está fazendo parte do nosso público. Assim as informações desse banco pode nos ajudar a promover mais e identificar soluções para os nossos problemas. Depois disso, vou analisar muitas vezes, se precisar, lançando uma pesquisa de opinião. Para saber o que os meus clientes pensam. A percepção costuma mudar, não é de um dia para o outro, mas 5 anos – 10 anos é o suficiente para isso mudar até a forma de se vestir.

Depois de passar um tempo analisando e obtendo informações. Vou ver o que já implementei, analisar que resultados deram e se direcionam para o que eu pretendo, senão vou fazer uma fase de testes e entender como as pessoas interagem. Conforme os resultados me orientam, monto a campanha para começar a investir em uma nova força da marca (branding). Seja ela para atrair um público novo, vender mais, lançar um novo produto, criar uma parceria ou promover uma ‘criação do zero’.

Bem essa é uma semelhança de 100% com o trabalho do cientista de dados absurda. Para não dizer que são a mesma área. E aqui vem uma lição minha, que pode lhe ajudar. Talvez até mesmo promover a tua carreira de uma forma mais certeira. Pense no sentido que isso fará para você, não adote o que vou dizer como uma regra. Porque o que não pensamos, costuma surtir um efeito contrário do que pensamos.

Ciência de dados não é uma área, é uma ferramenta. Ela serve para você obter dados e delas informações legíveis. Cabe ser mais sensato ter uma especialização para usar essa ferramenta. Um martelo na mão de uma criança, é um perigo. A criança não é especializada em maneja-lo, o martelo tem uma utilidade, mas sem uma especialização não fará mais do que acidentar-se. Faz sentido isso para você?

CONCLUSÃO.

Espero que vocês tenham gostado dessa leitura. Mais um ponto que eu acho importante ressaltar sobre o Marketing e o que isso pode lhe ajudar de alguma forma na vida profissional. Faça como hábito refletir tudo que vem a você. Assim terá respostas mais enxutas do que apenas aquela conclusão fantasiosa – “Se eu comer esse biscoito terei tudo na vida sem esforço”. Faz sentido? Deve ser um biscoito muito poderoso esse.

As inscrições para o curso estão abertas! Entrem em contato. Se você não é ADVOGADO e não quer atuar em MARKETING JURÍDICO, saiba que o curso tem a possibilidade de fazer em módulos. E é possível ensinar você a usar o poder do Copywriting e o marketing de vídeo para os seus objetivos. Aulas em turmas ou particulares! Lá em cima os contatos!. Vejo vocês na próxima. E obrigado por lerem até aqui.

Aprendendo Alemão – Parte (1)

PREPARANDO O TERRENO PARA QUEM FAZ O ESTUDO SOZINHO

A dinâmica de aprender um idioma ( e sozinho ) é que você sai ganhando de duas formas. Uma que treina o seu cérebro para um novo aprendizado (e sendo sozinho, acabA tendo que ‘perfurar’ o permafrost sem indicações e orientações típicas do curso) e a outra é que fica com uma linguagem a mais na bagagem. E será que é verdade que Alemão é super mega ultra difícil como dizem por aí? Dentro desse artigo vou dar algumas orientações básicas e desmistificar esse ‘colosso impossível’ de aprendê-lo.

Alemão de acordo com fontes (Wikipedia, risos; não, tudo bem ela é confiável neste ponto), Alemão é o idioma mais falado na União Europeia e ONU. É uma língua eslava, muito próxima (pronúncia) do Russo e bem próxima também dos idiomas nórdicos (Norueguês, Dinamarquês e Sueco), embora em sua estrutura não faça justiça, há termos e pronúncias que podem ser ‘similares’. Mas os comuns entre eles para por aí e por menos, não se assemelha ao Russo. Tanto que é comum muitas pessoas associaram Russo ao Alemão e Vice-versa.

