Novo Provimento 205/2021 – Marketing de Conteúdo Jurídico

Se você tem dúvidas, nesta série de #PODCAST, faço um intensivo do artigo que publiquei recentemente, comentando item por item no artigo 2 sobre os conceitos de cada campo e atividade do Marketing Jurídico.

No final deste documento há artigos pertinentes ao Marketing Jurídico que falo sobre Impulso e 6 Estratégias de Marketing Jurídico.

Na época do artigo, clique aqui para ler, as discussões ainda estavam em formato de minuta sem o número de registro e atualmente, depois do dia 27 de julho, o provimento foi publicado como 205/2021.

Aqui comento sobre o Marketing de Conteúdo Jurídico (Art. 2, item II). Acompanhe para tirar suas dúvidas.

OUÇA O PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
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Nova Proposta de Valor: Magazine Luiza

O exemplo de posicionamento, a varejista e-commerce Magazine Luiza sediada em São Paulo, expande suas operações por diversos estados ações que ajudem as pessoas a verem como um catalisador de mudanças e não apenas uma empresas que quer ganhar dinheiro.

Em Estratégia de Marketing pensamos em criar produtos que transformem a vida das pessoas além de solucionar problemas específicos. Não é um segredo, mas um pulo do gato quando uma corporação compreende que o valor criado ao redor do produto um significado.

Em julho de 2021, o aglomerado Magazine Luiza investiu R$ 100 mi em infraestrutura para começar suas operações no Rio de Janeiro. O divisor de águas é que parte desse investimento tem por prioridade melhorar o padrão de vida da cidade.

Em uma percepção mais ampla entendemos que a empresa brasileira não quer apenas deixar uma marca de empresa rica e consolidar o seu market-share. Ela quer que você a ajude a ser uma autoridade e a responsável por melhorar a qualidade também da vida das pessoas em outros aspectos.

Uma das ações foi de colocar adesivos 30 ônibus da linha BRT com o logo da Magazine Luiza e melhorar a operação da linha e dos serviços do transporte com os recursos da empresa, parte do orçamento acima citado.

Além disso também anunciaram um investimento no WI-FI, supervia e bicicletas de aluguel. Se prestarem atenção o objetivo é facilitar e melhorar a vida de quem pega transporte público, claramente um melhoramento do padrão de vida do público direto do e-commerce em questão.

Algumas das aquisições da empresa envolve a Kabum e a HUBfintech que são respectivamente, o varejo da maior empresa de venda de games no Brasil e o sistema de pagamentos que vincula a legalidade do Banco Central as transações financeiras para que os clientes possam optar por um sistema:

  • Seguro;
  • Legal;
  • Confortável.

E para concluirmos as ações, a própria Magazine Luiza patrocinou o aumento do andamento da vacinação da Covid-19 com atuação nacional. Vamos agora entender a prática da Nova Curva de Valor adotada desde da criação da empresa.

Neste artigo aqui falei sobre a matriz de EREC que é uma formato matricial onde temos a capacidade de analisar atributos de serviços e produtos que existem ou irão existir e criar um novo padrão de como as pessoas podem consumi-lo.

À exemplo, a Disney é uma empresa que mudou a concepção de vender desfiles e atrações musicais como um produto que pudesse conduzi-la ao lucro. Parte da identidade da empresa hoje foi uma criação da demanda dos anos 40-50, a valorização dos musicais, shows da Broadway e óperas.

Mas não no formato que elas se encontravam. O objetivo era contar histórias da Carochinha utilizando o mesmo formato. E na matriz de EREC temos:

  • ELEVAR;
  • REDUZIR;
  • ELIMINAR;
  • CRIAR.

E o seu conceito é priorizar o que iremos agora vender e como vender. Magazine Luiza é uma análise que ofereça pronta resposta, é um e-commerce como qualquer outro que usa uma plataforma digital para vender os seus produtos. 

Não é incorreto, mas como ela faz é que muda o ritmo da compra e produto. As pessoas veem a empresa como um agente transformador que além de vender coisas pela internet, também as ajuda a conceberem uma sociedade melhor.

Um exemplo a considerar são as ações de inclusão, respeito a minoria, valorização do público além do perfil cliente e como pessoa, criação da um elo humano (o alter ego: Magalu) e a aproximação da empresa como se fosse uma pessoa em um círculo social.

