5 Razões para investir em vídeo como conteúdo

O conteúdo é rei.

O responsável por reter o seu público depois de conquistado como um produto que funciona e atende as necessidades e de um atendimento que torna o processo muito positivo. E hoje o conteúdo é governado por vídeos. Não foi há muito tempo que texto chamava mais atenção que FOTOS e GIFs.

Mas as plataformas, como as Redes Sociais e o motor do Google operam com máxima eficiência quando tornamos o conteúdo eficiente. Muitos algoritmos foram mudados para apenas ENTENDER que o vídeo é relevante.

Não mais que, quase que, unicamente com muito superior ao texto e imagem. Ou sua combinação. Hoje o conteúdo texto + imagem sem patrocínio, de forma orgânica, vale 0,03% em plataformas poderosas como o Facebook e com uma relevância um pouquinho maior em outras contas. Twitter não entra no obstáculo da visibilidade, mas com certeza, ele AUMENTA em muito se o seu conteúdo é VÍDEO.

Três formatos. GIF, VÍDEO e SLIDE. Sob demanda (gravado) ou LIVE (Ao vivo.

1. Vídeo vale mais que um milhão de IMAGENS

Uma imagem vale mais que mil palavras porque você vê o resumo. O que vemos processamos melhor que a leitura. O motivo é simples. Quando lemos, temos que lidar com dois fatores: Ler e entender. interpretar. A leitura cria comparativos que muitas vezes é preciso parar e pensar.

O parar e pensar já é um processo que pode colocar tudo a perder. Tem propostas que é válido usar tal artifício mas nas Redes Sociais, o que consegue passar a ideia em 1 minuto ganhou sua máxima atenção e admiração.

2. Mensagem emocional

Vídeos são uma mescla de imagem + texto + trilha em um pacote simples que nos passa uma combinação de MENSAGEM + EMOÇÃO + REAÇÃO. É mais fácil compreendemos e nos emocionar com uma ação em movimento do que uma imagem pode significar muito, mas não necessariamente será sentida daquela forma ,por exemplo, daqui a 2 horas.

O impacto da imagem depende muito das circunstâncias. Os vídeos recriam as circunstâncias toda vez, fazendo acionar os gatilhos emocionais que despertam tais emoções, diferente da imagem que ‘perpetua’ o momento estático de depende DAQUELE momento.

3. Em pouco tempo a mensagem é recebida

Em 5 segundos é suficiente para termos uma noção do que se trata a mensagem. Quando você vê um cachorro correndo na alameda com a língua para fora, parecendo que sorri, você local pensa em algo jovial e familiar.

Imagine que a mesma foto capturada em uma imagem pode ser compreendida da mesma forma, mas com um atraso de alguns segundos a mais. Essa diferença de impacto nos faz querer ver uma série em uma noite por exemplo do que revirar fotos pela internet e querer ter o mesmo impacto de uma cena dinâmica.

O que sabemos é que os vídeos conseguem interagir com os nossos 5 sentidos de forma harmônica, vide as experiências de pessoas com vídeos ASMR.

4. Dispensa mais explicações

Já viu um vídeo institucional como o Madero ou Kinoplex? É preciso explicar que um trata de um restaurante que vende hamburguer e outro fala de cinema para todas as idades?

Não. Você nota isso claramente no vídeo que pode durar entre 2-5 minutos. Para compartilhar em redes sociais, uma simples frase resume tudo, certo? Se você colocar imagem, vai ter que escrever mais que uma linha no POST.

5. A Google considera Vídeo ‘Content Friendly’.

Já ouviu falar no termo Mobile Friendly? Significa que a experiência em usar o smartphone para acessar informações permita o acesso sem problemas de navegação. Imagine que o Vídeo é considerado um conteúdo amigável para o motor de busca mais acessado do mundo.

As Redes Sociais optaram por suas versões de plataformas de multimédia, o Instagram com o seu IGTV que configura ser a timeline principal de qualquer conta e o Watch do Facebook que parece o Youtube.

Hoje investir em VÍDEO significa Lead (Público), mais visualizações e envolvimento. E mais pessoas chegando no seu negócio. De forma orgânica ele já bate a meta além do esperado, patrocinado então, apenas temos a elogiar.