Mas não facilita aprender Russo se a pessoa estudar Alemão. Apenas que são próximas. Não é o mesmo comparativo de Português para Espanhol e de Sueco para Dinamarquês e Norueguês. A realidade é que elas são apenas comparativas pelo sotaque e dialeto se aproximarem. Mas gramática, alfabeto e ortografia são de uma ponta a outra do mundo de diferentes. Por um lado a dificuldade é real?

Depende de alguns fatores Alemão ser difícil ou fácil. O primeiro depende é se a sua primeira língua além da nativa. Se for, será um obstáculo pela novidade. Quanto mais você se aprimora, mais trivial os aprendizados são. Uns acham difícil e outros fáceis. Não confunda as afirmações como alguém querendo te dar ‘um perdido’. A verdade é que será assim para uns e outros por conta de experiências, vivências e outros fatores que podem facilitar o aprendizado em si.

Por exemplo, por estudar sozinho, e ter feito essa caminhada pelo Espanhol (é próximo a nós, mas tem pessoas que confundem a facilidade, e estas fazendo curso) não percebem que mesmo assim não é uma língua que a gente sai falando porque é similar ao português, a maioria fala o portunhol. Enrola a língua e sai falando ‘hablar, fuera e sí’ com o famoso sotaque fanho e nasal. O segundo foi o Francês, que apesar de românica, ela já é distante do português. É fácil para os falantes, mas não é uma coisa que você aprende em meses.

Estou aqui pontuando quem faz o estudo sozinho, se você faz curso a didática está direcionada e pronta, muito do que é difícil são propriedades exclusivas do autodidatismo. Sem professor, didática própria e andar da carruagem específico. Logo se você aprende no primeiro dia a dizer – “Meu nome é fulano de tal, vim de tal lugar e saudações” em parte foram ensinados sem precisar que você pesquisa-se, procura-se ou mesmo conferir se está certo ou errado. Nos cursos você não precisa analisar se a pronúncia ou se o significado é aquele. Nisso você já abaixa a guarda.

Na hora de estudar conceitos mais aperfeiçoados, o bicho costuma pegar. E isso muda de ponto quando você estuda sozinho. O bicho pega no início. Depois é mais fluído. Depois fui estudar Japonês. Levei 5 meses para escrever frases inteiras de até 3 parágrafos, escritas e até entendendo as pronúncias pelos nativos. De filmes, séries, games, músicas e discursos técnicos (palestras). Da escrita ao própria leitura.

Mas não pense que foi muito a fundo, embora eu destaque que se uma pessoa nada fala o Japonês, a que fala algo e já escreve uns 10 KANJIS (no meu caso 101), ela está em um patamar muito diferente da que não fala nada. E esse comparativo é importante, porque muitos menosprezam os próprios feitos ao não entenderem o quão ele está longe naquele estudo.

Então falar – “Eu sou brasileiro, vim do Brasil e estou no Japão para estudo” escrevendo usando KANJI e HIRAGANA não parece muito. Olha para trás e lembra quando você nem sabia ler uma palavra sequer. Como costumámos falar – ‘Isso está grego para mim’. Depois estudei (pouco, bem pouco) Coreano e Chinês. Coreano é uma língua começa fácil e começa apertar com o tempo. Ela tem uma gramática similar a nossa, mas tem composições dos ideogramas e outros pontos que vão se tornando cada vez mais complicados.

O chinês por um lado é difícil pela entonação, um mesmo KANJI dependendo da pronúncia muda de significado, ele usa apenas uma escrita em contrapartida do Japonês que usa 3 escritas. E ao Coreano, que apesar de usa um sistema Hangul, também usa alguns KANJI chineses. Mas é um pouco raro este ponto. Mesmo assim ocorre. O chinês é o menos complicado, apesar do conceito da entonação.

E Alemão? Você precisa ter uma noção de inglês, não precisa ser super noção. Nem ser fluente. Mas precisa ter algum nível. Algo do básico para o intermediário. Alguém que entenda um pouco, escreva um pouco e leia. É o suficiente. Por quê? Muita da pronúncia e significado em Alemão tem base no inglês. Vou dar alguns exemplos:

  • Grün significa VERDE sua pronúncia é muita parecida como a morfologia ao inglês. No Inglês é Green e a pronúncia é “GRIM”. No Alemão é o trema no U o faz assumir um valor fonético diferente do que está escrito. Na realidade é o equivalente a falar “IU” com a boca um pouco fechada, para dentro como se fala. Pensa em falar o I mas não fale. O N ali se fala como “En”. Mas não tão pronunciável.

