O que é Metaverso?

NOTA ANTES DO ARTIGO.

Neste ano vou lançar o curso especialista de marketing jurídico com foco em ensinar a prática da publicidade e propaganda jurídica estabelecida pela resolução do código de Ética e do novo provimento 205/2021 e de preparar o(a) aluno(a) para novos desafios. Dividido em quatro módulos, do básico ao especialista.

Para estudantes e profissionais de publicidade e direito. No final deste artigo mais informações sobre o curso, objetivo e material.

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BREVE INTRODUÇÃO SOBRE METAVERSO.

Escrevi alguns artigos sobre Metaverso, em breve farei um evento sobre, e agora gostaria de definir melhor o que será a Internet 2. E por que é tão importante, já que não estamos falando de uma modinha, pelo menos, não mais. Tal como qualquer coisa no mercado, novos modelos de negócios não nascem de um dia para o outro. E precisamos nos educar antes que a estrutura esteja construída, assim podemos pegar a oportunidade no comecinho.

Metaverso ou Meta foi um termo utilizado de uma forma popular pela primeira vez, não na história, mas recentemente pelo fundador do Facebook, Mark Zuckberg. Na ocasião de sua mudança de paradigma, para quem entende, já está fazendo hora extra pelo seu tempo de longevidade, no lugar de abandona-lo, o objetivo é transforma-lo.

Mas em uma pesquisa mais minuciosa, vamos descobrir que o termo não foi cunhado e tampouco é uma relevância apenas do Facebook. Muito embora a apresentação da empresa de Rede Social tenha minimizado o verdadeiro uso e impacto do Metaverso em questão. Ao pensarmos de fato, o que é Metaverso, o que vem à sua cabeça?

O QUE É METAVERSO?

Trocar por miúdos, é a virtualização do espaço de rede para entretenimento e negócios. O primeiro já existe há muitos anos, e o segundo, subjetivamente. Vamos ver exemplos e uma definição mais ampla.

Os chamados Recursos de Realidade Extensiva é todo aquele aparato que define o uso interativo do Metaverso. É muito associado Realidade Virtual com Metaverso. Mas ele existem sem ela também, e não é parafraseando o criador do Playstation, Ken Kutaragi, que criticou o uso da RV como sendo necessário ao mundo virtual.

Estar no mundo real é muito importante. O metaverso é tornar algo quase real no mundo virtual. Não vejo sentido em fazer isso. – Ken Kutaragi

Embora ele esteja certo por um lado, não está completamente correto. Por um lado, porque Metaverso não se define apenas por Hardware poderoso, como RA e RV. Podemos considerar a simples representação desse mundo virtual em algo bem tradicional. Os games. Essa época vai exigir que as empresas entrem de cabeça na indústria de entretenimento para se inserir com mais fluência por um mundo já habitado por seres humanos, os jogadores.

Representação (anterior) ao BB nos servidores de GTA 5 Online.

 sistema de Loot e micro transações sempre definiram o Metaverso na pré-história. E nunca foram necessários o uso de RV e tampouco RA para que o assim fosse identificado. Não apenas o Metaverso está concentrado em negócios. Podemos considerar o conjunto de MMO (Massive Multiplayer Online) como uma atividade do Metaverso.

DC UNIVERSE (Sistema de Loot, 2015)

Por assim dizer, quem ainda está preso na definição do Second Life, está alguns passos atrasados como o progresso do Meta no mundo. De uma maneira geral podemos considerar a já existente inserção um material sólido para considerarmos o Metavrerso uma realidade do mercado. As plataformas já são presentes e prontas para serem utilizadas.

O anúncio de novas ferramentas, já antigas ao mercado de produção como Unreal Engine, Unity, Spark, Blender, After Affects e afins, caracterizam que o mundo já popularizou a criação de jogos. O mercado no Brasil ganha bastante em games para Mobile. O que já gera uma fatia de produção local tanto quanto outros países. E tudo isso nos faz pensar que o Metaverso apesar de novo, está presente há muito tempo.

COMO ASSIM INTERNET 2?

A Internet 1 engloba diversas épocas que a definiram como uma rede mundial de computadores. Para quem já teve a curiosidade. A primeira época da Internet era restrita a empresas e universidades. Funcionava não exatamente como um canal de comunicação, mas como um Banco de Dados virtual, que era intercomunicável.

Quando ela se tornou pública, pessoas físicas puderam povoa-la e dar um novo significado. Muitas pessoas acessaram a internet e possuem contato com informações, que no passado, era apenas e exclusivas e veículos jornalísticos, algumas empresas e universidades. Logo a informação tornando-se pública, tirou o poder de algum centros de divulgação.

As Redes Sociais agora serão a mistura de Fórum com Games. Pense em um conteúdo criado na Twich por uma empresa que tem um mundo virtual similar ao Fortnite.

Páreos, tanto o público como as empresas, ficaram sem o fator de surpresa e o de surpreso. Mas isso não impediu que a internet em sua atual fase não construísse alicerces. Com acesso a informação, as pessoas puderam discutir e debater assuntos que levavam anos para chegar ou apenas era acessível por institutos.

