Pílula de Marketing (100) – O que um violão nos ensina sobre Marketing?

Sou muito adepto do ensino que nos leva a comparação do dia-a-dia. Aprendemos melhor, fixamos e consigamos aplicar sem muitos delongas. E com a nossa série educativa de Pílulas de Marketing chegando ao número 100, queria trazer mais uma definição o que é Marketing, com em muitas ocasiões fiz, para de alguma forma, vocês possam aprender o Marketing que se aplica no mercado há inúmeros anos. Vamos lá!

Há alguns artigos escrevi como que o piano poderia ajudar na estratégia de Marketing, fiz isso com o Xadrez e até com o famoso jogo de cartas americano, Magic the Gathering. E agora quero trazer ao instrumento tão popular, o violão. E como ele se equipara o que podemos entender sobre Marketing. E claramente vou colocá-lo em uma posição…complicada (risos), porque o violão aparentemente popular é um instrumento bem complicado de aprender também.

Há exatos ou quase 30 anos, comecei a estudar teclado e neste período (mais de 15) piano e o efeito comparativo de ambos nos oferecem uma visão do que significa MARKETING e a ausência de MARKETING. O Piano será com o Marketing e o Violão será sem o Marketing. E quero deixar bem nítido um detalhe, esses usos comparativos lhes darão uma visão mais próxima dessa infra-estrutura.

PIANO E TEORIA MUSICAL – MARKETING E CIÊNCIA DO CONSUMO.

Piano tem uma das teorias musicais mais fáceis de todos os instrumentos que vocês possam encontrar, claro que em nosso artigo, iremos fazer contraponto com o violão, mas comparado, ele possui uma integração melhor.

Se não ouviram ou leram, digo que o piano é considerado um instrumento completo (percussão e melodia) e com notas completas (sem a necessidade e auxílio de acordes ou dedilhados para formas uma nota só).

Se você quiser tocar a música tema de Man of Steel por Hans Zimmer, fará igual ao que está no filme. Isso muda um pouco se optar por uma flauta por exemplo, ou teclado, ou mesmo violino. O som é claro, é á gosto. Mas a execução terá alguns cortes e adaptações.

Violinos possuem um sutil som agradável, tem música que realmente nele tem um gosto especial. O mesmo se fala da flauta, violão, teclado, baixo e etc. Mas nenhum deles de fato toca uma música com mais leveza e simplicidade que seria um piano.

Quero engrandecer aqui o instrumento, mas sem fugir da regra que essa é a realidade. Não importa se você adora outro instrumento, ele terá uma descompensação (não no som) e sim na infraestrutura da partitura.

Por exemplo, piano tem a clave do sol e . Teclado só tem da clave do sol e uma repetição de acordes (chord) no que seria o espaço da clave do fá. Mas você não ‘aprende’ assim, por este mínimo detalhe, muitas músicas devem ser adaptadas da partitura do piano para um teclado, e a música ‘meio’ que se perde. No teclado é comum só tocar a melodia e não todo o repertório, por exemplo.

Marketing é uma construção complexa, mas enxuta. Ela consegue ter simplicidade nas ações, porque ela foi trabalhada para ser um instrumento de inteligência de mercado completo. Como o nosso piano é. Se você tenta usar o teclado como piano, vai sair o tiro pela culatra. E é o mesmo que usar um caminho alternativo do Marketing.

Achando que o barato vai ser uma boa ideia. Quando falo barato, não falo apenas do custo e sim achar que no lugar de tentar entender tudo que o Marketing representa, você quer cortar caminho sem usá-lo, mas ‘criando’ uma gambiarra.

VIOLÃO E TEORIA MUSICAL – TRUQUES DE INTERNET E PSEUDO-MARKETING.

Como eu disse não tenho a mínima intenção de usar o Violão como exatamente a ausência do Marketing, desprezando o instrumento, não, mas para efeitos comparativos, o Violão representa diante do Piano uma enorme diferença de teoria musical. Seria o mesmo que pegar um truque de internet, mas não adotar o Marketing para comprêende-lo e querendo ter os mesmos resultados de quem aplica o Marketing. Vamos ver por exemplo o do violão.

Para fazer o dó do violão, você tem que alinhar as 6 cordas do instrumento, e saber que aquele braço cheio de retângulos define como tons. Ao tocar as cordas e ao pressiona-las você consegue tons. De cima para baixo temos (E, A, D, G, B, E) que significa MI, LA, RE, SOL, SI, MI e com essas pressões nas cordas ao longo do violão, você altera o tom e obtém outras notas (por padrão, o violão não tem DÓ, FÁ) e nem os sustenidos e bemóis, a não ser que você “pressione a corda”.

Detalhe que estamos falando de uma nivelação de tons por oitavas, sim aqui começa a complicar. Vamos a teoria primeiro.

TEORIA MUSICAL BÁSICA.