Então se pronuncia como “GRiuN” sendo as maiúsculas mais entonáveis e as minúsculas menos pronunciáveis. Ela lembra muito a pronúncia do GREEN no inglês. E significa a mesma coisa. Veja outro caso que se aproxima.

  • Rot significa vermelho. Que lembra um pouco o Red do inglês. Porém, a morfologia está mais próxima do ‘Rouge’ do Francês. Pois a pronúncia é RRot.

Outro caso é o GRAU que significa Cinza, está mais próxima do GRAY do inglês. A diferença é que nós pronunciamos como se fosse o GRAU (Graduação) do Português. Outros casos que vão a semelhança são os usos dos pronomes de interrogativas. Que lembram um pouco o inglês.

  • Warum – Significa Por quê (no inglês WHY), a pronúncia é W com V e o restante é como está escrito.

E muito do Alemão é assim. A pronúncia das palavras, letras e tremas são particulares para aprender a pronúncia. Por exemplo o J tem a entonação de I. Já deve ter ouvido o famoso SIM alemão? JA <<< não é Já. É IÁ. Que significa SIM.

A outra junção de pronúncia um pouco diferente do que se lê. É o uso do EI que é AI. Então quando falamos:

  • Ein (Um, artigo indefinido) = Ai-ne (sem pronúncia acentuada no E, e sim no n)
  • Eine (Uma, artigo definido) = AIne (com acentuação no NE)
  • Dein (Sua, Seu) = D-ai-ne
  • Mein (Meu, Minha) = M-ai-ne (A pronúncia é similar ao MY do inglês) a diferença é que você vai pronunciar o EN (de N).

Lembre-se aqui não é EN (como se fala EM) e sim a pronúncia do E seguido da pronúncia do N. Mas não como a pronúncia nasalidade para ambos como “Agente” e “Amedrontam” onde o N e o M tem o mesmo significado de “fanho” sem diferenças entre M e N na prática. Está achando complicado? Parte da gramática é possível entender neste artigo. Eu mesmo levei 4 dias para entender isso e fui pesquisando pela internet.

Não é tão complicado, parece, mas é bem mais fácil do que se imagina. Vou destacar uma frase que pode ajudar a você a ver que o Alemão é pouco complicado e mais intuitivo. Você já deve ter visto um vídeo em formato de SHORT ou REELS que três nacionalidades: Brasileira, Americana e Alemã falando palavras e cada um deles fala em seu idioma.

Claro que aí é falado de uma forma exagerada e muitos como se diz? Brincam com as palavras que o Alemão formar. Ativando a quinta série que existe em todos nós. O que em muito atrapalha o processo de aprendizagem. Porque você vai associar a piada e não ao significado, talvez esse seja um dos fatores que permita você achar Alemão difícil.

Acima eles falam as seguintes palavras (vou passar apenas do Português e Alemão) para termos agilidade:

Português – Deutsch (Segundo se lê DOITCHI)

Borboleta – Schmetterling (Esmé-terlingue)

Hospital – Krankenhaus (Kranknrraús)

A junção de Kranken que significa doente, paciente com Haus que significa casa que seria Casa de doentes ou para tradução Hospital.

Ambulância – Krankenwagen – (krankvagn) – A união de Doente com veículo. Que seria veículo para doentes, logo Ambulância.

Ciência – Naturwissenchaft (Náturrvisencháfiti) que é uma união de duas palavras que significa Natur para natureza, wissen que é conhecimento, mas grafado com chaft virá ciência. Sendo a ciência um estudo de coisas naturais, podendo conceber a como a ciência em si.

