Dark

NÍVEL DE SPOILER: Médio.

Dark é uma produção da Alemanha distribuído pela Netflix e que conta a história de várias famílias localizada na pequena cidade de Winden. O enredo trata de um desaparecimento de um adolescente chamado Erik e que até aí podemos considerar como uma série de acontecimentos onde o sequestro é o ponto principal, mas a trama revela que é apenas um dos pontos e nem é o principal.

No ano de 2019 uma pequena e sofisticada cidade alemã chamada Winden, concentra-se na histórias de várias famílias dentro dos pontos de vistas de adultos, crianças e adolescentes e seu dia-a-dia. Não fosse o fato que o desaparecimento de Erik tomasse conta da atmosfera melancólica da gélida cidadezinha.

A história já inicia com um misterioso homem subindo numa cadeira se enforcando. Uma misteriosa carta entregue a uma mulher apenas com um endereço e hora de sua leitura. Lembra muito bem aquela mensagem que Martin McFly recebeu de Doc Brown de 1885 em De volta para o Futuro II. E essa bela citação abre o tema de Dark.

A produção alemã aposta em uma trama carregada de riquezas, conexões e com certeza a fidelidade do público em assistir cada episódio pelo menos 2 vezes e até o final. A corrente da série é que pular episódio não é uma boa ideia. Se perder o fio da meada, vai perder todo o resto. Gelou a espinha quando soube do paradeiro do Mikkel? Gelou mais ainda quando soube que as gerações de 1953, 1986, 2019 e 2053 tem ligação?

Se há um futuro distopico nesta trama é que eles conseguiram unir Back to the Future, Stranger Things e algum título de survivor em 10 episódios. Quem é Jonas? É o cara ou um fantoche? Sabemos até o final que há dois grupos disputando o domínio da viagem temporal. E quem são eles e como se originaram? Lembra muito a disputa de Templários e Assassinos em Assassin’s Creed.

Stranger Things é uma trama que deixou todo mundo surpreso. Parte pela caracterização realizada por um elenco jovem. Diante dos mais veteranos atores, eles conseguiram fazer com a época do anos 80, o que parte do público da série não passou, fosse tão presente. E a outra que a história não é original, o que é original em Hollywood? Monstro, outra dimensão e humanos alvos.

O outro ponto é que Will e Erik se aproximam. Mas para por aí. Will foi parar no mundo invertido, alguns fãs dizem que era a terra no futuro. Em Dark o termo significa ‘escuro’ explicado na série como um estado de espírito. Seria Dark e o Mundo Invertido mundos da mesma dimensão?

Back to the Future a menção única e sua ligação com a viagem do tempo. Até a Delorean é citada na série como um famoso Easter Eggs. Daí partimos para a próxima característica. O que será de Jonas ao ser enviado para 2053? E o que aconteceu com o mundo? Tem que ter uma segunda temporada.

PERSONAGENS

Se normalmente nós vemos um personagem se destacar mais que o outro, apesar de minha citação mais ao Jonas que Charlotte, Claudia, Mikkel e cia. Posso falar que é comum em produções europeias, que protagonista é um coletivo. Nunca é um ou outro. O poser personagem não é uma figura única. Estamos falando de uma história onde pessoas em Winden estão vivendo seus casos de vida, mas que há algo muito fora do comum ocorrendo ao redor.

TRAMA

A história é basicamente ‘dramas familiares’ e ‘sobrenatural’. Se colocarmos apenas o primeiro conceito, como o suspense e ficção entram na história? Estamos em sua grande maioria acostumados como apenas um dos como estrutura do enredo. Mas é comum de filmes e séries tal Russo, França, Itália e Irlanda apostarem em ‘histórias do que nos personagens’.

Logo inserir suspense e dramas, ficção e dramas, aventura e drama é um ponto forte deles. Você consegue ver um Waking Dead (Sobrevivência) mas conectar um Santa Clarita Diet, sem sofrer com a transição da série e gritar “Isso é muito Black Mirror” e sim “isso é muito todas as séries Netflix”.