Todo instrumento musical, quer seja ele, tem tom, semi-tom, micro-tom e oitavas (tons mais agudos e graves) e algumas famílias de tons por oitava. No piano e teclado é só seguir para direita ou esquerda. Nos demais instrumentos isso depende das regras básicas do instrumento:

  • Flauta é preciso soprar mais forte ou mais fraco para subir ou descer a oitava;
  • Violão é preciso pressionar a corda ao longo do braço para subir e descer a oitava;
  • Violino depende da pressão e arrastar da lâmina;
  • Violoncelo e baixo tem um funcionamento parecido com violino e violão;
  • Clarinete e flauta transversal igual a flauta doce;
  • Harpa parecido com um violão só que há outras formas de controlar os tons.

E como disse o piano e teclado já possui o mecanismo simples de mudar a mão de grupo para cima e para baixo sem a necessidade de ‘trocar’ chave, aumentar sopro ou pressionar corda. No teclado não faz diferença a pressão ou intensidade da tecla, no piano é uma outra história.

Além disso, cada um desses instrumentos possuem uma variação de notas musicais e a combinação delas gera uma nota completa. No Piano basta tocar o DÓ e terá o DÓ. No violão não é bem assim. Na Flauta o dó corresponde as todos os orifícios vedados. Vou trocar por miúdos, no piano você toca dó para representar dó, uma tecla. No violão você pressiona várias cordas para obter o mesmo, portanto você toca mais notas para representar uma.

Menciono que tirando piano, você ora tem um instrumento de percussão ou melodia, quase nenhuma vez é os dois. Por exemplo, o violão para gerar percussão junto da melodia é são uns 500 para um lado e 800 para o outro. Para tocar a mesma música de piano para violão, você vai notar que o pianista vai ter parte da músicas ao alcance das mãos, e o violonista vai ‘tocar’ mais para obter o mesmo, parece que ele está tocando mais e enriquecendo, mas ele está tocando mais para tocar o mesmo.

Há também o fator tempo: Piano você consegue obter mais ‘performance’ em pouco tempo (Tocar uma Moonlight Sonata, Clair de Lune, Vivaldi – Primavera, Pachebel – Canon) do que fazer o mesmo tocando outro instrumento. Vai levar uma diferença de anos, de um para o outro.

Mais um fator: É a combinação, em piano você toca mais de 10 notas e consegue criar um background de coro que além de enriquece a percussão e a melodia, você levaria o dobro do tempo para conseguir o mesmo em qualquer outro instrumento. Por exemplo, tocar a música intro do Stranger Things é diferente entre piano e flauta, piano e violão.

COMPARATIVO – PIANO \ VIOLÃO – MARKETING \ SEM MARKETING.

Com o Marketing (Piano) temos um conceito completo de ciência que analisa o comportamento do consumidor fazendo uso da psicologia, da sociologia, antropologia, neurociência, ciência correlatas humanas e algumas conexões entre outras ciências (políticas, econômicas e etc). Tal como o piano que é um instrumento pleno e capaz de trazer o som completo. Não temos algo que falte em Marketing, que o próprio não tenha.

Quando pegamos um Violão (Sem Marketing) temos uma leva diferença de performance. Teremos algum resultado parecido? Lembra que falei que os sons diferem e a infraestrutura difere, mas todos eles resultam em música (o resultado por ora é igual), mas o som contrasta gerando uma música diferente entre os instrumentos, portanto o resultado não é igual.

É diferente ao seu modo. E por isso não faço menção a ausência do Marketing usando o Violão como um aspecto negativo, ou violão sendo um instrumento ruim (pelo contrário, não é), toque Zora Domain de Ocarina of Time com ele e verá o que eu digo. Agora toca Zora Domain em Piano. Você vai ter um no aspecto da melodia e outro no aspecto mais completo.

Vai produzir música, mas serão experiências diferentes. Com o Marketing e sem o Marketing temos exatamente esse ‘problema’. Com o Marketing sabemos o que o nosso público quer, sabemos qual é o nosso público, temos uma concreta certeza do que precisamos vender para ele, como vender e como fidelizá-lo, ainda sabemos o que o faria não comprar com a gente, e temos como contornar esse cenário.

Sem o Marketing, parte das suas estratégias envolvem mais do ‘Acerto e Erro’ do que a análise sem vínculos de riscos que o primeiro caso nos permite. Você consegue por exemplo, pegar uma partitura de flauta e tocar no piano.

O contrário nem sempre é possível. Uma parte será deixada de fora, pois o instrumento não consegue tocar tudo aquilo. Quero dizer, que o piano vai tocar sem sombra de dúvida qualquer partitura que encontrar, o Marketing vai resolver qualquer situação que encontrar através do plano e da pesquisa, a flauta não consegue tocar tudo que o piano toca, isso quer dizer, que sem Marketing você tem uma limitação de possibilidades e está vulnerável a ter que ‘arriscar’ para entender o contexto.

CONCLUSÃO.