Ainda que muita informação não seja averiguada, parte dela não passa pelo filtro do que é verdadeiro ou falso. Neste ponto as empresas que eram detentoras dessa informação originalmente, perceberam que não ficaram com as mãos atadas. Devido à esse detalhe. A informação continua a ser privilegiada.

Metaverso está direcionado para pessoas com experiência no E-Sports, Indústria de Games e criadores de conteúdo\games.

As Redes Sociais se formaram, as empresas viram um investimento valorado nelas. Hoje uma empresa que não tem Redes Sociais e site, nesta ordem, não está visível. É indispensável, que se tenha contatos físicos e virtuais para que o negócio prospere. Não apenas é claro, outros meios ainda são tão eficientes quanto os ‘novos’.

As tecnologias chamadas de realidades extensivas sempre foram um paralelo a internet. Poucas aplicações de fato bateram de frente com alguma integração. Muito embora a afirmação do criador do Playstation tenha discordado que Metaverso não precisa de RV, e ele está certo, a RV e a RA tem sido duas plataformas que mais tiveram progresso no mundo da tecnologia lado a lado com a IA.

Metaverso é uma virtualização do espaço real com uma diversidade mais ampla de interações e negócios.

Se unirmos o progresso tecnológico e acompanharmos o Metaverso em sua forma mais simples, que é a interação games. Veremos que não é difícil de visualizar o avanço do Metaverso atualmente. A Internet 1 se caracterizou como um canal de comunicação e informação. A internet 2 é uma concretização de um mundo virtual com os mesmos interesses da Internet 1.

Nunca mencionei, mas posso cita-las, a economia não apenas das criptmoedas, mas da virtualização dos bancos. Cada vez mais ‘online’, a extinção das bilheterias nos metrôs, com foco maior em compras online, tem dado um recado óbvio. Para onde estão indo nossas operações do cotidiano?

Gradativamente as empresas tem transformado seus negócios físicos em uma realidade virtual.

Pagar contas, fazer compras, estudar e até se divertir? Há 30 anos, era uma particularidade do nosso mundo físico ou real. Hoje, a realidade se divide. Pela pesquisa realizada pela Rock Content junto a outras agências, chegaram a conclusão de 2021-2022, que o investimento em Marketing Digital foi de 94% e uma outra pesquisa realizada pela Kantar Media, o valor acumulado do ano de 2020 foi de R$ 39 bilhões. Onde será que as pessoas estão?

QUAIS SÃO OS METAVERSOS QUE EXISTEM?

Já ouviu falar em Second Life? Já. Mas senão, ele foi o que muitos chamam de primórdios do Metaverso. O que muitos se enganam é que apesar do Second Life não ter tido sucesso nessa empreitada, é que ele nunca fora desenvolvido para ser um Metaverso e que foi realizado em uma época que a maioria do conceito de realidades extensivas só existiam entre acadêmicos e no campo da teoria.

De lá para cá, o Metaverso já havia ganho outros ambientes virtuais tão antes quanto o desaparecimento de Second Life. Muitos games online e offiline são plataformas de ‘ondoor’ ou ‘outdoor’ ou mesmo Product Placement. Muitas produtoras como Naughty Dogs (Uncharted, The Last of Us) são famosas por inserirem easter eggs ou cameos, para dar a entender que há outros produtos daquela empresa na prateleira para serem comprados.

Existem mundos virtuais?

Algumas empresas como a Rockstar, possuem investimento para comprar licenças de rádios famosas e reais. E outras como o GT (Gran Turismo) colocam marcas de carros como Renault, Citroen, Kia Motor, Ford famosas em seus jogos com o direito de uso de marca. O mesmo se aplica a franquia Euro Truck que é uma união de aspirantes ao game de condução e de fato motoristas de caminhão. Com um show de marcas e configurações dos veículos de verdade.

São na verdade um ponto de venda seja pelos entusiastas ou pelos compradores habituais. Como de colecionadores ou mesmo profissionais no ramo. Isso se aplica na maioria dos simuladores, como é o caso da franquia Flight Simulator e X-Plane, que unem em servidores online pilotos entusiastas, estudantes e profissionais sem qualquer divisão entre eles. Inclusive popularizando como seria a profissão de um piloto.

Metaverso é apenas para empresas ricas e grandes?

Há muitos canais no Youtube que são formados por pilotos reais que trazem a realidade dos aeroportos reais voltados para os jogadores desses simuladores. Criando uma oportunidade de ingresso na carreira como uma espécie de “Conhecendo profissões”. O Metaverso sempre esteve presente e criou nos últimos anos uma sólida forma de que ele não veio porque alguém o citou levianamente. Mas porque ele está em um nível para passar de etapa.

Vou listar alguns metaversos (espaços virtuais) conhecidos:

  • Decentraland;
  • The Sandbox;
  • Victoria VR;
  • Axie Infinity;
  • Enjin Coin;
  • Defi Kingdoms;
  • Illuvium;
  • Render Token;
  • Yield Guild Games;
  • Ufo Gamn;
  • Vulcan Forged;
  • Starlink;
  • Merit Circle;
  • Wilder World;
  • Decentral Games;
  • Horizon Worlds;
  • Magic;
  • Aurory;
  • Star Atlas;
  • Realm;
  • Servidores de MMO (Permitem criação de conteúdo\Mod\Patches) e etc,

E para finalizarmos, já havia publicado uma lista de empresas que já investem pesado no Metaverso, mas vou reuni-la aqui para efeitos de organização.

