Análise de Alien

Você pode gritar, e ninguém vai escutar.

Alien (1979) (Foto: Reprodução)

Alien (1979) (Foto: Reprodução)

O filme Alien (no título original) e no Brasil como acréscimo do oitavo passageiro foi dirigido por Ridley Scott. A criatura alien fora idealizada e criada pelo desenhista H.R Giger, trabalharam junto também do artista, Chris Foss e Ron Cobb. E contava com um elenco de peso, muitos destes se tornaram ícones, enquanto outros ficaram fora da telona, mas não deixaram a fama.

A produtora Brandywine foi a responsável pelo filme, assim como 20 th Century fox quem distribuiu. A história é sobre uma criatura do espaço extremamente mortífera que ataca a tripulação até sobrar uma pessoa. O roteirista responsável pela briga de gato e rato foi Dan O’Bannon e Ronald Shusett.

Alien foi condecorado pela crítica e foi um sucesso de bilheteria, recebendo o Oscar de melhores efeitos visuais, os Saturn Awards de melhor filme de ficção científica, melhor direção para Scott e melhor atriz coadjuvante para Cartwright.  Além do sucesso nas telonas, a franquia promoveu livros, quadrinhos, jogos e brinquedos.

Um S.O.S no espaço.

A nave espacial rebocadora Nostromo está em sua viagem de volta para a Terra. Ao receber uma transmissão de origem desconhecida, o computador da nave acorda a tripulação. O Capitão Dallas (Tom Skerritt), o Primeiro Oficial Kane (John Hurt) e a Navegadora Lambert(Veronica Cartwright) saem para investigar a origem do sinal.

Neste tempo, o computador da nave Nostromo aos cuidados de Ash (Ian Holm) é decifrado como uma espécie de aviso de alerta, e não um S.O.S. E tudo que a tripulação acaba por saber é que um do seus companheiros retorna para a nave com uma criatura grudada no rosto.

O pai do Alien.

H.R Giger artista plástico (Foto: Reprodução)

H.R Giger artista plástico (Foto: Reprodução)

Dan O’Bannon fez uma comédia de ficção científica enquanto ainda era estudante juntamente do conhecido diretor John Carpenter (Enigma de outro mundo/The Thing) e o artista conceitual Ron Cobb chamada Dark Star. Algum tempo mais tarde ele começou a trabalhar em uma história mais séria, de terror ao contrário de Dark Star que era uma comédia. Ronald Shusett estava trabalhando em uma versão de um roteiro que se revelaria ser Total Recall (O vingador do futuro).

O’Bannon estava trabalhando num projeto que já contabilizava 29 páginas de um roteiro chamado ‘Memory’ que consistia naquilo que se tornaria as cenas de abertura de Alien. Durante este período, ele aceitou a adaptar Dune (Duna) – onde pode captar novas ideias para seu filme. Foi onde conheceu Jean Giraud, Chris Foss e H.R Giger. Então voltou ao seu roteiro original ‘Memory’. Uma das ideias que que Ronald ofereceu a O’Bannon é que um Gremlins entra-se num bombadeiro B-17 como proposta do filme – o que viria a ser a proposta do filme no final das contas.

O título mudou 2 vezes – foi de Memory para Star Beast e finalmente para Alien. Um título que O’Bannon achava que resumia e trazia o mistério sobre o que seria aquele ‘Gremlin. Então começou a nascer a ideia de uma criatura do espaço a encontrar uma nave da terra, o brainstorming era como essa criatura entraria na nave. Quem a deixaria entrar? Obras cinematográficas como The Thing from Another World (Uma coisa de outro mundo) da década de 50 influenciou os ambientes fechados e escuros da nave Nostromo, e outro do ano de 1956 conhecido com Forbidden Planet (Planeta alien) originou a ideia de um aviso no espaço de alerta.