Marketing não é uma opção. Não é um recurso que você tem na caixinha e resolve usar. Não é algo que você olha e pensa como um investimento externo e especial. Marketing é o que faz o negócio existir. É o que transforma a ideia do papel em algo concreto. É o que faz você saber para quem e como vender. Não há como não ter. É o mesmo que criar uma máquina de fazer bolos sem um motor e uma pá para fazer os bolos. É uma carcaça que não serve para nada, sem isso.

Marketing não é um investimento que você acha caro. Você não acha caro criar um negócio que envolve infraestrutura, logística, pessoas, recursos, cenários e influências controláveis e não controláveis, itinerários e ideias. Tudo isso gera um custo. E gera um custo calculado e retornável, se você sabe como aplicá-la. Todos concordam? E quem faz isso? Quem é o responsável por saber como as pessoas devem se comportar, como os recursos devem ser aproveitados, como a logística pode melhorar, como a infraestrutura pode ser montada?

Marketing olha para o conceito de otimização, ele trabalha dois pilares: Reputação e Recepção. A primeira permite uma pessoa olhar para você e decidir comprar. E a segunda é o que essa pessoa pensa dessa relação. O posicionamento do público em relação a marca (de forma social) e comercial. Marketing não é uma venda, ele promove uma venda, mas não é venda.

Marketing não é publicidade, ele trabalha com a publicidade, fornece informações e coleta através do que a publicidade também recebe como resultado. Marketing não é propaganda, como publicidade, propaganda é construída pelo que o Marketing deduziu ou concluiu de suas pesquisas. Marketing não é uma operação de atendimento, mas otimiza uma. Marketing não é um departamento, é um plano que cobre a empresa inteira.

É preciso sim de um profissional que comande essa operação. Mas não é algo que você ‘pode’ optar. Não é possível, simplesmente não é. Não é uma imposição desse que vos fala. Apenas que é a realidade. Sem Marketing não existiria a Coca-Cola, nem Burguer King, nem Netflix, nem Steam, nem Youtube, nem coisa alguma. Não é uma iguaria, nem uma relíquia. Marketing representa dois órgãos humanos: Coração e cérebro.

Coração não apenas ao sentimento, a emoção, e sim a bombeamento do sangue que faz o negócio existir. O cérebro representa a própria inteligência. Quando falamos de inteligência de mercado, acredito que muitos pensam em algo que possa ser ‘acionado’ em um momento específico, como um bônus. Uma ativação de turbo. Mas não, é inteligência, é algo que você tem que usar o tempo inteiro. Você usa o cérebro para tudo, por 24 horas e 7 dias por semana.

Você usa o cérebro de forma voluntária e involuntária: Mexe as mãos quando quer, mas seus órgãos operam segundo o itinerário do corpo, o coração bate, o sangue circula, a digestão ocorre sem que mandemos, tudo tem como coordenação o cérebro. Se ele para de agir, seu corpo para. Tanto que para assuntos clínicos, é dado sem resultados, a morte do órgão, é dado como oficialmente a hora do fim.

Pense, você só usa a inteligência uma vez ao dia? Você usa o tempo todo. O Marketing é a mesma coisa. Espero que vocês tenham gostado deste artigo. Não se esqueçam de seguir as redes sociais da Junqueira Consultoria, assine nossa Newsletter (siga aqui no Linkedin e siga no Mundo Pauta) e o canal de Youtube.

E o nosso CURSO ONLINE DE MARKETING JURÍDICO.

Marketing: Tactics for improve the Sales

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All campaign need a planning. If not, you can a bad surprise with your final results. The all tactics for sales of create a better campaign need a detailed step-by-step. So, for create a mapping, you need make a Marketing’s plan. Too essential like a first step. You should do. After, you will can apply this 5 tactics for improve sales.

  1. CREATE AN INFORMAL PLACE FOR YOUR CLIENTS

Read this quote – ‘Nobody buy something’. But – ‘Everybody want a solved problem’. Problems are obstacles, if you understand about problems and obstacles, then you will go create a way without this ‘elements’. Try don’t sell, remember, nobody buy it. Create a ‘second’ confortable place.

How can you create a ‘confortable route for sales’?

a. Don’t follow the clients over store;

b. Ask one time if he\she want help. Don’t insist;

c. Leave client free walk;

d. If he\she come to you, don’t cut it and interrupt the conversation.

2. STOP SELL, TALK WITH YOUR CLIENTS

    If you think the client buy from you, you made a first mistake. Like a former topic – ‘Nobody buy something’. Let’s this case:

    If you will go buy a car, you would need know:

    a. If the car have power for trip;

    b. If the car don’t heavy consume fuel;

    c. If the car is easy repair and how much costs;

    d. How much it can hold of weight.

    You quit home to store with a ‘complete’ know-how that you searched before. In this case, the salesman don’t need sell from zero, but he can guide you to buy the better choice.

    3. SHOW SOLUTION, STOP SAY ABOUT PRICES

      When client ask about a product or service, you don’t say – ‘How much it is’, you say – ‘Do you prefer a specific model?’. The price come after. After your show all details of product. Don’t forget, when we talk about ‘PROBLEMS and OBSTACLES’. Price is a problem. When your client understand how much there product will solved your problem, the concept changed, it’s not more price, it’s a investment.