QUEM SOMOS NÓS

A Junqueira Consultoria é uma empresa no ramo de Consultoria de Marketing, Publicidade e Design com aplicações em Redes Sociais e Marketing de Relacionamento. Trabalhando em conjunto com a empresa e atingindo suas metas da melhor forma possível. Queremos o melhor futuro! Siga nossas Redes Sociais!

5 Táticas de como trabalhar seu relacionamento com o cliente

Empatia com o cliente gera mais retorno do que tentar persuadi-lo apenas com ofertas. O poder do Free ou do ‘quase’ Free tem realmente um força única, mas não constrói laços.

E apesar de falarmos de empresas e consumo, e esse conceito nos permitir pensar em “Branco e Cinza” e num relacionamento mais formal de hierarquia, a geração atual vê as empresas como agentes transformadores sociais e refletem sobre si mesmos um movimento social, portanto não veem mais as empresas unicamente como ‘Prestadores de serviços’ e sim como um grupo de pessoas que desenvolvem a economia.

1. Responde a pessoa que falou que a empresa

Parece básico, mas tem empresa que não retorna um OI para as pessoas que entram em contato com elas através das Redes Sociais. A primeira impressão é que fica, e na internet, a impressão diária tem o impacto sempre da 1ª impressão. Não responder uma pessoa significar ignora-la. Para a pessoa ignorada, e não ser o centro da atenção, significa ‘VOU PARA OUTRO QUEM DARÁ O VALOR QUE MEREÇO’.

2. Pessoas respeitadas, significa Reputação Positiva

O cliente não é o rei, e sim uma pessoa. Esse é o conceito de estratégia de empresas humanistas. Definir que quem trabalha na empresa e a frente dela (cliente) são pessoas. E que realizam uma troca de serviços gerando benefícios entre elas.

Uma empresa que fornece o benefício e garante que a pessoa tenha palavra e discute a qualidade e esse impacto se são respeitados, você consegue construir uma reputação. E a reputação é o fator de decisão que faz com sua empresa, simplesmente, sobreviva em cenários de vacas gordas e até mesmo de vacas magras. E durante uma crise é vital.

3. Seja o orientador do cliente

A palavra ‘Parceiro, sócio’ que muitas empresas gostam de usar para agregar o valor de ‘relação’ não tem um impacto muito relevante. Porque ser parceiro ou sócio do negócio significa ter o ganho de pró labore. Na verdade o cliente paga pelo serviço. Então não há sentido em chama-lo de sócio.

Sugere que ‘este’ sócio para ganhar é preciso pagar por sua parte enquanto os demais sócios não pagam para ganhar pelo serviço prestado. O certo é pensar em ser orientador do cliente e torna-lo um estudante e ensina-lo o que ele precisa aprender para atingir as metas que ele quer. Essa definição o ajuda a focar melhor suas energias no que interessa e a do cliente de ouvi-lo.

4. Ouça o cliente

Ouvir o cliente é uma raridade. Mas se o objetivo é manter uma margem de lucro e de que a empresa sobreviva, então ouvir o cliente faz parte vital desse processo. Ouvir o cliente no hábito comum é ter uma resposta na ponta da língua. Mas a verdade é que ouvir é entender de fato o que o cliente veio faze ali.

Não tente deduzir, pergunte e ouça. Quando as empresas compreenderem que ouvir remove 99% dos problemas de expectativa de resultado para resultados com máxima precisão, vão parar de apenas ‘estar’ na presença do cliente.

5. Conteúdo ‘cool’

Lembre-se que as Redes Sociais nos dão a falsa impressão que tudo é uma brincadeira. Mas o seu cliente que tem o poder de compra, ele precisa ter em mente “Benefícios da função e ostentação da estética” amarrados. Então não adianta ter conteúdo como MEMES, Polêmica ou pilares sensíveis se você não direciona para o seu público o interesse maior, que é apresentar o produto.

Normalmente o uso do conteúdo ‘cool’ está relacionado com o fato das empresas pensarem que sendo ‘amigáveis nos posts’ terão uma garantia de ‘sorriso’ e portanto compra. E mesmo que certas pessoas afirmem que foi por este caso, ainda estamos falando de uma parcela segmentada, e os demais, veem sua empresa como séria?