MISTÉRIOS

Ponto alto da série é conseguir apresentar os personagens, a locação, suas conexões e apresentar o mistério como se fosse parte da normalidade. Fazendo com que o simples fato do mistério ser bem misterioso. Não é como em filmes de 2012 que você sabe que o problema é os efeitos climáticos. É como se fosse um fator natural, que ao longo do tempo você nota que a água do mar está a 2 metros de altura porque foi observando pelo tempo.

O mistério em Dark é parte do processo e não o processo todo. Fazendo com que nos importemos com as pistas, as pessoas, o local e os detalhes.  Eles apostam bem em truques de fatos históricos na medida da ficção. Chernobyl, efeitos de uma usina nuclear, mistérios da floresta proibida, cavernas do Dragão, ‘tralha’ POP para dar forma ao Mistério.

Nota: 10.0

Walking Dead

Walking Dead iniciou suas filmagens em 2010 e perdura no ar há 7 anos. Com um desenfreado sucesso, e um público cada vez mais adepto. A proposta de ser uma série de sobreviventes promoveu o lançamento de um prequel dos acontecimentos da história de Rick Grimmes, Fear the Walking Dead exclusivo ao canal AMC.

Walking Dead originário dos quadrinhos de mesmo nome oferece uma proposta interessante. Uma espécie de apocalipse zumbi. Onde as pessoas já contaminadas por um vírus desconhecido veem a sociedade desmoronar e precisam sobreviver em uma terra sem lei e sem cordialidade.

Embora nunca e em nenhum momento os zumbis sejam chamados assim, mas como Walkers, a premissa da série foi de apresentar essa batalha entre seres humanos vivos contra seres humanos mortos. A fórmula morto vivo porém funciona até o final da segunda temporada, como o próprio nome da série, há um duplo sentido, talvez para não cair no mesmo erro da série da Fox, Lost.

As emboscadas promovidas pelos mortos vivos, demonstram que na primeira temporada eles por serem mais novos, a qualidade de seus ataques eram mais propensos a serem eficientes, mas que alguns demonstravam uma quase inteligência. É aceitável que eles ao longo do tempo vão perdendo essa ‘cognitividade’ e se tornando o que são, zumbis. E óbvio que outros problemas começam a ganhar espaço.

E estes problemas se tornaram parte da trama principal, fazendo com que a proposta inicial fosse para o segundo plano. Até a segunda temporada, os walkers eram o problema. A filha de Carol e o seu marido morreram por walkers, se transformando inclusive. Mas aos poucos a fusão dos problemas entre vivos se tornou mais forte que zumbis contra eles. Por quê? Tendência da audiência.

Depois do governador, Negan se tornou o vilão principal. Após a descoberta de toda uma contaminação em massa nas primeiras temporadas, apenas concluiu que ninguém pode fazer nada. E que aquele é o destino deles e ponto final. Embora a trama consiga abocanhar público, não é o tipo de série que me prende. Apesar de ser um inveterado consumidor de materiais zumbis, dispensei a série na quinta temporada.

Não há como envolver-se a com a série não querendo entender porque os conflitos continuam. Como no ponto do Fallout, não importa a guerra nunca muda (War, War never changes) porque no final é ser humano contra ser humano, seja ele vivo ou morto. Levei uns 5 anos para ver a série, e levei menos tempos ainda para abandona-la.

Gosto de explicação, que seja até simples, mas o contexto de Walking Dead é sobrevivência, não importa qual o tipo e quem eles estão contra. Mas a série já não entra na linha dos quadrinhos por seguir os números de audiência. Pelos quadrinhos a Carol morre há muito tempo, ela foi até eleita pelos memes da internet como a Assassin’s Creed na luta da Alexandria, parece até uma espécie de votação, um fã clube.

E demonstra como a série anda conforme o público deseja. Atualmente os zumbis saíram de cena, especialmente após a única trama sair do ar que é o caso do Resident Evil (desde de 2003) com a atriz Mila Jovovich. Sem este combustível no cinema, Walking Dead passa apenas priorizar os conflitos entre vivos.

Mesmo os irmãos mais distantes dos comedores de carne, os vampiros, não há algum título que dê força para o lado Zumbi. A prova concreta dessa mudança não apenas se reflete no título ambíguo, mas na rotatividade do elenco e na própria decisão de ‘matar’ personagens recorrentes, dando margem para recriação da série.