      Even expensive, he’s planning how pay it, it’s not a problem for he. Remember, first you show all benefits of product, after say how much it is.

      4. DON’T BE A BORING SALESMAN

        In fact, don’t be a salesman. Currently nobody want be salesman and other side, of client, don’t like a salesman. Change your mind about this. You are a ‘kiosk’s information’. Replace your concept about be salesman. If you can get it, you will sales more. Let’s see a skills for got it:

        a. Replace a ‘image’ that you have a salesman to a ‘kiosk’s information;

        b. Listen your client (and understand);

        c. Show all options that you have (don’t invent);

        d. Guide client to buy (don’t push);

        e. Offer (c) all options that can create interests for your client.

        1. MAKE A FRIENDSHIP LIKE A ‘COMMERCIAL’ RELATIONSHIP

        In world’s business, you know that have a lot difference between ‘social life’ and ‘commercial life’. But you can create a ‘artficial social life’ almost equal a ‘friendship’. You could have a relationship like a friend (you do), but you need remember (Friends Friends, business aside). Don’t create a obstacle in here.

        When i mentioned about ‘Commercial Relationship’, i want say that you should remove the barrier between you and your client. But don’t misunderstanding about what means commercial relationship here. It’s not means a same thing of social relationship (like social life) out work.

        Look at new concept:
        Commercial Relantionship means that you and your client will create a connection during this temporarily time (commercial transaction), where you will go listen, talk about, show and present all possible options. Without a role salesman, but like a friend.

        When this ‘commercial transaction’ over, the connection is over also.

        Conclusion:

        All time we study new tactics, actions, strategies and behavior’s profiles and how we will use it in daily. Before, you don’t need analysis alot datas (like currently), you had few information about your audience (was enough) and you got good final results.

        But nowdays, no. It’s not always enough, and it’s a very stressed in sometimes. I always recommend my students and clients, that you make plan each step like small actions (for Social Media), get the final results (record), not only for social media, but small action provide a minimium details (it’s not very complex), and then you can collect easily all these datas.

        When you need a make big decision, for create a complex solution, or create a enormous campaign, you had a rich database marketing. And even if rules changed, you will ready to any situation…or almost any situation. Till next time.

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        Pílula de Marketing (99) – A geração atual pode representar uma ameaça ao mercado corporativo?

        Apesar do texto provocativo, meu objetivo não é jogar lenha na fogueira. Não sou do tipo que fala “No meu tempo era melhor”. A confusão é basicamente que, gerações diferentes, produzem diferentes percepções. Quando crianças, adolescentes, adultos, meia idade, terceira idade, temos pontos de vistas diversos, que nos fazem compreender em um resultado de sensações e reações. Então quero trazer neste artigo uma solução, e não uma crítica negativa.

        Quem navega há pelo menos 1 ano na internet, já viu algum vídeo de exposição sobre as diferentes gerações. Demonstrando que a mais antiga não tinha nenhuma frescura e que faziam as coisas no modo ‘raiz’ e expondo que a mais recente é fraca e depressiva. Além do meme, temos que talvez parar de pensar em uma geração como um todo, e sim no conceito indivíduo. Se pensarmos assim, veremos que o produto da geração atual é uma soma das antigas, se você a chama de forte ou fraca, estará classificando suas próprias ações neste meio.

        A compreensão é clara quando falamos sobre um ponto. E nisso cito um estudioso sociólogo, falecido Karl Mannheim que destacava o seguinte. Que não é possível classificar um modelo geracional por um todo, quando que o foco no indivíduo nos proporciona uma visão mais específica, já que o grupo representa um ponto de vista (diferente). Assim não é possível falar que uma geração é melhor que a outra generalizando as características.

        GERAÇÕES.

        A importância do modo corporativo é que já anda adaptando o modelo algum tempo. Quando pequeno, lembro que a forma de trabalhar era presencial e 8 horas por dia. Ficar na empresa por 20 anos e se aposentar. Você trabalha para uma empresa e para os outros. A chance de ficar rico ou ser bem sucedido dependia das oportunidades e ‘sortes’ da vida. O tempo de precariedade da saúde física e mental é esmagadora, sem uma atualização do que é considerado ambiente tóxico, era comum termos mais depressão porém velada.

        Quando foi para a idade de procurar estágios e empregos, essa situação era bem diferente. Ficar na mesma empresa por 6 meses ou um ano era um projeto, fazer renda por fora ou ser autônomo, trabalhar presencial ou remoto, o conceito de freelancer nunca foi tão ‘presente’, escolher entre o lucro ou a saúde se tornou uma palavra comum e as leis precisaram serem atualizadas para abordar temas de ambientes mais confortáveis, chefes se tornaram líderes e empregados se tornaram colaboradores.

