Como usar CTAs com Advogados? JC TALKS – PODCAST 30.

Chegamos em nosso PODCAST de número 30 com o tema de Marketing Jurídico – “Como usar CTAs (Call to Actions) com Advogados”. Aqui falo sobre Mailing, captação de cliente, CTI (Call to Information, neologismo) e falo um pouco do provimento aprovado neste ano, o 205/2021. Que será uma matéria muito debatida em nosso CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO que será em breve lançado.

Aproveito nesta chamada para lembra-los de nossa LIVE nesta 5ª Feira às 18h de “Como criar post ou conteúdos patrocinados mais eficientes.” Que vai acontecer no Youtube e acredito que também simultaneamente no Instagram da Junqueira Consultoria.

Assista ao PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
  • Certificado;
  • Aulas online;
  • Calendário do Aluno;
  • Programa do Curso.

Você opta por fazer o curso completo ou por módulos.

Acesse http://www.junqueraconsultoria.net.br/cursos

Podcast – 5 Partes de um POST patrocinado

Semana passada tivemos nossa LIVE 5 Táticas para vender mais usando vídeos. E começamos a semana com mais um PODCAST com 5 Partes de um POST patrocinado. Deixe seus comentários.

Em breve o CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO será lançado.

No módulo de Marketing Digital para advogados nós ensinamos como fazer IMPULSO passo a passo aplicado ao Instagram. Desde das táticas para elaborar um plano de verba como atingir exatamente o seu público do jeito que você quer.

Assista ao PODCAST:

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
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Nova Proposta de Valor: Magazine Luiza

O exemplo de posicionamento, a varejista e-commerce Magazine Luiza sediada em São Paulo, expande suas operações por diversos estados ações que ajudem as pessoas a verem como um catalisador de mudanças e não apenas uma empresas que quer ganhar dinheiro.

Em Estratégia de Marketing pensamos em criar produtos que transformem a vida das pessoas além de solucionar problemas específicos. Não é um segredo, mas um pulo do gato quando uma corporação compreende que o valor criado ao redor do produto um significado.

Em julho de 2021, o aglomerado Magazine Luiza investiu R$ 100 mi em infraestrutura para começar suas operações no Rio de Janeiro. O divisor de águas é que parte desse investimento tem por prioridade melhorar o padrão de vida da cidade.

Em uma percepção mais ampla entendemos que a empresa brasileira não quer apenas deixar uma marca de empresa rica e consolidar o seu market-share. Ela quer que você a ajude a ser uma autoridade e a responsável por melhorar a qualidade também da vida das pessoas em outros aspectos.

Uma das ações foi de colocar adesivos 30 ônibus da linha BRT com o logo da Magazine Luiza e melhorar a operação da linha e dos serviços do transporte com os recursos da empresa, parte do orçamento acima citado.

Além disso também anunciaram um investimento no WI-FI, supervia e bicicletas de aluguel. Se prestarem atenção o objetivo é facilitar e melhorar a vida de quem pega transporte público, claramente um melhoramento do padrão de vida do público direto do e-commerce em questão.

Algumas das aquisições da empresa envolve a Kabum e a HUBfintech que são respectivamente, o varejo da maior empresa de venda de games no Brasil e o sistema de pagamentos que vincula a legalidade do Banco Central as transações financeiras para que os clientes possam optar por um sistema:

  • Seguro;
  • Legal;
  • Confortável.

E para concluirmos as ações, a própria Magazine Luiza patrocinou o aumento do andamento da vacinação da Covid-19 com atuação nacional. Vamos agora entender a prática da Nova Curva de Valor adotada desde da criação da empresa.

Neste artigo aqui falei sobre a matriz de EREC que é uma formato matricial onde temos a capacidade de analisar atributos de serviços e produtos que existem ou irão existir e criar um novo padrão de como as pessoas podem consumi-lo.

