Análise de Resident Evil: Operação Raccoon

Capcom queria inovar, para agradar a outros jogadores. Mas desagradou todos.

Pela nota que eu dei, este jogo deve ser mantido a distância

Pela nota que eu dei, este jogo deve ser mantido a distância

A minha história com Resident Evil é relevante para tratarmos desse jogo, para que uma forma sejamos francos e honestos com o ZERO que dei para este jogo. Eu nunca dei ZERO para um jogo da série REVIL o mais irritante ou limitado que eu achei que ele fosse. Eu sempre fui intolerante com a jogabilidade que a saga sempre carregou consigo. Meu verdadeiro motivo de continuar a jogar é pela história, que me cativou.

Eu comecei a ter interesse por Resident Evil em 2001, quando vi o filme estrelado com Mila Jovovich e Michele Rodriguez. Joguei primeiro o 3 e o 2. Juntamente o período que este jogo trata. Zerei ambos jogos, não com os bônus de melhor tempo ou nunca morrer. Mas cheguei semi-vivo. Depois fui conhecer o Resident Evil zero, onde conheci o personagem de Rebbeca Chambers citado frequentemente nas aventuras do Revil 2 e 3. E depois de muito tempo joguei o Resident Evil 1 (só que reformulado, nunca joguei o original)

Depois foram lançados o Resident Evil: Outbreak File 1 e 2, que são minhas jóias do Nilo. Eu adoro porque nós podemos passar por várias partes da cidade, fazendo puzzles, conseguindo extras, costumes e locações da série. São os meus preferidos. Joguei o Code: Veronica que é muito interessante.

Depois chegou o Resident Evil 4 que levei muita bofetada, parecia o Seu Madruga apanhado até sem motivo. Mas depois de treinar bastante consegui chegar até o verme U2, ainda passo do danado. Eu acho que é uma das histórias, digo mais pelo cenário e efeitos – ainda mais da chuva que eu gosto da série.

Depois passei para o Resident Evil 5 o qual também achei muito bom, melhoraram alguns sistemas de jogabilidade. Joguei os tipos de SHOOTER em Track que é o Umbrella Corporation e Darkside Chronicles que passam durante o Resident Evil 2 e 3. É muito interessante entender a história de vários ângulos.

Após também ver a animação Resident Evil Degeneration, ler algo mais sobre o Biohazard – título original no Japão. Mesmo que eu xinga-se a série toda pela maldita jogabilidade e pela limitação nervosa de minhas habilidades, de não poder sair no sarrafo com os bichos, encontrei um jogo que da saga que é o PIOR de todos os títulos lançados desde que a CAPCOM lançou a ideia em 1997.

Pois é, jogo pior que este, de um jogador como eu que prezo jogos de Zumbis, ao maior estilo Mortos-Vivos. Achei uma MERDA este jogo. Em tudo na verdade, é uma BUNDA em todos os pontos. E ainda achei ousadia da CAPCOM ser contra o público de falar que o jogo dela é uma droga, mas endosso, o jogo é uma merda.

Por que o jogo é uma merda?

Vamos entender.

Vamos entender.

O jogo não é um lixo completo, mas chega perto da perfeição. Quando esperamos uma sequência de algum produto, esperamos que sequência seja no mínimo superior ou atenda os requisitos de continuação do predecessor, correto? Mas então quando pensamos que esta sequências das histórias deveria nos oferecer uma cobertura melhor dos eventos de Resident Evil – o que encontramos? Talvez você um fã de REVIL venha a algum momento discordar de mim, a experiência do jogo sempre afetará cada pessoa diferente.

Mas se ao jogar concordar que nos primeiros 20 minutos de jogo você dirá que o jogo seguirá a linha de “TIRO-TIRO-TIRO”, então somos dois, ou será três milhões. Eu achei que o jogo por ter sido alugado por semanas seria uma beleza. Mas me esqueci do fator X. Que quem alugou é fã de jogos de TIRO-NÃO-IMPORTA-HISTÓRIA-OU-GRÁFICO. Eu falei em gráfico? São simples, não é PS1, mas não é PS2. Eu achei o jogo fraco em gráficos, achei pobre, achei BUNDA em gráfico.

Você espera que no PS3 os gráficos sejam vivos, eles são de fato – bonitos. Mas PS3? Não, eles são PS2. Mas isso estraga a história…que história né? Não, é tudo uma combinação de fatores. E o pior fator não é a jogabilidade, é os comandos que são parte da jogabilidade. Vamos arrumar isso direitinho para entendermos melhor.