Glenn sobreviveu à muita coisa, e morreu na mãos de um ser humano e VIVO. Nada contra, estamos falando de uma série de sobrevivência. Embora não conte para a memória, mas Shane e Lori eram protagonistas, e logo morreram no início.  O que faz pensar na morte do Glenn como sendo uma surpresa demonstra que o andar da série tem foco na reação do público do que na trama.

Essa ‘instabilidade’ do roteiro e de não seguir uma linha é plausível, pois os produtores podem pensar em uma saída para série quando a mesma estiver em uma encruzilhada. Pode ser que a segunda geração TWD substitua o elenco todo principal para dar ar a uma espécie de Next Generation, começou já com o Fear The Walking Dead. Em determinado ponto da série seria possível haver um encontro entre os personagens? Pode não acontecer, pelo fato de que o mundo é muito grande para terem essa sorte.

Fear demonstra que a trama principal do TWD pode finalizar se quiserem finalizar. Mas esse é um outro ponto. E o que cabe aqui é avaliar que TWD apenas solucionou o problema do Lost e de roteiro. E que a história conta a vida de sobreviventes em uma sociedade arruinada por uma material biológico. E essas são as consequências disso. Ruim? Não, teve feito muito sucesso. Mas não é uma série de zumbi.

Nota: 85.0

 

Orphan Black II

Em 2013 iniciava uma série que já tinha data para acabar. Com 5 temporadas contabilizadas e 50 episódios. 15 personagens interpretadas por uma única atriz, performances únicas que nos fazem enxergar os nomes das atrizes que as interpretam, se esquecendo que são a mesma pessoa. A série canadense não só projetou uma forma de contar a história, em estilo flash, como deixou incontáveis fãs pelo mundo.

O estilo flash é claro, em três episódios você tem a ideia principal da série nas mãos. A grande maioria sempre demora 2 temporadas para começar a revelar algo. Uma produção canadense também, chamada Between me chamou a atenção, mas logo perdi a motivação. Era demorada demais, criando uma expectativa absurda. Essa é a falha da maioria das produções. Não vou entrar em detalhes em relação ao Lost.

Tudo que a série colocou em pauta logo de início é a força da mulher. Sei que a maioria deve estar careca de ouvir empoderamento feminino, mas é o que a série coloca na mesa todos os dias. Mas não o faz de forma chata. E se acha que para por aí, vamos ver outros assuntos que a série traz:

  • Genética
  • Clone
  • Conspiração governamental
  • Dominação de indústria farmecêutica
  • Controle de natalidade
  • Mitologia Grega: Leda e Castor
  • Imortalidade
  • Contos de Dr. Moreau
  • Campanhas LGBT
  • Relacionamentos

Parece careta, essa é uma lista que compõem quase todas as séries. Sim. Mas a diferença é que você passa todas as séries indo de A-B por 3 temporadas. Até entender que esses assuntos estão na cara. Enquanto em Orphan Black você nota as pessoas dentro do contexto, e as conhece nitidamente. Fica claro o papel delas, tão claro que na primeira temporada em apenas 10 episódios você tem essa definição.

  • Na segunda temporada vemos quem está por trás disso tudo.
  • Na Terceira temporada você entende em que enrascada todos estão.
  • Na quarta temporada compreende que o problema é mais embaixo.
  • Na quinta temporada é resolução.

Tem pergunta feita e resposta dada.

Agora dizem, o Observatório do Cinema que a série pode virar filme. Com certeza que há muita história para ser contada. Eu gostaria de ver uma trama mais rica na vida de Elizabeth Childs. Gostaria de ter uma ideia de como era a vida de Veera (M.K) antes do Helsink. Também gostaria de saber o que Sarah fez fora da cidade por 10 meses.

Acredito que a BBC fez as cinco temporadas pensando em uma história com começo, meio e fim. Para evitar furos. E quanto menos demora, o mistério não cria altas expectativas. Um filme não terminaria a saga obviamente, mas daria mais um gosto de quero mais.

Mas se não for com os mesmos personagens, não acho que dará o mesmo impulso.