        Não é bem o ideal em todos os casos, alguns é até uma fachada. Mas a depressão advinda do corporativo não é algo atual, apenas que as pessoas usam o verbo para denunciar. E que há mais praticidade de gerar renda hoje é bem mais amplo do antigamente. É possível se destacar mais, há mais acessibilidade e oportunidades de criar um modelo mais ideal de vida que nós definimos. Ao contraponto no passado era – CASA – EXPEDIENTE – CASA.

        A geração anterior critica a posterior porque eles foram impostos. É uma coordenação comportamental. Se eu passei, você precisa passar. O argumento é que isso o ensinou a ser mais, e portanto, não há outras formas de passar pela experiência que não aquela que ele afirma. A geração atual quando for mais velha, falará a mesma coisa que atual. É um deja vu. Eu vi isso acontecer quando era pequeno e quando cresci vi a minha geração fazer a mesma coisa.

        INDIVÍDUOS OU GRUPOS.

        Nem todo mundo de uma geração é sucesso ou fracasso. Nem todo mundo da geração X se destacou. Nem todo mundo da geração Y caiu. A geração é um conceito sociológico para material de estudo, capacita os cientista social a avaliar as transformações, desde da interação e a transformação do ambiente como tal nossa forma de viver. Nos tempos antigos, não tínhamos celulares, era preciso ter telefone discado ou orelhão.

        Anterior á isso, cartas a punho, rádio e televisão preto e branco. Antes, telégrafo e telegrama. Antes, pombos correios e courier pessoais. Antes não havia como avisar, era por acaso. Ou nem por acaso, não sabíamos que haviam outras pessoas vivendo por aí. A geração dos homens das cavernas seriam melhor ou pior que a nossa? Nada era dado à eles. Eles precisavam caçar. Precisavam sobreviver. Depois criamos as cidades, nos socializamos e criamos o conceito de apreciar a arte como expressão tanto emocional como comercial.

        Será que a geração da época da pré guerra mundial (1 e 2 ª) seriam melhores que a nossa ou pior? Será que por terem tido uma guerra foram precursores de maus costumes? Ou nem todos poderiam ser julgados nesta mesa? Quem dava as cartas? Se aplicarmos as nossas observações, não há como medir se uma geração era melhor ou pior. Os indivíduos que nela habitam são pertencentes a uma classe ego. Não dá para dizer que a geração Alfa vai ser pior porque olhamos para 100 pessoas.

        Daqui a algumas semanas ou meses, esses resultados mudariam. Talvez não fossem realmente precisos, porque uma pessoa responde a um estímulo diferente da outra e pode ser que ela não estivesse tão disposta a responder naturalmente. Será que seria capaz de nos oferecer um resultado que taxasse a geração por completo?

        Não é possível definir uma geração por uma pessoa. Mesmo que não tiremos essa informação de um experimento. Vejamos por quê e com alguns dados um pouco mais ‘intercalados’:

        • A geração de Einstein – Por que nem todos eram tão inteligentes quanto ele?
        • A geração de Michaelangelo – A mesma pergunta.
        • A geração dos primeiros reinados da China – Quando navegantes, antecederam os europeus, seriam melhores ou mais antigos?
        • A geração da Guerra Fria – Todos eram a favor, contra ou alienados (intencionais ou não)

        Se julgarmos a geração atual por 100 indivíduos, nossos pais foram culpados pelas guerras dos século 20. Todas. E nós inclusive. Porém sabemos que a decisões da crises e guerras independem muitas vezes da nossa própria existência. Olhem para o quadro geral dos conflitos militares do tempo atual, são liderados por pessoas nas casas dos 60-70.

        Há empresas atuais que estão falindo, percebem? Livrarias desapareceram? Fundadas por pessoas da geração anterior a Baby Boombers. Serão esses piores? Nem todo mundo criou um empreendimento também. Apuração neste caso precisa levar em conta a pessoa e não um gurpo. E o que nos leva a pergunta desse título que provoca.

        A GERAÇÃO AMEAÇA O MERCADO CORPORATIVO?

        A geração atual e a futura (Alpha) nasceram no mundo digital (nativos digitais), criaram um laço construtivo com uma realidade que há 30 anos nem era possível que há 100 anos era uma utopia e que há mil anos pertence a um mundo diferente do nosso. Eles são constituídos por uma outra visão de um futuro mais amplo. Mas são formados por outros blocos de saberes.

        Esses blocos se autoexplicam pelo fato de pessoas da minha geração quando pequenas adorarem por exemplo os anos 40-50, gostarem de ouvir músicas nos rádios como se fossem destas décadas, tocarem piano e contemplarem o futuro cultural da música erudita, eternizando-as. E aqueles que espelhavam ao mundo que viviam ao tempo presente para frente, que trabalharam neste novo ciclo, uma cultural diferente dos anos 80. Menos punk, mas punk-neutro.

        Quero dizer, existe uma mistura de gerações em uma. Não é a geração Millennium. É a geração Veterana, X, Baby Boombers e a geração clássica (1700 pra baixo). Não cultuamos os antigos hábitos? Como eles ainda permanecem? Como transmitimos essa cultura através dos tempos? Apenas os curadores e museólogos? Nada disso. Há uma mistura. Não apenas dos grupos, mas das pessoas.