Sexo – Geschletchsverkerh que é uma união de vários significados (Vislesterca) Gesch significa negócios, letchs significa deixar e verkerh significa ‘tráfego’. A pé da letra não seria nunca ‘sexo’. Mas tráfego se refere ao movimento (trânsito). Mas não de carros. Qualquer trânsito. Ações. Um Negócio de trânsito. Mas ao unirmos Geschletch temos ‘sexo’ e o segundo ‘tráfego’. Temos Tráfego de sexo, para uma melhor tradução – ‘Relação Sexual’.

Batata – Kartoffel (Cartofél)

Avião – Flugzeug (Flúzai) – Flug significa voo, zeug significa ‘coisa’, no brasileiro seria coisar neste caso. Pois o que seria Coisa de voo? Coisar de voo? Avião.

Próximo Artigo. Vamos ver algumas frases que são óbvias e que são praticamente o mesmo estilo do português que usamos e que não sofrem tanto quando vamos estudar outras línguas, onde o começo da frase na realidade é o fim em nosso idioma.

Piano (2) – Estudo avançado de Partituras

Todo aluno entusiasta concede a si o aprendizado a aquele que tira uma canção do piano, e pode ser feito por repetição e nisso ficar. Tocar por repetição ou imitação, é quando, através de um vídeo ou presencial, uma pessoa repetir ou imitar os toques realizados por outra pessoa. É comum quando nos referenciamos o programa chamado Synthesia.

Há muitos vídeos na internet com esse programa que permite que visualizemos as teclas as serem pressionadas e por quanto tempo. Por um lado isso é bom, pois facilita muito como tocar uma música, por outro lado, cria uma dependência de ver os demais tocarem sem saber como executar uma música, que seria, o estudo da partitura.

Uma boa lição seria que você ao olhar a execução dessa tipo de programa, conseguisse tirar as notas tanto em cifra (ABCDEF…) tanto em notas, para com seu compasso e tempo definidos, e escrever a partitura da música em questão. Pois que tirando alguns casos em que esse programa permite seguir uma música através de um figuras geométricas que indicam que tecla tocar, alguns tocam usando partituras, que não são exibidas nos vídeos.

Músicas que são relativamente difíceis para os expectadores, são todas orientadas por partituras que tornam, digamos, a música mais simples. Por exemplo, ao visualizar abaixo, a música Game of Thrones:

É possível visualizar as notas? Há quem diga que é uma música muito difícil. A base da mão direita é composta pelas cifras GCEFG por ciclos seguindo a mão esquerda que investe em DO, SOL intercalando para criar uma composição o som tônico. Mas qual é o tempo que cada nota passa? Qual é o tempo geral da música 4/4, 3/4, 6/8?

Quais os tipos de notas? Tem ligação? Tem repetição? Que notas tocam juntas? Por incrível que pareça é mais fácil aprender uma música pela partitura dela e não pela repetição visual. Eu sei que muitos irão discordar. Mas pela partitura você consegue entender os tempos, onde vai o bemol, onde vai o sustenido, quais notas são mais rápidas, quais são as mais lentas. Em qual momento toco duas ou mais notas juntas.

O exercício acima investe em observação contínua. E mesmo que coloque a música lenta, vai precisar parar e voltar. Porque tem momentos que se tocam muitas notas em ambas mãos. Já é possível ver isso com a partitura de uma forma mais geral. É claro que estamos falando de um investimento maior no aprendizado.

Recomendo que você siga por enquanto a leitura da repetição. Seria um erro correr tanto sem ter como. Leia partituras e vai aos poucos entendendo. É possível consultar a internet ou livros para entender do que se trata. Quando conseguir, tire a música no piano. Depois que fizer isso, faça a mesma coisa que as músicas desse programa Synthesia pela internet.

E depois por uma obrigação, se imponha a fazer a conversão do que você escuta para partitura. Para acostumar sua cabeça com a ideia de ler a música pelo formato clássico e não por um simples visual da nota. Assim vai permitir aprender o tipo de treino que falamos no artigo anterior. E uma dica agora no final.