O trabalho do Marketing é essencial para criar a imagem que a Magazine Luiza tem hoje. Até uns 5-10 anos atrás, ela era mais um Amazon, Lojas Americanas, Submarino e etc. Hoje podemos destaca-la como um patrocinador oficial do bem estar.

Como podemos entender a criação da nova curva do valor? No artigo que citei acima, elevei a análise para o Netflix e como ele inovou o mercado de de aluguel de filmes e séries e as plataformas streaming. Agora o propósito é o mesmo, mas demonstrando como a Magazine Luiza pegou o que já existia e inovou.

Alguns devem compreender essa ação de inovação como um disrupção. E agora vão entender como ela acontece na prática utilizando a matriz EREC.

ELEVAR.

  • Tipos de produtos;
  • Tipos de mercados;
  • Tipos de públicos;

REDUZIR.

  • Custo de compra;
  • Burocracia na compra;
  • Custo de logística.

ELIMINAR.

  • Conceito de empresa ‘só para lucrar’;
  • Barreira de relação marca-público;
  • Dúvida do papel social e econômico perante o público;
  • Dificuldades dos clientes de achar e comprar na loja.

CRIAR.

  • Ações sociais;
  • Alter ego: Magalu;
  • Sistemas de comunicação e compra.
  • Departamento de relacionamento: Social, econômico e corporativo;
  • Benefícios ao cliente além do produto.

A matriz aqui está disposta em lista, mas normalmente a veremos em quadros divididos em quadrantes onde cada campo nos oferece uma visão do que seguir. Cada um destes itens são:

Elevar – Compreensão do que devemos considerar como prioridade, mas já existe no negócio ou é existente no mercado. Seriam os seus pontos fortes;

Reduzir – É tornar menos relevante alguns comportamentos e ações que ainda sim são importantes para serem mantidos, mas não são a chave do sucesso da nova curva;

Eliminar – É uma fase que precisa remover o que gera custo, pouco ou nenhum retorno e o mais importante motivo de todos, deslocar o conceito do seu negócio ao novo sentido;

Criar – É o que não existia e se caracteriza segundo o seu plano, como o produto será de forma nova, oferecida. 

Cada etapa do EREC tem o objetivo de nos oferecer um mapa mental do que temos que criar, priorizar ou eliminar. 

O E-commerce da Magazine Luiza é igual à todos existentes no mercado, o que eles fizeram foi de continuar a não mexer no time do foco comercial: Vender e lucrar, negociar com fornecedores e manter a linha de interesse dos seus produtos diante do público.

Mas a mudança deveria ocorrer como o produto poderia ser entendido pelo público. Comprar um DVD, livro, games ou utensílio deveria ter um outro significado que apenas comprar estes produtos. Para torna-lo real deveriam:

  • Ser acessíveis;
  • Custo e benefício;
  • Sem burocracia;
  • Seguros;
  • Criar relacionamentos;
  • Promover satisfação.

São atributos que você SENTE quando compra. Por isso a empresa está investindo na compra da concorrência. No lugar de você se deslocar para outros lugares, pode fazê-lo tudo em um lugar só. (Acessível)

Ao conversar com algumas pessoas noto que muitas delas querem comprar na Magazine Luiza com a distinção de se sentirem parte do grupo de amigos e amigas da empresa do que propriamente dito o produto. (Relacionamentos)

A porta voz da empresa é uma entidade virtual que tem por objetivo sintonizar a empresa em uma geração tecnológica. As pessoas tratam a Magalu como se fosse uma pessoa real e por ela é compreendido como uma porta voz e relações públicas.

Parte dessas pessoas se sentem respeitadas porque o e-commerce realiza investimentos na estruturas das cidades e nos serviços que essas pessoas usam para irem ao trabalho. Aumentando a qualidade de vida do trajeto, criam um índice de satisfação e reconhecimento. (Satisfação e Custo e Benefício)

Hoje podemos nos assegurar que a Magazine Luiza não é apenas o promissor E-commerce no Brasil, como alguém que como a Disney, soube pensar em vender o produto com melhorias no campo social e econômico.

E mais uma gota em um enorme Oceano, a Magazine Luiza criou um novo mercado de E-Commerce, razão pela qual lidera em lucro em detrimento das outras e considerando o seu tempo de vida, podemos considerar que essa empresa acaba de criar um novo mercado em lojas virtuais.