À exemplo, a Disney é uma empresa que mudou a concepção de vender desfiles e atrações musicais como um produto que pudesse conduzi-la ao lucro. Parte da identidade da empresa hoje foi uma criação da demanda dos anos 40-50, a valorização dos musicais, shows da Broadway e óperas.

Mas não no formato que elas se encontravam. O objetivo era contar histórias da Carochinha utilizando o mesmo formato. E na matriz de EREC temos:

  • ELEVAR;
  • REDUZIR;
  • ELIMINAR;
  • CRIAR.

E o seu conceito é priorizar o que iremos agora vender e como vender. Magazine Luiza é uma análise que ofereça pronta resposta, é um e-commerce como qualquer outro que usa uma plataforma digital para vender os seus produtos. 

Não é incorreto, mas como ela faz é que muda o ritmo da compra e produto. As pessoas veem a empresa como um agente transformador que além de vender coisas pela internet, também as ajuda a conceberem uma sociedade melhor.

Um exemplo a considerar são as ações de inclusão, respeito a minoria, valorização do público além do perfil cliente e como pessoa, criação da um elo humano (o alter ego: Magalu) e a aproximação da empresa como se fosse uma pessoa em um círculo social.

O trabalho do Marketing é essencial para criar a imagem que a Magazine Luiza tem hoje. Até uns 5-10 anos atrás, ela era mais um Amazon, Lojas Americanas, Submarino e etc. Hoje podemos destaca-la como um patrocinador oficial do bem estar.

Como podemos entender a criação da nova curva do valor? No artigo que citei acima, elevei a análise para o Netflix e como ele inovou o mercado de de aluguel de filmes e séries e as plataformas streaming. Agora o propósito é o mesmo, mas demonstrando como a Magazine Luiza pegou o que já existia e inovou.

Alguns devem compreender essa ação de inovação como um disrupção. E agora vão entender como ela acontece na prática utilizando a matriz EREC.

ELEVAR.

  • Tipos de produtos;
  • Tipos de mercados;
  • Tipos de públicos;

REDUZIR.

  • Custo de compra;
  • Burocracia na compra;
  • Custo de logística.

ELIMINAR.

  • Conceito de empresa ‘só para lucrar’;
  • Barreira de relação marca-público;
  • Dúvida do papel social e econômico perante o público;
  • Dificuldades dos clientes de achar e comprar na loja.

CRIAR.

  • Ações sociais;
  • Alter ego: Magalu;
  • Sistemas de comunicação e compra.
  • Departamento de relacionamento: Social, econômico e corporativo;
  • Benefícios ao cliente além do produto.

A matriz aqui está disposta em lista, mas normalmente a veremos em quadros divididos em quadrantes onde cada campo nos oferece uma visão do que seguir. Cada um destes itens são:

Elevar – Compreensão do que devemos considerar como prioridade, mas já existe no negócio ou é existente no mercado. Seriam os seus pontos fortes;

Reduzir – É tornar menos relevante alguns comportamentos e ações que ainda sim são importantes para serem mantidos, mas não são a chave do sucesso da nova curva;

Eliminar – É uma fase que precisa remover o que gera custo, pouco ou nenhum retorno e o mais importante motivo de todos, deslocar o conceito do seu negócio ao novo sentido;

Criar – É o que não existia e se caracteriza segundo o seu plano, como o produto será de forma nova, oferecida. 

Cada etapa do EREC tem o objetivo de nos oferecer um mapa mental do que temos que criar, priorizar ou eliminar. 

O E-commerce da Magazine Luiza é igual à todos existentes no mercado, o que eles fizeram foi de continuar a não mexer no time do foco comercial: Vender e lucrar, negociar com fornecedores e manter a linha de interesse dos seus produtos diante do público.

Mas a mudança deveria ocorrer como o produto poderia ser entendido pelo público. Comprar um DVD, livro, games ou utensílio deveria ter um outro significado que apenas comprar estes produtos. Para torna-lo real deveriam:

  • Ser acessíveis;
  • Custo e benefício;
  • Sem burocracia;
  • Seguros;
  • Criar relacionamentos;
  • Promover satisfação.

