Análise do Brink

Ark: Esperança da raça humana – Vai salva-la ou toma-la?

 

Brink - Unreal na base, semi-essência: Crysis e gráficos Mirror Edge

Brink – Unreal na base, semi-essência: Crysis e gráficos Mirror Edge

Jogo para PS3, chamado Brink produzido pela Bethesda (Fallout 3), mas não é nada demais. Achei o jogo uma MERDA. Ele tem um sistema muito parecido com UNREAL de deathmatch, conquest e capture flag e mapas com tempos para terminar a missão. Quem já jogou Mirror Edge vai se lembrar da natureza dos gráficos.

Mas jogo que mostra a perna, só tem celulite na barriga…ou melhor, botijão ventral. Mas se você gosta de jogos onde o objetivo é ser auxilado por bots aliados e contra-atacados por bot inimigos com uma história como pano de fundo, então é o seu jogo ideal.

A razão pelo meu desafeto é que como é de praxe, o trailer aborda uma liberdade um jogo cheio de dinamismo e físicas, que você não vê no jogo. Não se engane pelos gráficos bonitinhos, tirando um jogo ou outro, PS3 não tem jogo ainda na altura que o console afirmava que iria ter. É mais uma propaganda – “MEU DINHEIRO CHORA QUANDO VAI EMBORA”.

Para quem gostou, felicidade é bom e vai em frente.

História.

Brink - Vai lutar pela Ark ou toma-la?

Brink – Vai lutar pela Ark ou toma-la?

Ark – É o nome da cidade idealista após uma guerra. Pronto esta é a história. O conflito nasce quando um bando de marginais toma conta de Ark após uma rebelião de direitos iguais. Então você escolhe: Fugir da Ark ou salvar a Ark e pode escolher o lado que quer jogar. Dos policiais ou dos revoltados.

Logo de cara você já tem uma idéia das fases, missões e claro dos UPDATES dos personagens. Mas se quer uma história envolvente, mistério ou mesmo uma liberdade maior, este JOGO não é para você. Mas se gosta de intensos tiroteios e assaltos, então este JOGO é para você.

Gráficos.

Brink - Aborda um sistema de aperfeiçoamento de personagens excelente.

Brink – Aborda um sistema de aperfeiçoamento de personagens excelente.

Melhor parte, bem nítido. Porém pouco explorado, não é que não é exibido. Mas para um jogo que a missão é defender, invadir, explodir, hackear. O vislumbre dos gráficos só pode ser percebido por um entusiasta. Ao longo do jogo estes gráficos belos podem apenas se tornar cenário de fundo, no inicio é aquele “ah–oh” depois é só gritaria e correria, e bye-bye gráficos bonitinhos.

Jogabilidade.

Fácil de aprender. Como havia dito, se você gosta de jogos que é procurar objetivos e atender num período de tempo. Este jogo é sua pedida. Mas se gosta de jogos que procuram uma missão solo, que exploram o personagem, que tem trama, que possui fases sem tempo e que existe aquela característica achada por Ark, mas abordada num Fallout (Open World, Free Style) e L.A Noire (Rank + cases) então este jogo não é para você de jeito nenhum.

Palavra que define o ARK.

Pode ser uma frase? É um jogo que lembra Mirror Edge graficamente, na jogabilidade é um híbrido entre Crysis 2, mas no produto final você joga mesmo um UNREAL.

Quem já jogou Killzone na fase “Jogando Robôs” deve ter a noção completa do Brink.

Trailer.

Característica do jogo.

  • Sistema complexo de personagem: Personalização de armas, vestuário e habilidades por classes
  • Sistema de escolha dinâmica: 4 Classes (habilidades particulares) – Hacker, engenheiro, médico e soldado
  • Gráficos suaves e detalhados
  • Trilha sonora adaptada as batalhas
  • Disponibilidade para modos de jogo: Storyline e Free Play
Jogos comparativos.
  • Team Fortress (Valve)/ gráficos e classes
  • Unreal – modo de jogo
  • Crysis (sistema de UPDATES, não a jogabilidade)
  • Killzone: Jogo os robôs (mapas, modos de jogo e objetivos)

Um pensamento sobre “Análise do Brink

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