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

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Novo Provimento /2021 – Artigo 2 – Item 1 (Marketing Jurídico)

Esta é uma série conhecida como #MarketingJurídico que faço em meu canal de Youtube, publicando em um intervalo de 1 dia intercalados com artigos sobre a área aqui no #Linkedin.

E neste link a playlist de todos 30 PODCASTS tirando dúvidas básicas e avançadas.

E como recentemente a OAB deliberou sobre o novo provimento que irá substituir o de nª 94/2000, achei necessário fazer um intensivo de comentários acerca do que será o próximo divisor de águas na aplicação de Marketing Jurídico.

E que em breve será possível através de um Curso de nível especialista que irei lançar terá como abordagem o ensino de Marketing e aplicado ao campo jurídico, o então Marketing Jurídico com o intuito de tornar este nicho de mercado mais preparado para qualquer nova mudança.

E como em qualquer mercado temos os índices dos peritos que estão ou não aptos a atuar, vejo que nenhum profissional de Marketing, sendo ele advogado ou não, não comentou sobre os conceitos do Artigo 2 entre os 8 itens ali destacados e se quer fizeram uma abordagem estudo científico do Marketing como deveria para identificar que há algumas discrepâncias e invenções de conceitos.

Por isso que entendo que o mercado de profissionais precisa ser capacitado o quanto antes para evitar que situações como essas sejam corriqueiras. A seguir o primeiro PODCAST desta série.

Ouça o Podcast:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

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Qual é a diferença entre Valor de Marca e Produto de Marca?

Em Marketing quando falamos sobre Valor, não estamos no referindo ao preço. E sim ao conceito de atributos que consideram crenças e filosofias. E não é, para quem acredita, que o investimento nesta parte da estratégia seja de alguma forma moderno, sempre existiu e coexistiu a filosofia entre as empresas.

Neste #PODCAST demonstro a diferença entre o Valor de Marca e o Produto de Marca e a ênfase, muito importante, de não confundir vender o valor no lugar do produto, que muito infelizmente, algumas empresas acham ideal.

Assista ao PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

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Método 5W2H: Implementação de Estratégia

Exaustivamente somos compilados a refletir sobre o mundo ao nosso redor. Falo sempre persistentemente da Pesquisa de Estratégia do Mercado (Marketing), mas esse pensamento é geral e pode ser aplicado a qualquer tipo de estratégia.

Comentei em um outro artigo sobre as etapas da criação da estratégia, é um pouco diferente da proposta deste artigo. Porque criação e implementação são etapas diferentes do mesmo ciclo.

Para uma recordação, e sugiro uma leitura integral do artigo que falo dessas etapas, vamos a seguir:

  • Coleta (Fase de Inteligência de Negócio);
  • Tratamento (Fase de análise das informações);
  • Criação (Fase de construção da estratégia).

Quando elaboramos a estratégia, concretizamos a ideia. Mas está ainda não está em vigência. Não está operando. E a implementação depende de conceitos de acompanhamento de mercado. Quer dizer, lembra do que significa entender se uma estratégia é viável?

Em implementação temos quatro cenários a considerar:

  • Estratégia Boa + Implementação Boa = Sucesso;
  • Estratégia Ruim + Implementação Ruim = Fracasso;
  • Estratégia Boa + Implementação Ruim = Sem Controle;
  • Estratégia Ruim + Implementação Boa = Perda de tempo.

Implementação é atuar com. Quer dizer criamos a estratégia e agora vamos coloca-la em prática. Ressalto que há maneiras de simular os resultados fazendo uma prévia da percepção.

É claro que uma estratégia familiar, aquela que já foi aplicada e possui as mesmas características com algum toque até um pouco diferente, a percepção esperada já é conhecida.

O problema é quando a estratégia é inovadora e não temos nenhum parâmetro para compreender sua taxa de sucesso. Neste quesito é necessário três observações:

  • Inteligência de Negócio com margem de erro pequena;
  • Comparativos de resultados;
  • Avaliação de Risco.

Colocar um conjunto de táticas em operação apresenta diversos modelos de cenários bons ou hostis. De um lado seremos capazes de obter sucesso e em outros nem tanto. 

Tudo que é novo não tem referência, logo a margem de erro precisa ser próxima de zero, pois a informação deverá ser exatamente o que precisamos ter. Não é suposta ou próxima. Ou é ou não é.

Se não há outros que fizeram a estratégia, ela obrigatoriamente será ruim? Não. Mas depende de sua organização um intenso investimento em comparativo de resultados. 