Da lista – A jogabilidade que já era tosca, ficou mais ainda.

Jogabilidade oferece muito...mas só oferece. Na hora do vamos ver.

Jogabilidade oferece muito…mas só oferece. Na hora do vamos ver.

Jogabilidade – Temos pisões, temos soco (não é momento Botão, é a qualquer momento), temos um jogo TPS (Third Person Shooter) por assim dizer. É um jogo no estilo dos antigos REVIL como pode ser observado, mas vocês vão levar chumbo porque de vez em quando nas paredes que podemos nos apoiar não oferece opção de cobertura, então você pode ficar que nem um idiota apertando o X e não se abaixar, enquanto isso leva chumbo.

A visão é terrível, você não tem cobertura de nada. Seus amigos, você tem (Lupo, Bertha, Beltwan, Vector e Hunk) são uns idiotas. Se você não matar, eles não matam ninguém. São allies estepes. Eu morri por um motivo, o meu personagem não abaixava para tomar cobertura e tomava direto da frente. E não sei de onde via o tiro pela lateral. Considerando que sei que veio pela lateral.

E tem outra, não para de vir inimigo. Sabe aquela regra…aquela que só vale quando você usa o NPC? Quando ele se mexia sozinho era super imbátivel. Bem você morre bem rápido, os caras levam chumbo, levam chumbo e não morrem rápido. E detalhe, joguei no CASUAL que era para testar. E não morrem fácil, e são humanos. Imagine os zumbis? Nem se fala que o jogo é 3 x mais difícil que os demais jogos, com a dificuldade no mínimo.

Isso pode não ser um obstáculo, mas pode ser um inferno se você entender que MORRER significa VOLTAR TODA A FASE. E considerando que VOLTAR toda a FASE é que o jogo não tem CHECKPOINT em nenhum momento. Não tem SAVE ROOM, ou pelo menos que eu não tenha encontrado ainda. A essa parte fica ao julgar de quem for explorar o REVIL: OR.

Lista 2 – Elementos Resident Evil.

Elementos de Umbrella Corporation? Tem.

Elementos de Umbrella Corporation? Tem.

Já deu para constatar. A famosa erva no vaso, as munições. Você escolhe um personagem, eu escolhi o VECTOR. Ele me parecia safo, mas acho que no final as coisas ficam safas para a tela ‘YOU ARE DEAD’. Com certeza vamos tentar ver aspectos positivos no jogo. Ele começa com uma boa premissa.

Já de cara de temos uma espécie de visão periférica dentro de um elevador, com uma cena antecessora de tirar um pouco o fôlego algo para iniciar uma adrenalina T-Vírus. Mas ao jogar percebi que o jogo terá uma mesmice. Não é diferente dos demais jogos. Todos eles repetem o movimento, todos eles requerem que joguemos contra hordas de zumbis sedentos, sempre para fugir, resgatar alguma mocinha ou chegar num local secreto.

Mas o jogo não me agradou, o jogo não oferece isso. Mas logo mais saberá que o jogo optará por um movimento contínuo de “50% combate vs humano” (sabe sou um pouco entendido em REVIL) mas o grupo secreto foi abordado por outro grupo secreto? Se foi isso porque nos outros jogos eu nunca encontrei nenhum dos dois grupos? Se tinha tantos assim, me admira de ter zumbis ainda andando.

Bem a chatice começa quando você percebe que num combate no CASUAL off-line lhe oferece uma linha de pouco realismo e muita dificuldade. Bem tem o preceito de ter On-line, sera que o pessoal da CAPCOM desenvolveu o On-line mais que o Off-line. Aliás tinha um DLC de 156 mb com uma média de 25 minutos de download. O jogo nem teve instalação. Isso e mais minha breve experiência de jogo me faz suspeitar que eles INOVARAM no aspecto Multiplayer.

Aliás o jogo não esta com a cara de Resident Evil, já vou avisando. Eu queria que mantive-sem o mesmo estilo, só que dando mais liberdade para golpes, para explosões ou seja mais mobilidade. O que eles fizeram? Tiraram aquele CLIMA REVIL, aquele clima de “o que tem na esquina” e colocaram uma mobilidade…sim…mas falha. E transformara o jogo num título pior que a série COD (Call of Duty) nem chega perto.