São atributos que você SENTE quando compra. Por isso a empresa está investindo na compra da concorrência. No lugar de você se deslocar para outros lugares, pode fazê-lo tudo em um lugar só. (Acessível)

Ao conversar com algumas pessoas noto que muitas delas querem comprar na Magazine Luiza com a distinção de se sentirem parte do grupo de amigos e amigas da empresa do que propriamente dito o produto. (Relacionamentos)

A porta voz da empresa é uma entidade virtual que tem por objetivo sintonizar a empresa em uma geração tecnológica. As pessoas tratam a Magalu como se fosse uma pessoa real e por ela é compreendido como uma porta voz e relações públicas.

Parte dessas pessoas se sentem respeitadas porque o e-commerce realiza investimentos na estruturas das cidades e nos serviços que essas pessoas usam para irem ao trabalho. Aumentando a qualidade de vida do trajeto, criam um índice de satisfação e reconhecimento. (Satisfação e Custo e Benefício)

Hoje podemos nos assegurar que a Magazine Luiza não é apenas o promissor E-commerce no Brasil, como alguém que como a Disney, soube pensar em vender o produto com melhorias no campo social e econômico.

E mais uma gota em um enorme Oceano, a Magazine Luiza criou um novo mercado de E-Commerce, razão pela qual lidera em lucro em detrimento das outras e considerando o seu tempo de vida, podemos considerar que essa empresa acaba de criar um novo mercado em lojas virtuais.

EM BREVE 2022 – LANÇAMENTO.

CURSO ESPECIALISTA DE MARKETING JURÍDICO.

SOBRE O AUTOR.

Rafael Junqueira é Professor, CEO e Diretor de Marketing da Junqueira Consultoria. Publicitário e especialista em Marketing Digital e Marketing de Relacionamento. Possui mais de 8 anos em experiência em Marketing Jurídico, autor de mais de 100 artigos. Pós graduado em Adm. de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Marketing de Relacionamento (IBMEC) e Gestão de Riscos em Marketing Digital (ESPM).

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE MARKETING JURÍDICO

Especialização para estudantes, profissionais de Direito, Marketing e Publicidade que foca em conteúdo prático aliado com bases da teoria utilizando métodos de ensino que permita o aluno desenvolver a capacidade de compreensão única e fundamental para entender Marketing e aplica-lo em Marketing Digital, Jurídico, Publicidade, Copywriting e criação de anúncios.

O curso vai contar com:

  • Apostila por módulo, cerca de 100 páginas cada;
  • Certificado;
  • Aulas online;
  • Calendário do Aluno;
  • Programa do Curso.

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10 Práticas para Conteúdos Patrocinados que você precisa usar

Links Patrocinados, post ou conteúdo pagos, são um desafio para atingir um público que exige qualidade e investimento de dinheiro e tempo para entender o que a empresa tem a oferecer. Nos últimos tempos, muitos aderem a programas que bloqueiam vídeo patrocinados.

E na internet ou nas Redes Sociais, o uso de ocultação ou bloqueio de conteúdo patrocinado são comuns. Também não é uma prática interessante escrever textos ou materiais patrocinados camuflados de conteúdos Free.

1. SEJA DIRETO

Conteúdos pagos tem o objetivo de vender algo. Portanto ofereça as qualidades do produto e a forma de pagamento sem criar rodeios. Evite de usar Storytelling para “Enfeitar”, diga do que se trata, será mais eficiente em vender a ideia do que tentar vender a ideia.

2. NÃO ATORMENTE

O que é pior quando se está lendo um texto no Smartphone e surge um POP-up com um botãozinho X de fechar do tamanho de ácaro, e você acaba saindo da página e não voltando mais, porque isso o impediu de tirar aquilo da frente do texto? O pior é que a taxa de rejeição do site vai aumentar, e o Google com suas regras de indexação vai rebaixar o site nas buscas.