Espero que tenham gostado desse conteúdo. E que possa ter esclarecido ainda melhor do que se trata o Metaverso. Comentem o que vocês acharam. O espaço é de vocês. Nos vemos numa próxima vez.

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
  • Certificado;
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  • Calendário do Aluno;
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Você opta por fazer o curso completo ou por módulos.

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O que você sabe sobre design minimalista pode estar errado.

NOTA ANTES DO ARTIGO.

Neste ano vou lançar o curso especialista de marketing jurídico com foco em ensinar a prática da publicidade e propaganda jurídica estabelecida pela resolução do código de Ética e do novo provimento 205/2021 e de preparar o(a) aluno(a) para novos desafios. Dividido em quatro módulos, do básico ao especialista.

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BREVE INTRODUÇÃO.

Costuma ser uma polêmica em afirmar que o que você sabe de algo está errado após um tempo. Ou até mesmo sempre esteve errado. A palavra é forte, mas é chamativa. O errado consiste em um detalhe de aperfeiçoamento no final das contas. Mas ainda acredito que a ideia do minimalismo é entendido de uma forma limitada por muitos. Vamos lá.

O que é minimalismo?

Minimalismo é o mínimo. Mas não tem haver com redução. Muitos entendem a redução para algo que é menos. O chamado “Menos é mais.”. Esta afirmação ela é entendida como pouco. Mas a verdade é que ela segue as diretrizes dos 6 sigmas chineses. Não é o pouco que o minimalismo se refere. E sim ao útil. Você pode ter um quarto com mil coisas que você usa e ainda sim será um minimalista.

O termo me parece confuso, porque ter o mínimo é ter menos. Mas seria mais apropriado chamar de Prioritário ou Útil do que minimalista. Muitos lugares e pessoas entendem o mínimo como simples. Não. Simples é uma coisa e ter algo no mínimo é outra. Uma pessoa pode ter 2 balas e serem suficiente. A pessoa pode ter 30 balas e não ser suficiente. Simplicidade é algo que é menos complexo e mais acessível. Minimalista é algo que pode ser complexo ou não e ter de ser útil.

  • Minimalista não significa pouco, reduzido ou menos. Significa o ‘necessário’.

DESIGN MINIMALISTA.

Na minha odisseia por estudos de design que remetiam ao minimalismo sempre me deixava confuso o que era considerado mínimo. Quer dizer, em referência a quê? Nunca obtive uma resposta direta. Até compreender como as pessoas aplicavam esse conceito na prática. E o que se dizia na teoria não era a mesma coisa no resultado. O minimalismo é considerado a redução de elementos visuais. Mas não.

Minimalista significa Clean Design.

Não é a redução de elementos visuais e sim a remoção do que não interessa na comunicação daquilo que se trata. Por exemplo. Um frasco de shampoo interessa o quê? Nome, peso em gramas, informações de cautela e o que ele faz. Podemos tirar o peso em gramas? Podemos. Nada indica que ele seja útil para o seu uso.

Mas como seria um banner? Um clean design. Engraçado que o minimalismo parece bater naquela mesma tecla que vejo em Publicidade e Marketing. Mesma coisa nomes diferentes. Em Design você ouve falar em poluição visual desde do primeiro dia que começa a criar. O chamado clean design. Esse tipo de termo fala mais sobre o minimalismo do que ele próprio.

Vocês poderiam melhorar este layout? Ou será que ele contém todos os elementos importantes disponíveis? Remover alguma coisa poderá deixa-lo incompleto? O padrão de que reduzir algo trará mais qualidade pode ser ao contrário. A redução muita vezes significa que temos que olhar para algo e pensar se o contexto permite.

Podemos compreender com alguma insistência que minimalismo é mais compreendido como um sub-divisão do clean design do que sendo um movimento independente. Pois assim acredito que as pessoas entenderão melhor do que se trata. Vamos a outros exemplos.

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Tente pensar como esse banner poderia ser mais clean design. Será que podemos pensar em algo melhor sem mudar o contexto. Não estamos falando de mudar o conceito do design. Outra cor, outras fontes, tipografias. Não. É como podemos trabalhar o que e como esta aí melhorando a comunicação. É possível?

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Design minimalista ou Clean Design pode ser uma oportunidade de compreender também o contexto do Design Branding. Quando montamos uma marca e ela passa a influenciar podemos considerar reduzir o resto? Como no caso acima, quem não conhece Nutella? Podemos remover as informações ao seu redor? O impacto terá algum resultado positivo?

Design minimalista pode ser aplicado a todos os casos?

Percebemos melhor o produto? Entendemos melhor o que ele representa? Tentem responder essas questões testando a teoria que o que vemos nos orienta à algo. Será que o pão com a Nutella por cima dele não nos oferece mais gatilhos do que apenas colocar o nome Nutella no frasco? Se você conhece a marca talvez não, se você não conhece a marca, será que talvez sim?