SOBRE A JUNQUEIRA CONSULTORIA

A Junqueira Consultoria é uma empresa que atua no ramo de Marketing, Publicidade e Design, tendo como especialidade Redes Sociais e Marketing de Relacionamento. Atuante para escritórios, empresas e varejo. Visite nosso site e confira nossas redes sociais para ofertas e o que os serviços de consultoria podem fazer por você e sua empresa.

Marketing Digital para Varejo

O que se pensa no título acima é apenas o termo E-Commerce. Mas o varejo físico atende pela demanda de Redes Sociais que também possuem integração com lojas virtuais como o Facebook e Instagram, o último com mais destaque por favorecer ações e campanhas com mais custo e benefício.

As pesquisas de Marketing que mais atenta para o lado positivo para o Varejo são aquelas que atendem a chamada de integrar os canais, o chamado Omni-Channel. O que acontece? As pessoas procuram por conforto, facilidade e agilidade. Hoje vivemos mais, mas trabalhos muito mais também. Enquanto que procuramos por opções de lazer, a exaustão se faz presente, logo o lazer acaba prejudicado e o burnout acaba virando uma realidade.

A procura por serviços que possam ser utilizados através do celular se tornou uma experiência ampla. O crescimento vertiginoso do mercado do E-Commerce não apenas surpreende desde de 2000, como abre a possibilidade de pensar que o Varejo físico e virtual possam coexistir. Aliás é amparado que para manter a saúde física e mental, usufruir de um passeio e porque não, visitar a loja preferida do que apenas navegar por sua versão virtual.

As interações hoje se resumem em conteúdo interativo e audiovisual. E esse por último tem sido o preferido. Não muito tempo, que era unânime que as pessoas procurassem textos enormes para ler, mas o padrão de consumo mudou, e o rei hoje são os vídeos. Plataformas como Youtube, Vimeo, Watch, IGTV e Tik Tok, são populadas por um mercado consumidor que espera por praticidade e o conceito DIY (Do it yourself, faça você mesmo).

Marketing Digital.

O profissional de Marketing e Publicidade encara uma realidade onde conhecer ferramentas de tecnologia se tornou uma obrigatoriedade, e muitos reclamam dos requisitos de ocupar cargos que mais exigem conhecimentos ecléticos do que focado. Mas, Marketing sempre foi uma universalidade de conhecimentos, então apesar das exigências parecerem um absurdo, na verdade é uma normalidade. E ainda mais a importância, quando se atua em Marketing Digital, onde a tecnologia e análise de mercado são irmãs.

Hoje um profissional de Marketing precisa pensar como um cineasta. Após um período de 5 anos de pesquisa, pude ressaltar que o conhecimento em cinema, indústria de fotografia e design se unem como uma corda firme. O procura-se é fincado em “Marketing Digital analistas” e “Criadores e Editores de vídeo”. Por fora, a criação de vídeo se tornou o novo redator.

Criadores de Vídeos

Podemos denominar diversos nomes para quem cria ou edita vídeos. Há um termo novo na praça, Motion Graphic que representa a ideia que o vídeo ganhou um novo cenário. Há muito tempo que a onda “Youtube” e a bolha “Youtuber influencer” é parte da solução das empresas.

Quantas propagandas e anúncios o fizeram lembrar tempos depois? O meu preferido são os vídeos do Madero, embora não tenha uma dieta carnívora ou tampouco venha experimentar, os vídeos são um exemplo de como a união de conhecimentos de diversas áreas é crucial para criar uma animação de 3 minutos e gravar para sempre na mente o que é Madero.

Por que isso acontece? Porque é a forma mais forte de criar o laço Storyline. Sim vídeos contam história, e pontuam em nossa visão e audição ao mesmo, o que apenas imagens fazem no visual e o que apenas a música fazem no ouvido. Quando há combinação, renovamos o conceito de Stoytelling. Vídeos são a forma mais poderosa de passar informação, criar mensagem, dar sentido, envolver, gerar ação, criar comprometimento e agregar valores. Notou a força?

É preciso conteúdo de 2-3 meses para imagens\textos e esporadicamente GIFs para que um vídeo consiga em 1 dia expôr o impacto emocional correto.

Impacto Vídeo.