No Pinterest é possível achar diversas partituras, pela metade, de graça. Podem fazer uso do inglês para também procurá-las. Como o Music Sheet e o nome da música.

Piano (1) – Como começar a estudar sozinho?

Sozinho, quer dizer autodidata. Sem professor, coleta de algum material e produzindo sua própria didática. Apesar de conceituar que é possível, posso afirmar que é desafiante. No entanto, não sou exatamente um exemplo de pessoa que fez o trajeto sozinho, estudei por 14 anos música e teclado. E Piano é um teclado erudito e sofisticado. E há um salto, quando tratamos de:

  • Tempo;
  • Clave de dó e fá (que é inexistente da forma que o piano tem para o teclado);
  • Músicas fieis ao original quando para piano, adaptados quando para teclado;
  • Partitura tem uma similaridade próxima, uma vez que há elementos que só piano tem.

Mas meu professor não era formado em teclado, e sim em piano. Apesar de ter aulas de teclado, a didática era de piano. E curioso, eu estudava teoria musical do piano, partitura e treino de escalas e cifras. A mão esquerda do teclado representa como tal o piano, a harmonia, percussão ou acompanhamento.

Apesar do piano compartilhar dos acordes, ele compartilha do dedilhado e de um conceito mais complexo. Que torna a dinâmica da canção rica e prazível. Tal coisa que no teclado fica apenas na agilidade e suprimido formato. Eu gosto de teclado, mas tem coisas que só piano é capaz de fazer. Toquei músicas que no teclado era apenas a parte da canção, no piano você descobre que a música é 3x maior.

A música do Gollum Song é relativamente pequena no teclado. No Piano é uma trilha longa. Pois que os detalhes, somente o ancestral do teclado é capaz. Dado essa complexidade, o piano se torna um instrumento trabalhoso. Mas quero dizer que não espanto todos a dizer, que trabalhoso não é impossível. Consequentemente você concluiu isso também. O foco fica no aprendizado. Embora não exclua que piano é um trabalho de disciplina, resistência e marcialidade. Vamos falar de 5 tópicos que servirão para você começar a estudar sozinho.

  • Tempo de treino;
  • Tipo de treino;
  • Repertório;
  • Tipo de música ou canção;
  • Teoria musical.

TEMPO DE TREINO.

Treinamento exige paciência. Se você nunca tocou um instrumento musical, o seu conhecimento é nível básico. Tudo parece difícil. Parece que nunca vai conseguir tocar um moonlight de Bethoveen ou um Claire de Lune de Debussy, ou um Temple of Time (Ocarina) de Kondi. Mas todo bom pianista começou com dedilhados. Pois que veremos no tipo de treino, que temos que exercitar a sincronia dos dedos.

Treinamento é diário. Não tem essa de treinar 2 horas 1x por semana. É como uma maratona. Para correr 45 km e manter o fôlego. Você treina aeróbica, musculatura e mente. Não existe um dia que essa filosofia não aconteça. A dieta tem que estar em dia e a disciplina deve seguir uma agenda. Se você bobear um dia, estando no começo, é estaca zero. Com o piano é do mesmo jeito. Se você acha chato não ter tocado uma música sequer nas duas últimas semanas, é porque você acreditava que tocar música no piano era feito com pouco esforço.

Não confunda esforço com sofrimento. Muitos confundem. Esforço é dedicação, estudo, ordem, disciplina e aprendizado. Como nível básico, seu aprendizado ainda é o mais superficial de domínio. Como principal deve pensar que quanto mais você treina, mais fácil fica. Então eu recomendo você ter um diário (físico), lápis, caneta e borracha, e anota o que você fez hoje. E vai comparando com o tempo. Assim terá noção do que você sabia antes e o que sabe agora.

Treinamento não pode ser um crossfit. Fazer muito de uma vez. Precisa fazer um pouco de cada vez, diariamente. Então para começo de conversa. Estude todos os dias, uns 10-15 minutos. Tanto a prática da música como a teoria musical. Tipos de notas, clave do sol, dó e fá. Escalas, cifras, tempo, máscara, acidentes (sustenido e bemois) e assim por diante.