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Agora um outro exercício importante. Veja os logos das empresas acima, da Coca-Cola, Chanel, Disney e Heineken. Tente pensar no conceito dos seus produtos e veja se esses logos conseguem sugerir algo para você. Se você não é consumidor de uma dessas marcas, qual é o seu pensamento, o que ela passa para você sendo o mais mínimo. Aquele logo lá no rodapé da imagem.

Seja sincero com a memória visual e emocional. Aqui o aprendizado é quando você perceber de fato se o minimalismo tem algum impacto de fato. Lembre-se que não estamos falando de “redução” de sim de manter o necessário. A palavra ‘Coke’ associa a empresa de refrigerantes e o faz lembrar daquela bebida gelada no Natal ou apenas o associa a empresa como uma instituição?

O QUE PRECISAMOS SABER?

  • Minimalismo precisa preservar o impacto emocional;
  • Redução de elementos precisa criar foco no produto;
  • O foco precisa ter elementos que enriquecem a experiência;
  • Foco não é disciplina redutora e sim aperfeiçoamento do uso do espaço com o mesmo impacto emocional de antes.
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É errado usar o minimalismo? Claro que não. A crítica eleva que o design minimalista pode ser usado com algum contexto sem perder o valor do produto e a comunicação. Essa preservação normalmente sofre com falta de identidade senão feita com prezo. Para isso chamo atenção sobre o conceito de Clean Design. Que melhor explica a aplicação do minimalismo.

No logo do Instagram perdemos o produto? A identidade? Ela consegue em poucos elementos e simples lembrar uma câmera fotográfica? É possível notar isso sem ter noção do que é Instagram? Pense muito bem nesta última pergunta.

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Para finalizarmos o conceito de Design Minimalista, devemos considerar que a comunicação verbal e visual são similares para compreensão desse recurso também. Por exemplo, se uma pessoa fala com termos e jargões técnicos, a comunicação pode ficar comprometida. Mesmo que ela seja recheada de exemplos e explicações.

A comunicação eficiente é aquela que você o receptor e eu, emissor, concluímos a mesma coisa. Em Design é exatamente igual. Será que podemos definir algo que torne o design clean e ao mesmo tempo informativo? É claro que sim. Por isso a minha recomendação, experimente exercitar a sua acuidade visual olhando para letreiros, banners, cartão de visita, flyers, manuais e note o que precisa melhorar ou não. Imagine o design clean neles.

Somente através dessa prática diária é que poderá desenvolver o feeling de quando e como usar o minimalismo.

Espero que vocês tenham gostado desse artigo. Se quiserem fazer uso do espaço de comentários, fiquem à vontade, o espaço é de vocês. Até a próxima.

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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Metaverso e o Marketing: Qual é a verdade por trás dessa tendência?

Banco do Brasil e o CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) resolveram investir no Metaverso do GTA para levar a cultura para um público que eles acham em potencial. Metaverso parece ter saído da boca do Facebook. Mas este sido a nova tecnologia já adotada por alguns setores, que se tem notícia, fora do Brasil há algum tempo.

Clique aqui e leia a notícia na InfoMoney.

Metaverso até onde poderíamos entender seria o novo nome do Facebook com uma nova pegada. Mas para os que sabem, o conceito é antigo e tem haver inclusive a com a origem da internet como nós a conhecemos, mas isso repuxa ao final dos anos 80.

No próximo caso é a visão da Nike em um tênis esportivo usando o Metaverso. Além da união do Blockchain e uma espécie de e-product (e mesmo físico) já existe um espaço virtual da Nike chamado Nikeland feito em Roblox – Clique aqui.

https://www.linkedin.com/embeds/publishingEmbed.html?articleId=8522098431521728923

De uma forma simples, Metaverso não é o nome de uma empresa, é um conceito de tecnologia extendida da internet atual. Onde não temos um ‘lugar’ em específico, mas sim um espaço e comunicação virtual. A maneira de definir o virtual é promover que virtualização é bem mais ampla do que nomear realidades virtuais ou ambientes 3Ds ou mesmo de internet.

E sim de expansão. Há um novo dicionário, já acrescenta uma nova forma de ver esse recurso que tende a ser o futuro das comunicações e do Marketing de agora em diante. Todos as ferramentas que auxiliam a forma ou melhor moldam o Metaverso são conhecidas como Realidades Extendidas. Que podem ser:

  • Realidade Virtual;
  • Realidade Aumentada;
  • Ambientes 3Ds;
  • Hologramas;
  • Advergames;
  • QR Codes;
  • Gamificação (Second Life, GTA, MMOs e etc).

Para concluir este conceito, imagine, uma reunião do Zoom e em seu lugar, uma sala no estilo 3D, em que cada participante no lugar de fotos que o representam, são apresentados por avatares que podem andar, dançar, cumprimentar as pessoas e interagir com este ambiente.

Há também a discussão como o advogado no Brasil sob o Código de Ética da OAB e o novo provimento 205/2021 seriam aplicáveis. Ainda que neste exato momento, não seria possível criar uma versão 3D (Externa e Interna) de um escritório, uma vez que esse ato caracterizaria publicidade indevida da imagem e espaço.

Não é desconsiderado o uso de salas virtuais que muito se assemelha aos espaços de Coworking físicos. Ainda que a sinalização de placas poderia implicar em um ato comercial, proibido de se realizar, outras adaptações poderiam ser feitas, para que o advogado atenda o seu cliente sem problemas.