Não coloque Pop-ups para vender, não corte a leitura e navegação do seu público, NÃO coloque ads (Anúncios) em Mobile, permita o seu visitante escolha acessar os anúncios por si próprio, disponibilize essa informação para ele. O guie, não o atormente.

3. AVISE QUE É PATROCINADO

Conteúdos patrocinados não contém ‘conteúdos’ e sim chamadas de ação (CTA) que orientam a pessoa fazer uma ação. Exemplo negativo dessa prática, são os posts de tentam empurrar E-books com o objetivo de captura de e-mail para enviar mailing. Um texto de 5 páginas, a cada 4 parágrafos tem um “Peça seu e-book”.

O texto normalmente não diz muita coisa, apenas informações que podem ser encontradas em muitos outros lugares. O objetivo é direcionar o público a fazer uma ação, os famosos conteúdos Click-baits. Ou seja, logo de cara avise que o conteúdo é patrocinado e o que patrocina.

4. STORYTELLING PODE?

Contar uma história para oferecer ao seu público informações sobre o que se vende é uma das práticas mais utilizadas. E cada vez mais aperfeiçoadas com técnicas de Neuropropaganda e inclusive, ações sociais (Marketing Social). No entanto como qualquer ação, ela deve ser objetiva e não criar rodeios. É como criar um script para rodar um comercial. Você monta o texto, e o particiona para mostrar cada informação específica de uma característica\benefício de um produto.

O Storytelling tem a capacidade de demonstrar ou ilustrar para o público o que aqueles benefícios podem significar para eles. Não se percam no uso do Storytelling, evitem de cruzar muitos assuntos, pois o que nos confunde, nos impede de tomar decisões.

5. CUIDADO COM AS PALAVRAS DE EFEITO

Palavras de efeito são bordões ou trocadilhos que são associados por nós durante uma exibição. Por exemplo, a propaganda da rede de supermercados Hortifruti ao brincar com a combinação de Filmes e seus produtos, substituindo as palavras por frutas, legumes e hortaliças, eles criam uma sensação de “gamming” (Jogo) que nos permite a diversão. Portanto temos mais capacidade de gravar a marca Hortifruti na cabeça do que apenas anunciar uma seleção de produtos e seus preços.

Todos se lembram da senhorinha falando – “É preço!”, mais do que aquele anúncio com um narrador em OFF (fora da tela) falando cada produto e preço. O uso de Palavras de Efeito cria o efeito positivo de associação – Produto + Diversão + Desejo, mas também não pode ser usado no exagero, senão nosso cerébro entende como Clichê. E em especial, se a empresa já não possui uma reputação muito positiva.

6. DEIXA O JEITINHO DE LADO

Muitas promoções “excluem” a informação que envolve pagamento, parcelamento e verdadeiro preço e o preço influenciado por uma promoção. Não é incomum em épocas festivas, lojas anunciarem um preço promocional, quando aquele preço na prática, é o comum durante o ano inteiro. Essa prática transforma uma informação patrocinada em uma informação “negativa” patrocinada.

Não aumente o preço do valor da parcela e diminua o preço total. Essa prática além de ser ilegal, é também antiética. Na percepção, o público não vai raciocinar se foi má fé ou erro, mas considerar que sua marca é desonesta. E ponto final.

7. CRIATIVIDADE

Ser criativo deixa qualquer conteúdo patrocinado brilhando. E sobretudo quando falamos de todos recursos que podemos utilizar para demonstrar a venda da maneira que pensamos. Então use maneiras como vídeo, texto, imagens, efeitos, memes para transformar o seu conteúdo em algo que as pessoas gostariam de ler e consumir. Como todo cuidado é pouco, apresente a ideia central logo de cara, e concentre-se como essa ideia pode chegar na mente do seu cliente.

8. CUIDADO COM O E-MAIL MARKETING

Sabemos que 6% é um valor considerado razoável para qualquer total somado de envolvimento que uma empresa vai ter com o uso dessa prática de Marketing. Ou seja, de todas as ações que resultarem em abrir, ler e clicar em uma ação no e-mail, do total ser 6% já é considerado uma ação de sucesso.