O uso do vídeo no dia-a-dia, é colocar um DISPLAY no varejo. Uma ação presente através do que conhecemos como eletromídia, mas mais personalizado é de oferecer uma VISÃO de como funciona, do que se trata, programas sociais, equipe, locais de compra, o que se vende. Em um slide simples de 9 segundos a mensagem é simplesmente mais FORTE do que dois meses enviando fotos pela internet. Mas um não dispensa o outro. Por quê?

Vídeos são como um foguete, se tiver sucesso é um rojão que ilumina a noite. Mas se tiver fracasso, é o mesmo rojão incendiando a floresta. O impacto de uma nota de esclarecimento feita por vídeo tem claros resultados mais positivos e eficientes que usar uma imagem de uma pessoa sorrindo ao fundo com um textão. Mas é mais rápido de produzir do que um vídeo que pode durar um dia ou algumas horas.

A durabilidade do vídeo determina que nossa mente prefere ‘dinamismo’. Razão pela qual vemos plataformas como Instagram ganharam força mesmo que o conceito ‘Foto’ pareça ultrapassado diante do vídeo. O termo uma imagem vale mais que mil palavras agora ganha um novo bordão – um vídeo vale mais que todas as imagens e palavras do mundo.

Mas assim mesmo que um vídeo seja considerado um marco, ele não pode andar sozinho nessa estrada. Textos, imagens, gifs, interatividade, gamification e etc. São recursos que devem ser utilizados insistentemente. E não excluídos.

Vantagens do Marketing Digital.

Varejo atenta por aluguel e encargos dos seus vendedores, então precisa converter o lucro para manter os dois fatores e lucrar ao mesmo tempo. E para isso consiste em abrir um canal que mais favorece a sua venda e com certeza sua visibilidade. Sem ela, a melhor ação não vai atrair ninguém. E sobretudo a experiência na loja garante o retorno do cliente. Nisso consiste o alinhamento Marketing e Vendas, Atendimento e Comunicação.

  • Visibilidade além região;
  • Aumento de lucro;
  • Aumento de confiabilidade;
  • Aumento de público e clientes;
  • Expansão do negócio – Regional, Nacional e Internacional;
  • Construção da Reputação.

Quem somos nós

A Junqueira Consultoria é uma empresa do ramo de assessoria e consultoria de Marketing, Publicidade e Design com especialidades em Marketing de Relacionamento, Digital e Mkt Jurídico. Entre em contato por contato@junqueiraconsultoria.net.br | http://www.junqueiraconsultoria.net.br

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5 Posturas de como vender mais

O comportamento do vendedor frente ao cliente transforma o processo de venda para bem ou para mal, depende de como essa interação será realizada. Há posturas importantes que podem garantir ou aumentar as chances de uma venda muito bem sucedida ou ao contrário, impedir ou perder definitivamente um cliente. Nós listamos 5 posturas que devem ser trabalhadas para atingir o sucesso da transação.

1. Aborde não faça tocaia

Comum. Comum em lojas de varejo. A famosa tocaia do vendedor. Você entra e ele te pergunta – “Posso Ajudar?” e você responde – “Estou apenas vendo.” e ele continua tocaiando, na visão periférica é possível ver toda ação. Acredita que ja vi e me comportei igual a muitos clientes, sai da loja antes de achar o que eu queria e não voltei mais. Sim. É um comportamento nocivo. Se o cliente quiser, ele vai ter procurar.

A venda não pode ser uma armadilha, ela tem que ser uma conversa. Tente prender alguém contra a vontade. A reação dela será: Sair dali e não voltar mais. Então não fique por perto quando não for para ficar por perto, se mantenha distância e fique na área da supervisão, olhe para este cliente, mas fique bem afastado. Assim você dará espaço à ele, permitirá treinar-se a olhar tudo na loja e ainda será benquisto.

2. Não feche a cara

Já vi. E é bem comum. Quando você não corresponde, o cliente, ao que o vendedor tinha em mente, vender um produto em questão, ele fecha a cara. Bem neste momento, a venda não tem mais como ocorrer. Porque todo o processo de interação ocorre por várias formas, em resumo, verbal e não verbalmente. E somos seres não verbais na maior parte do tempo.

Um semblante, um gesto, um andar, tudo isso pode definir muita coisa na negociação.