H.R Giger nasceu com a ideia de criar uma criatura sinistra, monstruosa e fabulosa. O’Bannon que o conheceu durante a produção de Dune, percebeu que naquela aberração artística havia um ponto a explorar. Era o alien que ele procurava. A coisa que viria a atormentar as mentes das pessoas quando o vissem. H.R Giger também foi o responsável por criar o space Jockey (argumento que criaria Prometheus novamente dirigido por Ridley Scott em 2011).

A tripulação.

Tripulação da Nostromo (Foto: Reprodução)

Tripulação da Nostromo (Foto: Reprodução)

Os testes de audição para o filme alien contava com apenas 7 personagens. O’Bannon tinha um foco no filme, ele preferiu desenvolver a criatura, o alien primeiro do que entender como seriam os personagens. A ideia principal que eles queriam a tornar a criatura uma espécie protagonista, e que os seres humanos fossem apenas transeuntes que tiveram o azar de encontra-lo no caminho.

Conheça o elenco.

  • Ellen Ripley (Sigourney Weaver) – É uma mulher forte, com personalidades que desafiavam a ideia da época. Anteriormente o papel de Ripley pertencia á um homem de estatura baixa. Mas como O’Bannon havia delegado que os papeis podiam ser muito mesmo serem unissex. Foi permitido idealizar uma mulher num papel comum ao homem na época. Pela primeira vez a atriz Sigourney Weaver atuou como papel principal dando á ela uma indicação do prêmio Saturn (de melhor atriz). E ganhou de estrela promissora (BAFTA);
  • Navegadora Lambert (Veronica Cartwright) – Cartwright tinha experiência em ficção científica e terror.[28] Ela originalmente fez o teste para Ripley. Ela venceu o Saturn Award de Melhor Atriz Coadjuvante;
  • Capitão Dallas (Tom Skerritt) recebeu o papel no início da produção. No entanto ele mesmo recusou o papel pois afirmava que o filme não tinha um diretor e somente aceitou quando Ridley Scott assumiu o filme;
  • Engenheiro Brett (Harry Dean Stanton) uma curiosidade interessante sobre o ator é que o mesmo não gostava de ficção ou monstros, no entanto aceitou participar do filme, e talvez por uma vingança do destino, ele foi morto por um alienígena. E ficou mais conhecido por isso;
  • Sub-Comandante Kane (John Hurt) levou consigo o chamado “Filho de Kane” (por ironia, dito por Ash o oficial médico). Onde o terror todo se inicia. John Hurt foi a primeira escolha para interpretar o personagem. Ele foi indicado para o prêmio BAFTA de melhor ator coadjuvante;
  • Oficial de ciências Ash (Ian Holm) até então era humano, até revelar que é um andróide;
  • Engenheiro Chefe Parker (Yaphet Kotto) recebeu o papel pelo grande sucesso que teve em ‘Live and Let die’.

O oitavo passageiro.

  • Alien (Bolaji Badejo) foi um estudante de origem Nigeriano que foi descoberto pela equipe de elenco num bar. Com seus 2,18 de altura ajudou a coloca-lo no papel da criatura mais temida do universo. No entanto para a também criatura os dublês Roy Scammel e Eddie Powell (este mais conhecido) utilizam da roupa do xenomorfo.

Nostromo.

UCSS Nostromo (Foto: Reprodução)

UCSS Nostromo (Foto: Reprodução)

A nave Nostromo possui o nome completo com a USCSS na frente do nome. É uma nave classe Juggernaut do tipo cargueiro estelar Lockheed Martin CM-88B. Os vários esboços da nave previamente davam-se as semelhanças entre as aeronaves existentes na Nasa, no entanto Ridley Scott quis descartar todas, e queria um modelo original e único.

Os designers Ron Cobb e Chris Foss criaram a mais horrível e monstruosa nave que poderia ser criada. O nome Nostromo teve sua origem no romance escrito por Joseph Conrad, onde havia um herói com este nome. Joseph Conrad deu ao herói Nostromo uma característica nobre, porém sensata com a liberdade e ao mesmo tempo uma realeza suja.