        Será que a ameaça o mercado corporativo? Será que levam os pais nas entrevistas de empregos? Na minha época, quando criança, os pais faziam os deveres de casa dos filhos. Ou as pessoas terem medo de lidarem com o mundo que exige produção? A minha geração e a anterior também tinha medo, mas a gente não falava. Só não levamos os pais nas entrevistas, porque não era um hábito. E nem todos teriam?

        Sim, porque a minha geração não levava na frente do recrutador, mas ia com os pais até o local de entrevista – SIM. E não há nada que faça esse comportamento ser um pivô mais desconstrutivo de todo uma engenharia que se fez por milênios, cair porque uma geração parece bem diferente da nossa? É como ter medo do mundo acabar. A terra esteve em chamas em seus primeiros milhões de anos, até secar e virar uma pedra resfriada, parecendo um carvão e mesmo assim ficou intacta até hoje, independente do que nela aconteceu, até pela teoria da extinção dos dinossauros, ela parece não ter se abalado quase em nada.

        A sociedade não está mais fraca, mas está mais acomoda devido a tecnologia. Ninguém precisa sair para caçar, nem correr de predadores, porque sua casa está bem protegida. Já temos tecnologia para nos permitir comunicar, não precisamos desenvolver um sistema que nos permita fazer isso. O que podemos agregar é que a criatividade continua em alta. E se a permissão de dizer, é o que tem mantido as gerações em produção constante.

        O ser humano não vai ficar acomodado. Quando o homem da caverna desenvolveu a agricultura, ele não precisou sair para caçar todo dia. Diminuiu as chances de morrer, também aumentou as chances de crescer a tribo. Foi assim que desenvolvemos as primeiras cidades. Nem por isso a geração matou a humanidade e tampouco ameaçou algum mercado que fosse. Na realidade até progrediu.

        E quando nos tornamos sedentários quanto a necessidade de procurar um Mamute quando podíamos plantar tomates. Surgiu os que procuravam uma forma de tornar agricultura mais sofisticada. Dali foram outros inventos e experimentos para chegarmos ao ponto que somos hoje. Uma civilização avançada. Alvenaria, sistemas de metrópoles e evolução. Nem todos contribuíram, e nem todos foram famosos, mas fizeram parte de um ecossistema que se fez existir e coexistir.

        A resposta é não. O ciclo da vida sempre se repete na terra e na humanidade. Estamos chegando em um ápice da inteligência artificial. Nosso próximo passo é criar uma oportunidade sobre o que esse determina. Será que o sistema vai precisar de ser humanos para trabalhar? Mas sem renda, como a gente compra? Será que isso vai finalizar o sistema de capitais e teremos de alguma forma substituí-lo com um sistema de reputação?

        É a soma dessas gerações é que irão construir este novo modelo. Até a próxima!

        Japonês (47) – Em Japonês: Mais Kanji ou Hiragana?

        Quando você inicia o estudo em Japonês, o maior desafio não é essa questão. E sim, como memorizar 46 ideogramas de Hiragana e Katakana. Depois que você esta na média do aprendizado, começa compreender a importância do Kanji na língua japonesa. E se fizer uma busca no Google vai reparar em duas afirmações que nos confunde. Vamos lá.

        A primeira afirmação alega que o Hiragana é o mais comum para escrita, livros e ensino nas escolas. E a segunda afirma que o Kanji é usado para se referir a substantivos, verbos e adjetivos e o hiragana serve como auxiliar aos verbos e as partículas.

        A primeira afirmação está presente em muitos sites, mas é de longe um mito. Na realidade em livros você não vai quase encontra hiragana que não seja usado como partícula, o restante é KANJI escrito do lado direito para o esquerdo (página) e de cima para baixo. O formato de escrita como está neste artigo, é comum em sites e veículos eletrônicos. Mas a persistência é do uso de escrita e de formatação e paginação ao modo japonês.

        Para efeitos muito ‘didáticos’ se usa hiragana, mas não é uma predominância, na escola japonesa chega uma hora que o hiragana começa a se acomodar ao seu uso no futuro que é como auxiliar de verbos e partículas. O segundo caso que afirma está mais certo. E esse ponto é bom para conversarmos sobre a aplicação das escritas, já falei isso em separado, mas aqui começa o amadurecimento do aprendizado da língua.

        • A escrita japonesa é predominantemente KANJI;
        • Hiragana é uma escrita fonética, ela não é usada para representar a escrita, assim como ROMAJI, sua referência está para pronúncia e não para a comunicação verbal;
        • Katakana é apenas (APENAS) estrangeirismo, nomes próprios estrangeiros (marca ou pessoa).

        Na medida certa que vai progredindo é bom entender alguns pontos como, nos referir na escrita do KANJI. Conforme eu ia estudando, percebia que ao estudar e depois procurar por conteúdos, me deparava com uma muralha de KANJI, perguntava, onde está o hiragana? Nas cidades japonesas, em especial em áreas não turísticas e nem muito longe de uma, você não se depara com KATAKANA e tampouco hiragana, não como se depara na área turística (abundante), e sim KANJI. É uma chuva de KANJI.

