Comecei a jogar DnD recentemente. Mas a leitura sobre o mundo fantástico vinha do começo de 2020. E o conhecimento sobre Dungeons and Dragons há mais de 30 anos. No passado jogava um jogo similar que era o Hero Quest. E naquela época jogava com o mago (Mage-user) ou seria a classe arcana.
E quando pequeno lia umas revistas de RPG que citava os blocos de estatísticas de monstros e algumas aventuras que eram bem pequenas para serem lidas nas edições mensais. Mas não entendida muito, pois a ideia de DnD era bem complexa.
Hoje sei que existe uma liberdade enorme, quase infinita, senão infinita de considerar o seu personagem dentro de um mundo onde o herói ou heroína é você mesmo(a). Então abracei a ideia, e depois de muito procurei por DnD. Até deparar-me com Magic the Gathering e alguns boardgames.
As classes que joguei no DnD foram o mago e o monge. As duas me surpreenderam. Mas até antes de ler DnD eu não sabia que existia diferença das classes arcanas (Bruxo, Feiticeiro e Mago) e nem que cada personagem, com uma exceção interessante do Monge, podem conjurar mágicas de oº Círculo (Truques) ao novo.
Monge não pode conjurar da mesma forma. Ele usa os pontos de Ki e não espaços de magia (que seria um Slot ou uso de Mana). O Monge precisa de 30 minutos de descanso para recuperar um 1 ponto de Ki e assim usar as magias que estão disposta para ele caso escolha a tradição Monástica – Quatro Elementos.
Mas comecei como mago. Em qualquer jogo que eu jogue, seja ele RPG ou até mesmo RPG Aventura. Penso como um mago. Healer, Wizard, Force, os mais diversos nomes variados que usuários de magia arcana são chamados. Nem precisa dizer que em Skyrim faço uso das escolas de magia e vou quase sempre direto ao Winterhold.
Na série Phantasy Star eu adotava direto os Forces. Exceto o Universe que não dava para fazer desta forma. Em DC Universe eu jogava quase sempre como Healer. E como é da natureza do Mago (Inteligência e Sabedoria\Carisma), todo jogo que tinha árvore de evolução eu escolhia opções de furtividade, habilidades de hackear, abrir fechaduras, perceber inimigos, ver através de paredes, percepção de caçador e etc.
Notavelmente a vida do Mago é ter a mão recursos (medieval, nórdico) magias e grimório (Seu livro de magias) e capacidade tecnológica (Futurista ou moderno). Ser um pouco ladino também. Nunca experimentei no jogo. Mas o Mago é bastante vulnerável em questão de armadura ser um multiclasse como Clérigo, Bárbaro ou Guerreiro parece ser interessante.
Mas esse é o lado o DnD. Combinar fica a seu critério.
Quando peguei o mago no DnD o que logo vi era complexidade da criação do personagem. Demorei uns 3 meses para ler o livro do Jogador. E mais uma horas para montar a ficha do personagem. Quando fui para o monge, não demorei tanto. Joguei algumas aventuras interessantes:
- Stranger Things – Thessalhydra;
- Fallout Boardgames – Modificado por mim;
- Castle Coursed: Lands from Kalana (Uma aventura inventada por mim).
Seguindo as regras, são aventuras que podem ser jogadas com ou sem DM (Dungeon Master). E como todo começo. Colocava monstro bravo no início. E depois nivelei a ponto de entender algumas regras e então balancear o jogo. Mas como todo RPG, exploração e interação fazem parte.
Então na aventura criada por mim do zero, eu criei cidades onde era possível negociar, exercer uma profissão, se curar, hospedar, caçar criaturas mágicas e exorcizar casas abandonadas. Era uma aventura em um mundo de um domínio desconhecido.
Quando passei a usar o Monge notei um outro ponto. Era todo o antecedente e a história. Onde morava, domínio, religião, cultura e por fim o caminho do monge. Eram tantas informações, que a criação do personagem que eu já sabia que era complexa e completa, se tornou muito realista.
