Brinquedo Assassino (1988): Vale à pena?

Brinquedo Assassino.

Sempre me deu medo a ideia de um boneco ser possuído por um espírito maligno. Passei anos evitando ver filmes com o ator Brad Dourif (que fez a versão humana de Chuck e sua voz) pela dificuldade de separar o personagem do restante dos trabalhos do ator. Devia ter uns 9 anos quando vi o filme pela primeira vez.

Todo filme de terror tem uma marca registrada. E quando se trata de filmes dos anos 80, eles sabiam como fazer produções. Desde as mais punks às mais criativas. Tecnológicas, multiverso, criaturas bizarras, mutantes, viagens temporais. Foi uma década muito interessante.

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E inventar de um boneco possuído por um ser humano só podia ser produto dessa década. Charles Lee Ray (uma união dos três assassinos reais conhecidos) era o personagem de Brad Dourif que apareceu no primeiro filme e depois como Flashback no filme “A maldição de Chuck” onde o pai contracenou com a própria filha. E depois dublou a voz do boneco, sendo a caracterização mais horripilante que se podia imaginar.

O grito horrendo de Brad Dourif deixou claro que Chuck era uma versão macabra de qualquer ritual satânico que alguém poderia testemunhar. Uma assassino e estrangulador do bairro é perseguido pela polícia até uma loja de brinquedos. Abandonado pelo parceiro Eddy Caputo e baleado, estava à beira da morte, quando ele encontra uma forma de se tornar mais que imortal.

Queria ressaltar que as músicas do longa contribuíram muito para o terror acontecer.

Em Brinquedo Assassino temos uma terror e suspense.

Vale à pena?

Se gosta do terror com contexto (história) e de um bom suspense, sim vale à pena.

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