Eu li que seria um jogo mais livre, não é um jogo livre. É linear, não tem combate para onde eu quero ir. É para onde o computador quer ir. Se é mais para frente eu não sei. Mas CAPCOM é linear, quando ela começa de um jeito ela termina daquele jeito. E logo vi que este jogo é uma tosqueira.

Vale a pena?

Ainda temos que avaliar se o jogo tende a mudar.

Ainda temos que avaliar se o jogo tende a mudar.

Talvez sua pergunta seja: Ele jogou 20 minutos e já deu um aval? Bem eu conheço a CAPCOM há muito tempo. Conheço diversos jogos de lutas, jogos de aventura e horror que já lançou. Sei que o comportamento dela, o mais consistente é que ela mantém um padrão em seus jogos.

A linha dela é “limitar para desafiar” é o slogan, agora para cada jogo particular o slogan é este + “Se é assim no começo, será mais pra frente com um aumento significativo de dificuldade”. Todos os jogos que experimentei do REVIL eu joguei muito mais que 20 minutos com dificuldade maiores e sobrevivi. E todos me cativaram pela história, cenário, o revil é muito investigativo e isso me atraia a série. Se não fosse por isso eu não iria nem olhar.

Jogos de Zumbis existem vários, o próprio Dead Rising, o 2 me atrai mais. O próprio Dead Island (ele é legal) – mas não tem um quê MISTERIOSO. E o REVIL tem. Mas este novo título matou a característica básica da série. A característica era aquele clima de terror, aquela ar de mistério, as batalhas e os personagens. Neste temos algo como COD + Survivor Fast Horror. Não é um gênero ruim, mas eu esperava muito mais deste título.

Eu prefiro o REVIL 5 como parte FINAL da série. Achei péssimo. Mas ainda vou jogar só mais um pouco para ver se este pessimismo se transforma, se transformar eu terei então que reescrever meu texto todo, e também direi que a CAPCOM mudou de padrão. Coisa da qual eu nunca vi ocorrer com ela. As empresas japonesas, como a Konami e a Sega também estão dando muito fora nesta geração.

Acho que tenha algum leitor(a) que seja fã de Yakuza? Eu sou até o 3. Quando veio o 4, meu deus. 45 minutos de cenas de vídeo, só iniciais. Eu só fui jogar com quase 1 hora de início. Free world? Onde meu deus? O antecessor era, mas este, estejam preparados para um filme. Se você gosta de história, é uma boa pedida. Esse jogo é bom.

Eu até desconsiderei alugar o Yakuza – Dead Souls (que é o Yakuza com zumbis), dado que eu acho que só vai ter história do que mesmo luta. Mas para quem ficou desgraçado com este REVIL, deveria então optar pelo Yakuza Dead Sous, talvez ele regenere a característica de uma série nem pertence a franquia.

Outro jogo da SEGA que joguei foi Domain Binary (é uma merda de jogo), bom em algumas partes. Mas merda em todos. Depois digo o que significa esta merda em linhas mais extensas, mais saibam que GAME OVER neste jogo era preferível que seu personagem nasce-se outra vez.

Qual é a nota do Show?

A nota do show1000 de forma preliminar.

A nota do show1000 de forma preliminar.

Considerando 20 minutos de jogo comparados aos demais títulos que superou a marca de 1 hora, mesmo para títulos altamente desafiantes, eu diria que a nota para o jogo é ZERO. Para os jogos que teve uma palheta de cores, efeitos de iluminação e gráficos gerais (mapa e personagens) a nota é Seis ponto cinco (6.5). Para a história que ainda é breve ser discutida dou nota nove ponto zero (9.0). As características de Resident Evil que sempre atraíram devotos e jogadores assíduos por um bom elemento de mortos vivos + investigação + Fire the hole eu dou nota ZERO.

A média entre DESAFIO + GRÁFICOS + É UM TÍTULO REVIL é de 2.17 (por enquanto)

Enquanto isso a Capcom reclama de fãs.

Em Nerdice a produtora fica toda birrenta que tentou inovar, mas ao contrários dos fãs e de mim, esse título foi a pior coisa que eles fizeram em toda a saga. Vou apagar da minha memória que houve um Operation Raccoon City. E leia aqui sobre a a reclamação deles. (texto em português)

 

Um pensamento sobre “Análise de Resident Evil: Operação Raccoon

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