No site do Migalhas, Renan Wielewski Botelho, desenha que a advocacia brasileira e a OAB (Ordem de Advogados do Brasil) terão em breve que pensar em Metaverso como uma realidade e não com aversão, que futuramente, a deliberação pelo uso deverá ser considerada como uma consequência da comunicação (corporativa, interna e de orientação) e não como um ponto comercial (apenas).

A ERA DO SECOND LIFE E CHAT.

No começo do século 21, nos anos de 2000-2005, o conceito de Second Life e Chats que representavam grupos e tópicos de conteúdos, eram extremamente comuns. A diferença é que as empresas não assistiam essas tecnologias como espaços expansivos do modo de transmitir a cultura corporativa e tampouco de comércio.

Mas bem antes do Metaverso ser agora um novo caminho de Marketing Digital, não apenas Redes Sociais. A indústria de Games por anos à fio desenvolveu uma espécie de Ponto de venda utilizando o Metaverso do seus próprios produtos. Estes seriam os casos:

  • Destiny;
  • Fortnite;
  • DC Universe;
  • Fallout 76;
  • Elder Scrolls Online;
  • Eve Online.

Há alguma coerência entre eles? Além do fato de serem jogados online (MMO), eles possuem o sistema de micro transações. Que são sistemas de economias do jogo que permite ao jogador, adquirir com o dinheiro, pago através do cartão, itens da loja. Não apenas pelo motivo cosmético (embora seja a maioria), mas também possibilite que o seu jogo progrida.

Este é o sistema, que muitos reclamam, em jogos de celulares. Como o viciante Candy Crush. Quando suas vidas acabavam conforme as fases passavam. Você era obrigado a esperar algumas horas ou pagar em dinheiro real, para ter mais uma vida extra.

Nos MMOs o conceito de Metaverso, deixava bem claro, que a empresa criadora daquela produto, realizavam três ações que as beneficiavam:

  • Propaganda da Empresa;
  • Propaganda do Produto;
  • Crescimento do fluxo de caixa.

Talvez uma das razões pela qual a Bethesda não lance e nem tenha pressa de o fazê-lo, o Elder Scrolls 6, é porque devido ao seu lucro com os sistemas de Fallout 76 e Elder Scrolls Online tenha lhe conferido uma vaca leiteira (Matriz de BCG).

E nem o GTA V Online, uma vez que desde de 2013, tem oferecido à empresa Rockstar, fortunas sem precisar investir em criar um novo título para isso. E até a presente data, conteúdos e até o metaverso (com uma empresa agora de fora), passou a investir (Banco do Brasil) – será que a Rockstar vai lançar o GTA 6?

E então? Estão prontos para o futuro?

Até a próxima.

Podcast 34 – JC Talks – Design para Advogados

A resolução do Código de Ética da OAB e o novo provimento 205/2021 descreve de forma simples o uso do design. O descrevendo como um ‘desenho sóbrio’. O significado desse limite abrange um universo de interpretações. Mas apesar, que pode ser compreendido também como design não gritantes ou cores não espalhafantosas.

Acredite que estes estão incluídos na lista de permitidos. A sobriedade tem um outro significado para os advogados. Para isso convido-os a assistir ao PODCAST de número 34 com o tema Marketing Jurídico que explica como o Design para Advogados pode ser de fato aplicado sem complicações.

Assista ao PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

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Qual é a importância da Educação do Marketing?

Há diferentes níveis de aprendizado durante nossa vida. Eles podem ser formalizados através de cursos e treinamentos ou subjetivos através de lições de Esopo ou cair e levantar do dia-a-dia. Ambas formas é que são as responsáveis por nossa sabedoria ao longo do tempo.

Mas o que é precioso é o presente. Sem ele o futuro não pode existir.

O acesso a capacitação do Marketing não é uma cadeira eletiva nas universidades. Se você ouve falar, apenas a menção, pois a prática ou teoria são reservados aos cursos e formações específicas da Comunicação Social. Este é um limite ‘pouco’ respeitado pelo mercado em geral que muitas vezes faz uso do termo ‘Marketing’ em suas estruturas, como se tivessem um curso profissional em todo ensino médio do país sobre.

No passado havia uma predominância de ensino médio comum e o técnico. Para os não ingressantes por diversos motivos no ensino superior, para todos os meios, os alunos dali sairiam com o ensino necessário e prontos para contribuir para economia. Hoje a realidade é diferente. O Ensino médio é 100% voltado para fazer o aluno ingressar em uma universidade , quer seja seu plano ou não.

É fundamental o ensino. Mas as etapas para torna-lo essencial também. Alguns alunos entram no ensino superior com prioridade em Bacharelado e com licenciatura em segundo lugar. Algo em torno de 65% e 19% para o segundo caso. Esta escolha muda quando o aluno vai para o mercado primeiro e volta com uma escolha mais acertada. A maioria dos consultores de Marketing, para não dizer um número bem superior, se desloca para o mercado de licenciatura em 5-7 anos de profissão.