Quando estudava nesta escola de música, eu tinha 2x por semana aula, mas estudava todos os dias sem exceção.

TIPO DE TREINO.

Não vá querer tocar música, em especial aquelas cabeludas de difíceis. Eu sei que a ansiedade é grande. Mas treinar técnicas, dedilhados, é o beabá de tocar concertos. Você não toca isso se não treinar. Os tipos de treinos que você precisa enfatizar são:

  • Treino de sincronia com as duas mãos;
  • Treino de assimetria (Mão rápida com mão lenta);
  • Treino de agudos e graves;
  • Treino de técnicas (Arpejos, unidas, mon gauche, toque livre etc);
  • Treino de ouvido (entender o tom);
  • Treino de pedal (Pianíssimo, abafador e sustentação);
  • Treino de tempo;
  • Treino de cover (Fazer a trilha no lugar da original, de forma simultânea a produção);
  • Treino de arranjos e composição;
  • Treinos de escalas (C maior, F menor e etc).

Aqui você aprende manobrar as mãos com músicas em que mais de 2 oitavas são usadas, execuções que exigem fôlego e resistência das mãos, memorizar músicas; táticas de deixas, rapidez na mão e na contagem e sensação musical.

O que te permite aprender músicas com facilidade, tirar de ouvido e compôr músicas. Tudo que você deseja.

REPERTÓRIO

É uma técnica para lhe permitir ter músicas para acervos. Seja para apresentação, pra tocar em um recital de família, para testar instrumentos quando precisar, para compor um concerto se precisar fazer um. Também é uma forma de você definir o seu gosto musical. Normalmente as pessoas diriam que música clássica, moderna e contemporânea fariam sentido na conjugação. Eu recomendo que você saiba um pouco de tudo, mas dependerá do que tem em mente. É certo que tocar piano é como jogador profissional de xadrez e degustador de vinho, todos tem o ponto em comum o chamado clássico. Faz sentido saber uma música clássica de Strauss, Litz, Bethoveen, Chopin, Bach, Vilvaldi. É um cartão de visitas. Como se diz, o que é bom nunca morre.

Músicas que seguem um ritmo menos ‘weird’ são desejáveis. Mas não estou aqui preparando a pessoa para passar em conservatório. E sim para tomar uma nota do que é possível para ser um pianista que puxe a atenção das pessoas. Ou se quer ser um pianista para si, pegue as músicas que acha que são legais, e estude-as.

Entenda o repertório como assuntos que você tem conhecimento e que seria capaz de abrir um diálogo com as pessoas. Você seria versado em filosofia, antropologia, física, história, literatura. Quanto mais você oferece, mais culto e atrativo se torna. Não é? Então, a mesma coisa se aplica a repertório musical.

TIPO DE MÚSICA OU CANÇÃO.

Aqui não é uma predileção por tipos. Mas que tipos, para assim você criar uma ordenação e compor seu pensamento sobre as trilhas que gostaria de considerar tocar. Vamos a elas:

  • Clássica;
  • Moderna;
  • Trilha Sonora de Filmes;
  • Trilha Sonora de Games;
  • Trilha de musicais;
  • Trilha de comerciais;
  • Composição;
  • Arranjos.

Muito comum as pessoas tocarem Trilha Sonora de Filmes, Games e Clássica. Qual seria o seu gosto musical?

TEORIA MUSICAL.

É a base do aprendizado da música. Consiste em um estudo literário e prático de conceitos que a música se concentra. Tempo, ritmo, tom, abertura, oitava, notas, cifras, escalas, claves ou chaves, acidentes musicais, técnicas, dedilhados, leitura da partitura, partitura, partitura solo ou orquestral, também se aplica a vocal.

Sem teoria musical você não toca música. Tem livros que ensinam a teoria musical e que precisa estar associado ao estudo da prática, senão não funciona. Defendo que a teoria musical é algo que apesar de muito básico para entendimento e introdução ao mundo da música, é algo que nunca para. Você estuda o tempo todo para entender o tempo todo.