Por quê será que muitas empresas insistem que seus vendedores se vistam adequadamente, se produzam, usem uma roupa a ver com a identidade da empresa ou mesmo algo bem relax, que venham descansados. Por quê? Porque a arte da negociação não ocorre apenas entre termos, e sim entre interações. E um piscar de olhos, por exemplo, é uma interação.

Então quer vender? Sorria, se vista bem, evite gestos bruscos, fique a vontade, não faça movimentos repetidos e quando for abordar, fique bem tranquilo e respeite a zona de segurança do cliente.

3. Converse, mas toma cuidado com blá-blá-blá

A técnica de Rapport é conhecida por reproduzir a empatia. Se há tantos modelos para gerar uma sinergia entre o vendedor, venda e cliente, devemos tomar cuidado com uma ‘overdose’ delas na prática. A conversa pode se transformar na amigável, ao chamado, vendedor xarope. Chato. Já experimentei conversas interessantes onde o produto e o mundo coexistiam. E já ouvi conversa de vendedor, ESSE produto é o melhor do mercado. E já comprovei que eram produtos fora de linha.

A venda deve ser compreendida como uma conversa. Como uma negociação. Ambas as partes devem ganhar. E devem ser sinceras uma com a outra. Se cada lado optar por ter mais vantagem, a venda se perde. O cliente quer mais desconto. O vendedor que vender mais do que o cliente quer comprar. Comportamentos negativos. Para chegar a um encontro, você precisa entender qual é o problema do cliente e trazer a solução.

Se ele está com gripe, ele precisa de uma vitamina e de descanso. Se você der para ele um anti-biótico, pode haver algum efeito colateral. Este efeito colateral é o desequilíbrio da negociação. A pessoa pode não saber o que quer, mas ela identificará o que pode ser DEMAIS para o que ela está procurando. Então como vendedor, não invente, opte pelo mais óbvio, escute o problema e traga exatamente a solução.

4. Trabalhe em equipe

Sabemos como a concorrência é imposta pela própria condição do mercado, que vendedor é que nem lobo solitário. Cada um procurando a sua comissão. Ou roubando alguma comissão. Mas esse modelo do vendedor louco por lucro pode ser realmente um problema sério.

E em especial, porque se os vendedores trabalhassem em equipe, eles poderiam entender mais os pontos de vista de um público. Cada pessoa consegue interagir e obter informações diferentes. Então imagine se você compartilha-se essas informações. De uma mesma pessoa você teria um mapa muito rico sobre ela.

A vantagem aqui é entender que cada uma das informações podem lhe gerar um conhecimento amplo de como interagir. E retribua. Porque a concorrência entre a equipe é o mesmo que colocar uma granada no meio de um pelotão. Você não vai precisar de inimigo. A equipe já é a inimiga.

5. Venda intelectual, Ops era moderna

A venda intelectual é aquela que aborda dois lados, o vendedor que não sabe nada sobre o produto ou o vendedor que acha que sabe tudo sobre o produto. Essas duas situações podiam e faziam no passado um efeito milagroso de venda. Porque o cliente não tinha tanta informação a disposição, como hoje possui, então era precioso a ignorancia ou conhecimento, na pressa o cliente não ia numa revista especializada.

Hoje você pega o seu celular e na frente do vendedor faz uma pesquisa sobre o produto que você procura. Então o vendedor perde sua função? Não, a o vendedor precisa compreender que o processo da venda de “interesse” já ocorre bem antes do cliente entrar na loja, então gerar o interesse não é o papel mais importante do processo e sim de preencher a expectativa do produto, ou seja qual é o produto que melhor atinge aquele interesse?

Presenciei muitas vezes vendas se perderem porque o vendedor confundia o processo do funil de venda que ele precisava gerar o interesse quando na verdade ele precisava guiar o cliente por uma seleção de opções, e ter o mínimo de tato no conhecimento.

O vendedor não pode falar – “Não sei o que é isso e na mesma sentença, falar que é o melhor produto da praça” – se ele não conhece um quesito, ele já não tem fundamento para afirmar se é bom ou ruim. Portanto a venda não ocorre por causa dele, e sim o quanto de conhecimento o cliente tem sobre ele, neste caso, o vendedor é passado para trás.

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