A maioria tem bacharelado. Esses é um dos pontos que podem influenciar em muito o conceito de escolha apropriada pela educação. O incentivo deveria ser ‘primeiro trabalhar’ e depois pensar no que devemos nos formar. A retórica é ‘primeiro se forma’ e depois se vira. As más notícias para o mercado de trabalho no Brasil é que a maioria dos formandos não estão localizados em suas áreas de formação e muitos inclusive mudam de carreira por conta disso, seja pela dificuldade de se situarem ou de conhecerem a carreira e se atraírem por ela.

Mas o nosso apontamento veste-se e forma diferente neste artigo. A educação pelo Marketing deve ser aberta pois não é uma fonte exclusiva de lados. Ou seja, todo mundo usa o Marketing 100% das vezes. E há equívocos que ocorrem entre os formandos, profissionais de longa data e os que não são da área. A margem de erro tende a aumentar progressivamente para cada um desses grupos.

A questão que exige respostas é: Você realmente sabe o que é Marketing? Em parte o mercado parece entender que o Marketing é essencial para o negócio. Mas as entrelinhas são apenas um começo de toda confusão. Parte do próprio Marketing sofre com este detalhe e ‘não saber’ o básico.

Existe um frenesi de cursos que apontam para táticas, estratégias e o saber do Marketing que parece sempre querer ensinar mundos e fundos. Mas em sua maioria os cursos já exigem um nível considerável de entendimento de Marketing. O problema é a que a publicidade desses cursos batem naquela questão – “Sem conhecimento, sem experiência e em poucos meses”.

Essas palavras são fortes. Mas escondem uma armadilha. A maioria desses cursos esquecem de que o poder de saber o básico (que não é uma leitura de 5 minutos) fazem com que parte do conteúdo ali ministrado seja parcialmente ou em alguns casos, inteiramente perdido. Ainda que não levante estatísticas sobre isso, existe um número equiparável no mercado de ‘especialistas’ que migraram para este campo com quase nenhuma bagagem.

Estão apenas replicando o que viram por aí com um bolso cheio de livros de teoria e se há prática, tem menos de 1 semana. É neste ponto que a depender de quem lê este artigo, vai comentar – “Parei de ler…”. A verdade é que em qualquer área de atuação prática deve superar o tempo de teoria e deve se prolongar por mais de 5 anos para alguém se definir como especialista.

Ainda que a compensação de um negócio bem sucedido em pouco tempo pareça suprimir essa necessidade. Temos que considerar que fatores levaram ao rápido sucesso. Veja como engana:

  • Uma empresa com menos de 1 ano, se torna empresa unicórnio. Na maioria das vezes são empresas de capital aberto. E o indicador para torna-la bem sucedida está representada pelos valores no mercado e não pelas soluções ao público. É apenas um exemplo. Este 1 ano consagra um sucesso, certo?
  • Uma empresa de capital fechado poderia levar o mesmo tempo para celebrar o que a empresa acima fez. Mas apenas com a capacidade comprovada das pessoas que ali fazem o esforço do dia-a-dia. É outro exemplo.

O que devemos aprender aqui não é ‘desmerecimento’ do mérito. O esforço de cada um é sempre gratificante. Mas quando se facilita por um lado é óbvio que muita coisa como ‘ser bom’ em algo pode até ser dispensável em alguns casos. Vamos ver algo mais concreto desses exemplos para variar?

Para obter um patrimônio de R$ 1 milhão de reais pelo meio comum. É preciso tempo, trabalho, investimento, produção, contornos e negociação. Mas também é possível sem ter qualquer estudo e esforço, ganhar a mesma quantia jogando na mega sena. Correto?

É claro que no caso do capital aberto ainda é necessário o conhecimento de bolsa de valores e economia para saber quando as ações vão subir e cair e quando fechar o negócio. Mas é um atalho que funciona mais fácil do que apenas em seguir o curso dos ganhos por fontes ‘seguras’ e limitadas de recursos.

O ponto é que com conhecimento e especialidade somos capazes de atingir qualquer objetivo. Mas sem eles, não temos a capacidade de nem andar meio metro. Até mesmo em saber aplicar o dinheiro ganho na mega sena exige conhecimento de economia. Senão vai acontecer o que é comum, gastar a fortuna e voltar ao estado original.

Há outra forma de ver a mesma situação sem ser injusto com o(a) leitor(a). Imagine que você vai pilotar um avião. Pode ser um simples Cessna ou um 747. Mas para os mais entendidos, esse ‘simples’ não cabe nesta proposta, se sabemos que são aeronaves diferentes e que exigem uma habilidade também diferente. Entre eles, o Cessna é de fato mais simples. Mas para um leigo, o Cessna é um avião complicado.

Digamos que você tenha prática, mas apenas por um simulador. Digamos um Flight Simulator. Seria capaz de voar com um avião com a mesma tranquilidade que teria um piloto de verdade? Essa é uma afirmação que só seria capaz de dar após pilotar um avião de verdade, concorda? Antes disso qualquer coisa seria especulação.

Os pilotos afirmam que os Flights Simulator do mercado são até mais difíceis que pilotar um avião de verdade. Ao fazer manobras é possível sentir a aeronave. Quando que em um simulador não é tão possível essa sensação. E que existe muito 0 e 1 sendo considerado. E na vida real os valores podem variar muito mais que 0 e 1.