A nave Nostromo é majestosa de grande e feia. O personagem do conto é um homem que não pretende fazer parte da aristocracia,entretanto  antes pretende tornar-se num líder representante das massas populares. Cuja fidelidade é “mesclada de amargura” e devoção “mesclada de ironia”. A morte liberta-o “das grilhetas do Amor e da Riqueza”.

Um fruto que os humanos vivem dentro da nave. Estão trabalhando pelo seu pão de cada dia. Mas encontram o mal no espaço. Tentam de tudo para sobreviver. É carregado de ironia e ao mesmo tempo beleza. A surpresa de tudo isso é que o monstro (o alien) é a amargura e os seres humanos são a fidelidade a e devoção. Um contraponto interessante dado por Ridley Scott.

Especificação Nostromo.

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Especificação Nostromo (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Especificação Nostromo (Foto: Reprodução/Mundo Pauta)

Trilha Sonora.

A trilha sonora foi escrita por Howard Hanson e foram aproveitadas músicas de Wolfgang Amadeus Mozart e do mais conhecido Jerry Goldsmith.

Howard Hanson conhecido como Howard Harold Hanson foi um compositor, condutor, educador e músico teórico nascido em 28 de outubro de 1896 e morto em 1981 quem foi o responsável pela música dos créditos de Alien.

Wolfgang Amadeus Mozart conhecido como Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart nasceu em 27 de janeiro de 1756 e morreu em 1791 foi um compositor clássico.

Jerry Goldsmith  conhecido como Jerrald King Goldsmith nasceu em 10 de fevereiro de 1929 e morto em 2004 foi um compositor e condutor com trabalhos bastantes conhecidos em séries e filmes. Seus trabalhos notórios foram em Planet of the Apes (Planeta dos Macacos), The boys from Brazil (Os meninos do Brasil), Poltergeist, Alien, Gremlins, Total Recall (O vingador do futuro), Mulan, o trilogia Rambo e cinco filmes da série Star Trek.

Música – Crédito finais por Howard Hanson.

Música – Créditos inicias.

Trilha composta – Jerry Goldsmith.

Mundo Pauta

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Preview de Almadiçoado

De Harry Potter á demônio: Quem nos salvará?

Horns (Foto: Reprodução)

Horns (Foto: Reprodução)

O ator Daniel Radcliffe ficou famoso por sua atuação nos filmes de “Harry Potter”. As aventuras chegeram a popularizar o ocultismo e a bruxaria e até atenção da igreja. O site EW (Entertainment Weekly) publicou uma imagem na qual o ex-herói encarna o demônio na obra de ficção intitulada “Horns” (chifres). O romance escrito por Joe Hill  – o então filho de Stephen King terá uma longa. No Brasil o nome ganhará o título muito do revelador, “O Pacto”.

A história é sobre Ignatius ‘Ig’ Perrish que namora uma garota que conheceu durante um culto. Após passar um ano de relacionamento, a sua namorada é violentada e assassinada sem motivo algum. No entanto todas as provas a apontam Ignatius como o responsável que tenta a todo custo provar sua inocência. Vemos uma tênue linha da “Mulher de Preto” na carreira do ator – do ocultismo ao sobrenatural.

Num certo dia ao acordar ele vê crescer em sua testa chifres. Que dão poderes estranhos, tais como fazer as pessoas revelarem seus erros e segredos mais profundos. No entanto nenhuma pessoa parece se incomodar com sua nova aparência. Então ele planeja pôr em prática um plano de vingança o qual pretende achar e matar quem fulminou sua amada.

Ao longo do tempo Ig começa a notar uma estranha presença que acompanha seus chifres, e também nota sua pele avermelhada. Mas seu ímpeto é vingar-se, então deixe de lado estes pequenos detalhes. O longa será dirigido por Alexandre Aja, o roteiro por Keith Bunin com um elenco composto por Juno Temple (Merrin Williams), Daniel Radcliffe (Ignatius ‘Ig’ Perrish), James Remar (Derrick Perrish), Max Minghella (Lee Tourneau), Sabrina Carpenter (Young Merrin Williams) e Laine MacNeil (Young Glenna). A data de estréia esta prevista para 2013.

