Japonês (7) – Divagações sobre o KANJI

A escrita chinesa que foi adotada pelos Japoneses faz muito mais que complementar as sentenças no cotidiano. KANJI que praticamente tem sua pronúncia no JI como se fosse um D discorrendo para o i. É uma herança que deixa aos falantes da língua nipônica com um vocabulário robusto de ideogramas que encantam as pessoas.

A questão que quero abordar no artigo é mais sobre o futuro de quem estuda o japonês e como este futuro se tornará presente em breve. Há uma média de previsão, o quanto será de KANJI que vou usar em meus textos? Pela contagem, um aluno do terceiro ano do ensino médio sai com o conhecimento de 2.160 KANJIS.

Já repararam? Reparem que isso é consideravelmente um número absurdo de KANJIS. Recentemente notei que tenho um conhecimento de quase 50 KANJIS. E já enche as frases só com eles. Fico com o espaço sobrando para usar como verbos e partículas o HIRAGANA. E quanto mais surge, o KATAKANA parece disputar de uma certa forma o espaço restante.

Quis chamar atenção para isso, porque se compararmos o tamanho que isso significa vamos deduzir que cedo ou tarde, teremos mais escrita de KANJI no futuro do que a combinação junta do HIRAGANA + KATAKANA. Não que isso signifique muito menos. Mas reparem o quanto de KANJI surgem em suas leituras de MANGÁS, ANIMES, BLOG, WIKIPEDIA? Notaram?

É um número absurdo de ocorrência. Diria que ao vermos dessa forma, mesmo que ainda possamos concluir o que todo mundo já sabe, as 3 escritas tem um peso não proporcional. É conveniente escrever o que está em HIRAGANA em KANJI. É simples. É mais fácil de ler. No artigo anterior eu fiz uma conversão de um cardápio de comida entre HIRAGANA e KANJI.

Você nota que a leitura é mais confortável. É mais rápida também. O Kanji ele representa um pouco mais de ‘significado’ em pouco espaço. Além de que nós temos a habitualidade de escrever da esquerda para a direita, mas tem também o formato direita para esquerda, cima para baixo, que faz o KANJI ter um uso único.

Sabemos também que por definição acadêmica, o HIRAGANA é o KANJI mais simples. E nós o usamos quase como uma transliteração do ROMAJI. A diferença é que estamos usando um ideograma que representa um som. Quando vamos indicar como se deve falar um KANJI é usado o furigana, que é o Hiragana.

Ou seja, se concluirmos, estamos estudando para depois engajar ainda mais, no estudo do KANJI. Vou trazer alguns textos abaixo para vocês terem uma ideia dessa ‘coalização do Kanji’.

Exemplo.

出版大手小学館東京都千代田区)で数々の人気漫画がけ、凄腕編集者としてのステップをがる。

  担当作には、独身女性理想家を追める姿いた『プリンセスメゾン』、主人公とそのカノがりなすラブサスペンス『往生際意味れ!』、トランスジェンダーの作者によるエッセイコミック『(じぶん)のをゆるすまで』など。

  漫画賞受賞やテレビドラマになったヒットく、「わるのはどれも、私自身漫画家先生にほれ込み、100%面白いとった作品先生たちが提示した世界観思想力でめ、賛同者やしていくじ」と位置る。

” (Fonte: Okinawa Times)

O que está em NEGRITO representa os KANJI. E o que resta, a maioria está em KATAKANA. O que está em HIRAGANA está voltado para ser Partícula. Esse é um exercício de observação que temos que ter. Por quê? O estudo do Japonês fixa inicialmente a aprender o HIRAGANA e o KATAKANA. Depois existe uma persistência de estudar diversos KANJI.

(Fonte: Imagem do Google \ Magic the Gathering).

(Fonte: Imagem do Google \ Dungeons and Dragons)

(Fonte: Imagem do Google \ Alma – 2019)

(Fonte: Imagem do Google\Naruto)

(Fonte: Imagem do Google\Final Fantasy 8)

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