        Toda palavra que você pronuncia em hiragana tem KANJI provavelmente. Sugiro ‘substituí-la’ que em breve você terá de fazê-lo para compreender a escrita japonesa. Vou dar alguns exemplos que são KANJI e vocês usam como HIRAGANA. Lembrando que o uso do KANJI não é porque é bonitinho, é porque o uso daquele KANJI representa o significado. Se você usa o hiragana, pode ser que não esteja sendo muito claro no seu sentido. Aliás é uma pronúncia.

        • Todo mundo usa o KON’NICHIWA (こんにちは) muitos grafam errado usando o WA (わ), mas aqui se refere justamente no erro pelo fato de que o WA não é uma parte ‘integrativa’ do konnichi, ele se refere a uma partícula. E como partícula o は (que seria HA no hiragana) se pronuncia como WA, e o formato em kanji se refere a seguir 今日は (Seria algo do tipo Este é o dia) se você não referencia como sujeito este se torna “Hoje” e sua pronúncia passa a ser KYOU.

        Sem falar do uso do espaço para escrever algo que basta 2 kanji e uma partícula para se referenciar. Outro é o mais famoso ainda o KAWAII que muitos grafam como かわいい mas sua representação em KANJI é 可愛い que se refere ao primeiro caso (Aprovação) e o segundo (amor) seria o ato de aprovar o amor (ou consentir compaixão), é como se você derretesse por algo. Logo a interpretação seria subjetiva ao afirmar “fofo” (não de fofura), mas de algo que você aprova como fofura (ou amor).

        Há dois KANJIS que se referem ao conceito da ideia do que seria KAWAII, o hiragana em si é só a pronúncia, como o ROMAJI serve para nós ocidentais, o hiragana serve para os japoneses. Mas é o mesmo que nós grafarmos nossa escrita usando o sistema fonético da língua e não a representação formal (algumas palavras saíram estranhas). E mesmo confusas.

        Notem que o uso do KANJI não se refere apenas a economia de espaço, embora de forma bem nítida economize bastante. Vamos uma frase usando apenas HIRAGANA e depois no formato mais comum do idioma.

        • かれはかのじよのすきです。 (KARE-WA KANOJO-NO SUKIDESU) Ele gosta dela.

        Como uma frase não tem problema. Só imagine isso em um texto corrido. Agora veja como é usual o KANJI.

        • 彼女きです。

        A identificação de cada ponto fica claro. Legível, tanto na forma de escrita como na compreensão. Em buscas pelas internet, no Youtube se você procurar por canais originalmente japoneses, o uso do KANJI é maior na escrita do que os procurados por não japoneses, que usam KATAKANA em mistura do HIRAGANA com alguns poucos KANJI.

        MAS EU VEJO BASTANTE HIRAGANA.

        É comum mesmo, especialmente quando se trata de vídeos informais pela internet. Agora se você quer investir em leitura de livros, pesquisa e educação, não tem jeito. É preciso aprender o KANJI, já que a literatura é especificamente voltada ao uso do KANJI de uma forma bem mais persistente. Mas de uma forma bem mais didática.

        A primeira vez que entendi que Japonês usa KANJI aos montes, foi quando fui ler uma notícia de jornal, que de hiragana só tinha como auxiliar de partícula, todo o resto era escrito usando KANJI. E em especial se você não precisa conjugar o verbo ou referenciar a um texto relativo (com muita referência), não precisa fazer uso do hiragana para demonstra tempo passado, futuro ou indicativo.

        Essa é umas facilidades que a língua chinesa por exemplo proporciona. Como eles não conjugam verbos, o uso do HANZI se faz por inteiro. Inclusive porque muitos dos símbolos se comportam como partículas do mesmo modo que o japonês faz usando o hiragana. Conforme você se aprofunda em Japonês, vai notando que o uso do KANJI se faz necessário.

        VIMOS NESTE ARTIGO OS KANJI:

        今日 可愛 彼 彼女 好

        Pronúncia KUN (isolados)

        今 (ima) – agora

        日 (hi) – sol

        可 (ka) – Aprovação

        愛 (ai) – amor

        彼 (kare) – ele

        女 (on’na) – Mulher

        好 (kou) – Bom

        Pílula de Marketing (98) – O que são produtos laterais?

        Produtos laterais pega emprestado a expressão “efeito colateral” que se resume ao conceito de efeitos que influenciam através do efeito principal. Por exemplo, um shampoo higieniza e fortalece os cabelos, mas também pode ser usado para criar sustentabilidade ambiental, por uma mudança na consistência da embalagem. Vamos entender esse conceito a conhecida camadas de produtos.