 

 

 

 

 

 

Análise de Pacto Maldito

Quando uma vingança se torna uma tragédia fatal.

Mean Creek/Pacto Mortal (Foto: Reprodução)

Mean Creek/Pacto Mortal (Foto: Reprodução)

Mean Creek.

Numa pequena cidade do estado de Oregon, Sam passa a ser constantemente ameaçado por um garoto da escola, o popular George. Mas Sam conta tudo ao irmão mais velho Rocky, que se junta aos seus melhores amigos para promover uma grande vingança. O filme foi lançado em 2004, dirigido/escrito por Jacob Aaron Estes e também conta com um elenco formado por Rory Culkin (Sam Merric), Ryan Kelley (Clyde), Scott Mechlowicz (Martini Blank) , Trevor Morgan (Rocky Merric), Josh Peck (George Tooney) e Carly Schroeder (Millie).

Uma curiosidade sobre a dublagem do título é que ela sofreu diversas modificações, por assim dizer, comum entre os países. No entanto no Brasil sem muitas explicações, para dizer, nenhuma por parte das emissoras eles modificaram de “Quase um segredo” para “Pacto Mortal” quando ainda em Portugal permaneceu sob todas as circunstâncias o nome de “Uma pequena vingança” quando o título original é “Mean Creek” em uma tradução literal significa “Sentidos na enseada” ou seja “Tudo acaba na praia” .

E no Brasil já existe outro filme com o nome “Pacto Mortal” que retrata um grupo de estudantes que na verdade são oferendas ao diabo, que foram consumados quando pequenos a serem ‘escravos’ da besta. No final sabemos que tudo acaba mal.

 

Trailer ‘Silent Hill 2 – Revelação’

Chamada para trailer.

Lançamento previsto para Silent Hill 2 é para o dia 26/10 (sexta-feira) nos cinemas dos EUA e do Brasil. Confira um trailer saindo do forno. A história será embasada no terceiro jogo da série.

Poster.

Pôster do tipo 1 Silent Hill 2 (Foto: Scifibr)

Pôster do tipo 1 Silent Hill 2 (Foto: Scifibr)

Pôster do tipo 2 Silent Hill 2 (Foto: Scifibr)

Pôster do tipo 2 Silent Hill 2 (Foto: Scifibr)

13 mistérios do Exorcista que você precisa saber

Quando Linda Blair morreu?

Você deve estar assustado(a), mas não fique, Linda Blair a atriz que fez Regan Macneil, a menina possuída pelo demônio Pazuzu do filme Exorcista (1973) continua bem viva, e as lendas urbanas acerca da série também. Fique sabendo sobre o mito e o fato.  Boa leitura.

Exorcista (1973) (Imagem: Divulgação)

Exorcista (1973) (Imagem: Divulgação)

 

O Exorcista (1973)

1. A primeira morte

MITO: No filme de estreia da saga, o ator Jack MacGowran é o primeiro a morrer na história, despencando de uma tenebrosa escadaria. Uma semana após terminar de gravar MacGowran morreu mesmo. Dizem que vítima de pneumonia. Será?

FATO: O ator veio a falecer em 31 de janeiro de 1973 em decorrência de uma epidemia de gripe ocorrida em Londres, que evolui para ‘Influenza’ que é um quadro clínico um pouco mais ‘pesado’ que a gripe comum. A incidência foi coletada pelo ‘Banco de dados de pesquisa de Influenza ( Influenza Research Database)

2. Azar contagiante

Muitas “tragédias” ocorreram com o “amigo do amigo do amigo”. O ator Max von Sydow, o padre Merrin, mal começou a gravar quando soube que seu irmão havia morrrido. A esposa grávida de um assistente de câmera perdeu o bebê. E por aí vai…

3. Equipe dos diabos

A equipe técnica sofreu horrores durante a produção. O homem que refrigerava o quarto onde aconteceu as cenas de possessão morreu de maneira inexplicável. Um vigia noturno que cuidava dos cenários foi morto a tiros durante uma madrugada. Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serrou o dedão do pé. Imprudência no trabalho? Não, culpa do diabo!