Talvez o mais irritante caso de uso de e-mail marketing seja os de uso para “Chat”. São 5 ou 6 e-mails por dia lotando a caixa do cliente com chamadas massivas de vendas, sendo 5 e-mails para falar como aquele método ou produto é bom, e um quinto com 10 links de acesso para oferecer a compra. Até lá seu cliente nem mais lembra como assinou o newsletter para receber este e-mail.

O uso do E-mail Marketing é por sí só um canal patrocinado. Tudo por ele, é uma informação que leva a uma ação. Portanto não o use sem estratégia. Você quer fechar negócios? Venda conteúdo, use os canais sociais para isso. Use a loja física para isso. Use no melhor atendimento.

O e-mail Marketing vai ser um recurso eventual em casos como esse. E não dispare para Deus e o Mundo. Selecione seu público, segmente, localize seu nicho, prepare o conteúdo adequadamente, planeje o timing e observe os resultados.

9. CONVERSA PATROCINADA

Já recebeu uma chamada por mensagem privada oferecendo um produto? Comum no Linkedin. Essa conversa patrocinada você pode interagir com as pessoas, pois não é uma ação automatizada. O uso de canais privados para fazer uma venda é bastante útil e eficiente, quando planejada.

Há muitos casos em que o indívíduo entre em contato com um texto script – “Olhei seu perfil e vi que você trabalha com [isso], [aquilo] e etc.” e oferece um serviço que pode solucionar o que ele achou que seria um problema ou uma oportunidade. É interessante até a riqueza de informações passadas. Desde de uma apresentação da empresa e negócio, à convites para chamadas de conferências para discutir o assunto com mais visual.

O problema é que conversas assim com scripts criados não são eficientes. Avaliação leva semanas e exige uma entrevista pessoal. Ou seja, a simples identificação que a solução daquele profissional seria uma saída, não julgaria ser séria, já que a simples citação do que está escrito em seu perfil, não seria possível de levantar questões para um investimento mais sofisticado.

Como convencer uma pessoa com um discurso preparado? Não se convence, então para conversas patrocinadas lembre-se de analisar seu alvo e saber cada passo dele. Não tente disparar para todo perfil que vê e achar que nele vai encontrar uma oportunidade. Além de ser uma perda de tempo enorme, também vai degastar o modelo, ao ver que nenhuma pessoa retorna, pode até abandonar o método, que com um planejamento e pesquisa adequados, poderá ter incrivés resultados.

10. SEJA SOCIAL

SOCIAL é uma palavra poderosa hoje. Vender um produto, nem que seja uma camiseta, é pensar em fatores que hoje importam. Já pensou em vender uma camisa de material sustentável? Ou de longa vida para uso em qualquer lavagem? É uma tecido que resiste ao uso de estampas? É barata?

Práticas modernas que atingem ações sociais (Ecologia, acessibilidade, inclusão, respeito a identidade, desenvolvimento, saúde e educação) exigem um posicionamento. Ser uma empresa verde é muito importante, chama atenção. Investir em uma produção que garanta requisitos de sustentabilidade é uma forma de manter atualizado, ainda que o uso do custo das camisetas também sejam convertidos para Casas e Instituições de caridade é uma outra forma. Produtos que ‘patrocinam’ o desenvolvimento da sociedade, são produtos que se auto vendem.

A comunicação é sempre estratégica. Visite nossas Redes Sociais e Site.

Por que mercado de nicho é considerado um desafio?

Há 5 razões para acreditar que o mercado de nicho é um desafio. O comércio normalmente argumenta que a linha de produtos que são consumidos por um público específico está em queda ou que o nicho em questão é mais difícil dentro de uma concorrência contra os produtos de massa. E a compreensão sobre o porque o mercado de nicho pode ser sim uma excelente opção – a seguir listo a importância da Consultoria de Marketing.