Orphan Black I

Série canadense produzido pela BBC atualmente com 5 temporadas, iniciada em 2013 que conta a história de Sarah Manning, Allison Hendrix, Cosima Niehaus, Beth Childs, Rachel Duncan e Helena dentro de uma conspiração governamental que evolve o plano divino e a cobiça humana. E o que encanta é a dinâmica da trama que bate nas questões de humanidade, diversidade, ciência, artificial, naturalismo, suspense e ficção científica.

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Helena, Clone ucraniana.

Planejado para ter 5 temporadas, o segredo mais bem guardado dessa trama parece ser revelar agora em 2017 com pitadas da ilha de Dr. Moreau e algo envolvendo a imortalidade. Bem se você nunca viu a série vai beirar ao spoilers. Longe disso acontecer com essa série. Ela consegue como Agatha Christie, trazer dentro de um conto, outro e outro. E você pensa que achou a verdade? Longe de estar nela.

Contar Spoilers nesta série é um benefício para quem vive a montanha russa de encontrar a verdadeira resposta por trás dos planos de um instituto Dyad, de uma empresa chamada Brightborn e do grupo intocável chamado Topside. Até onde podemos chegar? A interpretação da atriz Tatiana G. Maslany que em certos momentos lembra a atriz americana Miranda Cosgrove é de dar a vida a cinco ou mais personagens…todos clones.

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Alison Hendrix, clone do subúrbio.

Clones de rosto, a atuação é impecável. Você consegue se identificar com cada uma. E odiar outras. O humor canadense é distinto do americano. É explícito como o Europeu. Não tem papas nas línguas. E sobretudo o movimento da bandeira LGBT. Já que a série sem problemas algum toca nas relações nesse sentido sem censura. Não há algo explícito.

Quer drama, suspense, ação, terror, romance, aventura e comédia? Pitadas certas. Porque Orphan Black consegue trazer em cada episódio um tom certo. São inúmeras histórias, pessoais, trama principal e figuração que fazem parte. Como perder um episódio?

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Cosima Niehaus, Clone Nerd.

Há poucas séries que me fazem vê-la tantas vezes. Antes de terminar a série, em sua quinta temporada, pela promessa feita desde de 2013. Já vi a série duas vezes, e uma terceira em andamento. O roteiro foi escrito justamente para revê-la diversas e diversas vezes. A cada temporada, e episódio, você parece estar vendo um season finale. Não como Game of Thrones ou Walking Dead, não na questão de mortes, e sim da verdade.

A verdade por de trás de tudo. Aqui vem um Spoilers, em branco, passe o mouse [SPOILERS] Elas são clones desenvolvidos através de dois projetos, Leda e Castor. Respectivamente mulheres e homens. Alguns clones contraíram uma espécie de doença degenerativa letal. E outros parecem imunes, ou por enquanto. A luta é tentar achar uma cura. Até você descobrir que os ‘grandões’ não estão a procura da cura, como os clones estão. E sim atrás da imortalidade. As custas é claro das vidas dos clones. [SPOILERS]

Quando você pensa que a verdade é aquela, vê a coisa é muito pior do que se esperava. E há um jogo de rato e gato que só se via na série Arquivo X. E aqui é um divisor de águas. Porque a crônica que Mulder e Scully estavam eram tão diversificada que a verdade podia estar lá fora, mas ela tinha um porém. Será que era saudável saber a verdade? Mulder e Scully são em Orphan Black as clones. Cada uma compensa uma personalidade. Cética, crente, científico, metódico, vamos para ação, vamos observar.

É tanta conspiração, jogos de poder. Tanto coisa em risco. E você vê que a fachada de uma empresa cria uma fachada para a outra e a outra. Até ver que é “Of course” (Mas é claro). Claro agora. Você para e pensa. Tenho que ver a série novamente. Pois é preciso juntar as peças para entender o todo. Gestalt.

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Beth Childs, Clone Policial

Costumo não gostar de conspiração. Em comparação, na série Arquivo X adorava os capítulos onde haviam monstros, mutantes, casos bizarros. Quando ia para casos de conspiração governamental, simplesmente pulava. Quando na era pré-DVD e Netflix, eu simplesmente tinha que esperar uma semana para ver se o próximo episódio ia ser de algum monstro. Ou comprar algum guia para ter alguma esperança.