4. Puxada infernal

A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. A culpa é tanto do demônio quanto do diretor Willian Friedkin, que instruiu o técnico responsável por puxá-la com a corda e “dar tudo de si”.

5. Dublagem maldita

A atriz Mercedes McCambrige ingeriu ovos crus, fumou igual uma chaminé e fez o diabo pra ficar com a voz rouca e demoníaca da menina possuída. Mas os produtores “esqueceram” de colocar o nome dela nos letreiros do filme. A atriz processou o estúdio – só para saberem que não se brinca com o demo!

6. Vingança musical

O argentino Lalo Schifrin compôs uma trilha sinistra para O Exorcista, mas o diretor Friedkin achou o trabalho muito… chinfrim. Preferiu então usar o tema de piano já pronto (“Tubular Bells”). Schifrin vendeu a trilha rejeitada para o filme A Casa do horror (1979). Resultado: recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, coisa rara para um filme de terror!

O Exorcista II: O Herege (1977)

7. Antes nunca do que tarde

John Boorman foi a primeira escolha para dirigir O Exorcista, mas recusou a oferta. Anos depois, assumiu as rédias de O Exorcista II – o Herege. Durante as filmagens, contraiu uma infecção respiratória e passou mais de um mês de cama. Quando tentou pular fora da roubada, foi ameaçado de processo judicial pelo estúdio e concluiu o filme contrariado.

8. Papel de peso

A menininha meiga do primeiro filme virou uma mocinha rechonchuda em O Exorcista II. Se alguém desconfiava que a jovem atriz Linda Blair era talentosa, ela fez questão de pulverizar essas suspeitas. O filme marca o início de sua decadência rumo ao ostracismo e a um corpo em forma… de pêra!

9. Xô, imitações

Se você acha O Exorcista II ruim (e ninguém aqui afirma o contrário!), precisa ver as imitações bisonhas que surgiram em toda parte do mundo. Aliás, precisa não. É melhor evitar. Coisas como Abby (a versão “black power” de O Exorcista), Seytan (a imitação cena a cena feita na Turquia) e Jadu Tona (produção hindu com muito canto e dança). Devem irritar até o próprio capeta!

O Exorcista III (1990)

10. Sem pé nem cabeça

O Exorcista III não é uma sequência dos anteriores. Ou melhor, não era para ser. O filme se baseia no livro O Espírito do Mal, de William Peter Blatty, autor do primeiro O Exorcista, que aqui também brinca de diretor. Foi ideia dos produtores trocar o título e inserir referências ao clássico de 1973. O enredo se inspirou num serial killer verdadeiro, confundindo ainda mais as coisas.

O Exorcista: O Início (2004)

11. Convite macabro

John Frankenheimer (Operação França II, Ronin) era um direitor respeitado em Hollywood. Isso até esnobar o convite para dirigir Exorcista: o Início. Respondeu um sonoro “não” aos executivos do estúdio e acabou fulminado por um derrame apenas um mês depois.

12. Fim de carreira

A carreia de Paul Schrader ia mal quando ele teve a boa chance de dirigir Exorcista: o Início. Mas sua abordagem mais psicológica não fez a cabeça dos produtores. Ele foi demitido e deu lugar a Renny Harlin, que, precavido, já disse acreditar na maldição da saga.

13. Marcha fúnebre

Michael Kamen (Máquina Mortífera, X-Men) foi o primeiro compositor cogitado para cuidar da trilha sonora do novo filme, antes de Christopher Yung assumir o posto. Kamen sofreu um ataque cardíaco fulminante em 2003. O músico, porém, já flertava com o perigo: em 1999, gravou com a banda Metallica, aquela que estourou nas paradas de sucesso após vender a alma ao diabo…