1. ONDE ESTÁ O SEU PÚBLICO?

O público de mercado de nicho é bem específico. Não é qualquer um que vai comprar. A definição de qualidade e venda não concorre com as mesmas regras do atacado. O nicho tem uma particularidade. Eles são únicos e direcionados. Portanto o público é sensível a qualidade e conteúdo muito mais do que um produto de massa. Se você não sabe qual é o seu público, no mercado de nicho, é o mesmo que esperar o declínio do negócio.

2. É PRECISO DE PROPAGANDA

Um sabonete vende. Por quê? Nós precisamos de sabonetes. Mercado de nichos são geralmente um uso específico de produto que não se enquadra em conveniência, e sim em personalização daquele grupo. Fãs de Star Wars vão preferir adquirir produtos com a ideia da saga. E serão por si, influenciados a toda comunicação dela assim direcionado. Um produto de nicho não atende a ideia de que todos vão comprar.

Exemplos como loja de colecionadores onde o ticket médio é R$ 1.000,00, já dispôe que o seu público não é qualquer um. Onde está o seu público? Como você sabe onde está? Divulgando. Publicando. Chamando. Realizando.

3. O PRODUTO NÃO VENDE POR SI

Produtos nichos possui uma atração pelo consumidor quando este é atraído pelo negócio que o vende. É óbvio que um fã de Harry Potter irá procurar por lojas, brechós e colecionadores, mas ele adota uma marca quando a marca vai até ele. E o que confere essa ‘fidelidade’ é o uso da Propaganda. Mas do que mercado de massa, a propaganda é fundamental e vital para manter o negócio de nicho vivo.

Quando um público está se iniciando no consumo de produtos específicos, eles precisam de todo o material necessário para se convencerem. Não é o mesmo que vender a ideia de ver filmes em telas enormes (cinema). No passado o cinema era um mercado de nicho em contrapontos de teatros. Hoje são mercados de massa. Mas nos anos 50-60 quando houve o auge, os empresários investiam fortunas em Marketing para apresentar uma verdadeira atração digna de Óscar para exibir uma sessão.

4. PESQUISA DE MARKETING

Todos gostam de sorvete? Talvez a resposta seja unicamente positiva. Mas quando falamos de sorvetes que são light, zero açúcar, que não contém lactose ou que são de uma marca específica, já podemos dividir o público em grupos. Quando fazemos, fazemos o Marketing para mercados de Nicho, é para entender de fato que tipo de público consome o seu produto e em quais condições. E nestas condições, como o produto é observado (Visto e valorado pelas pessoas).

Mercado de colecionador no Brasil está em alta, apesar do que ouvimos, é que há ‘audiência’ zero. Contrário seria o sucesso após 6 anos do evento CCXP realizado em São Paulo. Que reproduz os modelos da Comic Con americana, é que este mercado de nicho (seja Geek) ou outros, estão em expansão. E por quê? Para alguns que investem em Marketing, o nicho é uma oportunidade de ouro. Para os que investem neste empreendimento adotando o “achismo” e aplicando regras do mercado de massa, por outro lado, terão um cenário negativo. No estado de São Paulo, no Jardim Paulista é uma verdadeira Meca de Colecionador, possuindo o valor de terra mais caro do Brasil. Sorte? Marketing para mercados de nicho.

5. QUEM VENDE?

Mercados de nicho produzem públicos de nicho. Esses públicos são mais especialistas que o mercado de massa. Eles não são pessoas comuns que entram nas lojas apenas para olhar. Como um apreciador de arte, eles são Marchand procurando por peças raras. Então eles costumam conhecer a mercadoria aos quatro cantos. É interessante conversar com um colecionador e perceber que a conversa dele com um vendedor parece um debate científico.

Você não convence um consumidor desta área pelo menor preço e promoção. E sim pela raridade, singularidade e personalizado. Neste mercado você precisa conhecer o produto 100%. Conhecer a localidade do seu público e o seu público com uma margem mínima de erro.

A comunicação é sempre estratégica. Visite as nossas Redes Sociais.