Mas a conspiração dos Clones. Parece uma espécie de piada. Clones. Mas quando falamos de conspiração e engenharia genética. Podemos considerar um ensaio de Blade Runner? Pelo menos ateste a série pela interpretação de Tatiana, se acha as cenas dinâmicas, experimente descobrir o quanto trabalhoso é ter 5 clones em uma cena só?

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Sarah Manning, Clone Bad Girl.

Com a série disponível na plataforma Netflix, e com a última no encalço. Um episódio lançado todo domingo. É para deixar o suspense mais tenso. O que aguarda depois de 5 anos, clones, verdades, mentiras, conspirações…?

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Dou uma avaliação de 98. Ainda que a série não tenha terminado, que o desfecho fará uma diferença e um impacto, mudando inclusive o escopo de como vemos toda a trama. Vemos começar assim e terminar assim. A trama, os personagens, aquele segredo, a sensação de season finale.

Não há como falar de Orphan Black sem lembrar de séries como Taken (2002, Steven Spielberg) , Arquivo X (Chris Carter, 1993-2002), suspense policial (um pouco de Bones), fanatismo religioso (Millennium). Grupos corporativos, militares. Super soldados e a busca pela fonte da juventude.

Ela é uma série pé no chão, poderia ser verdade em nossa realidade. E ganha destaque pela combinação de gêneros (Humor, ação, ficção, terror e drama) sem dobrar o público e nem forçar a expectativa. Não gostou de um personagem? Adorou aquele…mas que reviravolta foi aquela?

Imperdível? Deixe seu comentário.

Vale a pena ver? Gosta de ficção, genética, conspiração, trama psicológica, suspense policial…dê uma chance.

Gosta de movimentos? Causa LGBT, empoderamento feminino, discussão de ética, possibilidades da ciência e curas. Tem um boa chance de lhe agradar.

 

Between

Between é uma série que abria o catálogo todos os dias e olhava para ele, tentando criar uma espécie de coragem para dar uma olhadinha. Nem que fosse para classificar com “Detestei”. A atriz principal é Jennette Mccurdy, se bem que ela aparece bem nos materiais promocionais, não posso dizer que ela seja protagonista.

Alguns devem tê-la vista no sitcom 2007-2013 – ICarly como a irreverente Samantha ‘Sam’ Puckett, sua breve paixonite com o Nerd do grupo deu a série de comédia pitacos de drama, romance e claro, patetice. Sem deboche. Daniel Schneider é um famoso diretor da Nikelodeon que sabe fazer série de comédia. E Jennete Mccurdy cresceu com bastante comédia, e esse contraste, trouxe a ela a uma produção canadense algo que seus fãs mais assíduos tenham estranhado (supostamente) – ela fazendo um papel mais sério.

Não que isso de fato faça a série ruim. Mas quando vi os pôsteres, juro ter visto Linda Cardellini (Velma do Scooby Doo), depois que notei que a seriedade da atriz a fez desconhecida. O primeiro episódio não é algo que diga algo, puxa que bacana é uma série de ficção, é um pouco demorado. Se você veio do Orphan Black, pode ser que pare o episódio umas quatro vezes antes de continuar.

A proposta da série é fenomenal, mas acredito que os autores estejam testando se dá certo. São duas temporadas, prevista uma terceira para este ano. Como funciona a série? Simplesmente da seguinte forma – apenas as pessoas até 21 ficam vivas. Ou seja não demora muito que todos os adultos morram. E dá aquela sensação de “Ensaio de uma cegueira, 3% e Walking Dead – todo mundo começa a morrer. E você fica 2 temporadas com a questão – Por que apenas os 21 anos? Sim demora 2 temporada, e nos últimos episódios você fica sabendo o porquê.

Preparados para saber o por quê? [SPOILER MATADOR] Em parte porque eles são especiais, como os jovens mutantes. Foi como classifiquei. Eles são geneticamente modificados e isso permite que eles não morram aos 21 anos. E a história é que havia um vírus na cidade. [FIM DO SPOILER MATADOR] – Selecione com o mouse o espaço em branco entre as tags.

Este título está disponível no Netflix.