E a avaliação de Risco é sempre um cálculo que considera seu lucro, suas forças, capacidades, mercado e demanda. Se qualquer um desses tópicos for deixado de lado e com menos informação, não haverá qualquer relatório eficiente de risco sobre uma implementação.

Passado as fases, avaliado a viabilidade, construído a confiança e controle sobre os possíveis resultados. A implementação precisa resolver as questões do método 5W2H.

Esse método é uma sigla que leva a inicial de cada pergunta em inglês sobre do que se trata a estratégia. O que ela vai fazer? O que teremos de retorno? O que não teremos? E assim por diante. 

Vamos o que cada inicial significa:

Lista dos 5W.

  • Why (Por quê) – Motivo da estratégia
  • Who (Quem) – Responsável pela implementação
  • When (Quando) – Quando será implementada?
  • Where (Onde) – Onde será implementada?

Lista dos 2H.

  • How (Como) – Como será implementada?
  • How much (Quanto) – Qual será o investimento?

Como aplicar esse método no dia-a-dia?

É uma formulação para entender se a estratégia que você está criando (na fases das 3 etapas) terá uma implementação desejável. E assim conseguimos responder duas questões:

  • Como repetir os resultados que foram bons;
  • Como aplicar uma nova estratégia com a mesma confiança do que é familiar.

WHY (Por quê? \ Motivo)

Vamos por partes, o primeiro ‘Why’ é o que define a raiz de qualquer solução de problema. Por que vamos criar uma solução? Porque queremos resolver o problema. 

Por que uma empresa vai criar um grupo de apoio para trabalhadores que trabalham jornadas extras?

Por que uma empresa vai lançar uma nova linha de serviços para aumentar o lucro anual?

Por que uma empresa vai abrir o capital (Bolsa de valores)?

Porque há um problema. No primeiro caso é porque esses trabalhadores são fundamentais para a operação. E sem o devido cuidado, eles vão contribuir para o fim dessa empresa. Então o investimento em sua saúde mental e supervisão se fez necessário.

No segundo caso temos uma empresa que viu a concorrência elevar o tom em novos produtos. E viu o seu mercado minguar. A solução foi de criar uma nova linha de produtos para reaver esses clientes.

No terceiro caso temos uma empresa que visa ter um capital extra para gerar mais inovações.

WHO (Quem? \ Responsável)

Quem vai implementar é um assunto de Recursos Humanos e de capacitação. Identificar pessoas capazes de operar e gerenciar uma estratégia. Normalmente, pensamos assim:

Aumentar os clientes de uma empresa é a responsabilidade de um profissional de Marketing.

Este profissional precisa ter aptidão em Marketing de Relacionamento, conhecimento de vendas, de negociação e de estratégia.

Negligenciar neste quesito é o que vimos nos cenários de implementação:

  • Estratégia Boa + Implementação Boa = Sucesso
  • Estratégia Boa + Implementação Ruim = Sem Controle

A condição da implementação depende de quem implementa. Não importa se a estratégia é única e sofisticada. Se não for bem aplicada não terá sucesso algum. 

WHEN (Quando \ Cronograma)

É tão importante como qualquer outra questão. O período define a exatidão de nossos resultados. Não adianta manter uma estratégia indefinidamente sem uma tática de avaliação. 

Você quer criar uma nova linha de produtos. E para este ano. Então a estratégia precisa ter uma agenda para dar retorno em resultados. Senão será uma estratégia de custo sem benefício.

O tempo é sempre um agente controlador de performance, pode ser usado inclusive como KPI ou critérios de performance.

WHERE (ONDE \ Setor)

Acredito ser uma outra questão que valida muito aquela ideia de uma implementação resultar em cenários bons ou ruins. Não existe o ficar em cima do muro nela. Porque uma estratégia boa, implementada de forma positiva pode somatizar um fracasso devido a aplicação em uma área errada.

Por exemplo, um treinamento de percepção de valores de clientes foi aplicada aos vendedores que ficam nos balcões. E o motivo foi porque ali era o primeiro lugar de parada dessas pessoas. Mas no lugar de investir a estratégia de treinamento nestes colaboradores, foi aplicado no que seria o segundo balcão, no momento da compra.

A depender da sua empresa, foi um investimento jogado fora. O cliente não foi orientado e e somente quando realiza a compra no caixa, o mesmo tenta vender algo. Parece familiar?