Essas são as afirmações de quem voa de verdade. Mas é uma percepção. E sabemos que a percepção é pessoal. Portanto pode ser que é mais fácil ou mais difícil. Só que vai julgar é quem experimenta. No mercado é a mesma coisa. E devemos sentir o frio na barriga de pilotar um avião de verdade quando vamos falar de Marketing.

No dia-a-dia é muito sabido aquela retórica ingênua de muitos. Marketing eu aprendo lendo um livro, ou lendo um verbete no wikipedia ou o meu filho sabe de internet. Existem diversas justificativas que as pessoas se dão para dar entender que sabem de Marketing. Não há qualquer desprezo quando falo que essa é uma justificativa perigosa.

Ninguém e nenhuma área de conhecimento tem domínio através de uma breve leitura. Tampouco baseado em teoria. A teoria é importante. Nos faz fundamentar conceitos. Aprender normas e formatos. Mas a teoria tem um limite. Esse limite é a diferença entre obter e não obter. A prática tem uma diferença similar. Mas temos a segurança de dizer que vai acontecer e não acontecer.

Até aqui acho que todo mundo sabe disso. Mas por que as pessoas insistem em praticar Marketing apenas com o que elas acham que é o básico e assim proceder? Muito por causa do custo dele. O Marketing é muitas vezes ‘vendido’ como uma pérola. Caro e muitas vezes intangível. É verdade. Em muito acontece isso por causa de dois pontos:

  • Quem oferece Marketing é amador;
  • Ou o Marketing caro está estabelecido em uma meta cara.

O primeiro caso é mais frequente. Há muitas pessoas agora neste exato momento que são amadores em Marketing. São apenas ex-estudantes ou mesmo ex-de outras áreas que viram em Marketing uma mina de ouro para aquele ano. Mas desconhecem o canône por completo. Dispensam qualquer definição científica. E normalmente são apenas os “trends people”. Ontem era engenheiro e hoje é profissional de Marketing.

Alguns não fazem Marketing, são vendedores de APPS de compra de seguidores. Ou são ‘mágicos’ que fazem aparecer o coelho na cartola. Ou ainda outros que fazem jogos de palavras bonitas (Publicidade) para dizer o básico. Quanto mais se enrola, mas se compreende que ali o profissional pouco sabe. Se bobear, em alguns casos, até menos que você que nada sabe.

O esforço desses ‘amadores’ não é invisível. Temos um mercado sedento por lugares ao sol. Então às vezes não deu certo de um jeito, vamos para o outro. Concordam? Mas não devemos avacalhar. Também tem lugar para campo de especialistas. E nisso consiste esta ideia de ‘aumentar’ o valor. Ou melhor que se confunde. Que o Marketing é caro.

Se você contrata um serviço de Marketing por 500 e ele faz tudo. E digamos que você passe um tempo com ele. Talvez 1 ou 2 anos. Não vai acostumar? Por 500 por mês. Faz artes para redes sociais, posts, patrocínio, faz banner físico, faz camisetas, estampas, encomenda. Então vem um outro profissional e te cobra 1.000 para fazer o mesmo. Você vai achar caro. Certo?

Fazer o mesmo não significa a mesma qualidade. Acho que vale essa chamada de atenção. Ninguém é igual. Portanto o sabor da qualidade é diferente. É como um chef de cozinha. A receita pode ser feita a mesma, mas o sabor sempre vai ser diferente. Então pagar 500 ou 1.000 vai depender do seu conceito de qualidade. O que você acha que é melhor? Você vai decidir.

O mesmo vale para uma pessoa que cobra caro ou barato. Barato ou caro não é um critério de qualidade ruim ou boa respectivamente. Quantas vezes pagamos barato e nos sentimos satisfeitos? Não podemos na verdade nos definir aqui. Preço é uma definição de quem oferece o serviço. Temos que ver o resultado. O que nos traz.

Um carro de 450 pode ser muito mais benefício que um carro de 76 mil. Ou pode ser ao contrário. Vai depender das suas necessidades. Mas todo mundo sabe disso. O que todo mundo gosta de ignorar é que olhamos muito para a tabela de preço na hora de consumir algo que a gente pensa ou sabe que é bom. E em Marketing temos essa sensação. Vamos explicar?

Você pergunta ou questiona o preço da picanha que você está comendo? Se questiona é porque você não gosta tanto de picanha. Se não questiona, você vive de picanha. Quando a gente questiona nós estamos colocando em dúvida. E se o critério é o preço é porque estamos vendo se vale a pena para o bolso e não para o agrado. O agrado a pergunta seria diferente.

Esse carro tem entrada para USB? Esse critério pode ser a única diferença e o ponto de estopim para alguém comprar um carro de 76 mil no lugar de um carro que custa 450. Mas essa pessoa gosta de carro. Se ela está em dúvida de comprar um carro apenas pelo USB, ela vai comprar o 450 e tentar instalar um USB a força.

O Marketing o fenômeno é o mesmo. Todo mundo questiona o valor. O preço. Se soubessem de fato o que o Marketing faz pelo negócio. Se soubessem que é muito mais abrangente do que pensam em suas vãs filosofias. O preço não seria nem mencionado. Um esclarecimento? Você sabe a importância das coisas ao seu redor?