Não vou soltar apenas esses 5 tópicos, eles serão orientações. O outro ponto é olhar para a música como um conceito de ritmos e matemática. Quando tocamos a música, não tocamos pensando apenas no som. E sim na construção do som. Tome nota que o seu progresso depende de seguir a risca o treinamento diário com sua curiosidade. É preciso gostar para aprender.

Até para aqueles que precisam aprender porque seria uma forma de ganhar uma renda, ainda existe o conceito sobre gostar de aprender, mesmo que isso possa ser uma agonia. É prestar por um lado que você precisa por uma necessidade. Esta necessidade é o estopim para gostar. Pense na música como um catalisador benéfico que lhe dará a solução do problema que enfrenta. Não é a toa que se fala que a música pode ser uma poesia e nos elevar a luz quando mergulhados nas trevas.

Música é marcialidade, disciplina e educação. E uma arte. Mas seria redundante em dizer, que a parte, porque arte é um conceito pouco explorado e muito visto como um ato deliberativo da imaginação e criatividade. A arte é uma soma da matemática e da expressividade, que engloba nossos anseios sociais e nossa convivência alter-ego. Logo arte é marcialidade, disciplina e educação em um formato menos simples.

Análise Literária (2) – Navio Misterioso de LoveCraft

Obras que cativam pela forma que são elaboradas é um exemplo que acontece neste conto de Lovecraft. A crônica é sobre um misterioso navio e desaparecimentos de pessoas. Primeiro tudo é contado como se fossem missivas com cortes de informação feitas em um arranjo do tipo por datas, com fatos omissos.

É definido assim, versão curta. É como se fossem pareceres que foram recolhidos de uma cena do crime, no entanto, somos levados a crer que o navio tem um mistério sobrenatural. Assim nos levamos em uma narrativa que parece uma brincadeira típica de nossas infâncias conhecida como “Repete a última coisa que falei com a parte nova”.

Como se fosse um truque de mágico querendo nos iludir para esconder a moeda. Depois que a parte curta é apresentada. Vem logo em seguida a versão longa, que inclui no texto, as partes ocultas que revelam que nada de misterioso há e tampouco sobrenatural, e sim uma comitiva pirata que havia deflagrado com problemas, pessoas em lugares diferentes e motivos bem menos nobres.

Muito das narrativas de Lovecraft não são exatamente sobre anormalidades. E o seu uso da escrita prioriza os detalhes como uma forma de contar com o suspense, como se tudo fosse normal e que por acaso, ali, escondido nas moitas, houvesse apenas um ser estranho, quando você apenas pensa em regar as plantas. Foi assim com o conto “O que vem da lua” deste mesmo autor.

Assim se repete pelo Stephen King quando elabora a narrativa, espreitando apenas detalhar a cena, como se tratasse de um texto arranjado sobre decoração de interiores, e no final, estavam querendo nos inserir na cena de tão concreta que ela seria. E de repente, faz uso da linguagem comum, para apresentar o monstro, o fantástico, o sobrenatural e o segredo.

Em outro conto de Lovecraft é comum por exemplo apresentar a ideia em uma perspectiva de primeira pessoa, onde o que o leitor lerá é como se fosse ele descobrindo tudo em primeira mão, sem poder, de antemão, capacitar-se do ambiente, dos elementos, do final ou do que virá. É o caso da Fera na Caverna.

Em Outsider de Stephen King a história é contada como se fosse um romance policial comum. E o monstro é representado por uma figura tão humana ao normal, mas que nos faz perguntar se há algo de anormal no caso, dada descrição que faz pouco caso a um famoso episódio de Arquivo-X. Mas tratando como se fosse um episódio comum de House.

Navio Misterioso não tem um pingo de sobrenatural, tampouco terror, de suspense na medida certa. E que nos pensar, ou deduzir, tardiamente, que se tratava apenas de fatos contados pela metade de um conflito entre piratas e a marinha americana.