Muita empresa investe que o caixa seja ao mesmo tempo atendente e vendedor. E os resultados nem sempre são positivos. Depende da empresa, da demanda, da boa vontade, da percepção do público. Mas na maioria das vezes não retorna um resultado exato do que se queria (Why) e cria encargos (O cliente pode ficar irritado com as tentativas das vendas).

HOW (Como \ Perceptiva de elaboração)

Como essa estratégia será aplicada? A abordagem depende muito do tipo de recepção. Se é uma estratégia interna, operacional, pessoal, cliente, fornecedor, acionista e etc. Vai mudar em muito como essa estratégia será recebida.

Então o ‘como’ de uma operação é similar ao que citamos da seguinte forma – “Não é o que se fala, é como se fala”. E dependendo tudo pode ser mil maravilhas ou um inferno astral. O como precisa pensar em abordagens e situações.

Como uma equipe de vendedores pode ser treinado para serem capazes de vender mais e gerarem captação de clientela?

Como um grupo de estrategistas de Marketing podem desenvolver mais aptidões sociais?

Se pensar um pouco, friamente, basta que os vendedores aprendam técnicas de negociação e conversação. E no segundo caso esse grupo se socializar mais.

Mas estamos lidando com pessoas, e algumas são mais sensíveis, e outras nem tanto, algumas bem frias, e outras um meio termo. Este ‘como’ pode ser capaz de ignorar qualquer problema devido e atingir cada uma dessas pessoas de uma forma precisa.

HOW MUCH (Quanto Custa \ Investimento)

Este tanto quanto o tempo (When) é um outro critério de Perfomance (KPI), mas atenção é devidamente maior que considerar o tempo de execução (Cronograma), porque investimento muitas vezes para alguns pensamentos, ignora requisito de qualidade e quantificação. Quer dizer, porque é caro não vou investir, mesmo o relatório acusando que haverá o resultado positivo e esperado.

Então a avaliação de uma estratégia pelo custo precisa pensar em:

  • KPI;
  • Investimento Amarrado.

O segundo caso é quando pensamos em quanto de investimento teremos que desembolsar para aplicar a estratégia pelo o tempo que ela foi definida para existir. E é essencial que haja um controle muito forte quanto à isso. 

Não é difícil uma empresa esgotar suas reservas quando ela não tem nenhum controle, e normalmente isso está conectado a ausência de alguma estratégia, senão a própria ou a de controle da estratégia.

O “Quanto custa” também é um divisor de águas. No mercado brasileiro não é incomum, pessoas ou empresas quererem barganhar um orçamento porque acham que ele não faz justiça.

Este How Much precisa pensar no retorno e não no investimento como baliza. Por quê? Há estratégias pelo mundo que tem custo zero ou seja de graça. Mas são estratégias que foram trabalhadas e refinadas. E pode parecem ser simples a olho nu.

Mas não são. Por exemplo, conseguir seguidores no Instagram seguindo diversas pessoas, é uma estratégia de graça. Mas sabe como ela funciona, o mecanismo? Diferente do que muitos acreditam, ela tem haver com relevância.

Quando mais te segue, mas seu perfil é exibido. E quanto mais isso acontece, seus posts no Feed também ganham relevância. E veja há dois tópicos nesta área que não são de graça, a pesquisa de relevância de Algoritmo e a pesquisa de presença de Marketing de Conteúdo. 

E assim:

  • Pesquisa de Tecnologia;
  • Pesquisa de Marketing de Conteúdo.

A estratégia de Follow Back ela é uma dica naturalmente oferecida como uma ação simples. Mas ela é alimentada por informações de mercado realizadas por empresas por um período de tempo com um custo definido. 

Mas se você quer uma estratégia de Follow Back personalizada, não terá de graça. E por quê personalizada seria bom? Porque nenhuma empresa no mundo é igual. Então há alguma variável que vai aparecer para umas e outras não.

Então Follow Back não funciona por exemplo para alguns setores, vai depender. E não funciona com todo mundo. Principalmente se forem influenciadores, ou algumas instituição. A não ser que seja uma empresa que dê o mesmo retorno porque ela precisa de você como cliente.

Mas isso vai depender de sua pesquisa em relação à ela e seu mercado. O que já mata a ideia de estratégia gratuita. 

Por isso que não devemos dosar a eficiência de uma implementação estratégica ou tampouco a criação de uma, pelo o seu custo. E sim pela performance de resultado e pela pesquisa personalizada.

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