        Já ouviu falar da palavra chave – “Inovação”? Sabe quando a gente pode usar isso sem precisar de fato ‘criar algo do zero’? Inovar é demonstrar um lado novo, nem sempre significa do zero. Então podemos concluir que se usarmos uma cadeira não para sentar para ser usado para descanso do pé, seria uma inovação. Simples exemplo, mas que vai nos ajudar na compreensão do artigo.

        Produtos laterais é um efeito colateral do produto que originalmente foi criado para ter uma função e agora pode assumir outra função, sem muitas vezes, mudar sua forma ou até mesmo seu modelo de consumo. Ou até pode mudar, mas partimos que aquele produto sugere outro sem precisarmos mudar 100% de sua infraestrutura.

        Vamos aos exemplos:

        • Uma consultoria de Marketing vira uma aula de Marketing;
        • Uma venda de sorvete vira um tutorial de receita de sorvete;
        • Um trabalho de intérprete vira um professor daquele idioma;
        • Um professor de artes manuais vira um vendedor de peças artesanais.

        Convencionamos a mudança de um produto A para um produto A do tipo 2. Veja que nos casos anteriores nós transformamos um modelo de produto para um outro modelo do mesmo produto. Um executa o serviço e e outro ensina sobre o serviço. E neste caso, ressalto, a forma de abordar, executar e entender mudará o produto em algum grau.

        Não é o mesmo que vender um sorvete de que ensinar a fazer um. São comunicações e formatos diferentes.

        PRODUTO COLATERAL É PRODUTO AMPLIADO? TEORIA DAS CAMADAS DOS PRODUTOS.

        Não, para resumir. E para explicar, vamos entender o que é isso de camadas de produtos. Quando nós estudamos o P de produto do Mix de Marketing, nós compreendemos que o produto pode ser visto pelo produtor e consumidor de forma diferentes.

        Quando o produto ganha mercado, perde ou se estabelece ou nem estabelece vínculo, o produto é visto pelo mercado (ambos) daquela forma em que se apresenta.

        O produto principal executa uma função. O carro executa a função de locomoção. Essa é a função primária dele. É o que faz o carro ser um carro. Se ele for ampliado, será um carro com algo mais. Um bônus, um extra. O carro agora tem um detector de movimento traseiro, isso é produto ampliado.

        O detector é um produto, o produto ampliado é o carro. Por que pensar assim? O detector ele é a parte um dispositivo que vai integrar outro, ele precisa ser ‘analisado’ a parte. Mas o carro será visto com um UPGRADE em seu valor (intenção e propaganda).

        Produto Colateral não é um sinônimo de produto ampliado. O detector não vai alterar a natureza substancial do carro. Vai aumentar a segurança do carro. A segurança é um requisito existente no próprio carro, então o novo dispositivo vai torná-lo mais eficiente em sua função primária, que é locomoção.

        Se o produto que amplia ou o produto que é ampliado passa por uma alquimia e passa a ser um produto colateral. O que isso quer dizer? Que o detector de movimento ele mudaria a função de locomoção ou mudaria o propósito do carro como um todo? Para isso acontecer, o detector deve ser visto como uma função do carro. Ou seja o carro anda, mas serve para detectar movimentos nas traseiras do próprio ou de outros veículos. Complicado?

        Se o carro muda sua forma de ser usado, no lugar de transportar pessoas ele é usado para corrida, ele será um produto colateral? Sim. A maior mudança na realidade, perceptível é mudar o conceito do carro, essa percepção é mais fácil porque ela muda a função. Por exemplo o carro anda, é a sua função, na corrida ele continua andando e com o detector ele continua andando, ainda assim ele poderia ser identificado como um produto colateral.

        Agora se ele é utilizado para ampliar a potência do seu PC usando a cilindrada no lugar de corrente elétrica, é mais óbvio de entender? Certo. Ou de usá-lo como uma casa. O próprio conceito de Trailer é essa mudança. É um carro casa. É um produto ampliado e colateral.

        ESTIMULE SUA CRIATIVIDADE PARA OS PRODUTOS COLATERAIS.

        Produtos colaterais são uma forma de explorar o que se tem para uma nova forma de interação. Usar algo para outra função. Nem que seja de uso temporário. O carro pode ser uma casa e continua um carro. Ou pode ser usado como mesa de escritório, como é comum ver em alguns lugares. Ou até mesmo além de carga, ser usado como balcão de vendas de salgadinhos.

        Mude sua percepção sobre um conceito de função para outra função. Permanente ou cíclica (temporária). Um exercício e procure explorar o que a nova função inova ou cria de obstáculos e pense, como você venderia isso?

        • Uma cadeira
        • Um lâpis
        • Um pano de prato
        • Uma bicicleta
        • Uma tábua de madeira

        Dica: Pense na função principal ou se não tiver função principal definida, pense no que esses objetos poderiam ser utilizados para começo de conversa.

        CONCLUSÃO.

        Produtos Colaterais são vistos como uma tática dentro do conceito de inovação. Não é uma invenção de quem vos fala. Ela é tratada em muitas estratégias de modernização. É um complemento dos estudos de desenvolvimento de soluções. Até a próxima.

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        O que são produtos Colaterais?