Avalie aquilo que você acha de importante e considere se você questionaria o preço ou não. Podemos afirmar se acharia caro ou barato. Se você apontar para isso. Você não tem tanta certeza se quer comprar. Se você olhar para os benefícios primeiro e questiona-los, sua dúvida está pela função do produto e não pelo custo. Então você tem conhecimento quase ou pleno do produto.

O conhecimento de algo cria a importância. Você sabe o que um recurso vai lhe trazer. Por exemplo. Um inseticida vai livra-lo dos insetos. Um chinelo vai livra-lo de um inseto. Mudar-se vai livra-lo dos insetos, mas pode lhe trazer custos. Quando você analisa a potencialidade da solução, qual é a melhor no caso?

Comprar um inseticida. E comprar o melhor.

Se você pula a ideia de conhecimento. Você vai pensar em comprar um chinelo. Ele pode ser até mais caro pode ser uma Havaiana. Mas vai servir para o seu pé também. Correto? Isso só é válido, se a visita ao seu apartamento para insetos é raro. Então uma chinela dá conta. Mas se ele vive sendo invadido. Você comprou um chinelo apenas. Mas não tem nada para resolver a questão.

Se você resolve mudar de casa. Tem outro problema. Com os custos a arcar com o caminhão de mudança. Com um novo aluguel. Uma nova negociação de inquilinato. Burocracia. Para descobrir ou talvez ser enganado que no novo lugar está livre de insetos. Mas pode ser que ali tenha mais do que no local anterior.

Ao analisarmos é mais fácil comprar e mais barato, um inseticida poderoso que possa lidar com os insetos. Com pastilhas no bueiro. Você não precisa compra chinelo para esta finalidade e nem se mudar criando mais transtorno. Percebe? A dúvida sobre algo gera mais problemas. E normalmente mais difíceis de lidar ao longo prazo. Quando a gente pensa no mais barato, a gente cria um dilema.

Neste caso mudar é mais caro, mas comprar um chinelo é mais barato. Contratar um serviço de dedetização exige que você fique fora do apartamento. Se tiver um amigo pode ficar com ele, senão terá que ficar num hotel. Se tiver uma vida atribulada ou não ter hábitos, a higiene pode ficar de lado, e os insetos mesmo com o inseticida podem ter mais incentivos de invasão. Portanto optar pelo mais caro pode ocorrer também. Seria aquela ideia de “É melhor pagar o mais caro, do que eu fazer”.

Tanto pelo caro ou tanto pelo barato se gerar prejuízos ou não dar resultados, mesmo que gere neutralidade. É ausência do conhecimento sobre a importância. Muitas pessoas afirmam que o Marketing não traz os resultados garantidos ou afirmados. Isso pode acontecer porque você não tem o conhecimento básico dele.

E quando falo básico, digo o correto. Muito do que vemos em livros ou wikipedias, mesmo compêndios, compreendam, você já precisa ter alguma vivência para entender que certas definições do campo de comunicação social não são denotativos, são contextuais.

Saber essas diferenças são o elemento vital para aplicar sabendo o que vai resultar. E calculando o que vai resultar. Não adianta aplicar regras, táticas ou abordagens que são definidas como matadoras se você não sabe como elas funcionam. Elas são boas? Elas são matadoras? São eficientes?

Pode até ser. Mas se você não domina o Marketing. Você nunca vai saber disso. Vai ficar frustrado. Vai se sentir enganado. O conhecimento nos favorece porque o que parece muitas vezes óbvio, exige uma conexão entre o simples com o sofisticado. É óbvio para quem estuda. Para quem não, não é claro. Tão pouco visível.

Para terminarmos, entenda que não existe gênio. Existem estudiosos. Pesquisadores que todos os dias analisam os dados e chegam em alguma conclusão. Eles serão ardilosos e ágeis. Porque são treinados 24/7 com aquela informação. O termo genialidade, dito de forma sem critério, é apenas uma afirmação da própria inocência sobre os fatos. Gênio é o mesmo que se dá pela definição milagre. Não se sabe como, mas é.

Albert Einstein não é gênio. Foi um estudioso, passou anos da vida teorizando, trazendo observações, criando critérios e definindo fórmulas com as inúmeras escrituras que leu de física ao longo de sua vida.

Deduções feitas mesmo em breve vida, quando somos crianças ou mesmo adolescentes não é sinal de genialidade. É apenas uma mente observadora. Crianças tem um índice de observação maior que o adulto. Estamos mais despertas pela curiosidade e com menos coisas para se preocupar.

Quanto menos classificarem genialidades vão perceber que todos podem chegar no mesmo nível se atentarem pela ciência e pelo estudo corriqueiro. O mesmo se fala de Marketing. Não é milagre, e nem gênio.

É estudo. E Marketing é bem mais amplo do que as pessoas entendem. Só que o julgam trivial. Mas se entenderem que o conhecimento do Marketing é equivalente a pilotar um avião de verdade, verão é fundamental entender a diferença entre a física real e a teórica. Pois essa será o ponto entre pousar o avião e sair andando ou não.

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SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

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Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

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